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MAIORIA DA POPULAÇÃO É A FAVOR DE DISCUTIR POLÍTICA NAS ESCOLAS, DIZ PESQUISA

O discurso conservador de Jair Bolsonaro e sua equipe ministerial sobre o projeto ‘Escola Sem Partido’ e a proibição do ensino de educação sexual nas escolas não tem apoio da maioria da população brasileira.

A pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (7) pelo jornal Folha de São Paulo, mostra que 71% dos entrevistados concordam que haja discussão de assuntos políticos em sala de aula e 54% aprovam o ensino sobre educação sexual para os estudantes.

Do total de entrevistados que concordam com o debate político nas escolas, 54% apoiam totalmente. Quanto maior a escolaridade do entrevistado, maior é o apoio. Entre aqueles que têm ensino superior, 83% concordam com a afirmação de que esse tema deve estar presente nas salas de aula.

O percentual de apoio aos temas políticos é maior do que a discordância em todos os recortes analisados pelo Datafolha, seja por idade, renda, religião ou preferência partidária.

Entre os 28% dos que se opõem à discussão política nas aulas, 20% dizem discordar totalmente. Os outros 8% discordam em parte.

Para a professora de Educação da USP, Carmem Moraes, o resultado da pesquisa renova as esperanças e dá combustível à luta contra os retrocessos que estão por vir. Segundo ela, é importante esclarecer a população de que as relações humanas são políticas, faz parte das relações sociais, e o debate nas salas de aula são necessárias.

“Tudo é política. Por isso, é importante que os temas políticos sejam debatidos não apenas nas escolas. E, mais do que isso, é fundamental que este debate esteja presente entre os trabalhadores, nas periferias, nas organizações de base. É preciso começar tudo de novo, porque a população não é a favor da maioria dos retrocessos sociais propostos por Bolsonaro”, afirma Carmem Moraes.

“Embora não saiba qual a metodologia da pesquisa, o resultado demonstra que podemos agir pedagogicamente explicando à população que ela foi enganada. O povo brasileiro não votou na política econômica de Bolsonaro”.

Educação sexual nas escolas é aprovada por 54%

Do total de entrevistados pelo Datafolha que aprovam a discussão sobre educação sexual nas salas de aula, 63% tem ensino superior; 54% ensino médio e 49% o ensino fundamental.

O assunto é aprovado mais por mulheres (56%) do que homens (52%). No entanto, esses percentuais se mantêm na margem de erro da pesquisa.

A rejeição à educação sexual nas escolas é de 44%. Quem mais rejeita são os eleitores de Bolsonaro (54%) e os evangélicos (53%).

O tema é o que mais divide a opinião da população, segundo a pesquisa. 35% das pessoas concordam totalmente com a educação sexual nas escolas e os que desaprovam totalmente também somam outros 35%.

A professora de Educação da USP lembra que o atual presidente foi eleito com apoio da maioria dos pastores neopentecostais, que utilizaram as fake news como forma de envolver os seus fiéis numa causa contra a suposta “ideologia de gênero, a mamadeira erótica” e outros absurdos espalhados via WhatsApp e redes sociais.

“A direita conseguiu mobilizar, via igrejas, nos setores pobres e carentes, um sentimento de pertencimento. Por isso é preciso aproximar mais a universidade, os professores, os movimentos sociais, partidos políticos e entidades dessa população que foi induzida por pastores a acreditar em ideologia de gênero e marxismo cultural”, diz Carmem Moraes.

A Pesquisa Datafolha foi realizada em 18 e 19 de dezembro de 2018, com 2.077 entrevistas em 130 municípios de todo o país. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais.

O Instituto ouviu 2.077 em 130 municípios nos dias 18 e 19 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

FONTE: CUT

COMISSÃO DE NEGOCIAÇÃO SE REÚNE COM SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E COBRA IMPLANTAÇÃO DO PDE E OUTRAS PENDÊNCIAS

A comissão de negociação do Sinpro-DF se reuniu, nessa terça-feira (8), com o secretário de Estado da Educação, Rafael Parente, e assessores da Secretaria de Estado da Educação (SEEDF). Na ocasião, a comissão cobrou do secretário a implantação das metas do Plano Distrital de Educação (PDE) e os pleitos contidos na pauta de reivindicações.

Parente declarou que reconhece o papel importante do Fórum Distrital de Educação (FDE) e assegurou que Sinpro-DF e FDE terão protagonismo em um processo de implementação do Plano. Também declarou que uma das metas deste governo é pôr em curso, de fato, o Currículo em Movimento.

No encontro, a comissão cobrou da SEEDF demandas da categoria, como, por exemplo, providências para alterar o artigo 10 a fim de retirar dele qualquer ambiguidade que suscite outra interpretação que não seja a de que, claramente, todos os profissionais da carreira do magistério público que exercem atividades pedagógicas tenham direito ao tempo de coordenação pedagógica.

O Plano de Descentralização Administrativo e Financeiro (PDAF) também foi discutido. A comissão cobrou do governo o repasse imediato da última parcela do PDAF de 2018 que muitas escolas ainda não receberam e o pagamento da primeira parcela de 2019 ainda em janeiro, tendo em vista que o início do ano letivo que se aproxima.

Vale lembrar que a comissão de negociação aguarda reunião com o governador Ibaneis Rocha para discutir outros pontos da pauta, como os financeiros. Contudo, no encontro dessa terça, tratou de questões financeiras que afetam o magistério público, tais como o pagamento da pecúnia da licença-prêmio por assiduidade.

Na oportunidade, a comissão reafirmou o posicionamento contra a Lei da Mordaça, esclarecendo que se trata de um projeto que, dentre outros retrocessos, visa a intimidar o(a) professor(a) e tem como objetivo diminuir a qualidade da educação pública, uma vez que temos a escola pública como um espaço para o aprendizado, de convivência com as diversidades, de construção de conhecimento a partir da leitura que os(as) estudantes terão do mundo e da realidade em que estão envolvidos.

Os(as) sindicalistas reafirmaram que a categoria não aceita nenhum tipo de legislação que vise a amordaçar o magistério público e que se posiciona contra qualquer discussão que acuse professores(as) de doutrinadores(as) ou que abone os defensores da Lei da Mordaça, que usam o discurso de uma suposta “ideologia de gênero” para justificar a perseguição político-partidária de ultradireita sobre a educação pública e gratuita.

A comissão de negociação esclareceu que a expressão “ideologia de gênero” não existe e que foi inventada para funcionar como uma cortina de fumaça a fim de evitar o debate sério sobre identidade de gênero e sobre como os papeis sociais são construídos na sociedade. Explicou, ainda, que o debate de “ideologia de gênero” se revela como uma forma de opressão de gênero sobre o outro ou de uma parcela da sociedade sobre a outra.

Reafirmou que o Sinpro-DF e a categoria docente irão combater com veemência qualquer legislação que tenha conteúdo de lei da mordaça, que oprima o magistério e elimine o direito do(a) estudante ao conhecimento acadêmico e científico humanitário na escola pública e gratuita.

FONTE: ASCOM/Sinpro-DF

Obras didáticas e literárias para 2019 terão versões em braile e em formato digital

O Ministério da Educação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), adquiriu cerca de 700 obras didáticas (para educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio) e outros 730 títulos de obras literárias no âmbito do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para 2019. As obras também foram produzidas em braile e em formato EPUB-3, tecnologia que permite a produção de livros digitais com vários recursos de acessibilidade, além da possibilidade de inclusão de vídeos, áudios, audiodescrição, exercícios interativos, links internos e externos.

Os livros didáticos em braile foram adquiridos para atender, na escolha feita pelas escolas, a todos os alunos cegos declarados. No total foram transcritos em braile 371 títulos, com investimento de R$ 18.551.252,87. No formato EPUB-3 foram adquiridas 450 obras didáticas e 736 literárias, num investimento de R$ 3.625.903,86.

Em 2018, o programa recebeu diversas inovações. Segundo a coordenadora geral de materiais didáticos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Ana Paula Costa Rodrigues, uma novidade importante para 2019 é o oferecimento de obras literárias em língua inglesa para o ensino médio. “A partir da próxima edição, professores de língua inglesa poderão dispor desse recurso para suas aulas, ampliando o contato de seus alunos com textos literários escritos nessa língua”, explicou.

Este ano, foi possível também a aquisição de obras com conteúdo adequado à BNCC, o primeiro passo para implementação da base junto às escolas da rede pública. “A partir desta edição, o PNLD passa a incluir em sua agenda a seleção e distribuição de livros literários, ampliando o escopo de ação do PNLD. A grande mudança que decorre dessa novidade é a escolha dos livros literários aos quais os alunos terão acesso a partir de agora”, finalizou Ana Paula Rodrigues.

Também foi reformulada, nos editais recentes do PNLD 2018 literário e PNLD 2019, a metodologia para composição da comissão técnica de avaliação pedagógica das obras distribuídas para os professores e alunos beneficiários do PNLD. Outra mudança foi a avaliação pedagógica informatizada via Simec, dando ao processo governança e transparência, além da aquisição de livros para todos os anos iniciais do ensino fundamental, o que viabilizará a melhoria do processo de aprendizagem.

Agora haverá a aquisição de manuais para os professores da educação infantil e para o professor de educação física. Foi ampliado o atendimento pelo programa às escolas comunitárias, filantrópicas e conveniadas e foram aprovadas mais de 400 obras, ampliando as possibilidades de escolha pelos professores e adequando às realidades de cada escola, com respeito à diversidade de propostas pedagógicas e à pluralidade de ideias.

Foram adquiridos para educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental, em 2018, 75.822.712 de exemplares, num investimento de R$ 549.065.780,97. Também foi aperfeiçoado o novo sistema para adesão ao PNLD e escolha dos materiais.

Foi lançado um novo sistema para adesão ao PNLD pelas secretarias de educação e institutos federais. O sistema possui uma interface simples e fácil ao usuário. Dessa forma, as redes puderam atualizar sua adesão ao programa, especificando quais os materiais desejavam receber em suas escolas, além de definir o modelo de escolha para as redes municipais, estaduais e distrital de ensino e para as escolas federais.

De acordo com o Censo Escolar de 2017, o Brasil tem 7.930.384 estudantes no ensino médio, em 24.542 escolas que ofertam essa etapa. Do total de estudantes, 84,8% estão em escolas estaduais.

Ensino Médio – O MEC realizou em 17 de dezembro uma audiência pública para apresentar a proposta para o novo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para o ensino médio. A proposta para o PNLD 2021 – Ensino Médio está ancorada nas competências e habilidades elencadas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada em 14 de dezembro de 2018, bem como nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino médio. Os novos livros devem chegar às escolas em 2021.

PNLD – O Programa é destinado a avaliar e a oferecer obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa. São beneficiadas as escolas públicas de educação básica das redes federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal, além das instituições de educação infantil comunitárias, confessionais ou filantrópicas conveniadas com o poder público.

Com a edição do Decreto nº 9.099, de 18 de julho de 2017, todos os programas do livro foram unificados. Assim as ações de aquisição e distribuição de livros didáticos e literários, anteriormente contempladas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e pelo Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) foram consolidadas em um único programa, chamado Programa Nacional do Livro e do Material Didático.

Para participar, basta que as redes de ensino e instituições federais façam a adesão ao programa. São atendidas apenas as entidades que tenham aderido formalmente ao PNLD. A adesão é realizada no sistema PDDE Interativo, com a senha do secretário de Educação ou dirigente federal, tornando dispensável o envio de documentos ao FNDE.

Etapas – As obras são inscritas pelos detentores dos direitos autorais, de acordo com critérios estabelecidos em edital. Uma comissão técnica específica nomeada pelo ministro da Educação supervisiona a etapa de avaliação pedagógica, que é coordenada pelo MEC em consonância com o Decreto 9.099 de 18 de julho de 2017. Para a realização da avaliação pedagógica são constituídas equipes de avaliação formadas por professores das redes públicas e privadas de ensino superior e da educação básica. Esses especialistas de diferentes áreas do conhecimento são selecionados a partir do Banco de Avaliadores do MEC.

Caso sejam aprovados, os livros passam a compor o Guia Digital do PNLD, que orienta professores e gestores da escola na escolha das coleções para as diferentes etapas de ensino. Compete às escolas e às redes de ensino garantir que o corpo docente da escola participe do processo de escolha de modo democrático. Para registrar a participação dos professores na escolha e dar transparência ao processo, a decisão sobre a escolha das coleções deve ser documentada por meio da Ata de Escolha de Livros Didáticos.

Distribuição – A compra e a distribuição dos livros são de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os livros chegam às escolas antes do início do ano letivo. Para as áreas rurais, as obras são entregues nas prefeituras ou nas secretarias municipais de educação.

FONTE: ASCOM/Ministério da Educação

Luta pelas pecúnias segue firme em 2019

Na última sexta-feira  (28/12), a Secretaria de Fazenda do Governo do Distrito Federal disponibilizou uma verba para começar a pagar as pecúnias de julho de 2016. Porém, o valor não foi suficiente para alcançar os(as) primeiros professores(as) aposentados(as) do mês de julho.

Desde 2015,  o GDF acumula uma dívida com o funcionalismo e, no último acordo, o governo se comprometeu em depositar, mensalmente, R$11 milhões para começar a pagar os débitos. Entretanto, em novembro isso não aconteceu e, mesmo com o depósito efetuado hoje, o governo termina o ano com mais esta pendência com o funcionalismo público do GDF

O Sinpro-DF informa à categoria que o assunto é uma pauta constante da base e que continuará sendo discutido com o governo eleito. Além disso, o sindicato reivindicará que mais recursos sejam destinados ao pagamento das pecúnias atrasadas. Logo nos primeiros dias de janeiro, uma reunião entre o  governador eleito Ibaneis Rocha e o Sinpro-DF deverá acontecer, onde será cobrada a prioridade no pagamento aos aposentados de 2016, 2017 e 2018 sem interrupções.

“Sabemos que essa luta é coletiva.Vamos nos unir e manter a batalha para que todos continuem recebendo seus direitos em dia. O Sinpro ressalta que esse problema só será superado quando tivermos pleno gozo do nosso direito à licença- prêmio por assíduidade, direito garantido na Lei Complementar nº  840/201”, ressalta a diretora do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa.

FONTE: ASCOM/SINPRO-DF

Esclarecimentos sobre “descontos indevidos” no salário dos professores e orientadores educacionais

A Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sinpro-DF informa que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da ativa e aposentados(as) não precisam realizar requerimentos no Sistema Eletrônico de Informações do Governo do Distrito Federal (SEI/GDF) para ressarcimento de desconto previdenciário sobre o terço de férias, o 13º salário e outras verbas remuneratórias.

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contida no Recurso Extraordinário (RE)/593068 circula nas redes sociais como um boato e está causando apreensão entre servidores(as) públicos(as) ativos(as) e aposentados(as), notadamente entre a categoria docente.

A mensagem viralizada alerta os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para que realizem requerimentos no SEI/GDF, até 31 de dezembro de 2018, a fim de receberem o ressarcimento do desconto previdenciário sobre o terço de férias, o 13º salário e outras verbas.

A Secretaria Jurídica do Sinpro-DF esclarece que não há necessidade de fazer esse requerimento e que, há muitos anos, o GDF não efetua esse desconto. Portanto, não há valores a serem ressarcidos pelo GDF nos últimos 5 anos. Assim, não há razão para se falar em necessidade de requerimentos por meio do SEI/GDF.

O Sinpro-DF avisa que, especificamente, em relação ao 13º salário, a contribuição previdenciária é devida e não há determinação no RE/593068 para que não seja realizado o seu desconto. E explica que a decisão do STF, efetivamente, proíbe o desconto previdenciário de verbas que não são incorporadas à aposentadoria, como insalubridade, adicional noturno e horas extras.

FONTE: SINPRO/DF

Comissão de Negociação do Sinpro reúne-se com Secretário de Fazenda e reivindica direitos

Nesta quarta-feira (19), a Comissão de Negociação do Sinpro-DF reuniu-se com o atual secretário de Fazenda, Wilson de Paula, para tratar de questões importantes da categoria. No encontro, o secretário da pasta informou à comissão que até o dia 28 de dezembro será disponibilizado cerca de R$13 milhões para começar a pagar as pecúnias dos(as) docentes que se aposentaram em julho de 2016.

O Sinpro informa aos(às) professores(as) que, infelizmente, o valor destinado não será suficiente para quitar todos os débitos, sendo assim, alguns deverão aguardar o surgimento de um novo crédito.

O assunto é uma pauta constante da base e continuará sendo discutido  com o governo eleito. Além disso, o sindicato reivindicará que mais recursos sejam destinados ao pagamento das pecúnias atrasadas e ainda este mês, uma reunião entre o futuro governador  Ibaneis Rocha e a Comissão de Negociação do Sindicato deverá acontecer.

Pagamento do 13° dos novatos e das férias coletivas

Sobre os problemas enfrentados pelos(as) professores(as) novatos(as) para receberem o 13°, o GDF garantiu que a partir de agora, será feito o pagamento proporcional do benefício. Anteriormente, os recém-contratados(as) não recebiam os valores integrais. No entendimento do governo, o(a) servidor(a) que tivesse feito aniversário antes da contratação não teria direito ao ao benefício. Graças à intervenção do sindicato, independente da data de nascimento, os(as) professores(as) contratados(as) em 2018 receberão os valores dos meses trabalhados.  A comissão foi informada que os ressarcimentos serão feitos nesta quinta (20), entretanto, o Sinpro ressalta que os  contratados no anos  de 2015, 2016 e 2017, que não receberam o valor proporcional na época, também não receberão retroativos.  Para esses casos, o Sinpro oferece a opção de judicilalização.

Lembrando que o pagamento do 13° para os professores(as) em contrato temporário e dos(as) aniversariantes de dezembro está previsto para noite desta quinta-feira (20), como determina a atual legislação, e estará disponível na conta dos(as) servidores(as) na sexta (21).

Já o  pagamento das férias coletivas da categoria, a Secretaria de Fazenda deixou provisionado para o início de 2019 o depósito do valor.  Sendo assim, os(as) professores(as) e orientadores(as) receberão no dia 3 de janeiro o  terço de férias e no quinto dia útil os salários do mês normalmente.

FONTE: SINPRO/DF

Primeira edição de 2019 do Sisu ofertará mais de 235 mil vagas

O processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), primeira edição de 2019, vai ofertar 235.476 vagas, em 129 instituições de todo o país. Já é possível consultar as vagas ofertadas. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, por meio da página eletrônica do Sisu, no período de 22 de janeiro de 2019 até as 23h59 de 25 do mesmo mês, observando o horário oficial de Brasília.

O Sisu é o instrumento pelo qual as universidades públicas oferecem vagas a candidatos que se submeteram ao Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).  Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtido nota acima de zero na prova de redação.

Os candidatos poderão se inscrever no processo seletivo em até duas opções de vaga, especificando, em ordem de preferência, as suas opções em instituição de educação superior participante, com local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência.

A primeira edição do processo seletivo de 2019 será constituída de uma única chamada regular e o resultado será divulgado em 28 de janeiro. Já as matrículas ou registros acadêmicos dos candidatos selecionados deverão ser feitas nas instituições para as quais foram selecionados, na chamada regular, entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro. Os escolhidos devem observar os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio.

Acesse a página do Sisu.

FONTE: ASCOM/Ministério da Educação

Pesquisa sobre uso de drogas: Curso de Atualização está com inscrições abertas até 16/01

A Gestão Acadêmica, juntamente com o Laboratório de Informação em Saúde (LIS), ambos do Icict/Fiocruz, estão oferecendo o curso de atualização em ‘Metodologia Científica para Pesquisa sobre o Uso de Drogas’, com a coordenação dos pesquisadores Francisco Inácio Bastos e Carolina Coutinho, do LIS/Icict.

O curso, que é oferecido anualmente, está com 10 vagas disponíveis e tem como público alvo profissionais graduados atuantes na área de Saúde Pública e estudantes de pós-graduação em Saúde Pública e afins. Com carga horária de 40 horas, a atualização tem por objetivo capacitar o profissional para o desenvolvimento de projetos de pesquisa integrados a sua prática usual, e desta maneira contribuir para geração de conhecimento científico e melhoria dos serviços públicos de saúde e atenção.

Os interessados podem se inscrever até o dia 16/01/2019, pelo site da Plataforma SIGA (www.sigals.fiocruz.br), seguindo os links: Inscrição > Presencial > Atualização > Icict > Metodologia Científica para Pesquisa sobre Uso de Drogas – 2019/Sede.

O curso será realizado de 04 a 08 de fevereiro de 2019 e outras informações poderão ser obtidas na Gestão Acadêmica do icict, que fica na Av. Brasil, 4.036, Sala 210 – Prédio da Expansão do Campus, em Manguinhos, no Rio de Janeiro (RJ). Ou pelo e-mail gestaoacademica@icict.fiocruz.br ou pelo telefone (21) 3882-9063, das 9h às 16h.

SERVIÇO
Disciplinas de Verão: “Gerenciamento e análise de dados com o uso do Excel” e “Internet, Saúde e Sociedade”
Carga horária: 60h – 02 créditos (cada disciplina eletiva)
Inscrições: 14/12/2018 a 04/01/2019 – Plataforma SIGA – www.sigals.fiocruz.br – Pelo link: Mural de Notícias > Programa > Informação e Comunicação em Saúde – Icict Disciplinas > Curso de Verão
Período de aulas: “Gerenciamento e análise de dados com o uso do Excel” – 21/01 a 01/02/2019 | “Internet, Saúde e Sociedade” – 28/01 a 01/02/2019
Informações: Gestão Acadêmica – Icict/Fiocruz, Av. Brasil, 4.036, Sala 210, Prédio da Expansão do Campus, em Manguinhos, Rio de Janeiro (RJ) | E-mail:gestac.ppgics@icict.fiocruz.br | Telefone: (21) 3882-9063 (das 9h às 16h)

FONTE: ASCOM/Fiocruz

FIOCRUZ: Abertas inscrições gratuitas para as Disciplinas de Verão do PPGICS 2019 até 04/01

O Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde – PPGICS/Icict está oferecendo duas disciplinas de Verão — matérias eletivas do Programa oferecidas de forma compacta, em período de férias, em janeiro e fevereiro de 2019.

As disciplinas oferecidas – ‘Gerenciamento e análise de dados com o uso do Excel’ (de 21/01 a 01/02/2019) e ‘Internet, Saúde e Sociedade’ (28/01 a 01/02/2019) – correspondem a dois créditos cada, com carga horária de 60 horas, e as inscrições seguem abertas até o dia 04 de janeiro de 2019.

Leia atentamente a Chamada Pública, que está disponível no site do Icict e faça a sua inscrição pela Plataforma SIGA (www.sigass.fiocruz.br), seguindo o link: Mural de Notícias > Programa > Informação e Comunicação em Saúde – Icict Disciplinas > Curso de Verão.

Outras informações podem ser obtidas na Gestão Acadêmica do Icict, que fica no Prédio da Expansão do Campus, na Av. Brasil, 4.036, Sala 210, em Manguinhos, no Rio de Janeiro (RJ), ou pelos telefones (21) 3882-9033 e 3882-9063, ou pelo e-mail gestac.ppgics@icict.fiocruz.br, colocando no assunto “Disciplinas de Verão 2019”.

SERVIÇO
Disciplinas de Verão: “Gerenciamento e análise de dados com o uso do Excel” e “Internet, Saúde e Sociedade”
Carga horária: 60h – 02 créditos (cada disciplina eletiva)
Inscrições: 14/12/2018 a 04/01/2019 – Plataforma SIGA – www.sigals.fiocruz.br – Pelo link: Mural de Notícias > Programa > Informação e Comunicação em Saúde – Icict Disciplinas > Curso de Verão
Período de aulas: “Gerenciamento e análise de dados com o uso do Excel” – 21/01 a 01/02/2019 | “Internet, Saúde e Sociedade” – 28/01 a 01/02/2019
Informações: Gestão Acadêmica – Icict/Fiocruz, Av. Brasil, 4.036, Sala 210, Prédio da Expansão do Campus, em Manguinhos, Rio de Janeiro (RJ) | E-mail: gestac.ppgics@icict.fiocruz.br | Telefone: (21) 3882-9063 (das 9h às 16h)

FONTE: ASCOM/Fiocruz

Edital do processo seletivo do ProUni 2019 é publicado

O Ministério da Educação publicou nesta segunda-feira, 10, o edital do primeiro semestre do Programa Universidade para Todos (ProUni). As inscrições poderão ser feitas de 29 de janeiro de 2019 até as 23 horas e 59 minutos de 1º de fevereiro do mesmo ano, exclusivamente na página do Prouni, no endereço eletrônico http://siteprouni.mec.gov.br.

Podem se inscrever candidatos brasileiros que não tenham diploma de curso superior, mas que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

É necessário, ainda, que o candidato atenda a pelo menos um dos requisitos a seguir: ter cursado o ensino médio completo em escola pública, ou em instituição privada como bolsista integral, possuir alguma deficiência, ser professor da rede pública ou estar enquadrado no perfil de renda exigido pelo programa.

De acordo com o Coordenador-Geral de Políticas de Educação Superior do MEC, Fernando Bueno, os interessados devem se atentar aos prazos estabelecidos no edital. “Os candidatos devem estar atentos às informações que devem ser prestadas durante a inscrição no programa. Esse é um aspecto fundamental para garantir a participação no processo”, salientou.

O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em cursos de graduação de instituições privadas de ensino superior. As integrais são destinadas aos estudantes com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar per capita de até 3 salários mínimos.

A divulgação do resultado da primeira chamada está prevista para o dia 4 de fevereiro de 2019.

FONTE: ASCOM/Ministério da Educação