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Sinpro anuncia Paralisação Nacional em Defesa da Educação e da Aposentadoria

O dia 13 de agosto é uma importante data para todos. Estudantes, professores, orientadores educacionais e trabalhadores de todo o País estarão mobilizados em defesa da educação e da aposentadoria. Em Brasília, realizaremos um grande ato no Museu Nacional da República, a partir das 9 horas.

Confirme sua presença no evento do Facebook e convide seus amigos.

FONTE: Sinpro-DF

Sesi oferecerá aulas de reforço e profissionalizante a 800 mil jovens

Acordo foi assinado com o Ministério da Cidadania

O Ministério da Cidadania firmou hoje (30) acordo com o Serviço Social da Indústria (Sesi) para oferecer cursoso gratuitos profissionalizantes, com objetivo de facilitar a inserção no mercado de trabalho de jovens de 18 a 29 anos. O acordo também prevê aulas de reforço em português e matemática. Os cursos vão contemplar 800 mil jovens ao longo dos próximos quatro anos.

Estima-se que a iniciativa beneficie 44.318 jovens da Região Norte; 99.342, do Nordeste; 147.551, do Sul, 461.072, do Sudeste, e 47.717, no Centro-Oeste. O atendimento será feito de forma progressiva. Ainda este ano, a expectativa é de que o projeto chegue a 100 mil jovens.

Como critério de participação, será exigida a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais. No preenchimento das vagas, terão prioridade os jovens que não estudam nem trabalham, conhecidos como “nem-nem”.

O plano de aulas será composto por módulos de 100 horas. Além da carga horária da disciplina, serão ministrados conteúdos relacionados ao desenvolvimento das habilidades socioemocionais, que totalizarão 200 horas.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, disse que o projeto “cria oportunidades para jovens que vivem nas famílias mais pobres do Brasil”.

“Mesmo na situação difícil em que o país está, podemos dar uma oportunidade nova e robusta de emprego e renda”, complementou.

Segundo o ministro, o governo federal também tem estudado a possibilidade de viabilizar, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a abertura de cotas de vagas para jovens com o perfil do projeto. “Vamos dar um futuro para eles, abrir as portas de um novo futuro para eles, que eles não estão tendo”, disse.

“É um momento de transição, a economia brasileira vai deslanchando aos poucos e vai, realmente, acho, dar um grande salto, em pouco tempo. Mas essa transição é ainda muito dolorosa, em função da recessão e do desemprego, e é muito importante que essas pessoas não fiquem para trás. Que os mais pobres, os jovens mais pobres, não fiquem para trás.”

FONTE: Agência Brasil

‘Future-se’ quer alterar a LDB e outras 16 leis em vigor; leia a íntegra do projeto do MEC

A minuta do projeto de lei do programa Future-se, criado pelo Ministério da Educação para mudar a autonomia financeira das universidades e institutos federais, pretende mudar trechos de 17 leis atualmente em vigor. A lista inclui a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; o Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal; a lei que trata dos fundos constitucionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; as regras para isenção tributária de importações e as regras de deduções do imposto de renda.

Clique para ler a íntegra do documento.

O “rascunho” do projeto de lei tem 18 páginas e, segundo o MEC, ainda pode ser alterado de acordo com as contribuições recebidas na consulta pública, que está aberta até 15 de agosto. O MEC prevê enviar o projeto de lei ao Congresso no início de setembro.

O projeto repete, em grande parte, o texto que já tinha sido divulgado para a consulta pública na internet nesta quarta (17) – mas traz maior detalhamento sobre as alterações legais e as condições impostas às universidades e institutos que aderirem, de forma voluntária, à iniciativa.

Adesão das universidades

Segundo o projeto de lei, o programa segue sendo opcional, e as reitorias que aderirem ao Future-se serão obrigadas a:

  • Trabalhar com a organização social a ser contratada pelo MEC em todos os três eixos: gestão, governança e empreendedorismo; pesquisa e inovação, e internacionalização;
  • Aderir ao Sistema de Governança a ser indicado pelo MEC – os detalhes não constam no texto;
  • Adotar programa de integridade, mapeamento e gestão de riscos e controle interno, além de submeter-se a auditoria externa.

O texto define que a falha na manutenção desses requisitos pode resultar na exclusão do programa e na “aplicação de penalidades” – a punição não é descrita no texto. Na apresentação do Future-se, o ministro Abraham Weintraub já tinha adiantado que a adesão seria “tudo ou nada”, e que o MEC seria rígido com metas de desempenho.

FONTE: G1

Educação de filhos em casa tende a ser mais uma tarefa não remunerada para as mulheres

Mães que praticam o homeschooling têm maior propensão a exaustão física e emocional, mostra pesquisa americana


“O que me preocupava era estar perdendo a mim mesma. Desisti da minha carreira e dos meus hobbies quando as crianças eram muito novas. Dei a eles todo o meu tempo e a minha energia”, conta a norte-americana Laura Sowdon, 40 anos. Ela e o marido optaram por educar os filhos Mya, Ian e Anna em casa. Enquanto o marido Richard Sowdon trabalha como gerente de finanças no serviço postal, Laura assume o papel de mãe, professora e dona de casa diariamente. 

As famílias nos Estados Unidos que escolheram esse sistema de ensino, também conhecido como homeschooling, frequentemente deixam a educação nas mãos das mães, segundo Jennifer Lois, pesquisadora e professora da Universidade de Western Washington, que estuda o tema. Para ela, isso torna a pauta um assunto de gênero. No Brasil, há uma proposta de lei para regulamentar o ensino domiciliar e o exemplo dos EUA mostra que a tarefa deve ficar também nas costas das mulheres.

Em sua pesquisa, Jennifer participou de reuniões semanais de uma associação de pais que ensinam os filhos em casa, além de acompanhar a rotina de 20 mulheres. Entre mais de 600 famílias da associação, as mães eram maioria entre as representantes por serem as mais propensas a assumir o papel de educadoras. 

E a divisão destes papéis frequentemente levam muitas delas à exaustão física, emocional e mental conhecida como Síndrome de Burnout, resultado do acúmulo excessivo de funções em situação de trabalhos que são emocionalmente estressantes. Pelo menos duas das 20 mães entrevistadas pela pesquisadora desenvolveram a síndrome.

Mães como Leanna abandonam a vida profissional e fazem sacrifícios pessoais para poderem praticar o homeschooling. O perfil majoritário das entrevistadas pela pesquisa foram de mulheres brancas, casadas e de classe média, em que os maridos são responsáveis financeiramente pela casa, enquanto elas assumem os demais afazeres, como cuidado com as crianças, com a casa e a educação dos filhos.

Como consequência de ser a responsável pela educação dos dois filhos, a norte-americana Leanna (o estudo preservou o sobrenome das participantes) foi uma das mães que chegaram a este nível de esgotamento. Além de assumir o papel de professora, os cuidados com a casa ficavam inteiramente nas suas mãos devido ao trabalho em tempo integral do marido. A certeza de que estava fazendo a vontade de Deus a fez continuar independente da exaustão, “Sentimos que isso é o que Deus quer que façamos com os nossos filhos”, contou à pesquisadora.

A pesquisadora observa que mulheres que possuem expectativas de relações igualitárias são propensas a estar menos satisfeitas com o mesmo suporte dos maridos do que mães que não esperam equidade. “Eu diria que mesmo quando os maridos as apoiavam no ensino, as mães ainda tendiam a se sentir emocionalmente esgotadas, pelo menos em parte do tempo”, explica. A pesquisa aponta que quando as demais tarefas eram divididas entre os pais, estas mães estavam menos propensas a desenvolver a Síndrome de Burnout.

As razões que levam ao ensino em casa
De acordo com o Departamento de Educação dos Estados Unidos, cerca de 1,7 milhão de crianças recebiam educação em casa (ensinadas pelos pais ou professores particulares) em 2016, dado mais recente. Isso representa cerca de 3% dos estudantes de educação básica do país.

Entre as principais justificativas para a decisão de educar os filhos em casa estão a preocupação com o ambiente escolar (justificativa dada por 90% das famílias), seguida da necessidade de fornecer instruções religiosas ou morais (81%) e em terceiro lugar a insatisfação com a instrução acadêmica das escolas (74%).

Segundo a pesquisadora, o perfil das famílias que optam pelo ensino em casa é tradicional. Das famílias que estudou, quase todas eram brancas, de classe média e constituída por pais heterossexuais. Apesar da menor representatividade, famílias negras também optam pelo ensino domiciliar nos EUA. As razões, porém, se diferenciam das demais.

Muitos pais e mães afro-americanos decidem ensinar os filhos em casa para evitar que sofram racismo na escola. Por acreditar que crianças negras são “desassistidas” nas escolas públicas, Marciea Pinder, de 37 anos, decidiu educar Yazmine, Terryn e William em sua própria casa. “História negra é uma disciplina eletiva, enquanto a história européia é uma exigência. Não é esta educação que eu desejo para meus filhos”, explica.

As regras para o homeschooling nos EUA variam de acordo com o estado. A Associação de Defesa Legal do Ensino Domiciliar (HSLDA) divide os Estados entre baixa, média e alta regulamentação, além daqueles que não exigem notificação dos pais o governo para que os filhos sejam educados em casa. Dos 50 estados americanos, seis são de alta regulamentação (os pais passam por processos burocráticos para iniciar o método e, no geral, precisam aplicar testes periódicos aos filhos e reportar ao governo), outros 19 estados possuem regulação moderada e 25 têm baixa regulação.

A realidade do Brasil
Assim como nos EUA, são semelhantes os motivos que levam o governo de Jair Bolsonaro a propor um projeto de lei para regulamentar o ensino domiciliar no Brasil. A medida era uma das prioritárias dos primeiros 100 dias de governo e uma das principais metas do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos. Grupos religiosos e conservadores são os principais entusiastas da pauta no Congresso, com a bancada católica e evangélica majoritariamente a favor, cujos parlamentares também defendem a Escola Sem Partido.

O Brasil não possui regulamentação sobre a educação domiciliar. Por conta disso, quem deseja educar os filhos em casa precisa pedir autorização da Justiça. A prática foi considerada ilegal pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no fim do ano passado justamente por falta de regulamentação. Realidade que pode mudar com o projeto de lei apresentado ao Congresso pelo governo de Bolsonaro em abril. 

O projeto do governo visa alterar a lei que dispõem sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e a lei que estabelece as diretrizes de educação no Brasil. Hoje, a Lei de Diretrizes e Bases Educacionais define que os pais devem “efetuar a matrícula de crianças na educação básica a partir dos quatro anos de idade”. 

Cerca de 7.500 famílias, com 15 mil estudantes, são adeptas à prática do ensino em casa no Brasil, de acordo com a Associação Nacional de Ensino Domiciliar (Aned) – o número equivale a 0,03% dos alunos do ensino básico no país. O crescimento do número de famílias adeptas da prática foi de 2.000% entre 2011 e 2018. Segundo a associação, cerca de 60 países têm regras para a educação em casa, entre eles os EUA, França, Portugal, México e Paraguai. Já em países como Alemanha e Suécia, a prática não só é proibida como considerada crime.

No Brasil, o ensino dos filhos também deve se somar às tarefas domésticas e os cuidados com a família que já estão a cargo das mulheres. O estudo Outras Formas de Trabalho, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística de 2017, dividiu as tarefas domésticas em cinco grupos. Entre eles estão o auxílio nas atividades escolares, no cuidado de pessoas, a preparação de alimentos, manutenção de vestimentas e reparos do domicílio. As mulheres são a maioria responsável em quase todos os indicadores, com exceção do último, que diz respeito à manutenção técnica e física da casa.

Considerando a experiência americana de homeschooling, usado como exemplo no projeto de ensino domiciliar do governo Bolsonaro, a pesquisadora Jennifer Lois considera que será desafio adaptar à realidade brasileira. “Imagino que em uma cultura com níveis altos de pobreza, a escolaridade obrigatória ajuda as pessoas a superar a pobreza e contribui para que mulheres controlem sua reprodução. Me parece que permitir que as mulheres se desvinculem da criação de filhos é libertador”, analisa Jennifer. 

“O ensino em casa é, na verdade, um luxo de famílias abastadas com pai, mãe ou pelo menos algum integrante da casa que possa arcar com os custos de manter um dos pais em casa.” No Brasil, 26,5% do cidadãos são considerados pobres, de acordo com a Síntese dos Indicadores Sociais, também do IBGE. De acordo com o Departamento de Educação dos Estados Unidos, em 2012 cerca de 83% das crianças e adolescentes educados em casa eram brancos, enquanto 89% deles foram identificados como não pobres.

FONTE: AzMina

Fiocruz oferece novo curso sobre Ciência Aberta

Ciência aberta e para todos. Mas até que ponto a lei permite que cidadãos tenham acesso a informações sobre dados da administração pública quando se trata da pesquisa? Para esclarecer o assunto, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) oferece o segundo curso da série Marcos Legais – Direito de acesso à informação e proteção de dados pessoais – que integra a Formação Modular em Ciência Aberta.

Neste novo curso, já disponível no Campus Virtual Fiocruz, os participantes vão estudar sobre a abrangência do direito de acesso à informação. É o que explica o professor Francisco José Tavares do Nascimento, autor de cinco das seis aulas. “Nosso o bjetivo é fazer com que os alunos saibam reconhecer as informações que podem ser concedidas ou negadas, em função da publicidade ou do sigilo dos dados, com mais segurança jurídica”, afirma. “Esperamos que, ao final, eles compreendam também como esses conceitos se aplicam à gestão de dados de pesquisa”.

Conheça o curso

O curso Direito de acesso à informação e proteção de dados pessoais apresenta noções e conceitos para que os participantes avaliem se podem ou não publicar, em formato aberto, dados de pesquisas realizadas pela administração pública. São seis aulas, elaboradas pelos professores Francisco José Tavares do Nascimento (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e Danilo Doneda (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Com carga horária de 10h/aula, no total, o curso é oferecido online, na modalidade de educação à distância (EAD) e está organizado da seguinte forma: 

Aula 1: Acesso à informação pública como Direito Fundamental do cidadão | Aula 2: Princípios que regem o direito de acesso à informação | Aula 3: Dados públicos administrativos no contexto da pesquisa | Aula 4: As restrições ao acesso às informações sigilosas | Aula 5: Segurança da informação | Aula 6: Proteção de dados pessoais e a pesquisa científica.

Os alunos devem concluir o curso e fazer a avaliação final online até o dia 18 de julho de 2020.

As inscrições já estão abertas aqui!

Saiba mais sobre Marcos Legais

A série Marcos Legais apresenta aspectos do  ordenamento jurídico nacional que incidem sobre temas vinculados à abertura de dados para pesquisa, como: propriedade intelectual, especialmente direitos autorais e propriedade industrial, acesso e segurança da informação e proteção de dados pessoais, sensíveis ou sigilosos. É composta por dois cursos, elaborados com base em um estudo dos pesquisadores do Grupo de Trabalho em Ciência Aberta da Fiocruz.

Formação Modular em Ciência Aberta

Até o final de 2019, a Fiocruz oferecerá quatro séries desta formação. No total, são oito cursos. Até agora, já foram lançados os cursos O que é ciência aberta? e Panorama histórico da ciência aberta (ambos da Série 1) e Propriedade intelectual aplicada à ciência aberta (primeiro curso da Série 2, Marcos Legais).

Todos os microcursos são oferecidos na modalidade de educação à distância (EAD). Os inscritos podem acessar as aulas online, quando e de onde quiserem, gratuitamente. Os cursos são independentes entre si. Ou seja: não é preciso cursar um para se inscrever em outro. Mas, na Fiocruz entendemos que quanto mais completa a formação, melhor.

A cada curso, é feita uma avaliação. É necessário obter nota igual ou maior que 70 para ser aprovado(a) e receber o certificado de conclusão — emitido em até cinco dias úteis.

A Formação Modular em Ciência Aberta é uma realização da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), através do Campus Virtual Fiocruz. Os microcursos são resultados de uma parceria entre a Coordenação de Informação e Comunicação (VPEIC), o Campus Virtual Fiocruz, a Escola Corporativa Fiocruz e a Universidade do Minho (Portugal).

Para saber mais sobre a Formação Modular em Ciência Aberta e ter acesso aos outros cursos, clique aqui.

Governo sanciona lei que institui ‘Semana Maria da Penha’ em escolas do DF

As escolas públicas e particulares do Distrito Federal terão que dedicar a última semana do mês de novembro a assuntos relacionados à Lei Maria da Penha e à violência contra a mulher.

No último dia 11, o governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou a lei 6.325, que institui a ‘Semana Maria da Penha’ nas unidades de educação da capital. A data deve entrar no calendário oficial de eventos do DF já neste ano.

A lei, de autoria da deputada distrital Julia Lucy (Novo), têm o intuito de proporcionar conhecimento acerca da Lei Maria da Penha (Lei federal nº 11.340, de 7 de agosto de 2006) e sobre a Lei do Feminicídio (Lei federal nº 13.104, de 9 de março de 2015).

Além disso, também quer impulsionar reflexões sobre o combate à violência contra a mulher e conscientizar a comunidade escolar sobre a necessidade de denunciar esses casos.

Segundo a parlamentar, o objetivo da lei é “formar a consciência de uma nova geração sobre a não-violência. Ensinar às crianças que não é correto tratar as mulheres como inferiores e, portanto, passíveis de agressões”.

FONTE: G1

Capes abre processo seletivo para doutorado em Agricultura nos EUA

Até 13 de setembro, os estudantes da área de Agricultura podem se inscrever no primeiro processo seletivo do Programa de Cooperação em Doutorado firmado entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Universidade de Purdue, nos EUA. O programa estabelece atividades em onze departamentos da instituição de ensino norte-americana.

Para participar, é necessário:

  • ser brasileiro ou estrangeiro com visto de residência permanente no Brasil;
  • residir no Brasil no momento da candidatura e durante todo o processo de seleção;
  • ter diploma de graduação;
  • não acumular bolsa ou benefício financeiro de qualquer natureza concedido por agência pública federal durante o período de vigência da bolsa;
  • não possuir título de doutor em qualquer área do conhecimento;
  • comprovar nível de proficiência em língua inglesa.

Inscrições – As inscrições são gratuitas e devem ser feitas na página do programa. Os candidatos habilitados na etapa de análise técnica realizada pela Capes deverão pagar uma taxa de US$ 75 para se inscrever na Universidade de Purdue. Os resultados serão divulgados até 15 de março de 2020. As atividades nos EUA se iniciam em agosto do mesmo ano.

Programa – O Programa Capes/Purdue busca fomentar o intercâmbio científico e a qualificação acadêmica de alunos do Brasil. A duração máxima da bolsa será de cinco anos, com benefícios custeados tanto pela CAPES quanto pela Universidade Purdue. O acordo de cooperação foi firmado em março deste ano e tem duração de 10 anos.

FONTE: ASCOM/MEC

Diplomata e professor Gelson Fonseca faz na ABL a palestra de encerramento do ciclo sobre o Barão do Rio Branco

O diplomata e professor Gelson Fonseca faz na Academia Brasileira de Letras a terceira e última palestra do ciclo de conferências Legado de Rio Branco: interpretações e atualidade, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Merval Pereira. O evento está programado para o dia 25 de julho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro), com o tema Rio Branco: a persistência de um novo paradigma para a política externa. Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Acadêmico Merval Pereira convida para o ciclo “Legado de Rio Branco: interpretações e atualidade”

Serão fornecidos certificados de frequência.

O CONFERENCISTA

Gelson Fonseca, diplomata e professor, é graduado em Ciências Jurídicas (1969) pela Universidade do Estado da Guanabara (RJ), mestre em Assuntos Latino-Americanos pela Georgetown University (EUA) e doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Em 1995, foi Presidente da Fundação Alexandre de Gusmão (encarregada de pesquisa, seminários e publicações do Itamaraty). Professor do Instituto Rio Branco e da Pós-Graduação em Relações Internacionais da UERJ e membro do Conselho Editorial da Revista Política Externa (Editora Paz e Terra). Gelson Fonseca é autor de diversos livros e artigos sobre Teoria das Relações Internacionais e Política Externa Brasileira, com ênfase na atuação multilateral do Brasil.

Em 1999, foi nomeado Embaixador do Brasil na ONU; Em 2002, Chefe de Delegação da 9ª Sessão da Comissão Preparatória para o Tribunal Penal Internacional em Nova York; Em 2003, Embaixador do Brasil em Santiago; Em 2006, Cônsul-Geral do Brasil em Madri; De 2009 a 2013, Inspetor Geral do Serviço Exterior no Ministério das Relações Exteriores; De 2013 a 2016, Cônsul-Geral do Brasil no Porto, Portugal; Atualmente é diretor do Centro de História e Documentação Diplomática da Fundação Alexandre de Gusmão, no Rio de Janeiro

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Pós-graduação: Icict abre inscrições para candidatos externos

O Programa de Pós-Graduação e Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS), do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), está oferecendo a candidatos externos, sejam eles alunos de pós-graduação stricto sensu ou graduados, quatro disciplinas eletivas para o segundo semestre de 2019.

As disciplinas oferecidas são: Política e Políticas de SaúdePatentes: Prospecção e estudos métricos em Ciência e Tecnologia na área da saúdeDa comunicação da Ciência ao engejamento em pesquisa e Ética aplicada à pesquisa nas humanidades. Para obter informações, os interessados podem ler a Chamada Pública, ou acessar o site do PPGICS

O período de inscrições é de 08 a 12 de julho de 2019 e os interessados devem acessar a Plataforma SIGA.

FONTE: ASCOM/FIOCRUZ

Centro Técnico Audiovisual oferece oficinas gratuitas para jovens

Por meio de parceria com a Firjan e o Senai, centro técnico da Secretaria do Audiovisual oferece capacitação em iluminação, sonorização e fotografia

O Centro Técnico Audiovisual (CTAv) da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cidadania retoma parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Um novo grupo de capacitações gratuitas em audiovisual é lançado, com três temas disponíveis para a escolha do cidadão: A luz no cinema e na Tv, com Edinho Alves; A construção sonora de uma obra audiovisual, por Pedro Coelho; e Still de cinema, com Vantoen Pereira Júnior.

Os interessados têm entre essa segunda (24) e o dia 28 de junho para preencher o formulário online de inscrição, podendo submeter o pedido para mais de uma oficina. A idade mínima para participação é de 16 anos e não há necessidade de experiência e/ou conhecimento prévio na área.

São 50 vagas disponibilizadas para cada oficina, que serão preenchidas segundo a ordem de inscrição, priorizados aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a três salários-mínimos (R$2.994,00).

A lista de selecionados será publicada na semana seguinte às inscrições, no site do CTAv. As capacitações acontecem em julho no Centro Técnico Audiovisual, que fica localizado na Av. Brasil, 2482, Rio de Janeiro. Para mais informações, contate formacao.ctav@cultura.gov.br.

Veja abaixo os descritivos de cada oficina e acesse o formulário de inscrição:

A luz no cinema e na tv

A iluminação é um dos mais enigmáticos elementos da sétima arte. Característica marcante de diversos gêneros do Cinema (ex. Cinema Noir), tem em sua técnica capacidade de criar ambientações diversas. A tecnologia digital vem proporcionando à televisão uma aproximação da estética cinematográfica.

Professor Edinho Alves: Técnico em eletricidade e iluminação para cinema e vídeo, já trabalhou em mais de cinquenta longas nacionais e, aproximadamente, vinte produções estrangeiras

Data: Dias 08 de julho (segunda-feira), 10 de julho (quarta- feira) e 12 de julho (sexta-feira)
Duração: 12 horas
Ementa:

  • Como relacionar Luz e Gênero Cinematográfico
  • Como a Iluminação em Tv se aproxima da Linguagem Cinematográfica?
  • Princípios de iluminação

A Construção Sonora de uma obra audiovisual

A evolução tecnológica proporcionou e vem proporcionando ao cinema a exploração de novas dimensões narrativas e dramáticas para suas estórias. Uma das mais relevantes e que ainda concentra muitos mistérios e mitos é a dimensão sonora, tanto nas telas quanto fora delas. Essa paixão humana pelo som tem proporcionado grandes investimentos e melhorias no mercado audiovisual. Para acompanhar esses avanços, os profissionais de áudio e até do cinema como um todo, precisam se manter atualizados tanto em linguagem sonora quanto em técnicas de produção de áudio.

Professor Pedro Coelho: Professor do curso de sound design e trabalha na criação filmes de animação e ficção, como “Vidas Cruzadas”, “Missão Madrinhas de Casamento”

Data:  Dias 24 de julho (quarta- feira) e 26 de julho (sexta-feira)
Duração: 8 horas
Ementa:

  • O que é o som? Estímulo sensorial e fenômeno físico.
  • Qual é e como se dá a nossa relação com ele?
  • Breve história do som no cinema.
  • Workflow da produção de áudio para o audiovisual. Da pré-produção até a finalização na pós-produção.
  • A importância do som na pré-produção.
  • O áudio na produção e no set.
  • Etapas da pós-produção.
  • Explorando a linguagem sonora e as dimensões dramáticas e narrativas do som.
  • Construindo um conceito sonoro coerente e objetivo para o projeto audiovisual.

Still de Cinema

O trabalho de um fotógrafo de Still de Cinema, é um profissional que acompanha as filmagens, fazendo o “making of” do trabalho e produzindo fotos que serão usadas para a divulgação na imprensa, cartazes e folders.

Professor Vantoen Pereira Júnior: Fotógrafo há 40 anos, atuando em produções cinematográficas, foto jornalística e publicitária, TV e Vídeo.

Data: Dias 29 de julho (segunda-feira) e dia 31 de julho (quarta- feira)
Duração: 8 horas
Ementa:

  • O que é Still? O que é Still no Cinema?
  • Trabalho em equipe.
  • Relação com diretor de fotografia.
  • Interpretação de Roteiro, etilos de cenas
  • O Cartaz

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania