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BNCC e reforma do ensino médio põem em curso projeto similar ao do MEC-USAID da ditadura militar

O governo Michel Temer quer acelerar a qualquer custo a privatização do ensino médio. Não é à toa que fez, apressadamente, a reforma do ensino médio e instalou, de forma autoritária, uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

As diretorias do Sinpro-DF e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) afirmam que a Lei nº 13.415/ 2017 e a BNCC aceleram o desmonte da educação no Brasil até as eleições deste ano, o que trará consequências drásticas para o futuro de milhões de jovens.

“A proposta da BNCC representa um modelo excludente e voltado para a privatização e terceirização do ensino”, declaram as duas diretorias. Vânia Rego, professora da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF) e mestra em Gestão e Políticas Públicas Educacionais pela Universidade de Brasil (UnB) e Mãe pela Diversidade, partilha da mesma opinião e explicou cada detalhe do desmonte da educação numa formação para representantes dos anos iniciais e educação infantil, realizada pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Ceilândia na semana passada.

Ela esclareceu o conteúdo das duas propostas e criticou a posição de professores que, diante da situação grave que se apresenta no país hoje, abrem mão do pensamento crítico, eximem-se do debate político e não contribuem para a participação da comunidade escolar nesse debate da privatização da educação pública. No entendimento dela, esse comportamento alienado de muitos docentes favorece o enfraquecimento do currículo escolar ofertado, principalmente, às camadas menos favorecidas da sociedade.

A professora alerta para o fato de que essa omissão, neste momento, comprometerá tanto a estabilidade da profissão e do papel social da escola como a formação de milhões de brasileiros que se precisam da escola pública. “As decisões de hoje vão definir o futuro do Brasil: se vai ser uma colônia com mão de obra em situação de trabalho escravo e sem pensamento crítico ou uma nação soberana e desenvolvida”, afirma.

REFORMA DO ENSINO MÉDIO E BNCC TENTAM IMPEDIR O ACESSO A UM CURRÍCULO DIGNO
“Leiamos as entrelinhas: o que a reforma do ensino médio nos esconde? Por que ela diz respeito, também, aos(às) professores(as) da rede pública de ensino que estão no ensino fundamental?”, indaga Vânia Rego.

Para ela, essa reforma privatista tem que ver com a docência da rede pública e com o ensino fundamental porque é para lá que os meninos(as) estão indo e é lá que vão dizer a eles para pararem de sonhar com a possibilidade de alçarem voos acadêmicos, de sonhar que pobres e negros podem ser médicos, cientistas, engenheiros de uma grande obra.

“Assusta-me o nível de alienação de muitos professores em relação a algo tão impactante para a qualidade da educação da maior parte da sociedade brasileira. Da mesma forma, assusta-me um professor considerar que é liberdade de pensamento escolher um candidato racista, homofóbico, machista. Até entendo outras profissões, mas a de professor é um problema de cognição não identificado no concurso que ele fez. É gravíssimo”, provoca Vânia Rego.

Ela classifica de alienado o comportamento de boa parte da categoria docente e busca ajuda na filósofa Hannah Arendt para tenta explicar o motivo da banalização desse processo de alienar-se. Arendt é considerada uma das principais filósofas do século XX e dizia que nosso constructo humano não é de natureza e que a natureza humana é da nossa espécie animal.

“A nossa verdadeira construção se dá na condição humana. Portanto, não sou apenas natureza humana ao longo da vida, e sim uma condição humana, que só se manifesta quando não abdico de pensar. Não abro mão de pensar. E prensar, principalmente, sobre aquilo que me diz respeito e ao tempo/espaço em que estou inserido(a). E se há uma algo que nos diz respeito é o que nos  dá ou nos tira qualidade de vida – tanto a pessoal como a profissional e o significado que imprimos à existência, à nossa condição humana”, explica Vânia.

A professora recorre à Arendt para explicar que pensar é diferente de contemplar e que pensar de forma coletiva gera ação. “A principal distinção, politicamente falando, entre pensamento e ação reside em eu estar com o meu próprio eu ou com o eu de outra pessoa quando estou pensando ao passo que estou na companhia de muitos assim que começo a agir. A ação significativa vem do coletivo. Então, é também preciso pensar coletivamente que ações a gente deve envidar para qualificar nossa prática e o que chega pra nós” (Arendt).

É UM NOVO ACORDO MEC-USAID?
Ela compara o que ocorre neste momento do Brasil pós-golpe de 2016 ao que ocorreu a partir dos anos de chumbo da ditadura militar, principalmente a partir de 1968. Evidencia que a alienação que desmobiliza as pessoas para o que está ocorrendo hoje é semelhante à que ocorreu nos primeiros anos da ditadura militar. Entre 1965 e 1967, em que havia uma pseudo tranquilidade.

Ela ressalta que, de 1968 em diante, o quadro mudou porque foi o ano em que os estudantes, no mundo inteiro, e, em especial, no Brasil, foram às ruas contra a falta de perspectivas e o autoritarismo que se instalava em muitas sociedades a partir de um modelo imposto pelos  EUA, tanto no mundo econômico como no de construção de uma ideologia política de modelo de democracia estadunidense.

No Brasil,  foi desvelado o acordo entreguista MEC-USAID – pelo qual o governo da ditadura negociou, secretamente, com os EUA, um acordo em que foram estabelecidos entre o Ministério da Educação (MEC) do Brasil e a Agência dos Estados Unidos para os Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) a reforma para o ensino brasileiro de acordo com padrões impostos pelos EUA.

Ela lembra da importância da pressão dos estudantes da educação superior e as consequências que vieram por meio da Lei nº 5.540/1968, que criava a matrícula por crédito, visando a impedir os vínculos que ocorriam nas matrículas por turmas. Nas universidades, era o desmonte do que havia de noção de pertencimento e, em não havendo pertencimento, não haveria construção de “pensar coletivo”, manifestação e resistência.

“Não bastava, naquele momento, estagnar os estudantes da educação superior. Os secundaristas precisavam ter interrompidas as possibilidades abertas pela primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), promulgada em 1961, no governo democrático de João Goulart. E isso ocorreu com a promulgação da Lei nº 5.692/1971, que criou os 1º e 2º graus, sendo este último de caráter profissionalizante na maioria das vagas oferecidas”, relata.

Vânia lembra que a grande mentora dessa adequação do segundo grau profissionalizante ao acordo de viés econômico e ideológico – MEC/USAID – foi a professora Eurides Brito, trazida para Brasília por Jarbas Passarinho para cumprir essa “grande missão” de reduzir as oportunidades de gerações a uma educação de qualidade.

“Por esta Lei, a professora Eurides e seus comparsas reduziram a oferta de componentes curriculares significativos – Português,  Matemática, História, Geografia; substitui Filosofia por OSPB (organização social e política brasileira, no 2º grau) e EMC (educação moral e cívica, no 1º grau – único livro que vinha com distribuição “gratuita”); retira Química, Física e Biologia dos segundos e terceiros anos e substitui tudo por disciplinas “significativas” para os pobres do país: PIL (práticas integradas do lar); PAE (práticas agrícolas e extrativistas); datilografia e outras do tipo”.

Assim, os poucos que alcançassem o 2º grau profissionalizante diminuiriam suas chances competitivas de acessar uma educação superior pública, que nunca havia sido de direito de todos, mas de privilégio das classes médias alta e elite do Brasil.

RETORNO DO APARTHEID EDUCACIONAL
Na formação realizada pela CRE de Ceilânida, Vânia explicou que, assim como na ditadura militar, em 2016, muita gente ficou apática, alienada, achando que os acontecimentos não tinham nada que ver com um projeto de sociedade mais amplo. E esse projeto era e é de potencializar a segregação econômica e social do país.

E provocou os participantes com vários questionamentos, como, por exemplo: “Será que é tão difícil, para os docentes, entenderem a similaridade do que ocorreu na ditadura, com o golpe de 2016, principalmente no campo educacional? A diferença é que, agora, o “sangue nos olhos” dos que representam o mercado e o atraso dessa elite e classe média do país está mais coagulado. Eles não se conformam com as oportunidades criadas ao longo da última década, nos governos Lula e Dilma”.

A professora diz que o golpe de 2016 traz consigo a necessidade de interrupção das políticas educacionais instituídas nos 13 anos de governo democrático-popular. Ela afirma que, para a elite subserviente brasileira, é preciso interromper a crença de que, às camadas menos favorecidas, pode ser oportunizada a educação superior pública (aumento das vagas e interiorização dos campis universitários)

“É preciso interromper bolsas de estudos para estudantes estudarem, durante a graduação, fora do país (Ciência sem Fronteiras)! É preciso interromper formação de nível médio técnica de ponta e de qualidade (expansão da rede federal pelos Institutos Federais)! É preciso interromper… É preciso interromper… É preciso acordasr para não sermos interrompidos, prezados colegas professores e professora”, diz.

No fechamento da formação, ela continuou com indiagações a fim de provocar a inquietação nos(as) participantes: “O que mais vocês querem de provas deste projeto de segregação social, que está sendo implantado? Sim, o que mais? Já houve corte de verba para a educação por 20 anos; por medida provisória o Ensino Médio foi empobrecido (agora, a LDB 9394/96, alterada pela Lei 13.415/17); há em percurso um famigerado projeto de lei denominado “escola sem partido”, que criminaliza a ação docente de educar e, não somente, ensinar. O que estamos a esperar, colegas? A privatização e a terceirização da educação e, em especial, do ensino médio, bater à nossa porta? Seremos pactuantes dessa mediocridade que ora se impõe”, afirmou.

Dentre os questionamentos apresentados, Vânia provocou: “Continuaremos com o debate raso, no qual muitos se justificam dizendo que educação é uma coisa e política é outra? Onde está a ação, resultante do pensar, da nossa categoria?”

FONTE: Sinpro/DF

DELEGADOS SE PREPARAM PARA PARTICIPAR DO 11º CONGRESSO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO

Começa nessa quinta-feira (16) o 11º Congresso dos(as) trabalhadores(as) em Educação Chico Mendes, que este ano terá como lema Você tem sede de quê? Água, soberania, direitos, democracia, saber… Com a preocupação de resguardar a participação dos(as) delegados(as) sindicais no evento, o Sinpro solicitou à Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE) um AFAST para essa sexta-feira (17), solicitação autorizada pela SEE.
Dessa forma os delegados e delegadas sindicais estão abonados(as) com AFAST e poderão participar normalmente de todas as atividades programadas para o dia 17 de agosto. Após o evento o Sinpro confirmará a frequência dos delegados e encaminhará os nomes para que a Secretaria de Educação possa publicar o AFAST no Diário Oficial do Distrito Federal.

O 11º CTE
O evento ocorrerá no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC – SGAS 902) e acontece em um momento de aprofundamento do golpe parlamentar, jurídico e midiático que derrubou uma presidenta honesta, retirou direitos do povo trabalhador na famigerada “reforma” trabalhista e no congelamento dos investimentos sociais; e ainda tenta cassar o direito de um operário disputar a eleição. O Congresso acontece no exato momento em que os golpistas estão entregando as nossas riquezas, como o petróleo, a energia, a terra e a água para o capital internacional e para os grandes banqueiros.
Aliado a tudo isso, assistimos ao autoritarismo na educação com o projeto fascista da “Escola sem Partido”, a malfadada (contra) reforma do ensino médio, as alterações na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o desmonte no financiamento da educação com a Emenda Constitucional nº 95.
No Distrito Federal não é diferente do que ocorre no país. O governador segue a mesma cartilha neoliberal do governo federal: endurecimento com os sindicatos dos trabalhadores(as), não cumprimento dos acordos salariais e desmonte dos serviços públicos.
Com o objetivo de organizar a luta da categoria, reiteramos a participação de todos e todas os(as) delegados(as) inscritos(as) para o bom debate. Vamos preparar, na base, um processo que resulte num Congresso qualificado e que nos arme, de maneira unitária, para enfrentarmos os ataques à classe trabalhadora.

FONTE: Sinpro-DF

Professora da EC 05 do Cruzeiro lança livro infantil na Bienal do Livro de Brasília

O lançamento do livro “Zezin & Quinzin na Sustentabilidade” será no domingo (19), às 14 horas. A entrada é franca.

Zezin & Quinzin na Sustentabilidade” é o sétimo livro da professora Ana Maria dos Reis, da EC 05 do Cruzeiro. A narrativa da publicação é contada em sextilhas dodecassílabas e é um apelo ao mundo, para que se cuide do planeta, da água dos rios, das nascentes. Para que as crianças e adolescentes reflitam sobre o planeta em que estamos. O livro será lançado dentro da programação da Bienal do Livro de Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, de 18 a 26 de agosto.

Este livro é o sétimo da escritora e poetisa, que também já publicou “Saga Mineira” (romance), “Minha alma azul” (poesias), “Supravida – Contos e Crônicas”, “Sertão de Maravaia” (romance), “Branda Brisa” (sonetos e poesias) e “Escola de Joaninhas” (poesias infantis). A professora é integrante da Academia Cruzeirense de Letras, já foi premiada em concursos literários e suas poesias integram várias outras coletâneas.

FONTE: Sinpro/DF

Capacitações do Plano Progredir estão com inscrições abertas no país

Há vagas para cursos presenciais e a distância

Os beneficiários do Bolsa família e as pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal que buscam qualificação profissional têm novas oportunidades. Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos oferecidos por meio do Plano Progredir. A ação é voltada às famílias de baixa renda e possibilita o acesso ao empreendedorismo, à qualificação profissional e ao mercado de trabalho.
O Secretário de Inclusão Social e Produtiva do Ministério do Desenvolvimento Social, Vinicius Botelho, explica como se inscrever. “As pessoas podem se inscrever no Portal do Progredir e fazer um rápido cadastro com algumas informações básicas. E, uma vez dentro do site, há um link de qualificação profissional onde elas conseguem ver todos os cursos que estão com inscrições abertas – tanto presenciais, como a distância. Nos  presenciais , elas podem se inscrever naqueles ofertados pelos parceiros. Há ainda uma série de outros cursos de educação a distância voltados empreendedorismo e educação financeira, por exemplo”.

Os interessados devem consultar o portal www.mds.gov.br/progredir, pois cada curso possui um período diferente para início e término das inscrições. Ao todo, são mais de mil vagas disponíveis nestes estados:

Espírito Santo: Trabalhador na Produção de Derivados do Leite Sangrador de Seringueira, Trabalhador no Cultivo de Plantas Medicinais, Trabalhador na Operação de Motosserra, Viverista e de Trabalhador no Processamento de Banana.

Minas Gerais: Capacitação e Planos de Negócios para Micoempreendedores Individuais.

Bahia: Técnico de Nível Médio em Fruticultura na Bahia.

São Paulo: Administração Rural, Aplicação de Agrotóxicos, Fruticultura, Operação de Tratores Agrícolas.

Paraná: Trabalhador na Piscicultura.

Goiás: Gestão de Agronegócios e Formação de Novas Lideranças.

Rio de Janeiro: Almoxarife de Obras, Aplicador de Revestimento Cerâmico, Carpinteiro, Mestre de Obras, Pedreiros e Pintor de Obras.

FONTE: Ascom/MDS

Cursos oferecidos pelo Progredir estão com inscrições abertas

As capacitações são gratuitas e há vagas disponíveis em todo o país

Os beneficiários do Bolsa Família e as pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal que buscam qualificação profissional têm novas oportunidades. Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos oferecidos por meio do Plano Progredir.

No Rio de Janeiro, são ofertadas capacitações na área da Construção Civil, por exemplo. Já para beneficiários de todo o Brasil, há oportunidades nos setores de Saúde, Administração e Comunicação. Os cursos são on-line ou presenciais e os alunos recebem certificados de participação.

“Estão com inscrições abertas cursos para capacitação empreendedora, além daqueles que podem desenvolver habilidades socioemocionais e técnicas relacionadas ao trabalho. As aulas são em todo o Brasil”, explica o secretário de Inclusão Social e Produtiva do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Vinícius Botelho.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, o Progredir é um plano de ações voltado às famílias de baixa renda para acesso ao empreendedorismo, à qualificação profissional e ao mercado de trabalho.

As inscrições podem ser feitas no endereço mds.gov.br/progredir.
Confira a lista de cursos com inscrições abertas.

 

FONTE: ASCOM – Ministério do Desenvolvimento Social

Senai-DF abre 529 vagas em cursos gratuitos

Aulas começam na semana que vem, em Taguatinga e Brazlândia

Estão abertas as inscrições para 22 turmas de cursos de qualificação gratuitos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). Ao todo, serão disponibilizadas 529 vagas.

Os cursos – voltados para as áreas de Construção Civil, Madeira e Mobiliário, Tecnologia da Informação e Vestuário – serão ministrados em Taguatinga e em Brazlândia. As aulas começam nos dias 13 e 15 de agosto, nos turnos manhã, tarde e noite. A duração média dos cursos é de dois meses.

Podem participar estudantes a partir de 15 anos, que tenham o Ensino Fundamental completo (exceto para o curso de Eletricista Instalador Residencial, que exige 18 anos).

Interessados devem se inscrever na central de atendimento do Senai Taguatinga, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h. É preciso apresentar cópias e originais do RG, do CPF, do comprovante de residência e da declaração de escolaridade, além de uma foto 3×4. Na hora, será necessário redigir uma autodeclaração de situação de baixa renda. Menores de 18 anos, devem ir acompanhados pelo representante legal, com cópias e originais do RG e do CPF.

As matrículas são por ordem de chegada e ficarão abertas até a data de início das aulas ou enquanto houver vagas. Outras
informações pelo telefone (61) 4042-6565. Confira a lista de cursos oferecidos:

Taguatinga

  • Aplicador de Revestimento Cerâmico – De 13/8 a 21/11, das 19h às 22h
  • Auxiliar em Design de Mobiliário e Artefatos de Madeira – De 15/8 a 26/10, das 8h às 12h
  • Costureiro Industrial do Vestuário – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Costureiro Industrial do Vestuário – De 13/8 a 21/11, das 19h às 22h
  • Desenhista de Moda – De 13/8 a 24/10, das 14h às 18h
  • Desenhista de Moda – De 13/8 a 21/11, das 19h às 22h
  • Desenvolvedor Front-End – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Eletricista Instalador Residencial – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Eletricista Instalador Residencial – De 13/8 a 24/10, das 14h às 18h
  • Instalador Hidráulico – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Instalador Hidráulico – De 13/8 a 24/10, das 14h às 18h
  • Modelagem Industrial – De 13/8 a 24/10, das 14h às 18h
  • Operador de Computador – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Pedreiro de Alvenaria – De 13/8 a 24/10, das 14h às 18h
  • Pedreiro de Alvenaria – De 15/8 a 26/10, das 14h às 18h
  • Pedreiro de Alvenaria – De 13/8 a 21/11, das 19h às 22h
  • Pedreiro de Revestimento – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Pintor Residencial – De 13/8 a 24/10, das 8h às 12h
  • Pintor Residencial (200h) – De 15/08/2018, das 14h às 18h

Brazlândia

  • Operador de Computador – De 13/8 a 23/10, das 8h às 12h
  • Operador de Computador – De 13/8 a 23/10, das 14h às 18h

FONTE: Jornal Destak

Quase 90% das escolas do DF necessitam de reformas

De acordo com relatório do TCU, os prédios necessitam de reparos ‘moderados ou grandes’; Educação contesta o documento

Um relatório do Tribunal de Contas apontou que quase 90% das escolas públicas do Distrito Federal necessitam de reparos ou reformas em suas estruturas. De acordo com o documento, seriam necessárias as intervenções classificadas como “moderada ou grande” em mais de 600 unidades da capital.

A vistoria foi feita em janeiro deste ano nos 677 prédios de escolas publicas da capital federal. Segundo o documento, houve uma piora na estrutura dos locais “em função da insuficiência dos serviços de manutenção ofertados pelo governo”.

No entanto, o documento do Tribunal de Contas não detalha o que seria uma reforma “Moderada” ou “Grande”. Porém, segundo a última auditoria feita em 2014, as escolas que entravam nestas classificações tinham “instalações físicas carentes de manutenção, em condições insatisfatórias para receber os alunos”.

relatório do Tribunal de Contas ainda não foi levado ao Plenário da Corte, e os resultados da vistoria estão nos questionamentos feitos pelo conselheiro Paiva Martins a Secretaria de Educação do Distrito federal (SEEDF). Em nota, a pasta do GDF alega que está prestando todos os esclarecimentos em relação ao relatório.

Ao Destak, a SEEDF informou que desde 2015, já realizou reformas em 585 escolas da rede pública de ensino. A pasta alega ainda que outras dez unidades escolares, que não estavam em funcionamento, foram inauguradas.

Sobre o montante gasto nos reparos das estruturas, a secretaria de Educação alega que mantém contratos com empresas terceirizadas e que investe 40,4 milhões por ano nessas reformas.

FONTE: Jornal Destak

Doenças psíquicas lideram afastamento de professores da rede pública

Só no primeiro semestre deste ano, 14% dos professores concursados entraram em atestado pelas doenças

Um levantamento feito pelo Destak, junto à secretaria de Educação (SEEDF), apontou que a maioria dos atestados médicos apresentados pelos professores da rede pública no primeiro semestre deste ano foram por doenças psíquicas. Somente nos seis primeiros meses de 2018 foram cerca de 15% de profissionais afastados das sala de aula no Distrito Federal.

Atualmente, a rede publica conta com cerca de 27 mil professores concursados. Desse total, pouco mais de 4 mil docentes apresentaram atestados médico no primeiro semestre deste ano. Pelo levantamento, além das doenças relacionadas aos transtornos mentais ou comportamentais, os principais motivos dos afastamentos foram por doenças ortopédicas, problemas com a voz e por doenças ortomoleculares.

No entanto, a pasta do GDF não detalhou qual foi a média de tempo que os docentes ficaram afastados da sala de aula neste período. Segundo a subsecretária de gestão de pessoas da SEEDF, Kelly Cristina Ribeiro de Andrade, o governo já testa programas para tentar diminuir os números de afastamentos dos profissionais por causa das doenças psíquicas.

“Hoje testamos em algumas esc

olas do DF programas e projetos em busca da qualidade de vida e bem estar dos servidores.”, afirma Kelly. De acordo com a gestora, o programa ainda passa por testes e vem sendo implementado de forma gradativa. “A intenção é até o final do ano aprovar uma portaria e estender o programa para toda a rede”, garantiu Kelly.

Por sua vez, o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) afirma que as causas de tantos afastamentos relacionados a doenças mentais se dá por causa da omissão por parte do governo. “A depressão é a doença do século. Como cada vez mais nossa profissão é desvalorizada e a pressão por resultados é cada vez maior, nossos docentes estão cada vez mais doentes e não vemos uma atuação do GDF para mudar isso”, afirma a diretora do Sinpro, Rosilene Correia.
Reposição
Por causa dos afastamentos para realização dos tratamentos, os professores costumam ficar de três as 15 dias fora das salas de aula. Porém, de acordo com a secretaria de Educação, o programa “Carência Zero”, a reposição dos docentes tem acontecido de forma imediata.
“Hoje temos deixamos um banco de professores temporários sob aviso, com isso, assim que um docente se afasta já conseguimos realocar outro profissional para aquela unidade escolar”, garante Kelly Cristina.

Já o Sinpro afirma que nem sempre essa reposição é tão rápida. “Dependendo da quantidade de dias que o professor vai ficar fora, eles simplesmente colocam um diretor ou um secretário para dar a aula. Quando isso não acontece o aluno acaba sendo dispensado mais cedo”, diz Rosilene.

Fonte: Jornal Destak

CILs abrirão vagas remanescentes para a comunidade a partir de hoje

São ofertadas vagas para os cursos de inglês, francês e espanhol em mais de 10 unidades pelo Distrito Federal

Estarão abertas a partir de hoje (02) as inscrições para as vagas remanescentes dos dos 15 Centros Interescolares de Línguas (CILs), da Secretaria de Educação do Distrito Federal. As oportunidades são para os postos não preenchidos por estudantes da rede pública durante o período de matrículas regulares.

Os formulários estarão disponíveis até o próximo domingo (5) e deverão ser preenchidos pelo site da SEEDF – www.se.df.gov.br. Os interessados deverão informar seu grau de escolaridade e dados pessoais na página, escolher o CIL em que pretendem estudar, além de selecionar até três idiomas (inglês, francês e espanhol) que estejam disponíveis no local e horário requisitados.

A seleção dos contemplados será realizada por meio de sorteio eletrônico e os resultados divulgados no site da secretaria de Educação a partir das 18h do dia 7 de agosto. As matrículas para as vagas remanescentes deverão ser efetivadas na secretaria do CIL para o qual o candidato foi contemplado, entre os dias 8 a 10 de agosto, no horário de funcionamento do referido CIL.