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Oficinas Pedagógicas realizam 1° Bienal de Ludicidade

De 23 a 25 de outubro, professores (as) que atuam nas Oficinas Pedagógicas da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizarão mais uma atividade. Desta vez, docentes e demais profissionais da área participarão da 1° Bienal de Ludicidade – Diversidade: Vivências no Brincar.

No evento, professores (as) e orientadores (as) poderão compreender sobre a importância do conceito de ludicidade. Atualmente, a ludicidade aplicada na educação possui importante papel na aprendizagem. Especialistas acreditam que estudar não é somente ler e decorar conceitos mecanicamente.  Através de brincadeiras,  os alunos aprendem na prática, trabalham em grupo e capacitam-se para lidarem com possíveis adversidades.

O evento acontecerá no Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (EAPE), no SGAS 907, e contará com ampla programação e participações especiais.

As inscrições podem ser feitas a partir desta quarta-feira (17), através do Portal EAPE. As atividades acontecem sempre das 8h às 11h e das 14h às 17h.

Confira a  programação completa:

23/10: Abertura – Palestras e atividades culturais – Exibição do filme Ser Tão Velho Cerrado

24/10: Pitadinhas das oficinas pedagógicas

25/10: Oficinas com convidados especiais

Palestrantes convidados: Simão de Miranda, Rosana Mont’Alverne, Angélica Barbosa, Tiago Aquino e Meimei Bastos.

Fonte: Sinpro/DF

 

Censos de 2017 registram mais de 2,5 milhões de professores no país


O Censo Escolar 2017 contabilizou 2.192.224 docentes atuando na educação básica brasileira e, na educação superior, 349.776. Os censos educacionais são realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

No Brasil, em 2017, mais de 2,5 milhões de pessoas atuavam como docentes na educação básica e na educação superior. Para as estatísticas educacionais, os docentes são contados uma única vez, independentemente de atuarem em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou etapa de ensino.

Do total de docentes da educação básica revelados pelo censo de 2017, 1.909.462 atuam na zona urbana e 345.604 na zona rural. Mulheres respondem pela maioria – 1.753.047 –, sendo 594.012 entre 30 a 39 anos de idade. Os homens são 439.177, dentre esses, 161.344 na faixa etária de 30 a 39 anos. Desse grande universo, 1.717.545 professores possuem formação de nível superior, sendo 1.626.403 em curso de licenciatura.

Dos 349.776 docentes em exercício ou afastados, 340.027 estão atuando. Nesse montante, a distribuição por sexo se inverte: 182.522 são homens e 157.505, mulheres. Desse total, dez não têm graduação, 4.328 são graduados, 65.431 têm especialização, 128.450 têm mestrado e 143.477 possuem doutorado.

Aferição – Principal instrumento de coleta de informações da educação básica, o censo escolar é o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro nessa área. É coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

Igualmente coordenado pelo Inep, o censo da educação superior é o instrumento de pesquisa mais completo do Brasil sobre as instituições dessa faixa de ensino que ofertam cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Essa coleta tem como objetivo oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade em geral informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor.

O censo da educação superior reúne informações sobre as instituições, seus cursos de graduação presencial ou a distância, cursos sequenciais, vagas oferecidas, inscrições, matrículas, ingressantes e concluintes e dados sobre docentes nas diferentes formas de organização acadêmica e categoria administrativa.

FONTE: ASCOM/Ministério da Educação

Aluno do Instituto Federal de Minas desenvolve aplicativo para organizar tarefas escolares

Organizar a rotina estudantil pode ser uma tarefa bem complicada. Para ajudar os estudantes a administrar datas de entrega de trabalhos e provas, Vinícius Assis Neves, de 17 anos, desenvolveu o aplicativo ClassMatch. Essa é a história desta semana do programa Trilhas da Educação, produzido e transmitido pela Rádio MEC, que vai ao ar nesta sexta-feira, 12.

O estudante teve a ideia de desenvolver o programa no primeiro ano do curso de técnico integrado em informática do Campus Ouro Branco, do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). O ClassMatch é utilizado como aplicativo de celular pelos alunos e como plataforma web pela escola. Com o projeto, o estudante conquistou o primeiro lugar no 3º Congresso Brasileiro sobre Tecnologias na Educação, realizado em junho deste ano, em Fortaleza.

Vinícius Neves conta que o projeto foi colocado em prática logo depois de ser premiado. “Eu já tinha apresentado a ideia ao gerente de ensino do IFMG, e um pouco depois ele foi implementado. Nem todas as turmas se adequaram, mas já estamos usando. Das nove turmas, umas quatro já estão usando e muitos professores já estão adicionando eventos e mandando avisos”, comemora Vinícius.

Conforme explica Vinícius, um aluno administrador ou um professor acessa o aplicativo ou o site e cadastra o trabalho, a prova, ou o dever com todas as informações necessárias. Logo após, todos os alunos envolvidos recebem uma notificação. Além disso, o aplicativo também conta com outros recursos, como fazer tabela de horário para o aluno acompanhar o que tem no dia seguinte, lista de disciplinas, lista de alunos, e outras informações relevantes.

Vinícius ainda explica que a proposta permite a integração entre todos no ambiente escolar. “A escola envia um aviso urgente para todos os alunos da escola de uma vez”, diz o estudante. O aplicativo criado pelo estudante está disponível gratuitamente na PlayStore do Android, mas ainda não há versão para o sistema IOS.

FONTE: ASCOM/Ministério da Educação

Sinpro se reúne com o GDF e cobra agilidade no pagamento das pecúnias

A comissão de negociação do Sinpro foi recebida durante a tarde dessa terça-feira (09) pelo secretário de Fazenda do Distrito Federal, Wilson de Paula, e cobrou mais agilidade do governo no pagamento da pecúnia da licença-prêmio dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as), tendo em vista que o repasse direcionado pelo GDF mensalmente para o pagamento do benefício não contemplou a Educação no mês de setembro. Diante da cobrança o secretário fez o compromisso de quitar o mês de junho de 2016 na próxima semana como forma de compensar a falta de pagamento no último mês.

Prioridade no pagamento da pecúnia
O Sinpro também cobrou maior agilidade administrativa no andamento da Lei Complementar nº 947/2018, que dá prioridade ao recebimento da pecúnia da licença-prêmio para servidores(as) aposentados(as) com doenças graves reconhecidas por lei. A lei é necessária visto que em alguns casos, professores(as) faleceram em decorrência de doenças e não receberam suas pecúnias. O secretário fez o compromisso de nos próximos dias dar início a esse processo.

13º dos aniversariantes de setembro
O secretário de Fazenda também informou que o pagamento do 13º dos aniversariantes de setembro será feito na noite de segunda-feira (15).

O Sinpro tem cobrado constantemente do GDF o pagamento das pecúnias, e a luta de toda a categoria será fundamental para que nossos direitos sejam respeitados e cumpridos. Uma das lutas da comissão de negociação é o aumento do aporte financeiro do governo para o pagamento da pecúnia, para que os aposentados tenham seus benefícios pagos, reduzindo assim seus prejuízos.

FONTE: SINPRO/DF

Escola pública de Brasília usa celulares e vídeos para ensinar sustentabilidade

Celulares e tablets são grandes aliados dos professores de uma escola pública de ensino médio de Brasília. Por meio do uso da tecnologia, eles conseguem estimular o interesse dos alunos por educação ambiental. Este é o assunto do programa Educação no Ar, produzido pela TV MEC e transmitido pela NBR.

Carol Nogueira entrevista o professor Wilson Badaró, que promove saídas de campo dos alunos para feiras, parques e reservas e faz com que eles filmem com um celular e publiquem o material produzido em um blog. O professor explica que o perfil dos estudantes está mudando e a maioria não tem mais aptidão ou gosto pelo ensino tradicional, composto por sala de aula, quadro, muita fala e exposição.

Foi isso que fez com que a escola resolvesse trabalhar o tema sustentabilidade por meio de produção de vídeos, feitos pelos próprios alunos. “Percebemos que você acaba entrando no mundo do estudante. Um mundo que eles dominam mais, que tem mais atrações. Percebemos que a tecnologia não precisa ser usada apenas como uma ferramenta, e sim como um meio pedagógico”, destaca Badaró.

O projeto tem caráter multidisciplinar, ou seja, a escola alia no aprendizado dos alunos matérias como química, biologia, geografia, por exemplo. São realizadas várias saídas a campo para que eles observem in loco o que estão estudando. “Insistimos muito que não é um passeio, é uma pesquisa de campo que eles estão fazendo. Eles estão lá para fazer um trabalho para melhorar a qualidade de ensino”, comenta o professor.

FONTE: ASCOM/MEC

 

Concurso premiará projetos de combate ao racismo nas escolas

Projetos escolares de boas práticas na temática Educação para as Relações Étnico-raciais poderão ser inscritos em concurso promovido pelos ministérios da Educação e dos Direitos Humanos, até 10 de dezembro. A iniciativa cumpre compromisso estabelecido em tratados internacionais de combate ao racismo, e tem o objetivo de reconhecer, identificar e premiar projetos com esses propósitos, conforme explica Bárbara da Silva Rosa, da coordenação geral de educação para as relações étnico-raciais da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.

“Hoje temos as leis 10.639, de 2003, e 11.645, de 2008, que alteram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, incluindo no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade das temáticas história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas”, observa Barbara. “Várias escolas já têm atividades desenvolvidas dentro deste escopo há 15 anos, mas precisamos saber quantas escolas estão incluindo a temática e o que estão fazendo. Muitos professores elaboram iniciativas nesse sentido, mas elas não têm visibilidade, ficam apenas no âmbito da escola. Esses trabalhos precisam ser divulgados, reconhecidos e valorizados.”

O objetivo do concurso é retratar a diversidade e enfatizar a importância da educação para as relações étnico-raciais, bem como fomentar as publicações sobre o tema. Serão premiados projetos sobre diversidade étnico-racial, com foco no reconhecimento, difusão e promoção de boas práticas que possam contribuir para a educação e enfrentamento ao racismo.

Outro objetivo da iniciativa é fazer um apanhado das boas práticas que estão sendo desenvolvidas em escolas de todo o país. “Muitas escolas se perguntam o que podem e como podem fazer para inserir a temática no currículo”, diz Bárbara. “E um dos desdobramentos do edital será a criação de um repositório de boas práticas em educação para relações éticos-raciais. As que tiverem maior êxito vão servir de modelo para as demais escolas em diversos níveis e modalidades da educação, tanto básica quanto superior, no tocante às instituições formadoras”, destaca.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio de formulário na internet. “A prorrogação do prazo, até 10 de dezembro, surgiu para criar novas oportunidades e contribuir ainda mais no fortalecimento de uma sociedade mais justa, igualitária, diversa e plural”, afirma Bárbara. “Também vai coroar a finalização do ano letivo, além do fato de que muitos projetos culminam na data 20 de novembro, Dia da Consciência Negra”, conclui.

Para inscrever projetos

Confira o edital

FONTE: ASCOM/MEC

Professoras e professores do DF se somam no combate ao fascismo e à violência contra mulher

Neste sábado (29), trabalhadores (as) engrossarão os atos realizados em todo o país contra o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Seu discurso machista, misógino, homofóbico, racista, retrógrado e conservador, culminou em uma onda de indignação de mulheres e homens do Brasil e do mundo. Em Brasília, a concentração da atividade será às 14h, no gramado da rodoviária do Plano Piloto (entre o Conic e o Conjunto Nacional). Às 15h, ativistas sairão rumo à Torre de TV, onde será realizado ato político.

A iniciativa partiu de integrantes da página “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”. O grupo ganhou ainda mais visibilidade após sofrer retaliações e ataque cibernético. De acordo com as organizadoras, a estimativa é de envolvimento de  42 cidades brasileiras, além do apoio de movimentos  de Lisboa, Porto e Coimbra (Portugal), Berlim (Alemanha), Lyon (França), Galway (Irlanda), Barcelona (Espanha), Sidney e Gold Coast (Austrália), Londres (Inglaterra) e Haia (Holanda).

As mulheres são as mais atingidas com as políticas retrógradas do governo ilegítimo: a falta de investimentos em educação; a reforma trabalhista e previdenciária, aliadas à reforma do Ensino Médio, contribuem ainda mais para o aumento do fascismo e da intolerância no país e para criação de uma população sem consciência política. Além disso, é preciso que a luta em defesa das mulheres seja constante, principalmente porque elas são, diariamente, prejudicadas  pela cultura machista vivenciada no Brasil – as primeiras a perderem o emprego e o acesso a serviços básicos; alvos constantes da violência, intransigência e muito mais –.

Por isso, o Sindicato dos Professores (as) do DF convoca todos e todas a se unirem neste importante ato. “É preciso que toda a população entenda o que Bolsonaro representa para nós, mulheres, e para a classe trabalhadora. Este é um ato inédito no Brasil, composto por mulheres de expressão partidária, movimentos, sociais, populares e sindical. Temos que ir às ruas lutar para evitar que esse candidato tenha êxito. Alguém que não respeita as mulheres, sem dúvida, não merece o nosso voto, muito menos ocupar o Congresso Nacional. O Sinpro/DF conclama professoras e professores a engrossarem as trincheiras e dizer Ele Não”, reafirmou a diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa.

Clique aqui e confira o texto da secretária de Relações de Gênero da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Isis Tavares Neves, sobre a importância da participação de todos (as) nas ações do dia 29 de setembro.

Fonte: Sinpro/DF com informações CNTE

Portal do Inep passa a oferecer a videoprova em libras do Enem

Reforçando sua política de acessibilidade e inclusão, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC, tornará disponível em seu portal a videoprova em libras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), assim como ocorre com a prova regular. A novidade permitirá que surdos e deficientes auditivos possam estudar pelas provas anteriores no formato adequado.

Atualmente, os vídeos com os enunciados e opções de respostas da videoprova de 2017 podem ser acessados em libras pela playlist Enem do perfil do Inep no Youtube. Com o novo recurso, a ser implantado até o fim deste mês, o participante poderá assistir ao vídeo das questões e conferir o gabarito.

Ao longo da história do Enem, o atendimento às diferentes necessidades dos participantes tem sido uma preocupação do Inep. Em 2017, o instituto passou a oferecer a videoprova em libras e lançou, como tema da redação, “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”, promovendo um amplo debate sobre o assunto.

“O Enem em libras marca nosso esforço para garantir que nossos editais, provas, cartilha de redação do participante e demais materiais sejam acessíveis”, avalia a presidente do Inep, Maria Ines Fini. “Dessa forma, o Inep reafirma o compromisso com a comunidade surda e com um futuro melhor por meio da educação”.

FONTE: ASCOM/MEC

CLDF sanciona lei que garante prioridade no pagamento da pecúnia a aposentados com doenças graves

Foi sancionada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nessa quarta-feira (26) a Lei Complementar nº 947/2018, que dá prioridade ao recebimento da pecúnia da licença-prêmio para servidores(as) aposentados(as) com doenças graves reconhecidas por lei. O Sinpro vinha lutando pela aprovação dessa lei há algum tempo por entender que essas pessoas tinham que ter um tratamento humanitário com relação ao acerto financeiro. Em alguns casos, professores(as) faleceram em decorrência de doenças e não receberam suas pecúnias.

Em breve a diretoria colegiada do Sinpro informará como se dará o processo e quais serão os procedimentos para que o(a) professor(a) ou o orientador(a) educacional aposentado(a) possa requerer.

FONTE: SINPRO/DF

Abertas inscrições para as vagas remanescentes do segundo semestre

 

As inscrições para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2018, já estão abertas. O cadastro deve ser feito exclusivamente pela internet, até as 23h59 de 9 de novembro (horário de Brasília), observada a condição do estudante em cada período previsto pelo edital do Ministério da Educação.

Poderão concorrer às vagas remanescentes os candidatos que tenham participado de alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010, com nota mínima de 450 pontos nas provas e acima de zero na redação. Além disso, é necessário comprovar renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

No calendário de inscrições, conforme previsto em edital, será dada prioridade aos estudantes que participaram do processo seletivo regular do Fies do segundo semestre de 2018 e se inscreveram em cursos nos quais não houve formação de turma no período inicial. Posteriormente, serão concedidos prazos para os ingressantes e já matriculados na instituição.

Uma vez pré-selecionados, os candidatos terão um prazo de dois dias úteis para complementar os dados solicitados pelo FiesSeleção e, em seguida, três dias úteis para comparecer à instituição onde serão validadas as informações inseridas. Com a validação dos dados, os candidatos poderão comparecer ao banco para efetivar a contratação do financiamento.

Clique aqui para conferir o edital.

Acesse a página do Fies para mais informações.

FONTE: ASCOM/MEC