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Curso de inglês para alunos com necessidades educacionais especiais

O Espaço de Cultura Garcia Lorca – Casa do Ceará abre o primeiro curso de inglês para alunos especiais no Distrito Federal. O trabalho é desenvolvido com técnicas e materiais adequados, capazes de motivar e desenvolver a aprendizagem significativa de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (ANEE).

As aulas serão realizadas na 910 Norte. Mais informações pelo telefone 3347-0560 ou pelo e-mail cursodelinguasgarcialorca@gmail.com.

FONTE: SINPRO/DF

Servidores com doenças graves já podem dar entrada no recebimento da pecúnia

Os(as) servidores(as) aposentados(as) com doenças graves reconhecidas por lei poderão dar entrada no recebimento da pecúnia da licença-prêmio. O(a) professor(a) e orientador(a) educacional aposentado(a) que se encaixar nesse perfil deverá se dirigir até a sede II da Secretaria de Educação (Módulo D, SGAN 607 – Asa Norte). Aqueles(as) que tiverem documentos e exames que comprovem a doença já poderão anexar no processo.

O primeiro projeto que priorizava o pagamento da pecúnia para os(as) aposentados(as) com doenças graves foi aprovado há cerca de um ano, mas infelizmente somente na última terça-feira (27) foi sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB). O Sinpro trabalhou na aprovação da lei por constatar a delicadeza com que muitos(as) se encontram, e  por entender que essas pessoas tinham que ter um tratamento humanitário com relação ao acerto financeiro. Em alguns casos, professores(as) faleceram em decorrência de doenças e não receberam suas pecúnias.

FONTE: SINPRO/DF

‘Educação: a grande prioridade’ é o tema do mês de dezembro do Seminário ‘Brasil, brasis’, da Academia Brasileira de Letras

 A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

 O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ – 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Abraço Negro reforça necessidade de combate ao racismo nas escolas

A Secretaria de Assuntos de Raça e Sexualidade do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro/DF) realizou na última semana o Abraço Negro. A atividade marcou  o Dia da Consciência Negra e é apenas um entre os diversos projetos coordenados pela secretaria.

De acordo com a diretora da pasta, Elbia Pires de Almeida, o projeto é desenvolvido pelo Sinpro há dez anos e visa combater o racismo nas escolas e, desde cedo, inserir os estudantes na temática.

No dia da celebração do Abraço Negro, o auditório do Sindicato recebeu alunos de todo o Distrito Federal para debater assuntos sobre políticas públicas, integridade racial e problemas sociais, além de expor trabalhos desenvolvidos pelos  discentes que tratam sobre a importância da Cultura africana e combate ao preconceito. Nesta edição, foram lembrados Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra contra a escravidão e Marielle Franco, política  brutalmente assassinada no início do ano.

“Diversas escolas desenvolvem o Abraço Negro conosco. A ideia do projeto surgiu a partir da necessidade de realizar o enfrentamento do racismo nas escolas. Ninguém nasce racista, por isso, nosso trabalho busca através do diálogo e da pedagogia desenvolver nas crianças o respeito a todos os seres humanos e aceitação da diversidade. Vemos que a atividade tem gerado resultados positivos, pois os discentes levam essa discussão para casa. Nossa intenção é que o projeto cresça ainda mais”, explica a diretora.

Para a educadora Lucilene Costa, uma das palestrantes que participou da celebração do Abraço Negro, a atividade do Sinpro é fundamental para gerar a reflexão sobre a importância da Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo escolar. Segundo ela, este é um dos mecanismos que visam romper com o racismo e levar aos estudantes formação sobre esta cultura que está presente no dialeto, na culinária, na música e em tantos aspectos do Brasil.

“Precisamos valorizar a cultura africana e mostrar não apenas para os alunos, mas para toda a sociedade, uma África que não é apenas fome, miséria e guerra. Queremos que os alunos tenham orgulho dos seus antepassados e que eles sejam multiplicadores desse debate. Sem dúvida, vivemos em uma sociedade racista. O racismo é um problema social e se é social é dever da escola trabalhar no combate. Acredito nas nessas crianças e adolescentes  e sei  que elas podem fazer a diferença. Queremos um ensino em que estudantes negros se sintam representados e vamos lutar para garantir políticas públicas de valorização e respeito, pois ainda há muito que ser feito”, explica.

FONTE: SINPRO/DF

Escola com Mordaça defende a violência contra a mulher

Os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher começou,  no mundo, no dia 25 de novembro (Dia Internacional de Combate à Violência contra as Mulheres), mas, para nós, no Brasil, já estamos na data desde o dia 20 de novembro – Dia da Consciência Negra, justamente porque as mulheres negras são dentre as mulheres as mais atingidas pela violência.

No Brasil, a situação da violência contra a mulher só tem piorado, afetando todas as gerações e identidades, as brasileiras são vítimas de violência doméstica, assédios nos espaços públicos e no trabalho e o feminicídio ataca uma tupiniquim a cada 90 minutos.

No Distrito Federal e Entorno, o quadro não é diferente, os crimes de estupro cresceram entre as brasilienses. Esse crime aumentou, principalmente, entre as menores de 14 anos. Já é de conhecimento de muitxs que o estuprador é, em 70% dos casos, uma pessoa de confiança da vítima, ou seja, pai, padrasto, irmão, tio, namorado, primo. Esse dado revela que as vítimas, muitas vezes, encontravam-se no lar no momento em que passaram por essa violência.

Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados, o projeto do Escola sem Partido, ou, como melhor denominamos, “Escola com Mordaça”. O projeto tem no seu preceito fundamental a determinação de que professorxs não podem ensinar nada que vá contra os princípios filosóficos e morais da família do e da estudante, podendo, no descumprimento da lei, o docente vir a ser punido com  prisão de 3 meses a 1 ano.

Esses projetos nos acusam de doutrinar, assediar e constranger, politicamente,  os/as estudantes e ainda de praticar a “ideologia de gênero” que significa influenciarmos na orientação sexual ou na própria identidade sexual dxs nossxs estudantes .

Além das desigualdades de gênero, caracterizadas, entre outras questões, pelos altíssimos níveis de violência contra a mulher, somos um dos países com uma das maiores desigualdades sociais do planeta, o  que é determinante para todo esse clima de violência que vivemos.

Defendo uma escola como espaço de buscar soluções para os problemas que afligem a nossa sociedade. Ao depararmo-nos com problemas como fome, falta de moradia, desemprego, caos na mobilidade urbana, violência contra as mulheres, não é possível nos mantermos neutras e neutros perante essas situações:  é preciso educar para a paz , é preciso educar para a igualdade.

Se recebemos em nossas salas meninas que foram abusadas em casa, vamos nos calar porque como agiremos irá contra  o preceito filosófico da família, que é uma família, filosoficamente e moralmente, abusadora?

Se temos de nos calar perante a todas essas injustiças, só posso concluir que, os(as) defensores(as) da Mordaça nas escolas são também defensores(as) da violência contra a mulher e da violência doméstica, são defensores(as) de toda a forma de desigualdade, defendem a ideia de que mulheres e homens pobres não podem ascender social e economicamente a espaços que promovam a maior equidade social. Ou seja, defendem o Brasil do jeitinho que o país se encontra hoje: desigual e violento.

Por isso, nós, educadoras brasileiras, nesses 21 Dias de Ativismo temos a responsabilidade de informar e de mobilizar a comunidade escolar contra esse Projeto do Escola com Mordaça, por meio das assembleia semestrais, conversando com mães, estudantes, responsáveis, colegas do magistério.

A Lei da Mordaça vem para censurar professorxs e estudantes que buscam uma vida socialmente mais justa. Nessa aula, a principal lição é com  a história da humanidade: nenhuma sociedade se desenvolveu a ponto de ofertar dignidade e qualidade de vida a seus membros sem antes passar por um profundo processo educacional emancipatório e libertário.

FONTE: Sinpro/DF

Projeto VEPOP-SUS distribui gratuitamente livros pelos correios

O Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP-SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS tem como missão apoiar a formação estudantil universitária no campo da Educação Popular, colaborando com a qualificação e o aprimoramento das ações e trabalhos de extensão universitária e também subsidiando práticas de cuidado integral e humanizado em saúde.
 
Para tanto, uma de suas principais ações consiste na distribuição gratuita de livros na área da Extensão Universitária e da Educação Popular em Saúde, através do envio via correios!
Assim, livros impressos com apoio de nossos Projeto chegarão em sua residência, com vistas a potencializar os espaços pedagógicos e as experiências extensionistas de formação profissional em saúde orientadas pela abordagem da Educação Popular.
 
Confira nosso formulário de distribuição, onde apresentamos os caminhos de solicitação e os livros disponíveis!
 
Lembramos que os livros são cedidos gratuitamente, mas solicitamos que as pessoas interessadas custeiem as despesas de envio via correios, conforme estabelecido no formulário. 
 
Para quem deseja fazer a retirada presencial dos livros, apenas na cidade de João Pessoa-PB, estamos aguardando sua visita, de segunda a sexta-feira, das 8h ás 12h, no Departamento de Promoção da Saúde, no Centro de Ciências Médicas (CCM) do Campus I da UFPB.
 

 

Livros atualmente disponíveis para distribuição: 
 
Educação Popular na Universidade – Volume 2
 
Educação Popular e Atenção à Saúde da Família
 
Espiritualidade no Trabalho em Saúde
 
Educação Popular e Nutrição Social
 
Caderno de Extensão Popular – textos de referência para a Extensão Universitária
 
Extensão, Saúde e Formação Médica
 
Extensão Popular, caminhos em construção
 
Extensão Popular, educação e pesquisa
 
Vivência em Comunidade, outra forma de ensino – 2ª edição
 
Educação Popular em Saúde: desafios atuais
 
Educação Popular no Sistema Único de Saúde
 
Caminhos de aprendizagem na Extensão Universitária
 
Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS – volume 1 
 
A Saúde nas Palavras e nos Gestos
 
Finalmente, lembramos a todas e a todos que os livros cuja publicação, editoração e/ou reimpressão tiveram apoio do VEPOP-SUS encotram-se disponíveis em versões digitalizadas – completas e acessíveis para download – no site: www.ccm.ufpb.br/vepopsus
O VEPOP-SUS constitui ação da Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS) através de apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde e de equipe executiva na Universidade Federal da Paraíba. 
FONTE: Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP – SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular no SUS

IFB abre 2,3 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no DF; inscrições vão até dia 30

Oportunidades estão espalhadas por 10 campi no Distrito Federal. Seleção é feita por sorteio

O Instituto Federal de Brasília (IFB) está com duas mil vagas abertas para cursos técnicos integrados ao ensino médio. As oportunidades são para dez unidades espalhadas no Distrito Federal. As inscrições terminam no próximo dia 30.

O formulário está disponível na internet, e a seleção será por meio de sorteio eletrônico no dia 18 de dezembro. As aulas são gratuitas e começam ainda no 1º semestre de 2019, com turmas nos períodos matutino, vespertino e noturno.

Podem participar pessoas maiores de 18 anos que já tenham concluído o ensino médio. Em algumas modalidades, como a de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), as vagas são para quem tem apenas o certificado de conclusão do ensino fundamental.

Quadro de vagas

As oportunidades incluem modalidades à distância e presenciais (veja detalhes abaixo). Para cada opção, há um edital que estabelece critérios próprios de participação.

  • Curso técnico em segurança do trabalho (EAD)
  • Cursos técnicos integrados ao Ensino Médio presenciais
  • Cursos técnicos subsequentes presenciais
  • Cursos técnicos integrados ao Ensino Médio na modalidade Educação de Jovens e Adultos (Proeja)
  • Técnico em agroindústria subsequente e concomitante ao Ensino Médio em regime de alternância

No quadro de vagas, há cursos de informática, eventos, eletromecânica, química, logística, panificação e em outras 20 áreas. O campus de Brasília concentra o maior número de vagas (595).

FONTE: G1

Projeto “Igualando oportunidades – Trabalho e Cidadania” oferece cursos para alunos universitários Negros

O Espaço Multiplicidade Escritório Colaborativo em parceria com a Organização Internacional do Trabalho vai oferecer cursos contendo noções de Cidadania, Democracia, Estado Democrático de Direito, Gestão e Empreendedorismo, para alunos Universitários Negros no projeto “Igualando oportunidades – Trabalho e Cidadania”.

Serão realizados 6 cursos iguais nos meses de dezembro de 2018 e fevereiro, abril, junho, agosto e outubro de 2019. O projeto tem o objetivo de ajudar no encaminhamento de trabalho e empregabilidade dos jovens negros universitários, através do Pacto da Igualdade Racial.

O lançamento oficial será no dia 04/12/2018 às 18h30 no Auditório da Procuradoria Regional do Trabalho com a palestra da Patrícia Santos, consultora de RH do EmpregueAfro.

A primeira turma será nos dias 13 e 14 a noite e 15 de dezembro o dia todo, com 40 vagas. Os alunos receberão passagem de ida e volta e no último dia será disponibilizado também o almoço.

Temas:

  1. Cidadania e Democracia com o Prof. Mariano Paganini Lauria.
  2. Inteligência Emocional com base em técnicas teatrais com a Profa. Tuka Villa Lobos
  3. Business Model You – Modelo de negócios pessoal com a Profa. Cristiane Pereira
  4. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes com o Prof. Cristiano Heckert
  5. Business Model Canvas – Modelo de Negócios para empresa ou projeto com o Prof. Alexandre Nasiasene.

Este projeto é uma iniciativa do Ministério Público do Trabalho no DF, da Organização Internacional do Trabalho – OIT e execução do Espaço Multiplicidade Escritório Colaborativo.

Interessados em participar devem enviar e-mail para atendimento@espacomultiplicidade.com.br

Greve na limpeza e merenda escolar no DF se amplia nesta terça (20)

Passando por sérias dificuldades financeiras com os constantes atrasos no recebimento dos salários e tíquete alimentação, cerca de 4.100 mil trabalhadores terceirizados na rede pública de ensino no Distrito Federal (DF) entraram em greve a partir dessa segunda-feira (19). Segundo a direção do Sindiserviços-DF, sindicato que representa a categoria, 2.300 mil empregados da Empresa Juiz de Fora, juntamente com 300 da Empresa Servegel nos serviços de limpeza e conservação, mais 1.500 cozinheiras (os) da Empresa G & E Serviços decidiram que só retornarão aos postos de trabalho da Secretaria de Estado da Educação (SEE/DF) quando receberem seus vencimentos do mês de outubro, o que já deveria ter sido pago pelas empresas desde o ultimo dia 7 de novembro, 5º dia útil do mês.
Nas escolas das regionais de ensino de Sobradinho, Planaltina, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Recanto das Emas, Paranoá e Plano Piloto, os serviços foram prestados somente por 30% dos trabalhadores, conforme determina a lei, explicou o sindicato.
Os sindicalistas também informaram que a Empresa G & E Serviços comunicou que depositará ainda hoje o tíquete alimentação, e até sábado o salário atrasado. Até o fechamento dessa matérias as demais empresas e a Secretaria de Educação não tinha passado novas informações sobre a quitação da divida com os terceirizados.
Enquanto isso, as contas da auxiliar de serviços gerais Maria de Jesus – nome fictício por medo de represália, estão todas atrasadas e recentemente, explica, foi despejada por falta do pagamento do aluguel e está morando de favor na casa de parentes.
Na semana passada os diretores do Sindiserviços-DF participaram de audiência pública no Ministério Público do Trabalho (MPT), ocasião em que os representantes da Empresa Juiz de Fora condicionaram à quitação da divida com seus empregados somente quando receberem as parcelas contratuais atrasadas da SEE/DF.
A direção do sindicato externou a indignação da categoria, destacando que a partir desta terça-feira (20) o movimento paredista nas escolas deverá receber ainda mais adesões.

FONTE: SINPRO/DF

Professora de escola pública de Brasília trabalha valores de solidariedade com alunos


Vai além do apelo comercial o que uma temporada natalina pode oferecer. Essa é a percepção que a professora Danielle Ferreira da Silva vem desenvolvendo, cotidianamente, entre os alunos de educação infantil da Escola Classe 68 de Ceilândia. No período em que todos se preparam para as festividades de fim de ano, ela aproveita e trabalha com as crianças os valores da solidariedade. Sua ação, que tem tido sucesso, é o tema de Trilhas da Educação, programa da Rádio MEC que vai ao ar nesta sexta, 16.

Desse trabalho faz parte uma campanha que ela e os demais professores estão fazendo para arrecadar brinquedos. “Esta é uma época de amor, e está todo mundo envolvido”, resume a professora. Ansiosas pela chegada dos presentes, as crianças se empenham nas tarefas demandadas pela ação – escrever cartinhas e fazer desenhos com os pedidos. “Para os meus alunos, eu expliquei: olha, você pode pedir o que você quiser, mas você vai ficar feliz se ganhar qualquer outra coisa? ”, relata. “Eles sempre dizem: ‘sim, qualquer coisa que eu ganhar, eu vou ficar feliz’. Eles estão na expectativa. ”

Trata-se de uma campanha aberta, que envolve não só a comunidade local, como quem mais quiser participar. As doações podem contemplar os pedidos das crianças. E diversidade é o que não falta nos desejos, conta a professora. “Um aluno pediu uma bolinha de sabão. Um pediu um drone; outro, um o helicóptero; uma, a Barbie e a sorveteria da Barbie; e outra só pediu uma bonequinha. Teve uma que pediu vestido com brilho. Uns sonharam bem alto, outros não: ‘quero só uma bolinha de sabão e pronto’.”

Atividades – Nesta etapa, explica Danielle, tudo é estímulo e aprendizado – passando pelos temas propostos pelo currículo escolar e alcançando noções de autocuidado e convivência com os outros. “A gente trabalha muito com a questão lúdica, aspectos corporais, coordenação motora, linguagem oral e escrita”, resume. “Eles aprendem também o nome, conhecem todas as letras do alfabeto associando a gravuras, os numerais até dez, formas geométricas, cores… Trabalhamos também o cuidado que precisam ter consigo mesmos e com o outro; a aceitação de diferenças. Isso, assim, resumindo porque é muita coisa.”

Nas atividades em sala de aula, o assunto das cartinhas de fim de ano é tema frequente. Certo dia, um dos alunos questionou a existência de Papai Noel. A resposta, dada por um dos meninos da turma, deixou a professora orgulhosa.  Ela conta a história: “Rapidinho, um coleguinha se levantou e falou: ‘olha, o Papai Noel existe e é quem vai te dar o presente. Tipo assim: a mamãe é o Papai Noel; se for o titio, o titio é o seu Papai Noel, igual às pessoas a quem a tia Dani pediu os presentes. Elas são os nossos papais noéis’. Eu achei tão fofo porque entendeu direitinho o recado.”

Acolhimento – Todo o empenho de Danielle é para que as crianças se divirtam e sintam-se também acolhidas, já que várias, em situação de vulnerabilidade, nem sempre podem contar com a alegria de serem presentadas. “São muitas crianças em situação de carência”, relata a professora. “[No caso da] maioria dos alunos, os pais trabalham no comércio, são catadores, vendedores de balinhas, às vezes não trabalham… E o que a gente pode fazer é tornar [a realidade deles] um pouco mais agradável.”

Para o início de dezembro, já está sendo preparada uma festinha, que assinalará o dia da entrega das doações. “Inicialmente, estamos pedindo só o brinquedo, mas tudo que for doado é bem-vindo”, lembra Danielle. “Se alguém tiver disponibilidade e quiser doar salgadinhos, um bolo, com certeza nós vamos aceitar e ficar supergratos.”

As doações podem ser feitas diretamente na escola, na QNR 02, Conjunto 02, em Ceilândia. Também é possível entrar em contato pelos telefones (61) 99344-9980 e (61) 99183-4635. “É muito legal porque as pessoas ajudam, então, a gente fica [feliz]: puxa, acontece, é real”, comemora a professora. O prazo para a entrega dos presentes se encerra no dia 30 de novembro.

FONTE: ASCOM/Ministério da Educação