Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

Nota de pesar: Morre o cantor José Rico

José rico

A música sertaneja do Brasil perde sua garganta de ouro e uma de suas maiores lendas. O cantor e compositor José Alves dos Santos, mais conhecido como José Rico, faleceu aos 68 anos,  na tarde esta terça-feira (3) no hospital Unimed, de Americana em São Paulo. De acordo com o boletim médico, o artista teve insuficiência do miocárdio, seguida de parada cardíaca.

Em nota oficial, a assessoria da dupla Milionário e José Rico, comunicou que:  “É com muita dor no coração e profunda tristeza que comunicamos o falecimento do nosso ídolo José Rico. Vamos rezar por este homem que tanta alegria nos deu. É impossível descrever nossa tristeza, estamos todos em estado de choque”.

A dupla Milionário e José Rico foi responsável pela venda de mais de 35 milhões de discos ao longo da carreira. Clássicos como “Amor Dividido”, O Tropeiro”, Viver a Vida, Sonhei com Você e Estrada da Vida, composta por ele, jamais serão esquecidos.  A Agência Abraço se solidariza com a família e amigos do cantor e lamenta a morte do talentoso artista popular, que durante mais de 40 anos, enriqueceu e proliferou a cultura e as raízes do Brasil.

 

Por Bruno Caetano

Da Redação

Sinpro-DF: Volta às aulas mas com mobilização permanente

 887342_807929862608772_8123640816150370247_o

Apesar de o Governo do Distrito Federal (GDF) continuar em débito com os(as) professores(as), a categoria deliberou pela volta às aulas nesta
segunda-feira (2/3) -, após uma semana de paralisação – em assembleia realizada na sexta-feira passada.

Mas os(as) professores(as) continuam mobilizados, tanto que decidiram realizar nova assembleia no dia 9 de abril, com indicativo de greve. O objetivo é manter a categoria organizada para a defesa do pagamento de parcela do reajuste previsto no plano de carreira, em março. Ou seja, pelo que está disposto na Lei 5.105/2013, esta parcela deverá estar em conta-corrente até o quinto dia útil de abril.

Além disso, o GDF deve assegurar o cumprimento do que foi negociado na sexta-feira, como a antecipação da quitação dos pagamentos atrasados para este mês. Caso o governo não cumpra o estabelecido em documento e nem pague o reajuste previsto no plano de carreira, os(as) docentes poderão reavaliar a situação e entrar em greve.

Confira, a seguir, como ficou a proposta do GDF – apresentada em documento composto por sete compromissos:

compromisso-gdf

Informações e imagens: Sinpro-DF

Rádio comunitária da Paraíba tem carro destruído e sede prejudicada após incêndio

INCENDIO-570x280

A rádio comunitária Alhandra FM, do município de Alhandra, na Paraíba, sofreu um incêndio de grande proporção na noite da última quarta-feira (25/02).
Segundo o site Portal do Litoral PB, o incidente destruiu um transmissor, microfones e a mesa de áudio, além de um carro de som que ficou completamente queimado.
No momento do incêndio, não havia pessoas no prédio da rádio. A polícia segue investigando o caso e uma perícia será realizada para descobrir se o incêndio foi acidental ou criminoso.
Informações: Portal Imprensa
Foto: Marcos Dantas (Blog do Carlos Araújo)

 

Prefeitura de Barbacena fecha sete escolas rurais

manif-barbacena

Um decreto publicado pela Prefeitura de Barbacena/MG, no início de janeiro de 2015, determinava o fechamento de sete escolas nas zonais rurais da cidade e a transferência dos seus alunos para escolas do Centro e de bairros da zona urbana do município. Os pais dos estudantes e o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais cobraram da Secretaria de Educação uma solução para a transferência dessas crianças, que, segundo os responsáveis, teriam que percorrer grandes distâncias para estudar e ficar expostas a acidentes.

 

Segundo informações do presidente do STTR de Barbacena, Márcio José da Silva, essas sete escolas atendem cerca de 300 alunos a partir de 4 anos até os que cursam o 4º ano do Ensino Fundamental.

 

O Ministério Público foi acionado e, na tarde do dia 30 de janeiro, realizou uma reunião com representantes da Secretaria de Educação. Na época, decidiu-se apenas que o início do período escolar seria adiado.

 

Já no dia 4 de fevereiro, foi realizada uma manifestação de rua no centro de Barbacena reivindicando o não fechamento dessas escolas. “A vontade dos pais é de manter as crianças nas escolas na sua própria comunidade”.

 

Devido à forte pressão feita pela população, o prefeito de Barbacena, Toninho Andrada, determinou modificações no decreto que determinava o fechamento dessas sete escolas. As alterações foram publicadas no Diário Oficial do Município no dia 5 de fevereiro, um dia depois da mobilização. Segundo o presidente do STTR, as modificações são as seguintes:

 

– As crianças da escola da comunidade de Serrão, que iriam para a zona urbana, agora serão transferidas para a Escola Rural do Faria.

– Os alunos da comunidade Padre Brito irão para a escola da comunidade de Ponto Chique dos Candendês (comunidade quilombola).

– Os das comunidades de José Luiz e Campestre II irão para a sede do distrito para uma escola estadual.

– Já as crianças da comunidade Campestre I e de Vargem Grande irão para a sede do distrito de Senhora das Dores.

– E as de Torres serão transferidas para a Escola de Palmital.

 

Segundo Márcio, ontem (23) e hoje (24), a Prefeitura enviou para a comunidade de Serrão 7 ônibus para fazer o transporte escolar das crianças. No entanto, todos os veículos apresentavam irregularidades e foram multados. Os pais estão preocupados com a segurança dos filhos neste trajeto, que é feito em estrada de chão e continuam reivindicando a reabertura das escolas nas comunidades de origem.

 

O secretário de Políticas Sociais da CONTAG, José Wilson Gonçalves, disse que o prefeito descumpriu as orientações da Lei 12.960/2014, que altera o artigo 28 da Lei 9.394, que diz que o fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas será precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pela Secretaria de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escolar.

 

Segundo o dirigente da CONTAG, em nenhum momento o prefeito ou representantes da Secretaria de Educação abriram um diálogo com a comunidade e nem com o Conselho Municipal de Educação. “A CONTAG é totalmente contrária a essa atitude arbitrária de gestores públicos de fecharem escolas rurais sem ouvirem a comunidade. Estão agindo contra a orientação do governo federal, é uma atitude antidemocrática e fere a Constituição Brasileira no que diz respeito ao direito de todos(as) à educação.”

 

Segundo José Wilson, nos últimos 10 anos foram fechadas mais de 27 mil escolas rurais em todo o Brasil. Os principais motivos alegados pelos gestores públicos é a falta de recurso para mantê-las funcionando, com pagamento de salários e fornecimento de merenda escolar. No entanto, segundo o dirigente, os impactos na vida das crianças do campo são enormes, como o abandono aos estudos, riscos de acidentes no trajeto para as escolas mais distantes, perda da cultura da sua região de origem, dentre outras.

Informações: Contag

No Piauí, oficina formará multiplicadores no combate ao trabalho escravo

o-trabalho-escravo-ainda-atinge-milhares-pessoas-no-brasil-52cbea649efcf

O trabalho escravo, infelizmente, ainda é uma prática disseminada em todo o mundo. O MSTTR luta continuamente pelo combate a esse crime e desenvolve ações para disseminar formas de erradicar o trabalho forçado. Entre os dias 23 e 26 de fevereiro, em Teresina (PI), será realizada uma Oficina de Formação de Multiplicadores no Combate ao Trabalho Escravo. Uma oficina já foi realizada no Maranhão entre os dias 27 e 30 de janeiro e outra oficina está prevista para ser realizada no Pará.

As atividades são fruto de um termo de cooperação firmado em novembro de 2014 entre a OIT e a CONTAG (Confederação dos Trabalhadores na Agricultura), que compreende ações do Projeto “Consolidando e Disseminando Esforços para o Combate ao Trabalho Forçado no Brasil e no Peru”. Entre as atividades previstas pelo termo estão o desenvolvimento de oficinas de capacitação que visam aumentar o acesso à informação sobre o tema e estimular a realização de denúncias pelas vias formais. A escolha das localidades levou em consideração as regiões de maior vulnerabilidade e de ocorrência de trabalho escravo.

O termo de cooperação também prevê a elaboração e publicação de manual para as atividades formativas, uma cartilha e um portal na internet com canal de denúncias e de pedidos de fiscalização pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A oficina do Piauí terá como público cerca de 30 participantes, entre lideranças sindicais de trabalhadores e trabalhadoras rurais e técnicos do movimento sindical. A atividade contará com a presença do secretário de Assalariados e Assalariadas Rurais da CONTAG, Elias D’Angelo Borges, do coordenador do Programa de Combate ao Trabalho Forçado da OIT, Luiz Antonio Machado, de representante do Ministério do Trabalho e Emprego, Paula Mazullo, de representantes da PRF Alexandre da Cruz Sousa e Juracy Sodré, e do coordenador da campanha De Olho Aberto Para Não Virar Escravo, Francisco Alan Santos Lima, entre outras autoridades.

Luta constante – Estimativas mais recentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que cerca de 20,9 milhões de pessoas são submetidas a práticas de trabalho forçado em todo o mundo. E que esta prática criminosa está presente em todas as regiões e tipos de economia, e são impostas por agentes privados, e não pelo Estado.

Combater este crime é uma forma concreta de alcançar a justiça social através da promoção de uma globalização justa. No Brasil, em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a existência de trabalho forçado e, deste então, verifica-se que constante progresso tem sido feito para a eliminação desse crime, como observado nos Relatórios Globais da OIT nos anos de 2005 e 2009 (“Aliança Global contra Trabalho Forçado” e o “Custo de Coerção”). Em 2003, o governo lançou o Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo. Entre 1995 e 2012, mais de 44 mil trabalhadores encontrados em condições de trabalho forçado foram resgatados, pela Unidade de Inspeção Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de condições de trabalho “análogas à escravidão”, conforme definido no Código Penal Brasileiro.

Para consolidar esforços para o efetivo combate a esse crime, é necessária a construção de diversas ferramentas, dentre as quais um processo formativo específico e que tenha condições de alcançar os trabalhadores e trabalhadoras rurais em situação de vulnerabilidade ou vítimas deste crime.

 

Informações: Imprensa Contag

Professores do Distrito Federal retornam às escolas com calendário arbitrário e sem receber férias

protesto1

Os professores retomam suas atividades pedagógicas nesta quinta-feira (19) sem receber o abono de férias e com um calendário escolar imposto pelo novo Governo do Distrito Federal (GDF) que traz uma série de prejuízos para a comunidade escolar. O ano letivo começa na segunda-feira (23/2) com paralisação da categoria e uma assembleia às 10h na Praça do Buriti.

O GDF justificou a alteração arbitrária no calendário com o argumento de fazer reformas nas escolas. O secretário de Educação, Júlio Gregório, anunciou na imprensa que se tratava de obras invisíveis. O fato é que os(as) professores, os(as) estudantes e toda a comunidade escolar começam o ano com um calendário ruim porque, dentre outros motivos, encerra o ano letivo depois do Natal de 2015, no dia 29 de dezembro, e reduz o período de recesso do meio do ano, época de seca em Brasília.

A reivindicação para o recesso do meio do ano ser maior vem de muitas décadas atrás. No fim da década de 1970, estudantes e suas famílias, bem como os(as) professores(as) das redes pública e privada, reivindicavam o aumento desse recesso por causa das intensas secas da região. Várias vezes o GDF e escolas privadas tiveram de suspender aulas no meio do ano por causa da estiagem e da intensa falta de umidade no ar.

O calendário escolar da rede pública do Distrito Federal jogado no lixo pelo novo governo, e que desde 2007 tem sido democraticamente construído com a comunidade escolar, sempre levou em consideração o período suficiente para o governo realizar obras visíveis e invisíveis nos prédios das 657 escolas públicas, bem como todos os outros ajustes infraestruturais e pedagógicos que favoreciam a escola, a categoria, o governo e a população usuária do serviço público de educação. Dava conta também de todas as reivindicações históricas da população brasiliense, como essa do período de recesso durante a seca do meio do ano.

Afinal de contas, era um calendário democrático, elaborado para atender às necessidades da comunidade escolar e para fortalecer o ensino público, gratuito, referenciado socialmente. Todavia, esse calendário deixou de existir por um capricho da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) que, para justificá-lo, alegou haver obras invisíveis a serem feitas pelo GDF.

A categoria retorna estressada do período de descanso por causa dos atrasos nos pagamentos. Boa parte dos(as) professores(as) teve de se submeter a juros do sistema financeiro e pagar suas contas com dinheiro emprestado do BRB porque os direitos trabalhistas devidos não foram pagos. Agora, o governo impõe um calendário escolar oneroso para professores(as), estudantes e para as famílias que têm filhos em escola pública.

Diante dessa situação, o Sinpro-DF orienta cada professor(a) a observar se as obras invisíveis anunciadas pelo GDF foram realizadas nas escolas em que atuam e se elas justificam a mudança do calendário escolar. É preciso que cada professor(a), quando chegar na escola, identifique se a escola dele é uma dessas que motivaram a alteração de calendário escolar.

 

Informações: Sinpro – DF

 

Programa de TV aborda a importância das Rádios e TV’s Comunitárias

divino

O programa Tendências e Negócios, veiculado na TV Brasília, canal 6, abordou a importância das rádios e TV’s comunitárias do Brasil. O representante da Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), o radialista Divino Cândido e o  jornalista Beto Almeida (TV Comunitária) ressaltaram o apoio que estas mídias alternativas precisam para sobreviverem e continuarem proliferando a diversidade cultural do nosso país.

Clique aqui para assistir o programa!

 

 

Técnicos do Ministério das Comunicações inventam nova “ferramenta” para perseguir as Rádios Comunitárias

RádioComunitária

Não bastasse a Anatel cercar a radiodifusão comunitária com o muro da burocracia e da dificuldade, agora, os técnicos do Ministério das Comunicações estão dispostos impedir o progresso da democratização da comunicação no Brasil. Os “agentes da mordaça” querem não só atrapalhar as outorgas, mas também criar empecilhos para se dar andamento às mesmas. De acordo com o coordenador da Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), José Sóter, os técnicos adotaram como procedimento padrão, o entendimento de que nenhum radialista comunitário pode ser filiado a algum partido. Com esta “desculpa”, estão utilizando consultas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para fazerem a checagem.

Com bases nas informações registradas no TRE, os funcionários estão arquivando processos de solicitação e de renovação de autorização, jogando fora anos de árdua luta de várias comunidades do Brasil. Através destes técnicos, o Ministério das Comunicações está enviando cartas para as rádios comunitárias, com o assunto: Exigências relativas ao requerimento de renovação de outorga. O documento, que ameaça extinguir a outorga da emissora, traz anexadas consultas que comprovam a participação dos dirigentes das rádios em algum partido político.

Com esta nova e implacável “caça às bruxas” realizada pelos técnicos, o representante da Abraço enviou email ao ministro das comunicações, Ricardo Berzoini, questionando esses procedimentos e solicitando sua intervenção.

 

Por Bruno Caetano

Da Redação

ONU Mulheres e universidades lançam parceria pelo fim do trote violento contra gênero e raça

onumulheres

No marco da campanha do Secretário-Geral da ONU “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, a ONU Mulheres, grupos de estudos de gênero e raça das Universidades brasileiras, coletivos feministas e a Diretoria de Mulheres da UNE (União Nacional dos Estudantes) se juntam para dizer NÃO à violência simbólica e física contra calouras e calouros nos trotes universitários. As entidades lançaram na sexta-feira (6/2) uma  Carta pelo Fim do Trote violento contra Gênero e Raça, com o intuito de expressar publicamente um compromisso institucional a favor de mulheres, trans, lésbicas, gays, negras e negros, que há anos são vítimas da violência nos trotes.
Nos últimos dois anos, surgiram no Brasil diversas denúncias contra trotes universitários organizados por veteranos, que lançam mão de práticas machistas, lesbofóbicas, homofóbicas, transfóbicas e racistas contra calouras e calouros. Ano após ano, esse grupo é submetido a atividades agressivas definidas por veteranos, nas festas das faculdades e dentro das residências estudantis – a maioria deles, homens brancos e de classe média alta.

 

Entre as atividades propostas na Carta para dar fim a essas práticas violentas estão a elaboração de uma campanha de mídia e advocacy contra o trote violento, que conscientize universitárias e universitários a respeito da violência de gênero e raça, e a formação de uma rede institucionalizada de apoio, com a implementação de comitês de apuração e ouvidorias.

Na recepção da calourada, no primeiro semestre letivo de 2015, serão realizadas aulas públicas sobre o trote violento e a igualdade de gênero e raça, na Faculdade Cásper Líbero, na USP (Universidade de São Paulo) e na Universidade Federal de Goiás, onde alunas e alunos também tomarão contato com o tema por meio de materiais de comunicação, como lambe-lambes e faixas.

As ações também incentivam a denúncia de violências sofridas ou presenciadas por meio do aplicativo Clique 180 (http://clique180.org.br) disponível para download nos sistemas de telefones inteligentes (smartphones) IOS e Android, do portal Minha Voz (www.minhavoz.com) e do mapa Chega de Fiu Fiu (www.chegadefiufiu.com.br), a fim de tornar públicos os casos de violência e fornecer informações como serviços públicos de assistência policial, jurídica e psicológica pós-violência ou de prevenção.
Eliminação da violência de gênero – “O Valente não é Violento” é uma iniciativa da campanha UNA-SE Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que conta com o envolvimento de todas as agências da ONU e é coordenada pela ONU Mulheres. No Brasil, a ação conta com o apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

Tem como objetivo estimular a mudança de atitudes e comportamentos machistas, enfatizando a responsabilidade que os homens devem assumir na eliminação da violência contra as mulheres e meninas. Desse modo, a juventude da América Latina e do Caribe poderá ter uma vida livre da violência de gênero.

Parceria Institucional: ONU Mulheres; O Valente não é Violento (iniciativa das Nações Unidas com o apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República); USP Diversidade; Genera – Núcleo FEA de Pesquisa em Gênero e Raça; Poligen – Grupo de Estudos de Gênero da Poli-USP; Ser-Tão – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade da UFG; Diretoria de Mulheres da UNE; Faculdade Cásper Líbero; Coletivo Feminista Histéricas; Instituto Federal do Maranhão; Centro Acadêmico Visconde de Cairu – FEA- USP; Centro Acadêmico João Mendes Júnior – Mackenzie.

 

Agenda de Aulas Públicas sobre igualdade de gênero e raça:

Faculdade Cásper Líbero: 10/2, terça-feira

Debate sobre gênero e relações raciais no ambiente universitário, em dois horários:
das 8h30 às 10h, com:
– Juliana Serzedello, professora de História
– Liraucio Girardi Júnior, professor de Sociologia
– Camila Araújo, aluna de Relações Públicas e integrante do coletivo AfriCásper
– Centro acadêmico Vladimir Herzog
das 19h30 às 21h, com:
– Bianca Santana, professora do curso de Jornalismo, integrante da Casa de Lua Organização Feminista
– Rodrigo Antunes Morais, professor do curso de Publicidade e Propaganda (a confirmar)
– Vinicius de Vita, aluno do curso e Jornalismo e integrante da Frente LGBT
– Giulia Araújo, aluna de jornalismo e integrante da Frente Feminista Casperiana Lizandra
Onde: Avenida Paulista, 900, Bela Vista, São Paulo – SP

 

USP Diversidade – Universidade de São Paulo: 24/02, terça-feira, a partir das 9h
Evento Democracia Universitária, ética e corpo: não à opressão, nenhuma vida vale menos
Onde: Teatro da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Av. Dr. Arnaldo , 455, São Paulo – SP.

Dia 25/2, quarta-feira
Calourada unificada organizada pelo DCE – Evento sobre gênero e diversidade (a confirmar)
Onde: Universidade de São Paulo – Campus Cidade Universitária.

 

Informações: ONU Mulheres

 

Ministério da Cultura se reúne com movimentos sociais de São Paulo

ivana bentes

A secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (MinC), Ivana Bentes, participa nesta terça-feira (10/2) de uma série de reuniões com representantes de movimentos sociais da cidade de São Paulo. O objetivo é construir, de forma participativa, uma agenda em torno da diversidade cultural. O Capão Redondo, um dos bairros mais populosos da periferia do município, foi o local escolhido para os encontros.

Serão realizados encontros com produtores e articuladores culturais, líderes comunitários, coletivos, povos de terreiros, índios guaranis, grafiteiros, poetas, saraus, artistas de funk e outros integrantes da rede construída sob o alicerce da Cultura Periférica.

Entre os assuntos a serem discutidos na reunião está a Lei Cultura Viva, sancionada em julho de 2014, que transformou o Programa Cultura Viva em política de Estado. A nova legislação garante mais recursos para o fomento de Pontos de Cultura e mais simplicidade nos processos de seleção, convênio e prestação de contas. Além disso, institui o Cadastro Nacional dos Pontos e Pontões de Cultura.

 

Serviço

De 10h30 as 11h30

Encontro com índios guaranis, comunidades tradicionais de terreiro e Raquel Trindade

Capão Cidadão – Rua José Messias, 1000

De 12h as 13h

Encontro com os coletivos de cultura periférica (Saraus, Coletivos, Espaços Ocupados e etc)

Espaço Comunidade – Rua Domingos Marques, 104 – Jardim Monte Azul

De 16h as 18h

Liga do Funk Apresenta – Cadeira Elétrica com a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Ivana Bentes

Ação Educativa – Rua General Jardim, 660 – Centro

 

Informações: CDN