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Espetáculo aborda promulgação do AI 5 no Brasil

O Sinpro promove o espetáculo Quem fez 68 não faz 69, que investiga os significados dos fatos que marcaram o ano de 1968, época que ficou marcada pela promulgação do Ato Institucional nº 5 no Brasil. Nessa data, marcada pela ditadura militar, foi instituído no país um golpe dentro do golpe. O espetáculo será realizado na sede do Sinpro, às 19h30, no dia 13 de dezembro.

O texto de Ricardo Guilherme tem uma dramaturgia dinâmica, bem humorada, construída por depoimentos de personagens militantes do período em que foi instaurado o famigerado AI 5 em nosso país, durante a Ditadura Militar. Faz uma revisão da história brasileira das últimas décadas, a partir dos anos 60, dando oportunidade para que os protagonistas de 1968 expressem autocrítica e análises comparativas entre os ideais emblemáticos daquele ano e ideias representativas do pensamento contemporâneo.

Mais informações pelos telefones 99154-7383 (Ruth Guimarães) e 98467-1498 (Sérgio Vianna).

FONTE: SINPRO/DF

Recadastramento anual obrigatório para servidores(as) ativos(as)

Começa em janeiro de 2019, o Recadastramento Anual Obrigatório dos(as) servidores(as) públicos(as) ativos(as). Os procedimentos estão na Portaria nº 543, de 4 de dezembro de 2018, que explica o passo a passo para isso. Confira aqui a Portaria 543/18.

Com a portaria, o Governo do Distrito Federal (GDF) institui também o regramento e o calendário do recadastramento a ser efetuado pelo Sistema Único de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH).

A diretoria colegiada do Sinpro-DF orienta a todos e todas que leiam com atenção a portaria e não deixem para se recadastrar na última hora. “O recadastramento é obrigatório para todos(as) os(as) servidores(as) e deverá ser efetuado no mês de aniversário natalício do(a) servidor(a) a partir de janeiro de 2019”.

Servidores(as) que estiverem de licença médica ou afastados e não conseguirem se recadastrar pelo sistema, deverão procurar a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão do DF (Seplag) quando retornar da licença ou do afastamento. “O servidor que não se recadastrar poderá, até mesmo, ter o salário suspenso”, avisa Gilza Camilo Ricardo, diretora do Sinpro-DF.

Importante observar que os(as) pensionistas e servidores(as) aposentados(as) também deverão fazer o recadastramento e a prova de vida, anual e obrigatoriamente, no Banco de Brasília (BRB) no horário de expediente bancário. O regulamento dos(as) aposentados(as) e pensionistas está definido na Portaria nº 199/2018.

“Em vários estados já é assim. Em Brasília, o modelo foi regulamentado pelo Decreto nº 39.276, de 6 de agosto 2018, do GDF e será implantado a partir de janeiro de 2019″, informa Gilza. Confira o decreto aqui.

FONTE: SINPRO/DF

GDF entrega presente de grego no Dia do Orientador Educacional

O governo Rodrigo Rollemberg (PSB) fecha o ano com um presente de grego para o magistério público. Nesta terça-feira (4), Dia do Orientador Educacional, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) nomeou apenas um único orientador educacional dos 310 prometidos que estão no processo de nomeação em curso e aguardam apenas uma assinatura do Governo do Distrito Federal (GDF) para tomarem posse.

“O problema é que o processo parou em 22 de julho deste ano porque o GDF usou a verba da nomeação dos orientadores(as) educacionais para nomear professores(as)”, denuncia Katiane Carvalho Lima, integrante da Comissão dos(as) Orientadores(as) Educacionais Aprovados no Concurso.

Luciano Matos de Souza, diretor de Organização e Informática do Sinpro-DF, também critica a atitude do GDF: “Na reta final de um governo fraco, inábil e repleto de injustiças com o funcionalismo público, notadamente, com os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, e consequentemente com a população, que paga impostos elevados, bem como com os(as) estudantes que precisam do ensino público, gratuito e de qualidade, ele fecha o ano com este acinte, e, mais do que uma afronta: uma atitude desrespeitosa”.

Meg Guimarães, vice-presidenta da CUT Brasília e diretora de Formação Sindical do Sinpro-DF, informa que mais de mil orientadores(as) com o concurso homologado e não nomeados(as) e demais orientadores(as) que atuam na rede pública estão indignados(as) com a atitude do GDF e da SEEDF. “E com razão porque, desses mais de mil com concurso homologado, foram nomeados apenas 45 e, agora, com esta única nomeação, aumentou para somente 46 o número de nomeados”.

E completa:“É inadmissível que nesta data, quando se comemora o Dia do Orientador Educacional, o GDF não cumpra a promessa de nomear os 310 e anuncie apenas uma nomeação, quando, na verdade, temos uma carência de mais de quinhentos(as) orientadores(as) na rede e mais de mil concursados(as) aguardando a nomeação. Por que ele fez isso justamente hoje, data em que se comemora, nacionalmente, o Dia do Orientador Educacional? Isso é simbólico”, afirma a dirigente da CUT e do Sinpro-DF.

Na opinião da diretoria colegiada do sindicato, esse gesto de descaso com a educação pública e de desrespeito sem precedentes com este segmento da carreira do magistério público não é novidade no governo Rollemberg.

FONTE: SINPRO/DF

Estudante de escola do campo é premiado com medalha de ouro na Obmep 2018

Everton Mendes de Almeida, 14 anos, é um dos 26 estudantes brasilienses que ganharam medalha de ouro na 14ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Particulares (Obmep) 2018.

Estimulado pelos pais, pela professora aposentada Rosa e por toda a equipe de docentes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Rio Preto – uma escola do campo da rede pública do Distrito Federal, situada no Núcleo Rural Rio Preto –, o estudante do 9º Ano disputou conhecimento com 18 milhões de participantes. Só no DF, 239.962 estudantes de escolas da rede pública e, mais 10.521, da rede privada, inscreveram-se para participar olimpíada.

Ao todo, 364 escolas participaram, entre públicas e privadas. A medalha de ouro foi conquistada por 23 estudantes da rede pública e, por três, da rede privada. A de prata, por 59 estudantes da rede pública e, seis, da privada; e, a de bronze, por 107 estudantes da rede pública e, 21, da rede privada.

Everton diz que, agora, pretende estudar mais ainda para disputar o ouro internacional e ingressar no curso de engenharia mecatrônica da Universidade de Brasília (UnB).“O ouro sempre foi meu sonho. Achei que nunca conseguiria, mas, finalmente, consegui. Está sendo uma experiência incrível”, declara o estudante.

Nos dois últimos anos ele ganhou medalha de bronze e, em 2015, quando ainda era estudante do CEF 03, de Planaltina, recebeu uma menção honrosa em matemática. O irmão dele, Renan, de 13 anos, também também estudante do CEF Rio Preto, recebeu menção honrosa na Obmep este ano.

Nas olimpíadas da própria escola, Everton ganhou outras premiações. Ele gosta de enfrentar desafios e disse que a parte mais difícil da prova de matemática deste ano foram as questões sobre análise combinatória. “Tem muitos assuntos da matemática que eu nunca estudei na escola, mas faço parte do PIC/UnB, e, nele, aprendi isso”, conta.

O Programa Institucional de Iniciação Científica Ensino Médio (PIC-EM), da UnB, é oferecido a todos(as) os(as) medalhistas da Obmep. O estudante também participou da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) e foi classificado na 93ª posição. Os 300 estudantes selecionados pela Obmep são inscritos na OBM, uma olimpíada nacional que classifica os melhores para participarem da Olimpíada Internacional de Matemática.

“O CEF Rio Preto é uma escola do campo que atende ao Núcleo Rural Rio Preto e, há 5 anos, atende também a estudantes do 6º ao 9º ano, a comunidade Rajadinha. “Everton não é dedicado somente em matemática, mas em todas as outras disciplinas. É um estudante exemplar. A professora Rosa descobriu a afinidade dele pela matemática e investiu. Só que, para isso, o estudante tem de querer”, comenta a diretora Filomena Sousa Caldas, mais conhecida como Mena Caldas.

Nilza Cristina G. dos Santos, diretora do Sinpro-DF e da CUT Brasília, ressalta que “apesar do desmonte da educação pública, do descaso e dos ataques aos profissionais da educação, e o exemplo claro disso é a Lei da Mordaça, tudo com vistas a sucateá-la para uma posterior privatização, a escola pública é capaz de educar para o conhecimento e de formar cidadãos para o Distrito Federal, sem perder a qualidade”.

E acrescenta: “Ela oportuniza as chances que esses estudantes jamais teriam, mesmo com a escola e os profissionais da educação sem a valorização que deveriam ter, há resultados excelentes como este. Isso mostra que a maioria dos professores e das professoras faz questão de trazer para a escola pública do DF um ensino gratuito, laico, de qualidade referenciada, com oportunidade para todos”.

FONTE: SINPRO/DF

Curso de inglês para alunos com necessidades educacionais especiais

O Espaço de Cultura Garcia Lorca – Casa do Ceará abre o primeiro curso de inglês para alunos especiais no Distrito Federal. O trabalho é desenvolvido com técnicas e materiais adequados, capazes de motivar e desenvolver a aprendizagem significativa de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (ANEE).

As aulas serão realizadas na 910 Norte. Mais informações pelo telefone 3347-0560 ou pelo e-mail cursodelinguasgarcialorca@gmail.com.

FONTE: SINPRO/DF

Servidores com doenças graves já podem dar entrada no recebimento da pecúnia

Os(as) servidores(as) aposentados(as) com doenças graves reconhecidas por lei poderão dar entrada no recebimento da pecúnia da licença-prêmio. O(a) professor(a) e orientador(a) educacional aposentado(a) que se encaixar nesse perfil deverá se dirigir até a sede II da Secretaria de Educação (Módulo D, SGAN 607 – Asa Norte). Aqueles(as) que tiverem documentos e exames que comprovem a doença já poderão anexar no processo.

O primeiro projeto que priorizava o pagamento da pecúnia para os(as) aposentados(as) com doenças graves foi aprovado há cerca de um ano, mas infelizmente somente na última terça-feira (27) foi sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB). O Sinpro trabalhou na aprovação da lei por constatar a delicadeza com que muitos(as) se encontram, e  por entender que essas pessoas tinham que ter um tratamento humanitário com relação ao acerto financeiro. Em alguns casos, professores(as) faleceram em decorrência de doenças e não receberam suas pecúnias.

FONTE: SINPRO/DF

‘Educação: a grande prioridade’ é o tema do mês de dezembro do Seminário ‘Brasil, brasis’, da Academia Brasileira de Letras

 A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

 O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ – 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Abraço Negro reforça necessidade de combate ao racismo nas escolas

A Secretaria de Assuntos de Raça e Sexualidade do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro/DF) realizou na última semana o Abraço Negro. A atividade marcou  o Dia da Consciência Negra e é apenas um entre os diversos projetos coordenados pela secretaria.

De acordo com a diretora da pasta, Elbia Pires de Almeida, o projeto é desenvolvido pelo Sinpro há dez anos e visa combater o racismo nas escolas e, desde cedo, inserir os estudantes na temática.

No dia da celebração do Abraço Negro, o auditório do Sindicato recebeu alunos de todo o Distrito Federal para debater assuntos sobre políticas públicas, integridade racial e problemas sociais, além de expor trabalhos desenvolvidos pelos  discentes que tratam sobre a importância da Cultura africana e combate ao preconceito. Nesta edição, foram lembrados Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra contra a escravidão e Marielle Franco, política  brutalmente assassinada no início do ano.

“Diversas escolas desenvolvem o Abraço Negro conosco. A ideia do projeto surgiu a partir da necessidade de realizar o enfrentamento do racismo nas escolas. Ninguém nasce racista, por isso, nosso trabalho busca através do diálogo e da pedagogia desenvolver nas crianças o respeito a todos os seres humanos e aceitação da diversidade. Vemos que a atividade tem gerado resultados positivos, pois os discentes levam essa discussão para casa. Nossa intenção é que o projeto cresça ainda mais”, explica a diretora.

Para a educadora Lucilene Costa, uma das palestrantes que participou da celebração do Abraço Negro, a atividade do Sinpro é fundamental para gerar a reflexão sobre a importância da Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo escolar. Segundo ela, este é um dos mecanismos que visam romper com o racismo e levar aos estudantes formação sobre esta cultura que está presente no dialeto, na culinária, na música e em tantos aspectos do Brasil.

“Precisamos valorizar a cultura africana e mostrar não apenas para os alunos, mas para toda a sociedade, uma África que não é apenas fome, miséria e guerra. Queremos que os alunos tenham orgulho dos seus antepassados e que eles sejam multiplicadores desse debate. Sem dúvida, vivemos em uma sociedade racista. O racismo é um problema social e se é social é dever da escola trabalhar no combate. Acredito nas nessas crianças e adolescentes  e sei  que elas podem fazer a diferença. Queremos um ensino em que estudantes negros se sintam representados e vamos lutar para garantir políticas públicas de valorização e respeito, pois ainda há muito que ser feito”, explica.

FONTE: SINPRO/DF

Escola com Mordaça defende a violência contra a mulher

Os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher começou,  no mundo, no dia 25 de novembro (Dia Internacional de Combate à Violência contra as Mulheres), mas, para nós, no Brasil, já estamos na data desde o dia 20 de novembro – Dia da Consciência Negra, justamente porque as mulheres negras são dentre as mulheres as mais atingidas pela violência.

No Brasil, a situação da violência contra a mulher só tem piorado, afetando todas as gerações e identidades, as brasileiras são vítimas de violência doméstica, assédios nos espaços públicos e no trabalho e o feminicídio ataca uma tupiniquim a cada 90 minutos.

No Distrito Federal e Entorno, o quadro não é diferente, os crimes de estupro cresceram entre as brasilienses. Esse crime aumentou, principalmente, entre as menores de 14 anos. Já é de conhecimento de muitxs que o estuprador é, em 70% dos casos, uma pessoa de confiança da vítima, ou seja, pai, padrasto, irmão, tio, namorado, primo. Esse dado revela que as vítimas, muitas vezes, encontravam-se no lar no momento em que passaram por essa violência.

Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados, o projeto do Escola sem Partido, ou, como melhor denominamos, “Escola com Mordaça”. O projeto tem no seu preceito fundamental a determinação de que professorxs não podem ensinar nada que vá contra os princípios filosóficos e morais da família do e da estudante, podendo, no descumprimento da lei, o docente vir a ser punido com  prisão de 3 meses a 1 ano.

Esses projetos nos acusam de doutrinar, assediar e constranger, politicamente,  os/as estudantes e ainda de praticar a “ideologia de gênero” que significa influenciarmos na orientação sexual ou na própria identidade sexual dxs nossxs estudantes .

Além das desigualdades de gênero, caracterizadas, entre outras questões, pelos altíssimos níveis de violência contra a mulher, somos um dos países com uma das maiores desigualdades sociais do planeta, o  que é determinante para todo esse clima de violência que vivemos.

Defendo uma escola como espaço de buscar soluções para os problemas que afligem a nossa sociedade. Ao depararmo-nos com problemas como fome, falta de moradia, desemprego, caos na mobilidade urbana, violência contra as mulheres, não é possível nos mantermos neutras e neutros perante essas situações:  é preciso educar para a paz , é preciso educar para a igualdade.

Se recebemos em nossas salas meninas que foram abusadas em casa, vamos nos calar porque como agiremos irá contra  o preceito filosófico da família, que é uma família, filosoficamente e moralmente, abusadora?

Se temos de nos calar perante a todas essas injustiças, só posso concluir que, os(as) defensores(as) da Mordaça nas escolas são também defensores(as) da violência contra a mulher e da violência doméstica, são defensores(as) de toda a forma de desigualdade, defendem a ideia de que mulheres e homens pobres não podem ascender social e economicamente a espaços que promovam a maior equidade social. Ou seja, defendem o Brasil do jeitinho que o país se encontra hoje: desigual e violento.

Por isso, nós, educadoras brasileiras, nesses 21 Dias de Ativismo temos a responsabilidade de informar e de mobilizar a comunidade escolar contra esse Projeto do Escola com Mordaça, por meio das assembleia semestrais, conversando com mães, estudantes, responsáveis, colegas do magistério.

A Lei da Mordaça vem para censurar professorxs e estudantes que buscam uma vida socialmente mais justa. Nessa aula, a principal lição é com  a história da humanidade: nenhuma sociedade se desenvolveu a ponto de ofertar dignidade e qualidade de vida a seus membros sem antes passar por um profundo processo educacional emancipatório e libertário.

FONTE: Sinpro/DF

Projeto VEPOP-SUS distribui gratuitamente livros pelos correios

O Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP-SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS tem como missão apoiar a formação estudantil universitária no campo da Educação Popular, colaborando com a qualificação e o aprimoramento das ações e trabalhos de extensão universitária e também subsidiando práticas de cuidado integral e humanizado em saúde.
 
Para tanto, uma de suas principais ações consiste na distribuição gratuita de livros na área da Extensão Universitária e da Educação Popular em Saúde, através do envio via correios!
Assim, livros impressos com apoio de nossos Projeto chegarão em sua residência, com vistas a potencializar os espaços pedagógicos e as experiências extensionistas de formação profissional em saúde orientadas pela abordagem da Educação Popular.
 
Confira nosso formulário de distribuição, onde apresentamos os caminhos de solicitação e os livros disponíveis!
 
Lembramos que os livros são cedidos gratuitamente, mas solicitamos que as pessoas interessadas custeiem as despesas de envio via correios, conforme estabelecido no formulário. 
 
Para quem deseja fazer a retirada presencial dos livros, apenas na cidade de João Pessoa-PB, estamos aguardando sua visita, de segunda a sexta-feira, das 8h ás 12h, no Departamento de Promoção da Saúde, no Centro de Ciências Médicas (CCM) do Campus I da UFPB.
 

 

Livros atualmente disponíveis para distribuição: 
 
Educação Popular na Universidade – Volume 2
 
Educação Popular e Atenção à Saúde da Família
 
Espiritualidade no Trabalho em Saúde
 
Educação Popular e Nutrição Social
 
Caderno de Extensão Popular – textos de referência para a Extensão Universitária
 
Extensão, Saúde e Formação Médica
 
Extensão Popular, caminhos em construção
 
Extensão Popular, educação e pesquisa
 
Vivência em Comunidade, outra forma de ensino – 2ª edição
 
Educação Popular em Saúde: desafios atuais
 
Educação Popular no Sistema Único de Saúde
 
Caminhos de aprendizagem na Extensão Universitária
 
Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS – volume 1 
 
A Saúde nas Palavras e nos Gestos
 
Finalmente, lembramos a todas e a todos que os livros cuja publicação, editoração e/ou reimpressão tiveram apoio do VEPOP-SUS encotram-se disponíveis em versões digitalizadas – completas e acessíveis para download – no site: www.ccm.ufpb.br/vepopsus
O VEPOP-SUS constitui ação da Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS) através de apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde e de equipe executiva na Universidade Federal da Paraíba. 
FONTE: Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP – SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular no SUS