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Aplicativo do SUS aproxima cidadãos dos serviços públicos de saúde

Plataforma conta com 1,2 milhão de downloads e facilita a vida de usuários e gestores. A ferramenta também dá transparência aos atendimentos, como retirada de medicamentos

Serviços, informações e utilidades públicas em saúde a um toque dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e o melhor: sem sair de casa. Essa praticidade já está disponível a toda população no aplicativo, Meu DigiSUS, plataforma móvel e digital disponibilizada pelo Ministério da Saúde, para dar comodidade e autonomia aos usuários e dar agilidade aos serviços no SUS. Por meio dele, a população já pode acompanhar via celular, suas consultas e exames ambulatoriais, nas UBS informatizadas; dispensação de medicamentos; visualização do histórico de suas solicitações; posição na fila do Sistema Nacional de Transplantes; entre outras funcionalidades relacionadas à saúde pública.

Até o momento, já foram realizados 1,2 milhão de downloads do Meu DigiSUS, entre smartphones com sistemas IOS e Android. Um dos principais benefícios do aplicativo é o melhor atendimento aos pacientes do SUS, onde eles poderão se tornar fiscais, avaliando o atendimento realizado, e denunciando fraudes em qualquer canto do país, além de possibilitar aos gestores municipais, estaduais e da União um planejamento adequado do setor, permitindo o aprimoramento constante desses serviços. A unificação dos serviços em uma única ferramenta também permitirá a correta aplicação dos recursos públicos.

Para o diretor do Departamento de Informática do SUS (DATASUS), do Ministério da Saúde, Guilherme Teles, o aplicativo vai reduzir custos e diminuir as filas presenciais nas estruturas físicas nos estados e municípios. “Em todo o mundo, o uso da Saúde Digital tem constantemente mudado a forma de organização e disponibilização dos serviços de saúde. No Brasil, este aplicativo irá justamente realizar isso, por meio da melhoria constante da qualidade dos serviços, dos processos, da prevenção e prioritariamente da atenção à saúde”, afirmou Guilherme.

Pela plataforma móvel oficial do SUS, o cidadão consegue encontrar hospitais, unidades de saúde e outros estabelecimentos próximos de sua residência; identificar farmácias participantes do Aqui tem Farmácia Popular e acompanhar os medicamentos que o cidadão retirou, além de avaliar o atendimento desses serviços. Também é possível acessar uma linha do tempo de cada atendimento realizado pelo SUS, além do Cartão Nacional de Saúde e os dados pessoais, com informações sobre nutrição e alergias.

O aplicativo está em funcionamento há três anos e já é reconhecido pela sua inovação tecnológica. A plataforma é interligada às 19.788 Unidades Básicas em Saúde (UBS) que já estão informatizadas em 3.780 municípios, totalizando 106.179.196 pessoas cobertas. Ao todo, 11 sistemas estão integrados no aplicativo, entre eles o Cadastro Nacional de Usuário do SUS (CADSUS), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Farmácia Popular e os Sistemas Nacional de Transplantes (SNT), de Regulação (SISREG), de Atenção Básica (e-SUS AB) e o Hemovida.

Como baixar o aplicativo

Para realizar seu primeiro acesso, baixe o aplicativo Meu DigiSUS na loja compatível com o celular e insira algumas informações básicas como: CPF, nome da mãe e e-mail. Após isto, o sistema localizará o seu cartão e enviará ao correio eletrônico cadastrado uma mensagem para verificação de segurança. Após este passo, você visualizará o número do seu Cartão Nacional de Saúde e terá acesso as suas informações de saúde.

Se não conseguir entrar no aplicativo, o Ministério da Saúde recomenda que o usuário procure a unidade de saúde mais próxima da sua residência para que o seu cadastro possa ser realizado. Para outras dúvidas, ligar na Ouvidoria do SUS, no 136.

Aplicativo Meu DigiSUS é premiado

No último dia 18 de agosto, o aplicativo Meu DigiSus foi reconhecido com o prêmio Case de Sucesso durante 9ª edição do 4CIO-DF 2018, realizada em Florianópolis (SC). O evento é um dos maiores do ramo da tecnologia da informação (TI) e reúne os responsáveis pela TI das principais empresas do Brasil – CIOs ou Chief Information Officer. A comissão avaliadora selecionou cinco Cases de Sucesso para concorrer ao prêmio final. Entre as instituições escolhidas estavam a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e a Secretaria de Estado de Educação do DF.

 

FONTE: ASCOM/Ministério da Saúde

CTAv oferece serviços gratuitos para a sociedade

Centro Técnico Audiovisual (CTAv), vinculado à Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura, apoia desde 1985 a produção, a conservação e a pesquisa audiovisual no Brasil. Com objetivo de fomentar a produção nacional de pessoas físicas e jurídicas, o Centro – localizado no Rio de Janeiro (RJ) – oferece a cineastas iniciantes ou profissionais serviços gratuitos, como depósito de filmes, empréstimo de equipamentos, mixagem, pesquisa, utilização do estúdio e apoio a mostras e festivais, entre outros.
De acordo com a coordenadora geral do CTAv, Daniela Pfeiffer, a intenção primordial da instituição é apoiar o desenvolvimento da atividade audiovisual brasileira. “Em 2018, o Centro assume a formação como sua principal vocação, passando a oferecer também cursos, oficinas, visitas interativas e programas com escolas públicas. Com isso, a instituição tem ampliado o diálogo com um público que não necessariamente atua no mercado audiovisual, oferecendo uma perspectiva profissionalizante”, informa.
Entre os serviços mais procurados está o de mixagem, que é o trabalho de equalização, processamento e distribuição do áudio do material audiovisual nas caixas de som. O serviço é realizado pelo mixador oficial do CTAv. Caso mixadores externos queiram trabalhar em suas obras, o Centro também disponibiliza o estúdio e a infraestrutura para esse trabalho, sempre das 9h às 12h e sujeito a agendamento prévio. Os pedidos serão avaliados por uma comissão do Centro.
Apoios e serviços
Equipamentos de filmagem digital e gravação de áudio podem ser solicitados ao CTAv, sob forma de empréstimo, para a gravação de filmes e produtos voltados para televisão. Os interessados devem participar de seleção pública, inscrevendo-se pelo site. Caso selecionados, podem usar o kit de filmagem de um a 30 dias, desde que seja adequado ao projeto.
Além disso, pessoas e empresas podem depositar materiais audiovisuais brasileiros no acervo do Centro. É possível também realizar consultas de fotos, artigos e trechos de filmes em película e digitais cujos direitos patrimoniais pertençam à instituição.
O Centro também conta com o Prêmio CTAv de Apoio a Mostras e Festivais, que garante aos selecionados serviços gratuitos de mixagem e empréstimo de equipamentos exclusivamente para a participação em mostras e festivais.
Sobre o CTAv
Criado em 1985 a partir de parceria entre a Embrafilme e o National Film Board do Canadá, o CTAv integra, desde 2003, a estrutura da Secretaria do Audiovisual do MinC. O centro é referência na América Latina em conservação de acervo, sendo responsável pela guarda de mais de 20 mil rolos de película e 4,5 mil arquivos digitais.
Serviço
Endereço: Avenida Brasil, 2482, Benfica – Rio de Janeiro (RJ)
Horário de atendimento ao público: das 10h às 16h
Telefone: (21) 3501-7801
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

Bolsa Família começou a ser pago nessa segunda-feira (17)

A quantia que cada beneficiário recebe varia conforme o número de pessoas na família, a idade de cada um e a renda declarada

As famílias beneficiárias do programa Bolsa Família começam a receber o pagamento de setembro a partir dessa segunda-feira (17). O repasse é realizado de acordo com o Número de Inscrição Social (NIS) impresso no cartão. Aqueles que terminam com final 1 podem sacar no primeiro dia do pagamento. Os com final 2, no segundo dia e assim por diante. Os recursos ficam disponíveis para saque por um período de três meses.

O Bolsa Família é voltado para as famílias inseridas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e que têm renda mensal por pessoa de até R$ 89, além daquelas com renda familiar mensal de até R$ 178 por pessoa e que tenham integrantes gestantes, crianças ou adolescentes. A quantia que cada beneficiário recebe varia conforme o número de pessoas na família, a idade de cada um e a renda declarada.

Segundo o diretor do Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Luís Henrique Paiva, os dados dos beneficiários devem estar sempre em dia. “Manter as informações do Cadastro Único atualizadas é importante para que possamos entrar em contato com as famílias e que as políticas públicas saibam onde as famílias se encontram. Qualquer alteração significativa como alteração de endereço, mudança de escola dos filhos ou na renda, informe ao Cadastro Único”, esclarece o diretor.

Além disso, ao se inscreverem no programa Bolsa Família, os beneficiários assumem compromissos nas áreas de Educação e Saúde. Com isso, as famílias se comprometem a realizar o pré-natal, a levar as crianças para vacinar e fazer com que a frequência escolar delas seja de 85% até os 15 anos de idade, e de 75% até os 17 anos.

Saiba Mais

Para fazer o registro no Cadastro Único, o responsável pela família deve procurar um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou um posto de atendimento do Bolsa Família no município. É necessário levar documentos de identificação pessoal, como RG, carteira de identidade, carteira de motorista e certidão de nascimento de todas as pessoas que vivem na residência.

FONTE: ASCOM/MDS

PET-Saúde prorroga inscrições para projetos

O programa atuará com foco na Educação Interprofissional (EIP) em Saúde

Foram prorrogadas, até o dia 1º de outubro, as inscrições para o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde/Interprofissionalidade). A divulgação da lista dos projetos inscritos e da seleção dos projetos também sofreram alterações. As novas datas serão dia 08 de outubro e 26 de outubro, respectivamente.

O objetivo do PET-Saúde/Interprofissionalidade é promover a integração ensino-serviço-comunidade com foco no desenvolvimento do SUS, a partir dos elementos teóricos e metodológicos da Educação Interprofissional (EIP), com vistas a implementar os projetos político-pedagógicos dos cursos de graduação da área da saúde nessa abordagem.

“O PET-Saúde é uma estratégia que busca ações para a transformação da formação profissional em saúde, com maior integração entre ensino, serviço e comunidade. Para essa edição, priorizamos o tema da EIP, pois se trata de uma estratégia educacional com comprovada evidência para melhorar a qualidade da atenção à saúde. Assim, a nossa proposta é investir na EIP para que instituições de ensino e serviços de saúde possam aprimorar a formação profissional em saúde, utilizando os princípios da EIP, em direção a uma prática mais colaborativa, conforme as necessidades do nosso sistema de saúde”, destacou a diretora do Departamento de Gestão da Educação em Saúde (DEGES), Cláudia Brandão.

Clique aqui e inscreva o seu projeto.

A Educação Interprofissional é uma abordagem na qual os membros de mais de uma profissão aprendem juntos, interativamente, com o propósito explícito de melhorar as práticas colaborativas em saúde.

As ações desenvolvidas pelos projetos deverão envolver atores do SUS e da comunidade acadêmica, como professores, estudantes, profissionais de saúde, gestores e usuários, com foco na interprofissionalidade, interdisciplinaridade, intersetorialidade, trabalho em rede, integração ensino‐serviço e diversificação dos cenários de práticas como prerrogativas para mudanças, na dinâmica do trabalho em saúde, fortalecendo o conceito de humanização do cuidado e o princípio da integralidade da assistência no contexto das redes colaborativas na formação para o SUS. Os projetos deverão contemplar ações por um período de 24 meses, a partir do início de execução das atividades, condicionada à validação do cadastro de todos participantes.

Podem participar as Secretarias Municipais e/ou Estaduais de Saúde em conjunto com Instituições de Ensino Superior (IES), públicas ou privadas sem fins lucrativos, que ofereçam cursos de graduação na saúde, estabelecidos conforme Resolução nº 287, de 8 de outubro de 1998, do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e cursos de graduação em Saúde Coletiva ou áreas afins, autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC).

As ações propostas deverão ter como base:

  • Educação Interprofissional (EIP);
  • Trabalho colaborativo;
  • O efetivo trabalho em equipe entendido para além de diferentes sujeitos dividindo o mesmo espaço, mas um processo permanente de colaboração; e
  • Autocuidado e a autonomia das pessoas, famílias, grupos e comunidades.

A seleção dos projetos será realizada pela Comissão Técnica, composta por representantes do Ministério da Saúde e Ministério da Educação. Os valores das bolsas para estudantes, preceptores e professores do PET‐Saúde/Interprofissionalidade terão como referência os valores estabelecidos pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq).

O resultado final da seleção será publicado no Diário Oficial da União e disponibilizado no site da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), além de ser comunicado ao Coordenador do Projeto por meio do endereço eletrônico informado no FormSUS.

PET-Saúde/Interprofissionalidade – Cronograma de Atividades

Inscrição (envio dos projetos) 01/08/2018 a 14/09/2018
Divulgação da lista dos projetos inscritos A partir de 18/09/2018
Seleção dos projetos 24/09/2018 a 19/10/2018
Resultado preliminar 29/10/2018
Interposição de recursos 30/10/2018 a 01/11/2018
Análise de recursos Até 08/11/2018
Resultado final 09/11/2018
Início dos projetos (previsão) 19/11/2018

FONTE: ASCOM/Ministério da Saúde

Campanha pede doação de livros para biblioteca do Museu Nacional

Um incêndio de proporções ainda incalculáveis atingiu, no começo da noite deste domingo (2), o Museu Nacional do Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na zona norte da capital fluminense

Um dos enormes prejuízos causados pelo incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, no início de setembro, foi a destruição do acervo da Biblioteca Francisca Keller (BFK), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Para reerguer a biblioteca, fundada há 50 anos, o programa iniciou uma campanha para receber doações de livros e publicações.

“A Biblioteca Francisca Keller foi incinerada, mas não morta. Uma biblioteca só morre quando não tem mais leitores. Nós temos leitores. Agora precisamos de livros”, diz o texto da campanha, que é assinado pela Comissão para reconstrução e renovação da BFK.

Interessados em doar podem saber mais detalhes no SITE DA CAMPANHA, onde há informações sobre os livros que foram queimados e títulos que já foram doados por outras pessoas ou institutos de pesquisa.

A biblioteca tinha 37 mil volumes e era considerada uma das mais importantes na área de ciências sociais no Brasil e na América Latina. Seu acervo era principalmente de obras contemporâneas e contava com títulos importantes para os pesquisadores do programa e de outras instituições de ensino.

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social tem nota máxima (sete) na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e foi um dos mais afetados pelo incêndio no Museu Nacional. Grande parte de seu acervo sobre etnias indígenas, por exemplo, foi consumido pelo fogo. Salas de aula e de pesquisa que ficavam no palácio precisaram ser realocadas no Horto Botânico, assim como salas de professores e pesquisadores.

FONTE: Agência Brasil

Projeto capacita gratuitamente mulheres de baixa renda para trabalhar na construção civil: as inscrições estão abertas para nova turma em São Gonçalo – RJ

O lema “Lugar de mulher é onde ela quiser” está cada vez mais presente na realidade feminina. Com isso em mente, a engenheira civil Deise Gravina idealizou o projeto Mão na Massa lançado em 2006, uma proposta pioneira de qualificação profissional para mulheres, no setor da construção civil.

A iniciativa usa a força da construção civil para transformar a vida de mulheres em situação de vulnerabilidade social. O público são mulheres entre 18 e 45 anos, com escolaridade igual ou superior ao 5º ano do Ensino Fundamental e visa a formação profissional e inserção de pedreiras, carpinteiras de fôrma, pintoras e eletricistas em canteiros de obras. Segundo Deise Gravina o projeto pioneiro já conseguiu transformar a vida de 1,2 mil mulheres e suas famílias. “Não é apenas um projeto que vai qualificar mulheres para o trabalho. Nós observamos que elas transformam as suas vidas, a de seus familiares e ganham o respeito da comunidade. É um projeto que traz ganhos permanentes”.

Rio de Janeiro (RJ) 14/01/2011 Mão na Massa – Projeto que capacita mulheres para ingressar no mercado da construção civil. Foto Ana Branco

A qualificação profissional é gratuita para as participantes, que além das aulas e do diploma, recebem equipamento de proteção individual e um kit de ferramentas para iniciar serviços e gerar renda após a qualificação. Ao final do curso, as operárias são certificadas pela Faetec e depois de formadas podem trabalhar como meio oficial, cargo acima do de servente de obra. O projeto é patrocinado pela Petrobras e já formou 14 turmas, várias delas já são MEI e empregam suas colegas.

 

NOVA TURMA

Dessa vez serão 60 vagas para curso de seis meses, realizado em São Gonçalo, dividido em duas etapas: quatro meses com aulas teóricas (dois deles no canteiro escola) e mais dois meses com as aulas práticas, supervisionadas por engenheira e técnica em edificações.

As inscrições vão do dia 17 a 19 de setembro e devem ser feitas na Avenida Santa Luzia 1032, Santa Luzia – São Gonçalo- RJ. As candidatas devem apresentar o original e a cópia da carteira de identidade, do CPF e do comprovante de residência. A entrevista será feita no local. As matrículas acontecem de 24 a 26 de setembro e o início das aulas é no dia 1º de outubro.

Informações pelo telefone (21) 3147-5100 e e-mail: contato@projetomaonamassa.org.br.

 

SERVIÇO 

Mão na Massa – mulheres na construção civil

Inscrições: 17 a 19 de setembro, de 8h às 12h

Documentos: carteira de identidade, CPF e comprovante de residência (originais e cópias)

Onde: Avenida Santa Luzia 1032, Santa Luzia- São Gonçalo- RJ

Informações(21) 3147-5100

E-mailcontato@projetomaonamassa.org.br

 

 

Pesquisa inédita aponta que 97,15% dos professores presenciaram algum tipo de violência nas escolas do DF

A cada 7 minutos, em algum lugar do mundo, uma criança ou um adolescente, entre 10 e 19 anos, é assassinado. Em 2015, 82 mil meninos e meninas nessa faixa etária foram mortos. Desse total, a América Latina e o Caribe dão conta de 24,5 mil. As pesquisas sobre o tema mostram que, geralmente, esses jovens também são os atingidos pela exclusão escolar.

No Distrito Federal, 97,15% dos professores da rede pública de ensino já presenciaram algum tipo de violência e,57,17% deles,  já  foram vítima dessa violência. Também 96,36% dos(as) professores(as) já presenciaram atos de violência entre estudantes. Os dados são inéditos e fazem parte de uma pesquisa encomendada pelo Sinpro-DF e realizada Metro Pesquisa, com 1.355 professores(as), que responderam questões pelo formulário disponível no site do sindicato e por e-mail entre os dias 4/12/2017 e 21/3/2018.

Com a ideia de retirar a violência da invisibilidade e intitulada Violência nas Escolas, a pesquisa faz parte da luta do sindicato por melhores condições de trabalho e por uma sociedade mais justa. Não é de agora a preocupação da diretoria colegiada do Sinpro-DF com as condições de violência nas escolas do DF. Tanto é que, em 2008, lançou a campanha permanente “Quem bate na escola maltrata muita gente”. Essa campanha realiza um concurso de redação anual que premia estudantes e professores que apresentam as melhores redações ou desenhos sobre a temática do ano. Em 2017, véspera do ano que a campanha completa 10 anos, a diretoria decidiu verificar a situação e realizou a pesquisa.

Os dados da violência estão neste documento inédito intitulado Violência nas escolas públicas do Distrito Federal (link no final da matéria). “Além de integrar a campanha “Quem bate na escola maltrata muita gente”, a pesquisa é um termômetro para mostrar o fiasco que é a política de choque de gestão e de Estado mínimo adotado pelo atual Governo do Distrito Federal (GDF) e que a redução drástica de investimento de dinheiro público na educação, na saúde e na segurança é a causa do recrudescimento do número de atos violentos dentro das escolas, do aumento da evasão escolar e do adoecimento da categoria”, afirma Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.

Ela assegura que essa violência afeta a categoria e transforma o ambiente escolar em local sem condições de trabalho. “O sindicato luta contra isso em várias frentes de combate. Esse ambiente contaminado é falta de condições de trabalho. Daí uma das frentes ser a nossa Pauta de Reivindicações. Outra é o incentivo que o sindicato dá aos projetos das escolas, quer seja no âmbito da política pedagógica e de pais quer seja cobrando de quem é responsável pela elaboração e aplicação de políticas públicas. Apoia também as escolas a desenvolverem projetos que não têm subsídio da Secretaria de Estado da Educação e que ficam muito na responsabilidade da própria escola”, informa a diretora.

A diretora diz que esse adoecimento da categoria tem chamado muita atenção da diretoria. “E isso é pauta nossa com o governo porque grande parte desse adoecimento é emocional porque o ambiente da escola favorece muito para isso. A violência, esse clima de insegurança que se vive na escola hoje, de ameaça, é claro que influencia muito para isso. A gente não precisa  de muitas pesquisas para saber”, explica.

A partir desta matéria, o Sinpro-DF irá publicar uma série de matérias sobre a pesquisa, detalhando cada item contido no documente. Acompanhe pelo site.

Confira aqui a cartilha “Violência nas Escolas

FONTE: SINPRO/DF

MinC abre seleção para Comissão Nacional de Incentivo à Cultura

Começa nesta segunda-feira (10) o processo de seleção de novos representantes da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). As inscrições para as 21 vagas poderão ser feitas até 9 de outubro por meio do link http://mapas.cultura.gov.br/oportunidade/1029/. Podem se candidatar quaisquer associações culturais ou artísticas e empresas, desde que nacionais.
A CNIC é composta por representantes do meio artístico, empresarial, da sociedade civil e do Estado. Ao todo, são 21 integrantes: sete titulares e 14 suplentes para as áreas de Audiovisual, Humanidades, Artes Cênicas, Artes Visuais, Empresariado Nacional, Música, Patrimônio Cultural Material e Imaterial e Museus e Memória.
A seleção será feita em duas etapas: uma fase inicial para a habilitação das entidades, seguida pela indicação de seus representantes, que é submetida à avaliação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Os novos mandatos serão para o biênio 2019-2020.
Sobre a CNIC
A CNIC é um órgão colegiado que tem, entre outras funções, a de subsidiar as decisões do Ministério da Cultura (MinC) na aprovação dos projetos culturais submetidos para captação via renúncia fiscal da Lei Rouanet. É presidida pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, José Paulo Soares Martins. Desde sua criação, realizou 280 reuniões ordinárias, nas quais aprovou 112.159 projetos, o que corresponde a 85% das 132.066 propostas apresentadas.
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

Prêmio a iniciativas socioculturais dos CEUs: inscrição até 13/9

Terminam nesta quinta-feira (13/9) as inscrições para o edital que vai premiar iniciativas socioculturais desenvolvidas nos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs) já inaugurados no Brasil. Serão investidos R$ 450 mil em 30 iniciativas (R$ 15 mil cada) que beneficiem suas comunidades, fortalecendo expressões socioculturais locais e regionais e promovendo a cidadania, o bem-estar e o desenvolvimento social e sustentável.
As inscrições devem ser feitas na plataforma mapas.cultura.gov.br/oportunidade/988. Podem se inscrever pessoas físicas – individualmente ou que representem grupos ou coletivos – e pessoas jurídicas, sem fins lucrativos, responsáveis por iniciativas socioculturais nos CEUs oficialmente inaugurados.

Serão premiadas iniciativas nas seguintes categorias: promoção da educação e da formação artística e cultural, nas mais diversas linguagens; promoção do desenvolvimento social com intersetorialidade; promoção da interseção entre cultura, bem-estar e saúde; prevenção à violência; iniciativas promovidas por jovens ou coletivos de jovens; e capacitação e qualificação para o trabalho, promoção do associativismo e da economia Solidária. Cada categoria terá cinco propostas premiadas.
Uma comissão técnica de seleção, composta de 12 membros (seis titulares e seis suplentes), será responsável pela avaliação das iniciativas. Os critérios de avaliação e seleção estão disponíveis no edital. Acesse aqui o documento completo.
CEUS
Os Centros de Artes e Esportes Unificados integram ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital. O espaço possui biblioteca, cineteatro, laboratório multimídia, salas de oficinas, edifícios multiuso, Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e pista de skate. Os CEUs de 3 mil e 7 mil metros quadrados ainda contam com quadra coberta, playground e pista de caminhada. Foram inaugurados, até o momento, 168 Praças CEUs.
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

Projeto de alfabetização de escola brasiliense ajuda estudantes a conhecer novas culturas

Desbravar novas culturas e expandir o conhecimento dos estudantes é a proposta do projeto Borboletando pelo Mundo, iniciado há três anos por alunos de uma escola pública do Distrito Federal. A história desta iniciativa é o destaque do Trilhas da Educação, programa produzido e transmitido pela Rádio MEC, que, nesta semana, homenageia o Dia Mundial da Alfabetização, comemorado em 8 de setembro. Ouça no link: https://soundcloud.com/mineducacao

Vera Lúcia Ribeiro, diretora da Escola Classe 413 Sul, em Brasília, buscava mecanismos diferenciados que auxiliassem no processo de alfabetização das crianças. Foi quando nasceu o projeto, que mobilizou professores e alunos de seis a 11 anos de idade, além da própria comunidade. “O Borboleteando é hoje conhecido em diferentes lugares e escolas. O pessoal cita porque é a identidade daqui. Ele sai do convencional e traz novos elementos que acabam agregando um conhecimento maior para as crianças”, explica.

A cada ano, o projeto leva os alunos a trabalhar com uma temática nova. Os elementos são divididos entre as turmas e permitem que as crianças “borboleteiem” por aí. “Esse ano é o Borboleteando do Brasil para o Mundo. É um trabalho de muita pesquisa de materiais, na verdade, para a execução em sala de aula. Textos que falam da cultura dos países, mas tudo é voltado para o que influenciou a cultura do Brasil”, conta.

Para a diretora, a aposta pedagógica permite uma maior integração entre alunos e professores dentro da escola, além de potencializar o trabalho em equipe e o talento individual. Todos os envolvidos têm o trabalho reconhecido, o que gera exposições e peças de teatro, por exemplo. O resultado, no entanto, pode ser diverso, uma vez que o diálogo e a cooperação são encorajados para se descobrir como cada um vai expor o que aprendeu.

“Há poucos anos, a nossa escola seria fechada por falta de alunos. E hoje não conseguimos atender a procura. Esse é o principal reconhecimento que a gente tem. Vem da própria comunidade”, conclui Vera Lúcia.

FONTE: ASCOM/MEC