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Fiocruz abre processo seletivo para Educação de Jovens e Adultos

Educação de Jovens e Adultos da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EJA-Manguinhos/EPSJV/Fiocruz) abriu seleção para os níveis fundamental e médio. Interessados em participar devem ter pelo menos 15 anos para o ensino fundamental e 18 anos para o nível médio. As inscrições devem ser feitas até o dia 13 de junho, na da Rede CCAP (Rua Dr. Luís Gregório de Sá, 46 – Manguinhos), onde os cursos serão realizados. 

O curso é de modalidade presencial e as aulas acontecerão de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h, nos espaços da Rede CCAP. Ao término dos cursos, os aprovados receberão o certificado de conclusão emitido pela EPSJV/FIOCRUZ. Art. 3º.

Para mais informações, basta acessar o edital disponível no site da EPSJV.

FONTE: Portal Fiocruz (com informações da EPSJV)

Sinpro-df convoca categoria para Assembleia Geral, em 14 de junho, com paralisação

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a categoria para Assembleia Geral, com paralisação, a ser realizada na Praça do Buriti, às 9h30 do dia 14 de junho, mesmo dia da Greve Geral da Classe Trabalhadora.

O dia 14 de junho é a data da Greve Geral da Classe Trabalhadora, convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e por todas as centrais sindicais para combater a reforma da Previdência, os retrocessos na educação e em defesa do emprego.

Nesta semana, o governo federal anunciou que vai tentar votar a reforma da Previdência de qualquer jeito ainda neste mês de junho, o que irá comprometer de imediato todas as pessoas que irão completar a idade ou o tempo de contribuição a partir de julho/2019, alterando, assim, a data de aposentadoria.

A diretoria colegiada afirma que é importante a participação em massa da categoria na Assembleia e na Greve Geral. Trabalhadoras e trabalhadores do serviço público e iniciativa privada estarão em greve e envolvidas(os) em atividades que irão acontecer ao longo do dia

Confira, a seguir, a pauta do magistério público do Distrito Federal para a Assembleia Geral:

– PDE: Meta 17

– Cumprimento das 21 Metas

– Regularidade nos repasses do PDAF

– Construção/reforma de escolas

– Construção de creches

– Reajuste salarial: 37%

– Pagamento da última parcela do Plano de Carreira

– Reajuste do auxílio-alimentação

– Plano de saúde

– Pagamento da pecúnia da licença-prêmio

– Militarização

– Nomeação de professores

– Gozo da licença-prêmio

– Reforma da Previdência

– Concurso público

FONTE: ASCOM/SINPRO-DF

Cerrado: a farmácia verde do Brasil

O WWF promove curso sobre plantas medicinais de um dos biomas mais antigos do planeta

Entre as árvores de casca grossa e troncos retorcidos do Cerrado se escondem preciosidades importantíssimas para a saúde dos seres humanos: centenas de espécies de plantas medicinais que podem curar e salvar vidas. Para fomentar o conhecimento delas entre as comunidades locais, o WWF-Brasil promove entre os dias 5 e 7 de junho, uma oficina em Januária, Minas Gerais, com foco nos moradores da região rural do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu.

O curso será ministrado por Marcos Guião, especializado em plantas medicinais pela Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais e proprietário da Ervanaria Marcos Guião, em Diamantina, MG, onde promove há mais de 20 anos diversos cursos. Durante os três dias, Guião, apresentará noções sobre os princípios ativos das plantas, ensinará aos participantes a identificar as plantas com propriedades medicinais e como preparar chás, pomadas e xaropes.

A rica biodiversidade do Cerrado oferece raízes, cascas, óleos e folhas que são há séculos manipulados por seus povos indígenas e comunidades tradicionais para o tratamento e cura de enfermidades.  Prática essa que é passada de geração em geração.

Em 2009, um estudo da Universidade de Brasília (UnB) apontou 358 espécies nativas do Cerrado utilizadas pelas comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) para o tratamento e cura de enfermidades. 

O analista de Conservação do WWF-Brasil, Kolbe Soares, afirma que o Cerrado, apesar de pouco valorizado como bioma, é responsável por 5% da biodiversidade mundial e 30% da biodiversidade brasileira. “O Cerrado possui um imenso potencial para uso fitoterápico de suas plantas e apesar disso, vem sendo desmatado em níveis alarmantes, o que pode estar extinguindo plantas que podem curar doenças que a medicina alopata ainda não conseguiu”, afirma.  

“O Cerrado é um dos biomas mais antigos do planeta, por isso acredito que seja o que tem o maior número de espécies de uso medicinal. Costumo dizer que o Cerrado é a maior farmácia de plantas medicinais do Brasil”, diz Marcos Guião.

Serviço
Oficina “Plantas medicinais do Cerrado”
Local: SESC, Januária, Minas Gerais
Data: 5 a 7 de junho

FONTE: ASCOM/WWF – Brasil

José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, faz a palestra de abertura do Ciclo de Conferências ‘Vozes d’África na cultura brasileira’ na ABL

Advogado, sociólogo e reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente abre, na Academia Brasileira de Letras, o Ciclo de Conferências “Vozes d’África na cultura brasileira” sob a coordenação do Acadêmico e professor Domício Proença Filho. O evento está programado para o dia 6 de junho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro). Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Acadêmico Domício Proença Filho convida para o ciclo “Vozes d’África na cultura brasileira”

Serão fornecidos certificados de frequência.

O Ciclo terá mais duas conferências no mês de junho, às quintas-feiras, no mesmo local e horário. No dia 13, “O negro no cinema brasileiro”, com o Acadêmico e cineasta Carlos (Cacá) Diegues, e no dia 27, “Vozes d’África na música brasileira”, com o ator, escritor, produtor e sambista Haroldo Costa.

O CONFERENCISTA

José Vicente é Mestre em administração; Doutor em educação pela Universidade Metodista de Piracicaba; Fundador e presidente do Instituto Afro-brasileiro de Ensino Superior; Fundador presidente da Afrobras – Sociedade Afro-brasileira de Desenvolvimento Sociocultural; Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República – CDES; Membro do Conselho de Autorregulação Bancária – Federação Brasileira de Bancos – Febraban; Membro do Conselho Superior de Responsabilidade Social da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Membro do Conselho Consultivo do Centro de Integração Empresa Escola – CIEE; Membro titular do Movimento Nossa São Paulo; Conselheiro diretor da Fundação Care/SP; Membro titular do movimento Todos pela Educação; Membro do Conselho do Memorial da América Latina; Fundador da Ong Afrobras; Reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares.

Filho caçula de boias-frias, José Vicente nasceu e cresceu no Morro do Querosene, bairro pobre de Marília, no interior de São Paulo. A partir dos 7 anos, trabalhou como engraxate, vendedor ambulante, pintor de paredes, entre muitas outras ocupações. Aos 21 anos, tendo cursado somente até o 2.° ano do Ensino Médio, foi soldado da Polícial Militar e mudou-se para a capital paulista. A vida de José Vicente começou a se modificar quando entrou em bandas marciais da cidade, dentre elas a da Associação de Ensino de Marília. Através da banda, conseguiu um emprego na área administrativa da Faculdade de Odontologia.

Na década de 90, quando Vicente ganhava a vida como advogado criminalista, também encabeçava um grupo de pessoas que conseguiam bolsas de estudos para negros em universidades particulares. Em 1997, fundou a Afrobras, ONG que existe até hoje e administra a faculdade. Em 2004, após a colaboração de diversas pessoas e empresas, começavam as aulas na Zumbi dos Palmares. Hoje são oferecidos cinco cursos (Administração, Direito, Publicidade, Pedagogia e Tecnologia de Transportes Terrestres). 

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Com 72% dos votos, Chapa 1 Cutista vence eleições do Sinpro

Com uma verdadeira lição de cidadania e democracia, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino foram às urnas, nos dias 29 e 30, para eleger a nova diretoria que coordenará o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) no próximo triênio (2019-2022). A apuração dos votos aconteceu na Associação Pessoal da Caixa Econômica Federal (APCEF/DF) e durou toda a madrugada desta sexta-feira (31).

Sob o lema “Com você já conquistamos. Por você conquistaremos muito mais!”, a Chapa 1 CUTista foi vencedora com 72% dos votos válidos. Outras duas chapas concorreram ao pleito:  a Chapa 2 “Educadores em Luta” e a Chapa 3 “Alternativa”.

Segundo o coordenador da Comissão Eleitoral, Douglas de Almeida Cunha, foram contabilizados 12% dos votos para a Chapa 2 e 16% para a Chapa 3, sendo 4% de votos brancos e nulos.

Reeleita, a diretora Rosilene Corrêa agradeceu às companheiras e companheiros, em nome da diretoria colegiada, por mais esse voto de confiança.  Para ela, a vitória representa o reconhecimento da importância do trabalho em equipe, especialmente, no momento em que a educação sofre constantes ataques.

“Nestes últimos três anos, o que vimos foi a perseguição proposital ao magistério público, com cortes na educação e desrespeito aos docentes. Passado o processo eleitoral, deixamos nossos cumprimentos aos membros das demais chapas pela disputa transparente. Agora, é o momento de mantermos a unidade e a luta em defesa das pautas de interesse da educação e dos direitos de todas as trabalhadoras e trabalhadores”, afirmou.

A Chapa eleita acredita que a experiência aliada à renovação, são ferramentas essenciais para barrar os retrocessos e enfrentar os desafios que estão por vir. Por esse motivo, mais de 40% da diretoria vitoriosa é composta por novos integrantes.

Para Mônica Caldeira, eleita para o seu primeiro mandato como dirigente sindical, o resultado nas urnas é a oportunidade de representar, de fato e de direito, a sua categoria profissional. “Os desafios estão postos e, agora, é o momento de resistir aos ataques. Estou muito empolgada para dar respostas à categoria e ser o amparo que eles precisam. A educação está sendo invadida e nós temos o dever de defendê-la como um todo: defender os interesses dos professores e, com isso, contribuir para melhorar a qualidade na educação. Não descasaremos até alcançarmos o ideal de educação que sonhamos”, contou entusiasmada.

Seguindo o mesmo raciocínio, outro membro da Comissão Eleitoral, Rodrigo Rodrigues, reafirmou a importância da eleição sindical e parabenizou a categoria pela participação. “Entendemos que esse processo foi totalmente democrático e legítimo. Para os próximos três anos, o objetivo é seguir firme, sempre em busca de uma educação pública, gratuita, laica e com a qualidade”, conclamou.

Ao todo, 44 dirigentes formarão a nova diretoria colegiada do Sinpro, sendo 39 diretores efetivos e cinco suplentes. A diretoria será composta por membros reeleitos e diretores que já estiveram à frente do Sindicato em gestões anteriores. Já outros, concorreram a eleição pela primeira vez e vão reforçar ainda mais a luta do Sindicato. Além destes, mais cinco integrantes farão parte do Conselho Fiscal.  Vale lembrar que a apuração para o Conselho ocorrerá no dia 5 de junho, na sede do Sinpro-DF.

Veja algumas das propostas da diretoria eleita:

Garantir o cumprimento integral do Plano Distrital de Educação  (PDE), em especial, a Meta 17, que trata da isonomia salarial; continuar a luta pela manutenção do direito à aposentadoria especial e pela ampliação do benefício aos pedagogos-orientadores educacionais;

Lutar pela a implantação do plano de saúde e de políticas de prevenção;

Realizar campanhas pela valorização da educação pública e gratuita;

Continuar a luta contra a reforma trabalhista, contra a reforma da Previdência e contra a Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos em saúde e educação;

Combater o projeto “Escola sem Partido” e a militarização das escolas públicas;

Fortalecer a Gestão Democrática.

FONTE: ASCOM/SINPRO-DF

Idosos e deficientes beneficiários do BPC precisam se registrar no Cadastro Único

Calendário para inscrição foi criado de acordo com a data de nascimento de quem recebe o Benefício de Prestação Continuada

Aproximadamente 1,1 milhão de pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ainda não fizeram a inscrição no Cadastro Único do Governo Federal. O registro é obrigatório, e quem não regularizar a situação cadastral dentro do prazo pode ter o benefício suspenso. O auxílio mensal, no valor de um salário mínimo, é destinado a pessoas com deficiência ou acima de 65 anos que possuam renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo. O Ministério da Cidadania organizou um calendário para a inscrição baseado na data de nascimento do beneficiário. Quem ganha o BPC e nasceu nos meses de abril a junho deve regularizar a situação até dia 30 do mês que vem.

Segundo o secretário especial do Desenvolvimento Social, Lelo Coimbra, a intenção da medida não é suspender pagamentos, mas garantir que a concessão de benefícios funcione da melhor maneira possível. “A necessidade do cadastro é apenas uma garantia, uma segurança para quem recebe e para o governo, que paga. Assim, podemos garantir o repasse para todos que precisam”, afirma.

Para se cadastrar, o beneficiário deve procurar um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou a prefeitura do seu município. É necessário ter em mãos o Cadastro de Pessoa Física, (CPF) e comprovante de residência. O registro também pode ser feito por um responsável familiar.

Segurança – Mônica de Oliveira é mãe de dois filhos portadores de deficiências físicas e está em dia com o Cadastro Único. Segundo ela, o BPC é fundamental para o sustento da família, que reside em Brasília (DF), e garante as compras fundamentais da casa. “A gente consegue comprar uma cesta básica. Feijão, arroz, açúcar e algum lanche para a escola, que é muito importante. Antes, sem o benefício, era muito difícil”, conta.

Até o momento, mais 3,5 milhões de pessoas já se inscreveram no Cadastro Único, número que representa 76% dos beneficiários.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial do Desenvolvimento Social – Ministério da Cidadania

Roda de conversa debate o dia internacional ao enfrentamento à LGBTIfobia

O Sinpro, por meio da Secretaria de Raça e Sexualidade, promove uma Roda de Conversa nessa sexta-feira, dia 17 de maio, às 14h, no auditório do Sinpro (SIG Quadra 6, Lote 2260). A atividade terá a parceria da Casa Rosa e tem como objetivo fortalecer as atividades do Dia Internacional de Enfrentamento à LGBTIFOBIA.

Para falar um pouco mais sobre o tema foram convidados Andrey Lemos (Especialista em ensino de história, mestre em Políticas Públicas e presidente da União Nacional LGBTF do Brasil); Ângela Maria dos Santos (Delegada Chefe do DECRIN (Delegacia Especial de Repressão ao Crime de Discriminação racial, religiosa, por orientação sexual ou identidade de gênero ou contra pessoa idosa ou com deficiência); Marcos Tavares (Presidente do projeto Casa Rosa do DF) e Patrícia Zapponi (Diretora de Direitos Humanos da RIEJ, Presidente da Comissão de Diversidade da ABA e Secretaria da Comissão de Direitos Humanos da Subseção de Sobradinho e Presidente da Comissão de Cidadania do DF).

FONTE: ASCOM/SINPRO-DF

Inscrições abertas para a 7ª Edição do Prêmio Luiz de Castro Faria

Estão abertas até 5 de agosto as inscrições para o Prêmio Luiz de Castro Faria 2019, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cidadania. Podem participar pesquisadores e estudantes, brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil, que tenham projetos de valorização ao Patrimônio Arqueológico Brasileiro. Os trabalhos concorrerão a prêmios de RS 5 mil, R$ 10 mil, R$ 15 mil e R$ 20 mil. Acesse o edital e a ficha de inscrição.

Os projetos poderão ser inscritos nas seguintes categorias:
Categoria I – Monografia de Graduação: visa a apresentação de monografia final desenvolvida no âmbito de Cursos de Graduação em Arqueologia (ou com habilitação em Arqueologia reconhecido pelo Ministério da Educação/MEC) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 10 mil.

Categoria II – Dissertação de Mestrado: visa a apresentação de dissertação de mestrado desenvolvida no âmbito de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arqueologia (ou com área de concentração em Arqueologia reconhecida pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior/Capes) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 15 mil.

Categoria III – Tese de Doutorado: visa a apresentação de tese de doutorado desenvolvida no âmbito de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arqueologia (ou com área de concentração em Arqueologia reconhecida pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior/Capes) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 20 mil.

Categoria IV – Artigo Científico: visa a apresentação de artigo científico inédito que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Nesta categoria, serão contemplados dois trabalhos e poderão concorrer estudantes de Arqueologia e áreas afins, profissionais de arqueologia e áreas afins. Premiação: R$ 5 mil para cada artigo vencedor.

Desde 2013, o Centro Nacional de Arqueologia (CNA/Iphan) promove o Prêmio Luiz de Castro Faria, em reconhecimento à pesquisa acadêmica que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro, que, devido à sua originalidade, vulto ou caráter exemplar, mereçam registro, divulgação e reconhecimento público. O resultado da edição deste ano será divulgado em 26 de setembro.

Luiz de Castro Faria

Nascido em Niterói (RJ) em julho de 1913, o antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo Luiz de Castro Faria foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Antropologia. Foi responsável pela formação de uma geração inteira de antropólogos brasileiros nas universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fluminense (UFF), onde recebeu o título de Professor Emérito.

Designado pelo governo brasileiro, foi responsável por participar, guiar e fiscalizar grandes expedições etnográficas do século XX. A última foi a Expedição à Serra do Norte, chefiada por Claude Lévi-Strauss, em 1938. Luiz de Castro Faria morreu aos 91 anos, no dia 12 de agosto de 2004.

Serviço
7ª Edição do Prêmio Luiz de Castro Faria
Inscrições: 5 de agosto de 2019
Edital ficha de inscrição

Informações sobre a premiação:
Centro Nacional de Arqueologia (CNA/Iphan)
(61) 2024-6300 – premio.cna@iphan.gov.br
Quadra SEPS, 713/913 Bloco D – 3º andar Asa Sul Brasília – DF

FONTE: ASCOM/Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – Ministério da Cidadania

Comissão de Assuntos Sociais aprova fim de carência de planos de saúde em casos de urgência

O usuário de plano de saúde pode ficar isento do cumprimento dos prazos de carência nos casos de urgência e emergência. O benefício é proposto no Projeto de Lei do Senado (PLS) 502/2017, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15).

A proposta, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), altera a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656, de 1998) para vedar mecanismos que dificultem o atendimento de urgência e emergência. A iniciativa também reduz para 120 dias o período de carência nas internações hospitalares.

Atualmente, os prazos máximos de carência definidos pela legislação são os seguintes: 24 horas, para atendimentos de urgência e emergência; 300 dias, para parto; e 180 dias, para cirurgias.

Embora a fixação de períodos de carência proteja as operadoras contra eventuais abusos e fraudes do consumidor, Rose argumenta que essa restrição não pode inviabilizar o atendimento de saúde em circunstâncias excepcionais e imprevisíveis, que exijam solução imediata.

“É o caso das urgências e emergências, que, se não forem tratadas a tempo, podem acabar por tornar inócua a finalidade primordial do contrato celebrado entre as partes, qual seja, a de resguardar a saúde e a vida”, destacou a autora do PLS 502/2017.

O relator, senador Mecias de Jesus (PRB-RR), recomendou a aprovação do projeto. Ele considera injustificável o plano de saúde não cobrir um problema de saúde que surja nas primeiras 24 horas do contrato e exija pronta intervenção médica.

“Retirar esse direito do usuário consumidor seria colocar em risco sua vida ou incolumidade física. Evidentemente, não se trata de permitir fraudes ao plano de saúde, que, no momento da contratação, poderá verificar se o potencial consumidor está em situação de urgência ou emergência previamente constituída”, ponderou.

Mecias apresentou emenda de redação para retirar do texto a palavra “regulação”. Ele explicou que o termo poderia gerar interpretação dúbia e ser confundido com “proibir classificações de risco e priorização de pacientes em serviços de urgência e emergência”, o que poderia causar desorganização no atendimento.

Aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso da decisão da CAS, o projeto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.

FONTE: Agência Senado

Novo presidente do Inep garante que não haverá censura de temas nas provas do Enem

Elmer Vicenzi disse que a comissão nomeada para avaliar as provas já encerrou os trabalhos e não tirou nenhum item da base nacional de questões. Na Comissão de Educação, ele confirmou realização das provas do Enem nos dias 3 e 10 de novembro e o nome da nova gráfica para impressão de provas

O novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Elmer Vicenzi, garantiu que não houve e não haverá censura de temas nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – confirmadas por ele para os dias 3 e 10 de novembro.

Em audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Elmer informou que a comissão de três pessoas criada no Inep em março para avaliar as questões do Enem trabalhou apenas por dez dias, já encerrou os trabalhos e não retirou itens da base nacional de questões. “Ela não funciona mais e não funcionará durante nossa gestão”, disse.

Conforme ele, essa comissão é mais uma entre as muitas que já foram instaladas no Inep. “Em 2016, também houve comissão instalada para leitura da prova”, lembrou. Elmer garantiu ainda que não existe qualquer normativa de corte de temas, por exemplo ligados a grupos minoritários. “A matriz de referência de estudo para os alunos é a mesma de 2009”, acrescentou.

Vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Marcelo Acácio ressaltou que a discussão de questões sociais, de questões de gênero e de direitos humanos nas provas do Enem é muito importante. “Hoje são vistos casos de machismo e racismo na sala de aula e é preciso abordar isso no Enem”, opinou. Ele acredita que há retrocesso em relação aos critérios utilizados na elaboração das provas do exame desde 2017.

Acesso às provas
Questionado pelo deputado Alencar Santana Braga (PT-SP), que pediu o debate, Elmer Vicenzi afirmou que nenhum integrante do governo solicitou a ele acesso às provas do Enem. “Não me foi solicitado por ninguém ler a prova”, afirmou. Caso lhe seja pedido acesso às provas, o presidente do Inep garantiu que, como funcionário público, só fará o que estiver dentro da legalidade. Ele acrescentou que a montagem da prova está sendo finalizada, e ainda não há tema da redação definido.

Vicenzi explicou que, para a elaboração das questões, há chamamento público principalmente entre professores universitários. Os selecionados elaboram os itens e trabalham junto com as comissões temáticas de assessoramento do Inep para refinar as questões. Se a questão é incorporada, o colaborador é pago, e o item é pré-testado. “Depois que o item é aprovado nesse pré-teste, ele vira bem público, não se mexe nele”, destacou.

“Esperamos que a fala do presidente do Inep se confirme e não haja qualquer ingerência no conteúdo da prova”, afirmou o deputado Alencar Santana Braga. “Esperamos que nem o presidente da República tenha acesso”, completou.

Datas e gráfica
O presidente do Inep confirmou a aplicação das provas nos dias 3 e 10 de novembro em todo Brasil. “Todo o cronograma está em dia e vamos trabalhar para que não haja percalço no caminho”, afirmou.

O nome da gráfica Valid S.A foi confirmado por Vicenzi para a impressão das provas do Enem. A troca da gráfica foi necessária devido à decretação de falência da empresa RR Donnelley, que era detentora do contrato, no dia 1º de abril. Segundo Elmer, a Valid era a gráfica seguinte na ordem de classificação na licitação realizada em 2016, e o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a contratação. Faltaria apenas o parecer da Advocacia Geral da União (AGU) sobre a contratação.

Inscrições abertas
As inscrições para o Enem ainda estão abertas, ao custo de R$ 85 – com isenção, por exemplo, para aluno de escola pública. As provas serão aplicadas em 1.727 municípios brasileiros. Estão excluídos municípios com menos de 600 inscritos, por exemplo.

FONTE: Câmara Notícias