Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

Grupo Paepalanthus revive a arte de contar histórias

Para manter viva a arte de contar histórias, o Grupo Paepalanthus lança o projeto Poéticas na arte de contar histórias. O projeto, que será realizado até maio, criará uma oficina para aprender a arte, o Ateliê de formação, e ainda percorrerá escolas e parques do Distrito Federal levando contos e histórias diversas.

Estão previstos aproximadamente 15 seções espalhadas por Vicente Pires, Águas Claras, Guará e Taguatinga. Essas seções terão duração de 50 minutos e o tema vai variar de acordo com o público. Segundo uma das professoras responsáveis pelo projeto, o objetivo é levar o livro e a leitura para a rotina de crianças, jovens e adultos.

Poéticas na Arte de Contar Histórias:

30 de março – Parque Ecológico de Águas Claras – 16h

6 de abril – Parque Ecológico Ezechias Heringer – 16h

5 de maio – Taguaparque – 16h

FONTE: ASCOM/SINPRO-DF

Joaquim Nabuco é tema, na ABL, da segunda palestra do ciclo de conferências ‘Presenças Fundamentais’

O Acadêmico e historiador Evaldo Cabral de Mello fala sobre Joaquim Nabuco (primeiro Secretário-Geral e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras), na segunda palestra do ciclo de conferências da ABL, intitulado Presenças fundamentais, sob coordenação do Presidente Marco Lucchesi. O tema escolhido foi Nabuco: uma visão do passado brasileiro. O evento está programado para quinta-feira, dia 28 de março, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2019.

Acadêmica Ana Maria Machado convida para ciclo “Presenças fundamentais”

Presenças fundamentais terá mais uma palestra, intitulada Rui Barbosa, 170 anos, dimensão da atualidade do seu percurso, com o Acadêmico Celso Lafer, dia 4 de abril, no mesmo local e horário. Na semana anterior, dia 21 de março, o Acadêmico e professor Domício Proença Filho falou sobre Machado de Assis.

As três palestras celebram os aniversários dos homenageados: Machado de Assis, 180 anos, e Joaquim Nabuco e Rui Barbosa, 170.

O CONFERENCISTA

Evaldo Cabral de Mello nasceu no Recife em 1936 e atualmente mora no Rio de Janeiro. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres. Em 1960, ingressou no Instituto Rio Branco e dois anos depois iniciou a carreira diplomática. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, e também nas missões do Brasil em Nova York e Genebra, e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha.

Um dos mais destacados historiadores brasileiros, Evaldo Cabral de Mello é especialista em História regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, assunto sobre o qual escreveu muitos de seus livros, como Olinda restaurada (1975), sua primeira obra, Rubro veio (1986), sobre o imaginário da guerra entre Portugal e Holanda, e O negócio do Brasil (1998), sobre os aspectos econômicos e diplomáticos do conflito entre portugueses e holandeses. É organizador do volume Essencial Joaquim Nabuco, da Penguin-Companhia das Letras.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Centro Técnico Audiovisual oferece duas oficinas de audiovisual em abril

Capacitações em iluminação audiovisual e cinema de animação serão realizadas na sede do CTAv, no Rio de Janeiro (RJ)

Em abril, o Centro Técnico Audiovisual (CTAv), vinculado ao Ministério da Cidadania, realiza mais duas oficinas: Básico em iluminação audiovisual e Básico do Cinema de Animação. Essas capacitações integram o Ciclo Audiovisual em Formação 2019, cuja proposta é trazer ao CTAv ao longo do ano oficinas e workshops que contemplem todas as etapas do processo produtivo, desde a concepção até a finalização do projeto audiovisual. As inscrições seguem até o dia 23 de março.

Confira mais detalhes sobre cada uma delas e inscreva-se:

Oficina Básico em iluminação audiovisual

Data: 8 e 9 de abril, das 13 às 17h.
Local: CTAv. Avenida Brasil, 2482, Benfica – Rio de Janeiro/RJ CEP 22930-040
Instrutor: Joaquim Eufrasino Neto, técnico do CTAv, que atua há 44 anos no setor audiovisual e possui conhecimentos em operacionalização de Truca, direção de fotografia e iluminação.
Conteúdo: Através de atividades práticas e teóricas, nessa capacitação será feita a apresentação e montagem de uma câmera 4k (Black Magic Production); filmagem de teste para produção de pequenos conteúdos e montagem e posicionamento de luzes em set de filmagem, com a instrução de Joaquim Eufrasino Neto, técnico do CTAv, que atua há 44 anos no setor audiovisual e possui conhecimentos em operacionalização de Truca, direção de fotografia e iluminação.
Quantidade de vagas: 20
Idade mínima: 18 anos
Critério de seleção: As vagas serão preenchidas segundo a ordem de inscrição, priorizados aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a 03 (três) salários-mínimos (R$2.994,00).

Oficina Básico do Cinema de Animação

Data: 15, 16, 22, 23, 29 e 30/04, das 13h às 17h.
Local: CTAv. Avenida Brasil, 2482, Benfica – Rio de Janeiro/RJ CEP 22930-040
Instrutor: Sergio Arena – responsável técnico pelo Núcleo de Animação do Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura, fotógrafo, produtor de finalização e diretor de animação.
Conteúdo: O Workshop abordará os princípios básicos para a construção do movimento quadro a quadro até a produção de um filme de animação. Não é necessário ter conhecimento prévio de animação ou desenho.
Quantidade de vagas: 12
Idade mínima: 15 anos
Critério de seleção: As vagas serão preenchidas segundo a ordem de inscrição, priorizados aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a 03 (três) salários-mínimos (R$2.994,00).

Mais informações: formacao.ctav@cultura.gov.br

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

CTAv promove debates sobre participação feminina no audiovisual

Inscrições estão abertas para a Semana da Mulher, que contará com mostra de filmes e mesas que debatem temas como o mercado

De 25 a 29 de março, o Centro Técnico Audiovisual (CTAv) da Secretaria Especial da Cultura promove a Semana da Mulher, com uma rica programação voltada a apresentar, discutir e homenagear a presença feminina no audiovisual.

Serão realizadas três mesas que discutirão os seguintes aspectos: mulheres negras, mulher trans e mercado feminino audiovisual. O evento ainda oferece uma mostra dedicada exclusivamente a filmes dirigidos por mulheres. As atividades ocorrem sempre das 14h às 17h, na sede do CTAv, no Rio de Janeiro.

Segundo a coordenadora geral do CTAv, Daniela Pfeiffer, a semana lança luz sobre a presença da mulher nas diversas plataformas do audiovisual. “No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, incluímos em nosso calendário uma série de ações e seminários que lembrarão as lutas e conquistas das mulheres, especialmente a sua participação e papel no audiovisual”, afirma.

Inscrições abertas

As inscrições estão abertas até o dia 18 de março e podem ser feitas neste link. São 50 vagas para cada mesa e 25 lugares para assistir a mostra, sendo que o preenchimento será feito segundo a ordem de inscrição – priorizados aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a três salários mínimos (R$ 2.994,00).

Programação

25/03

Mesa: Mulheres Negras no Audiovisual
Integrantes:
Marina Alves – Fotógrafa, operadora de câmera e Professora da UERJ. Conta com projetos junto à Anistia Internacional, Festival FotoRio2018, Núcleo Agoyá;
Thais Rosa – Turismóloga, pesquisadora e empreendedora. Mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio) e Analista Ambiental e Gestão do Território (ENCE). Fundadora da Conectando Territórios, que busca aproximar a história, memória e cultura de comunidades tradicionais brasileiras. Idealizadora e diretora da websérie NZINGAS: Travelling Black Queens.
Lourence – Cozinheira, estudante de Gastronomia, doutoranda em Nutrição, pesquisadora da Cozinha de Santo e Cozinha Afro-brasileira.
Mediadora:
Angélica Ferrarez – Historiadora, apresentadora do Rodadas, pesquisadora da história e memória do samba.

26/03

Mesa: Mercado Audiovisual Feminino.
Integrantes:
Paula Alves – Formada em Cinema pela UFF. Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais e doutoranda em População, Território e Estatísticas Públicas pela ENCE/IBGE. Diretora, curadora e produtora do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino. Pesquisadora do GRAPPA – Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais e do GRUA – Grupo de Reconhecimento de Universos Artísticos/Audiovisuais. Tem experiência nas áreas de Pesquisas Sociais, Demografia, Cinema, Produção Cultural, Imagem e Representação, Gênero, Cor/Raça, Movimentos sociais e urbanos, Direitos Humanos e Mercado de Trabalho;
Flavia Candida – Produtora cultural, cineasta, curadora audiovisual e analista de projetos. Proveniente do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense, onde dirigiu o curta O Metro Quadrado, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2002.
Karla Holanda – Professora e atual chefe do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense, é doutora em Comunicação. Estudou a produção documentária independente, centrando-se no Programa DocTV; é mestra em Multimeios (Unicamp), onde desenvolveu pesquisa sobre o documentário feito no Nordeste.
Nina Tedesco – Diretora de fotografia e professora da Universidade Federal Fluminense. Pesquisa questões de gênero e sexualidade no audiovisual, com ênfase na produção latino-americana. É uma das organizadoras do livro Feminino e plural: mulheres no cinema brasileiro (2017).
Mediadora:
Tetê Matos – Doutora em Comunicação pela UERJ (2018) e mestre em Ciência da Arte pela UFF (2000). Desde 1997 é professora do curso de Produção Cultural da UFF. Dirigiu os documentários premiados Era Araribóia um Astronauta?(1998), A Maldita (2007) e Fantasias de Papel (2015) e Maldita FM (2019), em fase de finalização. Exerce atividades de curadoria e consultoria em mostras e festivais. Foi diretora do Araribóia Cine – Festival de Niterói (2002 e 2013).

27/03

Mesa: Representatividade Trans no Audiovisual
Integrantes: A definir.
Mediadora:
Dandara Vital – Atriz, diretora e coordenadora do Projeto Trans+Respeito, projeto de inclusão social de travestis, mulheres trans e homens trans. É também Assessora de Cultura, ambos pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (Ceds Rio). A partir de sua vivência como uma mulher trans no teatro, mobilizou muitos movimentos que denunciam a falta de representatividade trans nas artes.

29/03

Mostra Olhares Femininos – Sessão de curtas metragens produzidos pela Programadora Brasil (Evento interno e externo).
Filmes da mostra:
Cartão Vermelho, de Laís Bodansky.
Três Minutos, de Ana Luiza Azevedo.
Messalina, de Cristiane Oliveira
Desventuras de um dia, ou a vida não é um comercial de margarina, de Adriana Meirelles.
Dalva, de Caroline Leone.
Estória alegre, de Cláudia Pucci.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

Academia Brasileira de Letras dá início a suas atividades culturais de 2019

A Academia Brasileira de Letras abre, dia 21 de março, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro), com o tema “Presenças Fundamentais”, a temporada 2019 de seus ciclos de conferências, sob coordenação-geral da Acadêmica e escritora Ana Maria Machado, Primeira-Secretária da ABL.

A palestra de abertura, intitulada O lugar de Machado de Assis na literatura brasileira, coordenada pelo Acadêmico Marco Lucchesi, Presidente da ABL, terá como conferencista o Acadêmico Domício Proença Filho. Jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, Machado de Assis foi o fundador da cadeira nº. 23 e ocupou por mais de dez anos a Presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.

O ciclo terá mais duas conferências, sempre às quintas-feiras, no mesmo local e horário: Nabuco: uma visão do passado brasileiro, tendo como palestrante o Acadêmico Evaldo Cabral de Mello; e Rui Barbosa, 170 anos, dimensão da atualidade do seu percurso, com o Acadêmico Celso Lafer.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2019.

OS CONFERENCISTAS

Domício Proença Filho é Professor Emérito e Professor Titular de Literatura Brasileira da Universidade Federal Fluminense, aposentado. Doutor e Livre-Docente em Letras, foi Professor da disciplina e de língua portuguesa em diversos outros estabelecimentos de ensino superior, entre eles, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Pontifícia Universidade Católica da mesma cidade. Na condição de Professor Titular Convidado (Gastprofessor), ministrou cursos na Universidade de Colônia e na Escola Técnica de Altos Estudos de Aachen.

Participou, como conferencista e debatedor, de seminários e cursos promovidos por instituições de ensino superior e centros de estudos em Lisboa, Coimbra, Porto, Colônia, Tübingen, Munique, Roma, Bolonha, Madri, Salamanca, Paris, Clermont Ferrand, e Minesota.

O Acadêmico é, também, crítico, ensaísta, poeta, ficcionista, roteirista e promotor cultural. Publicou 68 livros, entre eles, Estilos de época na literatura, a linguagem literáriaA poesia dos Inconfidentes (org.); Oratório dos InconfidentesO risco do jogo – poemas; Capitu-memórias póstumas (romance); Breves estórias de Vera Cruz das AlmasNova ortografia da língua portuguesa – guia prático; Leitura do texto, leitura do mundo; e Muitas línguas, uma língua: a trajetória do português brasileiro. É membro da Academia Brasileira de Letras, de que foi presidente (2016-2017), da Academia Brasileira de Filologia e da Academia das Ciências de Lisboa e do PEN Clube do Brasil.

Evaldo Cabral de Mello nasceu no Recife em 1936 e atualmente mora no Rio de Janeiro. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres. Em 1960, ingressou no Instituto Rio Branco e dois anos depois iniciou a carreira diplomática. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, e também nas missões do Brasil em Nova York e Genebra, e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha.

Um dos mais destacados historiadores brasileiros, Evaldo Cabral de Mello é especialista em História regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, assunto sobre o qual escreveu muitos de seus livros, como Olinda restaurada (1975), sua primeira obra, Rubro veio (1986), sobre o imaginário da guerra entre Portugal e Holanda, e O negócio do Brasil (1998), sobre os aspectos econômicos e diplomáticos do conflito entre portugueses e holandeses. É organizador do volume Essencial Joaquim Nabuco, da Penguin-Companhia das Letras.

Celso Lafer, quinto ocupante da cadeira 14 da ABL, exerce atualmente a função de professor titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP, onde leciona desde 1971. É PhD em Ciência Política na Universidade de Cornell, EUA, e livre-docência em Direito Internacional Público na Faculdade de Direito da USP. Foi Ministro das Relações Exteriores, em 1992, e Vice-Presidente, ex-officio, da Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente e Desenvolvimento, na Rio-92. Em 1999, foi Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e, de 1995 a 1998, embaixador na Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio, em Genebra.

Entre suas inumeras publicações, estão: O Sistema Político Brasileiro, Estrutura e ProcessoO Convênio do Café de 1976: da Reciprocidade no Direito Internacional EconômicoGil Vicente e CamõesHannah Arendt: Persamento, persuação e poderO Direito e o Estado ModernoPolítica Externa Brasileira: três momentosA Internacionalização dos Direitos Humanos – Constituição,Racismo e Relações Internacionais.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Confira a programação cultural do Ministério da Cidadania

Exposições “Raízes” e “Estar no mundo, sem ser do mundo”, na Funarte de São Paulo, são o destaque do fim de semana

A partir deste sábado (23), a exposição “Raízes” passará pelo Complexo Cultural Funarte, em São Paulo, na Galeria Mario Schenberg. O projeto traz um diálogo entre culturas ancestrais e suas vertentes contemporâneas. A visitação é gratuita e vai até 7 de abril, de terça a sexta, das 10h às 18h, e sábados e domingos, das 14h às 21h. Espetáculos teatrais e mostras de filmes também compõem a agenda do último fim de semana de fevereiro. Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

Roma na Cinemateca
Até 8/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Lançado comercialmente em Video on Demand (VoD) em dezembro de 2018, o filme Roma terá exibições especiais na Cinemateca nas próximas semanas. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, a película dirigido por Alfonso Cuarón tem sido destaque na temporada de premiações e concorre a 10 Oscar na edição de 2019.
As sessões ocorrem de 8 de fevereiro a 8 de março, sempre às 20h. A venda de ingressos ocorrerá somente on-line, respeitando a lotação da sala de exibição, que é de 210 lugares. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) e podem ser obtidos no site da Cinemateca.
Mais informações

Clássicos ao Ar Livre
Até 9/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Abrindo a programação de 2019, a Cinemateca Brasileira realiza sessões gratuitas do projeto “Clássicos ao ar livre”. De 9 de fevereiro a 9 de março, sempre aos finais de semana, haverá a exibição de clássicos do cinema estrangeiro, no seu suporte original 35mm, em sessões na tela externa da Cinemateca. Entre os destaques estão clássicos do cinema fantástico como Sangue de pantera (1942), dirigido por Jacques Tourneur, Planeta fantástico (1972), animação de René Laloux, e Vampiros de almas (1956), ficção científica de Don Siegel; o suspense de Alfred Hitchcock Suspeita (1941), filme que iniciou sua parceria com Cary Grant e que rendeu a Joan Fontaine o Oscar de Melhor Atriz; Lili Marlene (1981), de Rainer Werner Fassbinder, sobre o romance de uma popular cantora alemã com um compositor judeu no período do nazismo; e Gente da Sicília (1999), dos mestres Jean-Marie Straub e Danièle Huillet – vencedor do Prêmio da Crítica na 23ª Mostra Internacional de São Paulo – que acompanha o retorno de um escritor à região italiana para reencontrar a mãe. A programação exibe também uma das obras-primas de Jean Renoir, French Cancan (1955).
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Exposição ‘Raízes’
Abertura: 23/2, às 14h
De terças a sextas, das 10h às 18h, sábados e domingos, das 14h às 21h.
Entrada franca
Endereço: Complexo Cultural Funarte SP — Galeria Mario Schenberg

Raízes é um projeto artístico que dialoga com as culturas ancestrais e suas vertentes contemporâneas. Por meio de desenhos, pinturas e um mural, Ju Costa exalta a diversidade e a singularidade das expressões artísticas de povos de matrizes africanas e indígenas, que acreditam no equilíbrio da natureza e valorizam suas raízes sociais. A artista representa a riqueza cultural e a pluralidade racial brasileiras.
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Exposição “Estar no mundo, sem ser do mundo”
Abertura: 23/2, às 14h
Encerramento: 7/4.
Horário de visitação: terças a sextas, das 10h às 18h; sábados e domingos, das 14h às 21h.
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

A exposição apresenta 12 pinturas inéditas, resultado de uma pesquisa realizada por Maíse Couto entre 2017 e 2018. As obras são fruto de uma imersão da artista em suas questões pessoais e do enfrentamento da rotina solitária e silenciosa do ateliê. As paisagens – que atravessam as fronteiras entre figuração e abstração – em geral são habitadas por uma criança inspirada nos retratos de sua filha. O símbolo personifica sua própria imagem infantil, em espaços indefinidos, em situações e ações que revelam resquícios de lembranças e imaginação. A exposição foi uma das contempladas no edital Paralelos de Artes Visuais, em 2018.
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Oficina “Trance Lucid Dance”
Data: 24/2, domingo, das 15h às 18h.
Ingressos: R$ 90 (meia-entrada: R$ 45)
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – Complexo Cultural Funarte SP

A atividade faz parte dos projetos da Universidade Coreosofia, dos dançarinos Raji e Mudra, da Bélgica. Em parceria, os artistas desenvolveram um conjunto de exercícios que permitem a cada praticante entrar em intimidade com o próprio organismo, “sem opor o processo instintivo à racionalidade”. A proposta é, ao contrário, “abrir a via intuitiva entre os dois hemisférios do cérebro” por meio de atividades que envolvem consciência corporal, ritmo, respiração, música, pintura, meditação e criatividade.
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Espetáculo ‘Poética do Cotidiano’
Até 27/3, às 20h (quartas)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
A peça é resultado da oficina O Século de Stanislavski, projeto contemplado no programa Laboratório da Cena Funarte 2018. Os ingressos são vendidos na modalidade “pague quanto puder”. Coordenado por Dirce Thomaz, Edson Caeiro e Geraldo Fernandes, o trabalho reúne cenas sobre temas diversos, que refletem as angústias do ser humano, sua relação com a realidade, os desejos e os sonhos e seu contato com o outro. As questões – abordadas pelas perspectivas do naturalismo, realismo e simbolismo – transitam pelos campos político, social e espiritual.
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Espetáculo ‘Àtma’
De 22/2 a 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
De acordo com o espetáculo, diz-se que uma pessoa tem bom senso quando sua alma age de acordo com as regras da sociedade, mas ela é considerada “louca” quando sua alma se liberta da prisão. No entanto, as pessoas acometidas por essa “loucura” podem predizer o futuro, conhecem as línguas e as ciências sem tê-las aprendido e oferecem algo de verdadeiramente lúcido porque se libertam das estratégias mentais e corpóreas e exercem suas faculdades naturais. Presos a uma rede de desejos e absortos pelo egocentrismo inconsciente, os seres humanos desconhecem sua natureza interior e aniquilam-se para obter o gozo dos sentidos.
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Espetáculo ‘O Céu dança no Espelho do Mundo’
23/2, às 18h (sábado)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
A Sala Renée Gumiel do Complexo Cultural Funarte SP recebe o espetáculo O Céu dança no Espelho do Mundo. Os ingressos têm preços populares. A coreografia, de inspiração filosófica, remete ao mistério do “amor”, ao grande sopro do universo”, que “pulsa” “ao ritmo do coração dos enamorados”. O espetáculo também sugere que o fluxo de vida dos amantes “nunca se esgota”.
O Céu dança no Espelho do Mundo faz parte dos projetos da Universidade Coreosofia, dos dançarinos Raji e Mudra, da Bélgica. Em parceria, os artistas desenvolveram um conjunto de exercícios que permitem a cada praticante entrar em intimidade com o próprio organismo, “sem opor o processo instintivo à racionalidade”. A proposta é, ao contrário, “abrir a via intuitiva entre os dois hemisférios do cérebro” por meio de atividades que envolvem consciência corporal, ritmo, respiração, música, pintura, meditação e criatividade.
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45ª edição da Campanha de Popularização Teatro & Dança
Até 24/2
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte (MG)
A Campanha de Popularização Teatro & Dança é realizada até 24 de fevereiro e vai circular por seis cidades de Minas: Betim, Contagem, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e a capital, Belo Horizonte.
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Espetáculo ‘Cão’
Até 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Na trama, o personagem Ricardo sofre com a falta de memória. Com a ajuda de um garçom, ele tenta resgatar lembranças de sua vida em meio a papeis, vultos de si e aparições de duas mulheres: Bela e Laura. O espetáculo aborda questões do mundo contemporâneo, como a virtualização das relações e a falta de memória de si, do entorno e das questões sociais. A peça – que tem como referências o teatro do absurdo, o teatro épico e o realismo fantástico, além das obras de Jean Paul Sartre, Luiz Alberto de Abreu e Carlos Alberto Soffredini – também traz à tona a complexidade de sentimentos humanos, como o amor, a loucura, a dignidade e o desejo.
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Espetáculo ‘Mãe’
Até 28/2, às 20h30 (quarta e quinta)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Mãe
 parte de um episódio trágico vivido pelo personagem quando tinha apenas um ano e quatro meses: a morte de sua mãe em um acidente. O estímulo inicial da obra – que transita entre o teatro, a dança, a performance, a poesia e a meditação – é uma poderosa e dolorida imagem interna da mãe. A peça remete ao sagrado feminino,às subversões, aos silenciamentos e estupros sociais, culminando no maior arquétipo da mãe: nosso planeta.
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Exposição ‘Dupla Face’
Até 24/3 – 10h30 às 19h (terça a domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Com curadoria de Maria Eugenia Cordero, a mostra apresenta 33 esculturas de Pallardó, que, além de artista visual, é também ator de teatro e integrante do coletivo paulistano Cia da Vértebra. Os trabalhos permitem vislumbrar algo do seu processo de criação, uma conjugação dessas duas faces de sua expressão artística.
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FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘1808 – 1818: A construção do reino do Brasil’
Até 29/3 – 12h às 16h30 (segunda), 10h às 16h30 (terça a sexta)
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)
A exposição reflete sobre a época joanina,  período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e, logo em seguida, pela abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D.João. Deixando para trás uma Europa conflagrada, D. João passou a reinar na cidade do Rio de Janeiro, que se transformou na cabeça do Império Ultramarino. A instalação da corte no Brasil promoveu a quebra do chamado “pacto colonial”, abrindo os portos para as nações amigas.
Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
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FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘Rui, sua casae seus livros: o homem e sua biblioteca’
Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro(RJ)
O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros:o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada franca.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Circuito Villa-Lobos
27/2, às 11h
Local: Museu Villa-Lobos – Rua Sorocaba, 200, Rio de Janeiro (RJ)
Passeio guiado por lugares frequentados pelo maestro e compositor, relacionados ao seu trabalho e lazer. O Circuito inicia-se na escadaria do Theatro Municipal. Os participantes caminham por ambientes que Villa-Lobos frequentou ao longo de sua trajetória e termina na Casa do Choro, onde é apresentado um recital de música brasileira, com destaque para o gênero musical Choro, estilo que inspirou Villa-Lobos em suas composições. Reserve sua vaga entrando em contato com o número (21) 97133 1822.
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Mostra ‘Três Momentos da Pintura de Paisagem no Brasil’
Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)
A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
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Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’
Até 15/3 – das 8h às 18h
Endereço: SEPS, Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília (DF)
A Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’ é uma homenagem ao trabalho desenvolvido por Luiz de Castro Faria pela preservação dos bens arqueológicos brasileiros. A exposição detalha em quatro módulos um pouco da história do antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo, destacando sua contribuição para a consolidação das políticas de proteção aos bens arqueológicos brasileiros.
Uma amostra da pesquisa do arqueólogo padre João Alfredo Rohr, exibindo 167 peças que integram sua coleção, tombada pelo Iphan em 1986, também está disponível, trazendo uma abordagem aos dois patrimônios arqueológicos inscritos pela Unesco na Lista de Patrimônio Mundiais: Parque Nacional Serra da Capivara, declarado Patrimônio Mundial em 1991 e tombado pelo Iphan em 1993, e Sítio Cais do Valongo, inscrito na Lista em 2017.
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FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

Centro Técnico Audiovisual (CTAv) lança programação de cursos para o primeiro semestre

Está prevista a realização de 15 oficinas e workshops, com temas como animação, iluminação, montagem, mixagem e roteiro, entre outros, além de atividades para debater a participação feminina e a diversidade no audiovisual

O Centro Técnico Audiovisual (CTAv), instituição da Secretaria Especial da Cultura responsável por treinamento e capacitação no setor audiovisual e pela guarda e conservação de acervos digitais, divulgou a programação de atividades para o primeiro semestre de 2019. Até junho, a instituição vai promover 15 oficinas e workshops com temas como animação, iluminação, montagem, mixagem e roteiro, entre outros. Também será realizada, em março, uma série de eventos voltados à participação feminina no setor audiovisual. E em junho, será a vez de atividades voltadas à inclusão e à visibilidade de grupos minoritários.

“Nossa expectativa em relação a esse ciclo de formação audiovisual é de que mais jovens sejam capacitados e possam aplicar seus conhecimentos de forma profissional, gerando mais oportunidades de futuro e cultura dentro de um viés social”, destaca a coordenadora-geral do CTAv, Daniela Pfeiffer.

Em fevereiro, serão realizadas oficinas sobre fundamentos básicos do roteiro e básico de atuação para TV e cinema, ambas com inscrições já encerradas. Em março, também serão duas oficinas, uma sobre produção para televisão com baixo orçamento (dia 13), que está com inscrições abertas até esta sexta-feira, e outra sobre Animação (dia 20), com abertura de inscrição prevista para a próxima semana.

De 25 a 29 de março, o CTAv promove uma mostra de curtas sobre mulheres, um mesa de debate e uma palestra sobre a participação feminina no setor audiovisual e um encontro com mulheres que atuam no setor.

Em abril, o Centro Técnico Audiovisual promove oficina de Animação, nos dias 8, 9, 15, 16, 22 e 23, e de conhecimentos básicos em iluminação para audiovisual, nos dias 28 e 29. Já em maio, serão realizados oito workshops, com os seguintes temas: elaboração de projetos (6/5), produção executiva (8/5), estruturação de empresa e marketing (13/5), financiamento (15/5), inscrição de projetos para captação de recursos via leis de incentivo federais (20/5), montagem e mixagem (22/5), distribuição (27/5) e pitching (29/5).

Junho será o Mês da Diversidade no CTAv. Serão realizadas oficina de iluminação audiovisual e palestra para sobre representatividade nos games para a população LGBTQ+, além de mostras e mesas de debates para o mesmo público-alvo.

Resultados

Em 2018, o CTAV capacitou cerca de 360 pessoas com a realização de dez oficinas e workshops com temas como produção, roteiro, iluminação e financiamento. Daniela Pfeiffer destaca que, no ano passado, a instituição assumiu sua vocação como centro de treinamento voltado para formação principalmente de jovens de baixa renda. “Agora, esse programa torna-se um ciclo que contempla todos os elos da cadeia produtiva do audiovisual”, comemora. Segundo Daniela, a expectativa é de que o número de pessoas alcançadas cresça este ano, pois apenas no primeiro semestre o número de oficinas é o triplo do realizado no ano anterior.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

Confira a programação cultural do Ministério da Cidadania

Espetáculos de dança e teatro na Funarte, além da prorrogação de exposição na Biblioteca Nacional são os destaques

A exposição ‘1808 – 1818: A construção do reino do Brasil’ estendeu a visitação até o dia 29 de março, na Biblioteca Nacional. A curadoria selecionou peças, imagens e obras originais da chegada e das primeiras décadas da corte portuguesa ao Brasil. Na Funarte do Rio de Janeiro, o destaque é o espetáculo de dança ‘D-Talles Sólidos’, que apresenta três coreografias com participação de artistas brasileiros e mexicanos. E em São Paulo (SP), a peça ‘Poética do Cotidiano’ reflete sobre as angústias e desejos do ser humano. Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

Roma na Cinemateca
Até 8/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Lançado comercialmente em Video on Demand (VoD) em dezembro de 2018, o filme Roma terá exibições especiais na Cinemateca nas próximas semanas. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, a película dirigido por Alfonso Cuarón tem sido destaque na temporada de premiações e concorre a 10 Oscar na edição de 2019.
As sessões ocorrem de 8 de fevereiro a 8 de março, sempre às 20h. A venda de ingressos ocorrerá somente on-line, respeitando a lotação da sala de exibição, que é de 210 lugares. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) e podem ser obtidos no site da Cinemateca.
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Clássicos ao Ar Livre
Até 9/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Abrindo a programação de 2019, a Cinemateca Brasileira realiza sessões gratuitas do projeto “Clássicos ao ar livre”. De 9 de fevereiro a 9 de março, sempre aos finais de semana, haverá a exibição de clássicos do cinema estrangeiro, no seu suporte original 35mm, em sessões na tela externa da Cinemateca. Entre os destaques estão clássicos do cinema fantástico como Sangue de pantera (1942), dirigido por Jacques Tourneur, Planeta fantástico (1972), animação de René Laloux, e Vampiros de almas (1956), ficção científica de Don Siegel; o suspense de Alfred Hitchcock Suspeita (1941), filme que iniciou sua parceria com Cary Grant e que rendeu a Joan Fontaine o Oscar de Melhor Atriz; Lili Marlene (1981), de Rainer Werner Fassbinder, sobre o romance de uma popular cantora alemã com um compositor judeu no período do nazismo; e Gente da Sicília (1999), dos mestres Jean-Marie Straub e Danièle Huillet – vencedor do Prêmio da Crítica na 23ª Mostra Internacional de São Paulo – que acompanha o retorno de um escritor à região italiana para reencontrar a mãe. A programação exibe também uma das obras-primas de Jean Renoir, French Cancan (1955).
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Espetáculo ‘D-Talles Sólidos’
De 15 a 16/2, às 20h (sexta e sábado)
Endereço: Teatro Cacilda Becker, Rua do Catete, 338 – Rio de Janeiro (RJ)
Criada, produzida e dirigida por Priscila Patta (BRA) e Alicia Sanchez (MEX), a montagem reúne três solos, apresentados com simultaneidade e interação. D-Talles Sólidos, obra cujo nome batizou o projeto, foi concebido e é dirigido pelas duas coreógrafas – com contribuição autoral de Adrián Figueroa, da Costa Rica. Já Morra Mas Não Corra, tem autoria e interpretação de Priscila Patta, fundadora da Rede Sola de Dança. A peça A La distancia… A Todas las Mujeres que Vuelan tem direção de Alicia Sanchez e elenco do corpo de baile do núcleo de criação mexicano ASYC/Teatro de Movimiento Primero Sueño – gerido pela artista desde sua fundação. As três obras são independentes, mas interagem, articuladas pelas duas diretoras.
Como conjunto, o espetáculo D-Talles Sólidos tem como proposta desenvolver a reflexão sobre temas como “identidade”, “cidadania” e “gênero”, na perspectiva cultural de cada país. A pesquisa resulta da inquietação das criadoras em entrelaçar ideias coreográficas e buscar convergir poeticamente sobre possibilidades de caminhos e de futuros para a identidade do continente – “um devir latino-americano”. A montagem conta ainda com trilha sonora original do músico brasileiro Barulhista, além de tecnologias de multimídia, operadas em tempo real.
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Espetáculo ‘Tropicalistas’
Até 17/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
Tropicalistas
 conta – por meio da música, do canto e da dança – a trajetória do movimento Tropicália, criado por artistas como Torquato Neto, Hélio Oiticica, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Ciro Barcelos assina o texto e o roteiro de canções. O elenco é formado por quatorze atores, que procuram reviver o momento cultural transgressor. Já a direção musical e a execução ao vivo das canções são da Banda Xabá, que também integra o elenco.
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Espetáculo ‘Poética do Cotidiano’
De 20/2 a 27/3, às 20h (quartas)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
A peça é resultado da oficina O Século de Stanislavski, projeto contemplado no programa Laboratório da Cena Funarte 2018. Os ingressos são vendidos na modalidade “pague quanto puder”. Coordenado por Dirce Thomaz, Edson Caeiro e Geraldo Fernandes, o trabalho reúne cenas sobre temas diversos, que refletem as angústias do ser humano, sua relação com a realidade, os desejos e os sonhos e seu contato com o outro. As questões – abordadas pelas perspectivas do naturalismo, realismo e simbolismo – transitam pelos campos político, social e espiritual.
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Espetáculo ‘Àtma’
De 22/2 a 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
De acordo com o espetáculo, diz-se que uma pessoa tem bom senso quando sua alma age de acordo com as regras da sociedade, mas ela é considerada “louca” quando sua alma se liberta da prisão. No entanto, as pessoas acometidas por essa “loucura” podem predizer o futuro, conhecem as línguas e as ciências sem tê-las aprendido e oferecem algo de verdadeiramente lúcido porque se libertam das estratégias mentais e corpóreas e exercem suas faculdades naturais. Presos a uma rede de desejos e absortos pelo egocentrismo inconsciente, os seres humanos desconhecem sua natureza interior e aniquilam-se para obter o gozo dos sentidos.
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Espetáculo ‘O Céu dança no Espelho do Mundo’
23/2, às 18h (sábado)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
A Sala Renée Gumiel do Complexo Cultural Funarte SP recebe o espetáculo O Céu dança no Espelho do Mundo. Os ingressos têm preços populares. A coreografia, de inspiração filosófica, remete ao mistério do “amor”, ao grande sopro do universo”, que “pulsa” “ao ritmo do coração dos enamorados”. O espetáculo também sugere que o fluxo de vida dos amantes “nunca se esgota”.
O Céu dança no Espelho do Mundo faz parte dos projetos da Universidade Coreosofia, dos dançarinos Raji e Mudra, da Bélgica. Em parceria, os artistas desenvolveram um conjunto de exercícios que permitem a cada praticante entrar em intimidade com o próprio organismo, “sem opor o processo instintivo à racionalidade”. A proposta é, ao contrário, “abrir a via intuitiva entre os dois hemisférios do cérebro” por meio de atividades que envolvem consciência corporal, ritmo, respiração, música, pintura, meditação e criatividade.
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45ª edição da Campanha de Popularização Teatro & Dança
Até 24/2
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte (MG)
A Campanha de Popularização Teatro & Dança é realizada até 24 de fevereiro e vai circular por seis cidades de Minas: Betim, Contagem, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e a capital, Belo Horizonte.
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Espetáculo ‘Cão’
Até 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Na trama, o personagem Ricardo sofre com a falta de memória. Com a ajuda de um garçom, ele tenta resgatar lembranças de sua vida em meio a papeis, vultos de si e aparições de duas mulheres: Bela e Laura. O espetáculo aborda questões do mundo contemporâneo, como a virtualização das relações e a falta de memória de si, do entorno e das questões sociais. A peça – que tem como referências o teatro do absurdo, o teatro épico e o realismo fantástico, além das obras de Jean Paul Sartre, Luiz Alberto de Abreu e Carlos Alberto Soffredini – também traz à tona a complexidade de sentimentos humanos, como o amor, a loucura, a dignidade e o desejo.
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Espetáculo ‘Mãe’
Até 28/2, às 20h30 (quarta e quinta)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Mãe
 parte de um episódio trágico vivido pelo personagem quando tinha apenas um ano e quatro meses: a morte de sua mãe em um acidente. O estímulo inicial da obra – que transita entre o teatro, a dança, a performance, a poesia e a meditação – é uma poderosa e dolorida imagem interna da mãe. A peça remete ao sagrado feminino,às subversões, aos silenciamentos e estupros sociais, culminando no maior arquétipo da mãe: nosso planeta.
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Exposição ‘Dupla Face’
Até 24/3 – 10h30 às 19h (terça a domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Com curadoria de Maria Eugenia Cordero, a mostra apresenta 33 esculturas de Pallardó, que, além de artista visual, é também ator de teatro e integrante do coletivo paulistano Cia da Vértebra. Os trabalhos permitem vislumbrar algo do seu processo de criação, uma conjugação dessas duas faces de sua expressão artística.
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FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘1808 – 1818: A construção do reino do Brasil’
Até 29/3 – 12h às 16h30 (segunda), 10h às 16h30 (terça a sexta)
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)
A exposição reflete sobre a época joanina,  período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e, logo em seguida, pela abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D.João. Deixando para trás uma Europa conflagrada, D. João passou a reinar na cidade do Rio de Janeiro, que se transformou na cabeça do Império Ultramarino. A instalação da corte no Brasil promoveu a quebra do chamado “pacto colonial”, abrindo os portos para as nações amigas.
Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
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FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘Rui, sua casae seus livros: o homem e sua biblioteca’
Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro(RJ)
O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros:o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada franca.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Exposição ‘O retrato do rei dom João VI’
Até 17/2 – 10h às 17h (terça asexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Marechal Âncora S/N – Rio de Janeiro (RJ)
Com curadoria de Paulo Knauss, diretor do MHN e professor de História da Universidade Federal Fluminense – UFF, a mostra é centrada na construção da imagem de D. João a partir de 24 pinturas, provenientes de instituições brasileiras e portuguesas, coleções particulares e do próprio acervo do MHN. Além dos retratos, completam a exposição condecorações, medalhas, moedas, leques, gravuras e uma réplica da coroa de 1818.
Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.
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Ensaio Aberto – Pimpolhos
19/2, às 14h
Local: Museu Villa-Lobos – Rua Sorocaba, 200, Rio de Janeiro (RJ)
O Museu Villa-Lobos convida todos para o ensaio aberto da escola de samba mirim Pimpolhos da Grande Rio. Em 2019 a escola trará o enredo “Carnaval das Crianças Brasileiras”, em homenagem à composição de mesmo título de Villa-Lobos, e no dia 5 de março, data que marca os 132 anos de nascimento do maestro, o enredo será apresentado na Sapucaí.
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Circuito Museus
20/2, às 12h30
Local: Museu Villa-Lobos – Rua Sorocaba,200, Rio de Janeiro (RJ)
Visitação guiada ao Museu Villa-Lobos e ao Museu Casa de Rui Barbosa, casarões em estilo neoclássico, remanescentes das antigas chácaras do final do Século XIX. No Museu Villa-Lobos os participantes conhecem o espaço expositivo e assistem a um concerto didático com obras de Villa-Lobos. No Museu Casa de Rui Barbosa faz parte do roteiro conhecer o jardim histórico e a sala de música onde se apresentou Catulo da Paixão Cearense, parceiro de Villa-Lobos.  Reserve sua vaga entrando em contato com o número (21) 97133 1822.
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Circuito Villa-Lobos
27/2, às 11h
Local: Museu Villa-Lobos – Rua Sorocaba, 200, Rio de Janeiro (RJ)
Passeio guiado por lugares frequentados pelo maestro e compositor, relacionados ao seu trabalho e lazer. O Circuito inicia-se na escadaria do Theatro Municipal. Os participantes caminham por ambientes que Villa-Lobos frequentou ao longo de sua trajetória e termina na Casa do Choro, onde é apresentado um recital de música brasileira, com destaque para o gênero musical Choro, estilo que inspirou Villa-Lobos em suas composições. Reserve sua vaga entrando em contato com o número (21) 97133 1822.
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Mostra ‘Três Momentos da Pintura de Paisagem no Brasil’
Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)
A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
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Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’
Até 15/3 – das 8h às 18h
Endereço: SEPS, Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília (DF)
A Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’ é uma homenagem ao trabalho desenvolvido por Luiz de Castro Faria pela preservação dos bens arqueológicos brasileiros. A exposição detalha em quatro módulos um pouco da história do antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo, destacando sua contribuição para a consolidação das políticas de proteção aos bens arqueológicos brasileiros.
Uma amostra da pesquisa do arqueólogo padre João Alfredo Rohr, exibindo 167 peças que integram sua coleção, tombada pelo Iphan em 1986, também está disponível, trazendo uma abordagem aos dois patrimônios arqueológicos inscritos pela Unesco na Lista de Patrimônio Mundiais: Parque Nacional Serra da Capivara, declarado Patrimônio Mundial em 1991 e tombado pelo Iphan em 1993, e Sítio Cais do Valongo, inscrito na Lista em 2017.
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FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

Bienais Internacionais do Livro ocorrem em seis municípios em 2019

Espaços de democratização do acesso e incentivo à leitura, eventos contam com apoio do Governo Federal, por meio da Rouanet

Quilômetros de livros recém-lançados a preços acessíveis, palestras com autores, programação cultural. Um verdadeiro apelo à vontade de ler. É o que nos provocam as bienais internacionais do livro. Este ano, leitores de Maceió (AL), Fortaleza (CE), Contagem (MG), Rio de Janeiro (RJ) Recife e Garanhuns (PE) terão a oportunidade de frequentar Bienais Internacionais do Livro que ocorrem em suas cidades.

O Governo Federal está apoiando, por meio de incentivo fiscal via Lei Rouanet, dois destes eventos: a 19ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro e a 12ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Juntas, elas já conseguiram captar R$ 3.168.553,96. A Bienal do Rio, que ocorre entre 30 de agosto e 8 de setembro, já captou R$ 3.165.000,00, tendo a autorização para captar mais de R$ 5.079.672,57. A Bienal de Pernambuco, que ocorre de de 4 a 13 de outubro, captou R$ 3.553,96 do valor de R$ 1.767.714,64 que foi autorizada a captar.

Um total de 49 bienais já contaram com apoio do incentivo fiscal do Governo Federal, tendo captado mais de R$ 53 milhões por meio deste mecanismo. A Bienal de São Paulo – a mais antiga do País, realizada desde 1961, já chegou a captar, em 2018, R$ 6,5 milhões. “Desenvolvemos um conceito criativo que procura destacar o livro como principal fonte do conhecimento em meio ao turbilhão de estímulos tecnológicos que vemos hoje”, pontua o presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Luís Antonio Torelli. Ele destaca o intercâmbio que ocorreu entre cerca de 60 editoras nacionais e internacionais ao longo da Bienal.

Torelli também salienta o impacto social provocado por este tipo de evento, o incentivar debates sobre temas essenciais, como religião e feminismo negro. Para o presidente, tanto o acesso quanto a autonomia, a transparência e a multiplicação de pessoas alcançadas são fundamentais para o desenvolvimento da cultura. “Na nossa última edição, observamos que as atividades de maior relevância foram a programação cultural, a interação e encontro com autores – além do apelo visual dos estandes e os preços acessíveis”, resume. Em dez anos, a bienal de literatura paulista já captou mais de R$ 23 milhões com apoio governamental.

Em Brasília, a Bienal Brasil do Livro e da Leitura (BBLL) ocorre desde 2012, tendo captado mais de R$ 2 milhões em quatro edições. A produtora cultural e diretora geral da 4ª BBLL, Suzzy Souza, conta que a missão do evento é democratizar e incentivar o acesso ao livro e à leitura, a partir de plataformas multiculturais. “Em 2018, criamos um novo formato, para abrir espaços e oportunidades a criadores não só da literatura, mas também de outras áreas artísticas: do cinema, do teatro, da música e até das artes plásticas”, relata.

Suzzy explica que a literatura não está somente nas prateleiras. “Também está traduzida em diversas linguagens artísticas bem exploradas no evento. A internet não pode ser vista como inimiga nesse momento, principalmente por seu potencial de democratização das mais diversas obras”, destaca a diretora geral, que compreende a literatura como chave para a construção do senso crítico.

Tal construção é evidenciada na linguagem da poeta Noélia Ribeiro. Natural de Recife, fez escala no Rio de Janeiro antes de passar a morar em Brasília, onde reside até a atualidade. Toda essa mudança de cidades contribuiu para o desenvolvimento de seu olhar criativo. Hoje, Noélia participa de diversos eventos literários ao longo do país. Nos últimos anos, ao lançar uma trilogia, a movimentação só cresceu.

“Gente e poesia são duas coisas que adoro. Minha poesia e minha maneira de recitar só melhoraram com essa troca”, revela a artista. Em relação às bienais que ocorrem nacionalmente, a poeta ressalta a importância dos mecanismos de apoio à cultura. “Mesmo diante das dificuldades, não podemos deixar que essas iniciativas se percam. A poesia tem de ocupar os espaços”, observa.

Serviço

19ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro
Data: de 30 de agosto a 8 de setembro de 2019.
Local: Palácio das Artes, no Riocentro, Barra da Tijuca, Zona Oeste do RJ.

12ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco 2019
Data: de 4 a 13 de outubro de 2019.
Local: Centro de Convenções de Pernambuco (Av. Professor Andrade Bezerra Olinda/PE).

3ª Bienal do livro de Contagem 2019
Data: 4 a 6 de outubro de 2019.
Local: a definir.

9ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas 2019
Data: a definir.
Local: a definir.

13ª Bienal Internacional do Livro do Ceará 2019
Data: a definir.
Local: a definir.

IX Bienal Internacional do Livro do Agreste de Pernambuco 2019
Data: a definir.
Local: a definir.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

Inscrições abertas para o edital de coprodução Brasil-Chile

Projetos apresentados por produtoras brasileiras que participem na condição de coprodutoras minoritárias podem ser inscritos até o dia 1º de março de 2019

Estão abertas, as inscrições para a Chamada Pública BRDE/FSA – Concurso Produção para Cinema 2018 –Coprodução Chile-Brasil. O edital binacional, lançado em parceria com o Conselho Nacional da Cultura e das Artes (CNCA), do Chile, prevê investimentos equivalentes a 200 mil dólares em dois projetos de longas-metragens de ficção, documentário ou animação.

No Brasil concorrem os projetos apresentados por produtoras brasileiras que participem na condição de coprodutoras minoritárias. Os projetos com participação majoritária brasileira devem ser apresentados por seus parceiros chilenos ao edital a ser lançado pelo CNCA, no Chile. As inscrições devem ser realizadas pelo Sistema do FSA até o dia 1º de março de 2019.

O coprodutor minoritário brasileiro vencedor do edital receberá, em reais, um valor equivalente a 100 mil dólares, visando à contratação de operações financeiras, exclusivamente, na forma de investimento. O mesmo valor será investido pelo CNCA em um projeto apresentado por coprodutor minoritário chileno no concurso nos mesmos moldes, realizado no Chile. Para mais informações, acesse a página do edital do concurso.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania