Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

Funarte abre inscrições para programa de capacitação técnica

O Rio de Janeiro (RJ) recebe, entre os dias 11 e 14 de dezembro, a última etapa do Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018. Serão oferecidas ao público doze oficinas gratuitas nas áreas das artes cênicas, música e artes visuais. Os cursos têm duração de 20 horas cada e são ministrados por profissionais reconhecidos no mercado. Confira aqui a programação completa.

Para participar das oficinas, os interessados devem preencher, até o dia 5 de dezembro, o formulário on-line nos links disponibilizados no portal da Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). As inscrições serão confirmadas no primeiro dia do curso e, se houver desistências, o número de vagas poderá ser ampliado. A lista preliminar de inscritos será divulgada no dia 7 de dezembro.

Na capital fluminense, serão ministradas as seguintes oficinas: Aprimoramento Vocal do Ator, com Angela de Castro; Composição Coreográfica, com Alex Neoral; Direção Cênica, com Eduardo Wotzik; O Corpo na Cena, com Marluce Medeiros; Produção e Administração Teatral, com Cacau Gondomar; Lutheria, com Orlando Ramos; Gestão Cultural, com Paula Brandão; História da Música Brasileira, com Luís Pimentel; Trilha Sonora, com Rodrigo Marsillac; O Educador-Artista: Performatividade e Práticas da Liberdade, com Bianca Bernardo; Performance negra nas artes visuais: corpo, tempo, espaço e política, com Tiago Sant’Ana; e Elaboração e Gestão de Projetos em Artes Visuais, com Ana Paula Santos.

O Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018 teve início em julho deste ano e já passou por seis cidades brasileiras: Goiânia (GO), Londrina (PR), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Belém (PA) e Fortaleza (CE). A última etapa é no Rio de Janeiro (RJ). No total, cerca de três mil pessoas serão capacitadas pelo programa, que pretende valorizar o processo criativo, contribuindo para o aperfeiçoamento técnico e artístico dos participantes e para a geração de emprego e renda.

FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

‘Educação: a grande prioridade’ é o tema do mês de dezembro do Seminário ‘Brasil, brasis’, da Academia Brasileira de Letras

 A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

 O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ – 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

NICOLAS BEHR LANÇA EDIÇÃO FAC-SÍMILE DOS SEUS LIVROS MIMEOGRAFADOS

Acondicionados em uma pequena caixa de papel, os cinco primeiros livrinhos do poeta Nicolas Behr, impressos em mimeógrafo entre 1977 e 1979, serão relançados no Bar Beirute no próximo dia 5 de dezembro. A publicação inclui os títulos Iogurte com Farinha, Grande Circular, Caroço de Goiaba, Chá com Porrada e Bagaço e tem tiragem limitada.

Com esta reedição, a SEMIM Edições homenageia Behr, comemorando 41 anos do lançamento de Iogurte com Farinha. Iniciativa do poeta Sóter, o projeto visa resgatar a memória literária de Brasília, com foco na produção das décadas de 1970 e 1980. Já tiveram suas primeiras edições contempladas os poetas Paulo Tovar e Climério.

“A autoedição dos livrinhos era uma verdadeira febre entre os poetas, principalmente os mais jovens”, relembra Behr. Os autores faziam parte da chamada poesia marginal e ficaram conhecidos como geração mimeógrafo, graças à técnica utilizada na produção dos livros. “A gente mesmo imprimia os livrinhos e os vendia de mão em mão nos bares, filas de cinema, teatros e escolas”. Para Behr, essa foi a uma fase “heróica” da poesia brasileira.

“A chamada ‘poesia marginal’ teve sua importância no cenário dos anos 1970, pois desafiou a censura, o regime militar e o sistema editorial, dando voz a muitos poetas. Foi uma ruptura sim”, destaca Behr.

Por conta dos livros mimeografados, agora reeditados pela SEMIM, Nicolas Behr foi preso pelo DOPS em agosto de 1978.  Processado por “porte de material pornográfico”, o poeta foi absolvido no ano seguinte. A edição fac-símile da obra é uma oportunidade para o leitor se aprofundar tanto na poesia de Behr quanto na geração mimeógrafo.

Serviço

Data: 5 de dezembro, quarta feira

Local: Bar Beirute, 109 sul

Horário: a partir das 18 horas

Preço: R$ 35,00

Informações:

Nicolas Behr – 99982 0418

Sóter – 99964 8439

João Carlos Martins leva o Orquestrando o Brasil para a Paraíba

O maestro e pianista se reúne com regentes e coordenadores culturais do estado, no próximo sábado, dia 1º de dezembro, em João Pessoa, para divulgar o projeto e integrar novas orquestras e bandas à iniciativa

Idealizado pelo maestro João Carlos Martins e desenvolvido em parceria com a Fundação Banco do Brasil, SESI/SP e FIESP, o Orquestrando o Brasil é uma plataforma digital que visa disseminar conteúdos, oferecer capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento,

construindo uma relação permanente e online de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local. Um canal de comunicação, informação e interação, que tem o objetivo de unir os músicos do país.

Mais do que uma plataforma, o Orquestrando o Brasil é um projeto de mobilização social através da música, melhorando a interlocução dos regentes e coordenadores com os poderes públicos e a sociedade, apresentando novas oportunidades de atuação e unindo os músicos em prol de uma causa única.

O projeto que já agrega 150 grupos, reunindo aproximadamente 5 mil músicos, chega à Paraíba. No próximo sábado, o maestro se reunirá com regentes e coordenadores culturais para explicar como funciona o projeto e conhecer um pouco do trabalho realizado na região. O encontro será realizado no Teatro Santa Roza, em João Pessoa.

Além do encontro com regentes, de 28 a 30 de novembro, o maestro aproveitará também para conhecer alguns projetos sociais, voltados para a área de música, nas cidades de João Pessoa e Santa Rita. Os projetos são: CEFEC-PB, em Marcos Moura, Santa Rita, que atende cerca de 600 crianças e jovens de baixa renda; a unidade do PRIMA, também em Marcos Moura, projeto do Governo do Estado da Paraíba que atende mais de mil crianças e jovens, em 15 polos espalhados pelo estado; dois polos do projeto Ação Social pela Música, apoiado pela Prefeitura de João Pessoa, em Mangabeira e Alto do Mateus; o projeto Uma Nota Musical que Salva, que desde 2011 atua em Mandacaru, na terceira comunidade mais violenta de toda região nordeste do Brasil; além da Banda Marcial Padre Nicola Mazza e o Projeto Ciranda, em Alto do Mateus.

Serviço:

Encontro com Maestros e Coordenadores Culturais

Sábado, 1º de dezembro

das 10h30 às 11h30

Teatro Santa Roza (Praça Pedro Américo, s/n – Centro)

Necessário confirmação de presença através do email: orquestrandobrasil@gmail.com

FONTE: ASCOM/Orquestrando o Brasil

Morre, aos 63 anos, o artista plástico Zé Nobre

O artista plástico brasiliense Zé Nobre faleceu na noite de sábado (24/11) no Hospital Santa Helena vitima de problemas cardíacos. O sepultamento está marcada para hoje (26) no Cemitério Campo da Esperança, às 11h.

Zé Nobre, nascido José de Almeida Nobre Faria, chegou cedo a Brasília, em 1956, vindo de Salvador junto com a família. Muito antes de se tornar bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, Zé Nobre investiu nos estudos em parte como aluno da 308 Sul, aprofundando o interesse artístico pela frequência com que ia para espetáculos da Escola Parque.

Zé Nobre gostava de ser da primeira geração de Brasília, tendo a cidade declarada como “musa e inspiração”. Uma das séries pelas quais teve o trabalho muito valorizado se encerra em cartazes feitos para muitas edições da Feira de Troca de Olhos D´Água (foto abaixo) Com ampla motivação pela defesa da arte popular nordestina, Zé Nobre teve intensa atividade como agente cultural integrado ao Concerto Cabeças, ao lado de figuras como Renato Matos e Jaime Ernest Dias. Produziu cartazes para o evento, além de ter investido na criação de capas de discos.

Era autor de gravuras, desenhos e pinturas, tendo se tornado videasta, a fim de gravar shows musicais de amigos. Entre os parceiros estavam Sóter, Beirão e Sérgio Duboc. Além de catálogos, o arrojado artista gráfico respondeu pela fundação da Editora Da Anta Casa e ainda dirigiu a facção artística de obras de cinema e de palco, especialmente shows de música. No teatro, para o mímico Miquéias Paz, Zé Nobre concebeu cenários.

No Facebook, no Twitter, no WhatsApp, os artistas de Brasília, amigos, parentes, todos lamentam a morte prematura do artista.

Nota de pesar

A Secretaria de Cultura do Distrito Federal distribuiu nota de pesar. Segundo o secretário Guilherme Reis, Zé Nobre contribuiu “desafiar a pecha negativa da capital como uma cidade “sem esquinas” ou que “não tem vida cultural”. Segundo o próprio artista: “Tudo que ouvíamos a respeito da cidade eram opiniões de pessoas que não a conheciam ou não a vivenciavam plenamente. Fomos os primeiros a comentar poeticamente a cidade onde crescemos. Para nós, Brasília era musa, inspiração e assunto”.

FONTE: Brasiliarios

Projeto VEPOP-SUS distribui gratuitamente livros pelos correios

O Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP-SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS tem como missão apoiar a formação estudantil universitária no campo da Educação Popular, colaborando com a qualificação e o aprimoramento das ações e trabalhos de extensão universitária e também subsidiando práticas de cuidado integral e humanizado em saúde.
 
Para tanto, uma de suas principais ações consiste na distribuição gratuita de livros na área da Extensão Universitária e da Educação Popular em Saúde, através do envio via correios!
Assim, livros impressos com apoio de nossos Projeto chegarão em sua residência, com vistas a potencializar os espaços pedagógicos e as experiências extensionistas de formação profissional em saúde orientadas pela abordagem da Educação Popular.
 
Confira nosso formulário de distribuição, onde apresentamos os caminhos de solicitação e os livros disponíveis!
 
Lembramos que os livros são cedidos gratuitamente, mas solicitamos que as pessoas interessadas custeiem as despesas de envio via correios, conforme estabelecido no formulário. 
 
Para quem deseja fazer a retirada presencial dos livros, apenas na cidade de João Pessoa-PB, estamos aguardando sua visita, de segunda a sexta-feira, das 8h ás 12h, no Departamento de Promoção da Saúde, no Centro de Ciências Médicas (CCM) do Campus I da UFPB.
 

 

Livros atualmente disponíveis para distribuição: 
 
Educação Popular na Universidade – Volume 2
 
Educação Popular e Atenção à Saúde da Família
 
Espiritualidade no Trabalho em Saúde
 
Educação Popular e Nutrição Social
 
Caderno de Extensão Popular – textos de referência para a Extensão Universitária
 
Extensão, Saúde e Formação Médica
 
Extensão Popular, caminhos em construção
 
Extensão Popular, educação e pesquisa
 
Vivência em Comunidade, outra forma de ensino – 2ª edição
 
Educação Popular em Saúde: desafios atuais
 
Educação Popular no Sistema Único de Saúde
 
Caminhos de aprendizagem na Extensão Universitária
 
Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS – volume 1 
 
A Saúde nas Palavras e nos Gestos
 
Finalmente, lembramos a todas e a todos que os livros cuja publicação, editoração e/ou reimpressão tiveram apoio do VEPOP-SUS encotram-se disponíveis em versões digitalizadas – completas e acessíveis para download – no site: www.ccm.ufpb.br/vepopsus
O VEPOP-SUS constitui ação da Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS) através de apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde e de equipe executiva na Universidade Federal da Paraíba. 
FONTE: Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP – SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular no SUS

Haynna e os Verdes lançam primeiro disco falando sobre emoções humanas

Noite de lançamento também terá shows de Dillo e Lídia Dallet

Emoções humanas são a fonte de inspiração principal do primeiro disco da banda brasiliense com um pé no Piauí, Haynna e Os Verdes. O álbum passa por sentimentos particulares, conflitos pessoais, amores empoderados e às vezes resilientes. Nascido em 2013, o grupo apresenta o álbum pela primeira vez no dia 23 de novembro, a partir das 20h, no Sallon Red Rock, casa em Samambaia Norte (QI 16, Conj. 2, Lote 1). A entrada é gratuita. No mesmo dia, também se apresentam os artistas Dillo, mostrando seu recente lançamento, o disco Guitarráfrika e a rapper Lídia Dallet.  O show de lançamento integra o projeto Blues, and rock, on jazz, idealizado pela Haynna e Os Verdes e busca valorizar a música autoral do Distrito Federal.

O primeiro disco homônimo do Haynna e os Verdes apresenta canções como “No Canto”, que flerta com o blues, “Retrato Falado”, que tem um pé no brega, suga um pouco do suco da psicodelia do grupo Led Zepellin em “Mistério” e músicas que dão uma boa ideia do que é a mistura de ritmos que a banda escolheu para ser sua marca.

“Nossas influências são inúmeras e diversificadas. Passam também pela Jovem Guarda, o blues brasileiro de Cazuza, Tim Maia, Sandra de Sá, Elza Soares, Elis Regina, Rita Lee, Cássia Eller, Erasmo Carlos, Johnny Hooker, O Terno, Letrux, Ava Rocha. Muita brasilidade, mas também Sister Rosetta Tharpe, Rolling Stones, Jimmy Hendrix, Robert Johnson. Diversidade de pessoas, gêneros, naturalidades, fazendo um som, com uma gama de influências”, comenta a vocalista, Haynna.

O trabalho passeia pelas emoções humanas, mas trata também de resistência, catarse e superação explorando sempre um olhar feminino.  Em “Mistério”, por exemplo, a artista canta sobre uma união de duas pessoas em que o feminismo e a igualdade de papeis gritam juntos: “Faça a sua parte/ Eu já tenho a minha parte/ Sou completa e venho para somar”. Já na letra de “Você” grita a plenos pulmões o sentimento que impregna: “Por mais que eu corra, que eu morra, que eu tente mentir/ O seu amor ficou colado em mim”.

“As músicas contam histórias. Tratam dessas relações. Algumas que não deram certo, tem um romantismo brega brasileiro, com tom melancólico nas canções, mas também tratam com lucidez dessa capacidade que temos de algumas vezes sofrer por amor, pela existência e transcender, como por exemplo em ‘Pão de Lú/Insônia’. Essa abordagem busca o alinhamento com as canções sentimentais populares, que tratam das desilusões amorosas, confissões e tormentas mesmo e dessa capacidade de sucumbir e de se reerguer”, explica Haynna.

Nas parcerias há também diversidade, mas antes é preciso explicar que Haynna é uma piauiense radicada em Brasília, que deixou seu estado anos atrás para se mudar para a capital federal por convite de seu ex-companheiro, o compositor Carlão Rocha. Por mais que não estejam juntos, os dois cultivam uma boa relação, a ponto de terem parcerias neste álbum, como é o caso de “Retrato Falado”, primeiro single lançado pela banda.

A cantora e compositora piauiense recebeu recentemente o Prêmio Equidade de Gêneros, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal (Secult/DF), por ter prestado relevante contribuição ao desenvolvimento artístico e cultural do DF. Além da consagração, o valor do prêmio possibilitou a gravação do disco.

Haynna e Os Verdes também tem parcerias com cantor e compositor de Parnaíba (PI), Teófilo Lima, grande ícone em seu estado de origem, responsável por “No Canto” e “Beijos e Cacos”; o compositor brasiliense Lucas Soledade é responsável por “Pão de Lú/Insônia” e as outras canções são de autoria de Haynna e o companheiro de banda Betinho Matuszewski.

O trabalho foi produzido por Alan Pinho (Refinaria Estúdios) e co-produzido por Haynna e Betinho Matuszewski.

Haynna e o Verdes é formada por Haynna Jacyara Mendes (vocal), Daniela Vieira (teclado), Betinho Matuszewski (guitarra), Rian Sodré (baixista) e Jhonata Morais (baterista). Um formato enxuto de uma boa banda de rock.

Mais sobre Haynna e os Verdes

Formada em 2013 após o encontro de Haynna Jacyra e Betinho Matuszewski, o grupo Haynna e os Verdes é uma mistura de rock, blues, brega e brasilidades. O grupo de Samambaia vem tocando pelas noites do Distrito Federal e mostra seu primeiro disco em 2018. Das canções já conhecidas pelo público estão as músicas “Love Song” e “Retrato Falado”. Esses dois singles foram selecionados entre as 50 músicas do consagrado Festival da Nacional FM. Em 2017, o grupo gravou um registro audiovisual “Haynna e os Verdes – Ao Vivo no Teatro da Praça”, previsto para sair em breve. O show inédito teve produção musical de Haynna e Betinho.

Serviço:

Lançamento do disco Haynna e os Verdes. Abertura Dillo e Lídia Dallet

Data: 23/11/2018

Horário: 20h

Local: Sallon Red Rock (QI 16, Conj. 2, Lote 1 – Samambaia Norte)

Entrada gratuita

Não recomendado para menores de 18 anos.

*Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF.

1° Encontro de Mulheres na Roda de Samba

Com muito orgulho o Projeto Mulheres de Samba, que reúne as sambistas de Brasília, se une ao Encontro Nacional!

No dia 24 de novembro de 2018, sábado, mulheres sambistas de todo o país irão protagonizar o “Primeiro Encontro Nacional de Mulheres na Roda de Samba”, que reunirá musicistas, cantoras, compositoras e produtoras.

Visando a aumentar a visibilidade e divulgar para um público mais amplo a força feminina no samba, o projeto idealizado por Dorina Samba tem como estratégias: – a mobilização de mulheres do mundo do samba; a ampliação de suas redes de contato; e a união de suas forças.

O Encontro Nacional vai acontecer simultaneamente em diversas cidades brasileiras como #BeloHorizonte, #Brasília, #Curitiba, #Fortaleza, #JuizdeFora, #Londrina, #Maceió, #Recife, #RiodeJaneiro, #SãoPaulo e #Vitória. E na vizinha #LaPlata também! A abertura oficial acontecerá às 17h, com transmissão simultânea ao vivo de todos os Estados.

Ingressos

Até 18h

  • R$ 10,00

Após 18h

  • R$ 20,00

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

Pontos de Venda

  •  Na hora e no Local

Hora: 17h ás 22h
Local: Outro Calaf – Setor Bancário Sul, Quadra 02, Bloco Q

Bienal de Pequim abre inscrições para seleções de obras de arte

A Bienal Internacional de Arte de Pequim (BIAB) iniciou o processo de seleção de obras para sua próxima edição, que será realizada entre agosto e setembro de 2019. Artistas de todo o mundo podem participar da convocatória. As inscrições podem ser feitas até 25 de dezembro, por meio do link http://www.bjbiennale.com.cn/en/ParticipationWay/.
O tema da oitava edição da Bienal é “Um mundo colorido e um futuro compartilhado”. Os organizadores querem que os artistas contribuam com diferentes perspectivas culturais e que trabalhem questões compartilhadas, como a deterioração ambiental, o terrorismo, a pobreza e a inteligência artificial, entre outras.
Com edições em 2003, 2005, 2008, 2010, 2012, 2015 e 2017, a Bienal de Pequim tem se firmado como um dos principais eventos do circuito internacional das artes visuais. Desde sua primeira edição, a Bienal já contou com mais de um milhão de visitantes e com a participação de cerca de quatro mil artistas de mais de 100 países.
A Bienal de Pequim é organizada pelo Governo Municipal de Pequim e pela Associação de Artistas da China. Diferentemente de outras mostras internacionais, que priorizam instalações, a BIAB ainda mantém a escultura como sua principal forma de expressão artística. De acordo com a organização da mostra, mesmo que coexistam várias abordagens para a expressão artística e formas inesgotáveis de inovação, as artes clássicas seguem como uma fonte de referência e esclarecimento para as artes contemporâneas. A BIAB objetiva, deste modo, dar sua própria contribuição no processo das artes contemporâneas, por meio da construção de uma plataforma internacional para promover os intercâmbios culturais e artísticos entre diferentes países e salvaguardar a diversidade e a abundância das artes globais.
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

Programação MinC: celebre o mês da Consciência Negra

Celebrado por ocasião da data de morte de Zumbi dos Palmares (1655-1695) – ícone da resistência negra à escravidão no Brasil –, o Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro) motiva programações especiais, ao longo deste mês, em quatro museus administrados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Também é destaque, na Cinemateca Brasileira, o 26º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, o maior evento cultural dedicado à diversidade da América Latina e um dos maiores do mundo. Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

26º Festival Mix Brasil
Até 18/11
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Programação tradicional no calendário cultural, chega à Cinemateca Brasileira o 26º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade. O maior evento cultural dedicado à diversidade da América Latina e um dos maiores do mundo.
Neste ano, o Festival exibe mais de 110 filmes nacionais e internacionais de diversos países, 44% dirigidos por mulheres. Além das mostras de cinema, o Mix Brasil apresenta atrações que envolvem teatro, música, literatura, laboratório audiovisual e conferências, entre outras. Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão, sujeito à lotação da sala.
Mais informações

Sessão ABPA
De 22 a 24/11
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Este ano a Sessão ABPA, que é uma programação composta por curtas-metragens de diversos arquivos audiovisuais brasileiros, será exibida na Cinemateca Brasileira. A seleção tem como eixo curatorial o que se pode chamar de “outros filmes”, categoria que inclui documentários educativos, campanhas de saúde, filmes amadores e experimentais.
A Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA) é uma Associação Civil, de direito privado, sem fins econômicos, de caráter cultural, técnico e científico. Seu objetivo é estimular a conscientização e a promoção do interesse público pela salvaguarda e acesso ao patrimônio audiovisual brasileiro, como fonte histórica, cultural artística, educativa e econômica. Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão, sujeito à lotação da sala.
Mais informações

FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial’
Até 13/01 – 10h às 17h30 (terça a sábado), 14h às 18h (sábados e domingos)
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)
Até 13 de janeiro de 2019 estará em exposição no Museu Casa de Rui Barbosa 23 documentos, preservados na Coleção Família Barbosa de Oliveira, no Arquivo João Pandiá Calógeras e no Arquivo Rui Barbosa, produzidos entre os anos de 1914 e 1920. A entrada é gratuita.
Os documentos registram alguns momentos marcantes e algumas consequências do conflito: sua conflagração, o desenvolvimento de organizações humanitárias, o trabalho das equipes médicas, a participação do Brasil, a vitória dos países aliados, a organização da Conferência de Paz de Paris e a criação da Liga das Nações.
Mais informações

FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL  

Projeto Literatura Aberta – Falando de Shakespeare
Até 27/11 – 15h às 17h
Endereço: Casa da Leitura – Rua Pereira da Silva, 86 – Rio de Janeiro (RJ)
O Módulo II do projeto ‘Literatura Aberta – Falando de Shakespeare’ chega agora à discussão da quarta peça, ‘Júlio César’, a ser realizada nos dias 13 e 27 de novembro na Casa da Leitura. Esta etapa terá a participação de Samuel Abrantes como palestrante convidado, e de Miriam Halfim como coordenadora.
Dentre as 38 peças escritas por William Shakespeare, Júlio César, de 1599, é sua obra política por excelência. Nela se digladiam com maestria o conflito insolúvel entre a liberdade e a autoridade, entre o bem público e as ambições pessoais, entre o dever e o interesse. Nesse trabalho emblemático revela-se, no governante que dá nome à peça, a arrogância do poder; em Brutus, o sentimento republicano e o dilema existencial; e em Marco Antonio, a arte da Retórica.
Júlio César, falando da Roma dos Césares, mantém-se atual como nunca ao retratar a eterna disputa pelo poder, os jogos políticos e de manipulação, com a dramaturgia que confirma William Shakespeare como um dos maiores intérpretes da alma humana.
Mais informações

INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS  

Programação Especial Museu da Abolição  
Até 27/11
Endereço: Museu da Abolição – Rua Benfica, 1150 – Recife (PB)
Museu da Abolição (MAB), em Recife (PE), encabeça a celebração com exposições, performances e seminário. Durante todo o mês, o museu oferece ao público a exposição temporária “Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros”. A mostra reúne a produção visual de dez artistas negros contemporâneos, levantando importantes questões sobre a cultura africana e a cultura afro-brasileira e questionamentos em relação ao lugar da negra e do negro na sociedade brasileira.
Como parte da programação para o Mês da Consciência Negra, o MAB promove performance com Ana Lira, uma das artistas que expõem obras na mostra em cartaz, nos dias 10, 17 e 23 de novembro, sempre às 15h. No dia 21, no mesmo horário, o convidado para realizar performance é o artista Carlito Person; e no dia 28, das 16h às 20h, a convidada é a artista negra contemporânea Priscila Rezende.
A programação especial inclui ainda o Seminário Protagonismo Negro nas Lutas Libertárias, que o MAB recebe no próximo dia 27 a partir das 14h. O evento será realizado em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e a Cátedra Gilberto Freire/UFPE. O público também poderá visitar durante todo o mês as exposições de longa duração “130 Anos: Abolição?” e “Novos Objetos, Novas Coleções”.
Mais informações

Programação Especial Museu das Bandeiras
Até 27/11
Endereço: Museu da Abolição – Praça Brasil Caiado – Cidade de Goiás (GO)
No Museu das Bandeiras, em Goiás (GO), a difusão da memória afro-brasileira terá lugar em programações como o “Varal de Memórias”, que em novembro terá como tema “Sujeit@s Negr@s”. A ideia é evidenciar personalidades negras da cidade, de Goiás e do Brasil como um todo que alcançaram fama como artistas, intelectuais, acadêmicos, escritores, juristas, políticos e líderes sociais.
O museu também receberá nos próximos dias a exposição “Arcelina em África: olhares, trocas e sensações”, resultado da peregrinação da jornalista paulista Arcelina Públio Dias pelo continente africano nos anos 1990. O recorte visual é de sua passagem por Angola, país que possui estreitos e tristes laços com o Brasil em virtude da escravidão no período colonial.
Ainda como parte da programação especial, o setor de Arquivologia do Museu das Bandeiras promoverá ao longo deste mês ações públicas voltadas à democratização do seu acervo, como a já realizada aula aberta “Escravidão e Cadeia em Goiás” (foto), na qual foram apresentados documentos que revelam detalhes sobre a escravidão em Vila Boa de Goiás, bem como o cotidiano da antiga Casa de Câmara e Cadeia, situada no prédio que hoje sedia a instituição.
Mais informações

Programação Especial Museu de Arte Religiosa e Tradicional
21 e 29/11 – 14h às 18h
Endereço: Museu de Arte Religiosa e Tradicional – Largo de Santo Antônio, s/nº – Cabo Frio (RJ)
Museu de Arte Religiosa e Tradicional, em Cabo Frio (RJ), promove nos dias 7, 8, 21 e 29, sempre às 14h, sessões de conversa com Ricardo Alves, curador da exposição temporária “Terra de Quilombo, Retrato de uma Etnia” para escolas previamente agendadas.
Mais informações

Programação Especial Museu Regional Casa dos Ottoni
24/11
Endereço: Museu Regional Casa dos Ottoni – R. Matosinhos, 329-423 – Serro (MG)
Museu Regional Casa dos Ottoni, em Serro (MG), promove no próximo dia 24, a partir das 14h, o II Encontro Meu Cabelo Natural. Voltado ao fortalecimento da autoestima e empoderamento afro, o evento contará com oficinas de cortes e penteados, desfile e apresentação de grupo de capoeira, entre outras atrações.
Mais informações

Exposição ‘São Francisco na Arte de Mestre Italianos’
Até 27/1 – 10h às 17h (terça a sexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Rio de Janeiro (RJ)
Com curadoria do especialista em História da Arte, Giovanni Morello e de Stefano Papetti, a mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco.
As obras que compõem a exposição são acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.
A mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.
Mais informações

Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, de 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
Mais informações

FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES  

Foto: Cláudio Higa

Espetáculos ‘Ato infinito’ e ‘Dança para Camille’
17/11 – 19h
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Ato infinito apresenta, num espaço em colapso, corpos que insistem após o desmoronamento. As existências ganham urgências diante de um risco iminente, acontecido, suposto ou anunciado. Bordas e centros tornam-se móveis. Aglutinar-se é uma necessidade para resistir, existir até a exaustão.
Já Dança para Camille é inspirado na vida e na obra da escultura francesa Camille Claudel. O espetáculo traz à cena a performatividade do feminino; corpos sós, acompanhados de seus duplos; frente e verso; luz e sombra. A coreografia teve como ponto de partida um dueto que compõe o trabalho Corpos Frágeis, da Cia Fragmento de Dança.
Mais informações

Espetáculos ‘Situação 3#: posição amorosa e ‘Relation X’
18/11 – 18h
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Situação 3#: posição amorosa faz parte de uma série que Wellington Duarte vem construindo desde 2016, por meio de ações que evocam diretamente o corpo e suas capacidades, o corpo e suas potências, buscando instaurar um caráter insurgente no corpo, de modo a construir situações coreográficas em suas potências políticas. No espetáculo, Wellington e Daniel Fagundes dialogam com a obra homoerótica de Hudinilson Jr.
Relation X, por sua vez, investiga a técnica de contato improvisação, elemento fundamental da pesquisa desenvolvida pelo Núcleo. As relações de corpo e movimento fazem emergir questões como aceitação, rejeição, preconceito, discriminação e poder. Na obra, há cenas que sugerem a narrativa de conflitos e, por meio da improvisação cênica, buscam explorar os limites físicos de situações a que as relações estão sujeitas, passando por um largo espectro de emoções: do amor ao ódio.
Mais informações

Mostra de xilogravuras sobre o imaginário nordestino
Até 19/11 – 11h às 21h
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Inédita no país, a mostra Bestiário Nordestino, que ocupa a Galeria Flávio de Carvalho, no Complexo Cultural Funarte SP, é composta por dezenas de obras de xilogravura. A curadoria dos artistas Rafael Limaverde e Marquinhos Abu reúne imagens que resgatam a história e o imaginário do povo do Nordeste. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais – Galerias Funarte de Artes Visuais São Paulo. A visitação se estende de 5 de outubro a 25 de novembro, de segunda a sexta, de 11h às 19h; sábado e domingo, das 11h às 21h.
Mais informações

Espetáculo ‘Museu das Pequenas Coisas’
Até 24/11 – 20h30 (sábados e domingos)
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
A peça Museu das Pequenas Coisas narra a trajetória de uma mulher que busca no cais o refúgio para um conflito e vê, no oceano que se abre à sua frente, a possibilidade de um horizonte salvador. Com uma mala baú, que abriga seus objetos e memórias, ela espera o resgate e se vê diante da necessidade de escolher o que levar consigo e o que deixar para trás.
O espetáculo, construído de modo independente e colaborativo, tem texto da atriz Lilian Guerra, com a colaboração da diretora Cida Almeida, além de animações e imagens da artista multimídia Ana Luiza Anker. A partir do encontro dessas três profissionais, mediadas por Lilian Guerra, a obra explora a intersecção entre atriz, imagem e objeto de animação, a condução e a parceria no jogo cênico.
Mais informações

Exposição ‘Mãe Preta’
Até 25/11 – 11h às 19h, fins de semana até 21h
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas de meados do século XIX ao início do século XX, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a realização da exposição Mãe Preta, que recebeu o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais de 2016. A mostra já foi exibida no Rio de Janeiro, em 2016, e também em Belo Horizonte, em 2017, no Palácio das Artes. Após o sucesso de público, a exposição chega a São Paulo, na Galeria Mario Schenberg, da Funarte. A  mostra segue em cartaz até 25 de novembro, reunindo fotografias, vídeos, instalações, performance e literatura.
Mais informações

Espetáculo ‘Yerma’
Até 29/11 – 19h (quartas e quintas)
Endereço: Teatro Dulcina. Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro – Rio de Janeiro (RJ)
O espetáculo Yerma é baseado na obra homônima escrita em 1934 pelo poeta espanhol Federico García Lorca. A ação se passa no meio rural e conta a trajetória de uma mulher que não consegue realizar o desejo de ser mãe. Diversas situações e conflitos são retratados na trama, questões relacionadas à convivência social, aos relacionamentos, à religiosidade e honra, principalmente feminina. Temas que o autor trabalhou nesse texto de forma poética e crítica.
Mais informações

Espetáculo ‘Jogos na hora da sesta’
Até 2/12 – Sextas e sábados, às 20h30, e domingos, às 18h
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Rua Dr. Teodoro Baima, 94, Vila Buarque – São Paulo (SP)
Um grupo de crianças brinca no parquinho da rua. Os jogos que se desenrolam ao longo do dia abrem brechas para que a personalidade de cada criança seja revelada. Assim, as brincadeiras incitam jogos de poder, violência e crueldade.
O espetáculo, com texto de Roma Mahieu, foi lançado em 1976, durante a ditadura militar na Argentina, e aborda a hostilidade do ponto de vista de quem violenta e de quem é violentado. Em uma tentativa de driblar a censura do regime vigente, a autora retrata a violência nas brincadeiras infantis. As balinhas, o capacete e a bicicleta funcionam como moedas de troca para que a hierarquia entre as crianças se estabeleça. Mas a tentativa falhou: em 1978, Jogos na hora da sesta foi censurado e Roma Mahieu passou a viver em Madri, Espanha.
Mais informações

Espetáculo ‘Nerium Park’
Até 2/12 – Sexta a domingo, às 19h
Endereço: Teatro Dulcina. Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro – Rio de Janeiro (RJ)
Em cena, Miguel e Malu são um casal de classe média à procura de qualidade de vida e da possibilidade de construir uma família longe da loucura da cidade. A compra de um apartamento no condomínio Nerium Park, um empreendimento residencial, parece ser a tradução desse sonho. Mas o entusiasmo inicial do casal com o conforto e o espaço da nova casa, com piscina e um parque, vai desaparecendo à medida que os meses passam e ninguém mais se muda para os prédios. É como se os dois vivessem em uma cidade fantasma. A crise econômica e o desemprego afastam os possíveis compradores, então o casal se vê isolado num estilo de vida que parecia perfeito. Porém, quando uma terceira pessoa aparece no condomínio, a trama ganha um outro sentido.
Mais informações

FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura