Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

MinC disponibiliza Guia do Artista Visual para download

Publicação traz informações sobre mercado, legislação e profissionalização dos artistas

O Ministério da Cultura (MinC) disponibiliza para download, a partir desta segunda-feira (24), o Guia do Artista Visual: Inserção e Internacionalização. A publicação, lançada durante o Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), traz informações sobre mercado, legislação, tributação, ferramentas de fomento à cultura e profissionalização dos artistas, entre outros.

Elaborado por uma equipe de profissionais do setor de artes visuais, coordenada pela Secretaria de Economia Criativa do MinC, o Guia integra o esforço do Ministério da Cultura para estimular o crescimento da economia criativa brasileira e valorizar o setor, que pode (e deve) ser apoiado pelo poder público. “A política cultural é essencialmente uma política de promoção de desenvolvimento econômico e social. E o estímulo à profissionalização de artistas, produtores e empreendedores constitui um elemento fundamental desta política”, destaca o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

O Guia, com 170 páginas, traz informações sobre políticas públicas, como leis de incentivo, editais e prêmios (públicos e privados), plano de negócios e estratégias, dicas de conservação, restauro, acondicionamento e armazenagem, certificados de autenticidade, planejamentos de ações socioeducativas e monitoria ao artista visual. Também estão disponíveis dados sobre o processo de internacionalização do artista, questões jurídicas, incidência de impostos (IPI, PIS, COFINS, ICMS, imposto de importação), procedimentos alfandegários e regimes tributários aplicados aos processos de exportação e importação, entre outros.

De acordo com os coordenadores do projeto, houve o cuidado para que o Guia não fosse um documento que mostrasse um caminho único para o artista visual, mas que reconhecesse os diversos caminhos a serem seguidos pelos profissionais. O objetivo é que o artista visual possa fazer uso desse Guia para ter mais conhecimento do sistema no qual está inserido.

Acesse abaixo o material:

FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

Acadêmico Celso Lafer lança em Brasília o livro ‘Relações internacionais, política externa e diplomacia brasileira’

O Acadêmico, diplomata e ex-Ministro das Relações Exteriores Celso Lafer lança, no dia 19 de dezembro, quarta-feira, seu mais novo livro, intitulado Relações internacionais, política externa e diplomacia brasileira. Em tarde e noite de autógrafo, o autor receberá seus convidados para o evento em dois endereços, no mesmo dia.

Quinto ocupante da cadeira 14 da ABL, eleito em 21 de julho de 2006, na sucessão de Miguel Reale, e recebido em 1º de dezembro de 2006 pelo Acadêmico Alberto Venancio Filho, Celso Lafer exerce atualmente a função de professor titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP, onde leciona desde 1971.

Foi Ministro das Relações Exteriores, em 1992, e Vice-Presidente, ex-officio, da Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente e Desenvolvimento, na Rio-92. Em 1999, foi Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e, de 1995 a 1998, embaixador na Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio, em Genebra.

Entre suas publicações, estão: O Sistema Político Brasileiro, Estrutura e ProcessoO Convênio do Café de 1976: da Reciprocidade no Direito Internacional EconômicoGil Vicente e CamõesHannah Arendt: Pensamento, persuasão e poderO Direito e o Estado ModernoPolítica Externa Brasileira: três momentosA Internacionalização dos Direitos Humanos – Constituição,Racismo e Relações Internacionais.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Sóter ano 40: poeta lança caixa comemorativa dos seus 40 anos de poesia

Box faz parte do projeto de resgate da poesia da Geração Mimeógrafo

No dia 17 de dezembro, a partir das 18h, o Beirute 109 Sul recebe o lançamento da caixa comemorativa dos 40 anos de poesia de Sóter. O box contém a reedição dos livros ‘Início e Fim’, ‘Início e Fim 1’ e ‘Poemas Soterrados’, todos originalmente lançados em 1978.

Box Sóter Ano 40

O lançamento faz parte do projeto de resgate da poesia da Geração Mimeógrafo que teve início em 1977 com o Nicolas Behr e seu livreto ‘Iogurte com Farinha’, seguido pelo Paulo Tovar e o livro ‘A Feira’ e o Sóter com ‘Início e Fim’.

Ja foram lançados as caixinhas de Paulo Tovar, do Nicolas Behr, do músico e poeta Climério Ferreira, e agora chega a vez do Sóter ano 40.

Nascido em Catalão, interior do Goiás, o professor aposentado veio para a capital buscar oportunidade de vida e encontrou a poesia. Escolheu a data de seu aniversário para lançar o livreto comemorativo. “Há 65 nasceu o menino José Luiz em Catalão. E há 40, nasceu Sóter o poeta em Brasília.”

Apostando na literatura infantil, Sóter vai aproveitar a oportunidade para lançar seu primeiro livro de conto, o ‘Como surgiu a W3’. “Minhas filhas quando eram pequenas adoravam essa histórinha. Por isso resolvi compartilhar ela com outras crianças”, explica o poeta.

Livro “Como Surgiu a W3”

 

Serviço

Data: 17 de dezembro, segunda-feira

Local: Bar Beirute, 109 sul

Horário: a partir das 18 horas

Preço:

Caixinha – R$35

Infantil – R$20

 

Informações:

Sóter – 99964 8439

Programação Cultural MinC: de cinema a exposições

A programação cultural do Ministério da Cultura (MinC) começa com várias exposições importantes. A Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro (RJ) homenageia o escritor e cronista Sérgio Porto, com a mostra ‘Sérgio Porto e Stanislaw Ponte Preta, 50 anos depois’. A Funarte DF recebe a exposição ‘Pequenas Escalas’, em curta temporada, e outras unidades da Funarte estreiam novos espetáculos teatrais. Na Cinemateca Brasileira, o destaque é a comemoração de 50 anos do filme ‘O Bandido da Luz Vermelha’. Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

10/12 
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
A Sessão ABC é um evento mensal aberto ao público que exibe produções brasileiras. A exibição dos filmes é sempre seguida de debates com a presença de diretores, diretores de fotografia, diretores de arte e demais técnicos envolvidos na realização das obras. A Sessão ABC de dezembro acontecerá no dia 10/12 com a exibição de ‘Paraíso Perdido’ (2018), de Monique Gardenberg. Antes do longa-metragem, será exibido o curta ‘Majur’ (2018), de Rafael Irineu. E após a exibição, haverá um debate com a presença de Cássio Brasil (figurinista), Jorge Rezende (som direto) e Pedro Farkas (diretor de fotografia). Mediação: Marcelo Corpanni, da Associação Brasileira de Cinematografia. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão por ordem de chegada, sujeitos à lotação da sala. Toda a programação tem entrada gratuita.
10/12 
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Em comemoração aos 50 anos de ‘O Bandido da Luz Vermelha’, a Cinemateca Brasileira convida para a sessão especial ao ar livre e gratuita, com projeção no suporte original 35mm, de ‘O Bandido da Luz Vermelha’, ‘B2′ – curta-metragem montado por Rogério Sganzerla e Sylvio Renoldi a partir de sobras de materiais em 2000 –, e ‘Luz nas trevas – A volta do Bandido da Luz Vermelha’, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins, continuação do filme a partir de roteiros escritos originalmente por Rogério e confiados a Helena, sua companheira de vida e cinema por mais de 35 anos.
Até 15/12 
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
O Consulado Honorário da República da Polônia em São Paulo e a Associação dos Cineastas Poloneses apresentam a Mostra de Cinema Polonês, celebração mundial dos 100 anos da Reconquista da Independência da Polônia. A programação já passou pela Europa, América do Norte, Ásia e Oceania. Agora chega à Cinemateca e possibilita que o público brasileiro conheça um pouco da história do cinema do país.
A linha da curadoria se apoia na atuação de protesto do cinema polonês, sendo selecionados filmes nos quais os realizadores reivindicaram a independência da Polônia. O panorama apresenta oito longas-metragens realizados por consagrados cineastas do passado e da atualidade, os quais percorrem diferentes períodos históricos do país. São duas obras que abordam o período das partições da Polônia, três filmes sobre a Segunda Guerra Mundial e três situados no período socialista, da República Popular da Polônia.

FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

12 e 15/12 – 14h30
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)
O projeto é uma oportunidade de conhecer mais sobre o espaço, com visitas mediadas, destacando a sua flora e fauna, um panorama da vida de Rui Barbosa e sua família, bem como os usos atuais como jardim histórico. No mês de dezembro as visitas ocorrem nos dias 12 (quarta-feira) e 15 (sábado), às 14h30. De agosto até dezembro, o projeto vem oferecendo duas visitas por mês. A visita mediada será realizada com distribuição prévia de senhas, 30 minutos antes do início da atividade. Em caso de chuva, a visita é cancelada.
Até 13/1 – 14h30 às 17h30 (terça a sábado), 14h às 18h (sábados e domingos)
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)
Até 13 de janeiro de 2019 estará em exposição no Museu Casa de Rui Barbosa 23 documentos, preservados na Coleção Família Barbosa de Oliveira, no Arquivo João Pandiá Calógeras e no Arquivo Rui Barbosa, produzidos entre os anos de 1914 e 1920. A entrada é gratuita.
Os documentos registram alguns momentos marcantes e algumas consequências da Primeira Guerra: sua conflagração, o desenvolvimento de organizações humanitárias, o trabalho das equipes médicas, a participação do Brasil, a vitória dos países aliados, a organização da Conferência de Paz de Paris e a criação da Liga das Nações.
Até 25/1 – 10h às 18h (segunda a sexta)
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)
Com curadoria de Cláudia Mesquita, a pequena mostra tem como objetivo homenagear Sérgio Porto e é uma oportunidade de o público conhecer, ou relembrar, aspectos da trajetória ímpar de um dos mais importantes jornalistas, cronistas e escritores cariocas do século XX. Os elementos que estarão em exposição fazem parte do acervo do jornalista no Arquivo Museu de Literatura Brasileira(AMLB) da Casa de Rui Barbosa, importante reduto para a memória nacional. A entrada é franca.

INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Até 27/1 – 10h às 17h (terça a sexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Rio de Janeiro (RJ)
Com curadoria do especialista em História da Arte Giovanni Morello e de Stefano Papetti, a mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco.
As obras que compõem a exposição são de acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.
A mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.
Até 17/2 – 10h às 17h (terça a sexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Marechal Âncora S/N – Rio de Janeiro (RJ)
Com curadoria de Paulo Knauss, diretor do MHN e professor de História da Universidade Federal Fluminense – UFF, a mostra é centrada na construção da imagem de dom João a partir de 24 pinturas, oriundas de instituições brasileiras e portuguesas, coleções particulares e do próprio acervo do MHN. Além dos retratos, completam a exposição condecorações, medalhas, moedas, leques, gravuras e uma réplica da coroa de 1818.
Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Até 31/12 – das 8h às 18h
Endereço: SEPS, Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília (DF)
A Exposição Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico é uma homenagem ao trabalho desenvolvido por Luiz de Castro Faria pela preservação dos bens arqueológicos brasileiros. A exposição detalha em quatro módulos um pouco da história do antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo, destacando sua contribuição para a consolidação das políticas de proteção aos bens arqueológicos brasileiros.
Uma amostra da pesquisa do arqueólogo padre João Alfredo Rohr, exibindo 167 peças que integram sua coleção, tombada pelo Iphan em 1986, também está disponível, trazendo uma abordagem aos dois patrimônios arqueológicos inscritos pela Unesco na Lista de Patrimônio Mundiais: Parque Nacional Serra da Capivara, declarado Patrimônio Mundial em 1991 e tombado pelo Iphan em 1993, e Sítio Cais do Valongo, inscrito na Lista em 2017.

FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Até 13/12 – Sexta a domingo, às 19h
Endereço: Teatro Glauce Rocha. Rua Rio Branco, 179, Centro – Rio de Janeiro (RJ)
O espetáculo retrata os tempos em que o jovem Carlos Drummond de Andrade estudava num colégio interno e de lá foi expulso, por discutir com um professor.
A comédia dramática solo constrói uma narrativa, por meio da coletânea de 35 poemas do autor, composta a partir da sensibilidade do diretor, Marco Azevedo. A montagem relata a trajetória de Drummond, desde o momento em que saiu de casa, em Itabira (MG), para um internato em Nova Friburgo (RJ), passando pelo desentendimento que teve com seu professor de português, por “insubordinação mental”, até o retorno do poeta.
Até 16/12 – 10h às 21h (terça a domingo)
Endereço: Complexo Cultural Funarte Brasília – Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Brasília (DF)
Pequenas Escalas traz à tona o papel das representações do mundo físico em diferentes tamanhos e proporções, evidenciando a relação dos seres humanos com objetos da vida real e suas miniaturas. Assim, a mostra aponta para a direção oposta à tendência de engrandecimento da arte atual, apresentando obras que evidenciam o uso da redução de escala na produção contemporânea.
Até 16/12 – Sexta a domingo, às 19h
Endereço: Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
O espetáculo de formatura foi criado pelos alunos do Curso de Aprofundamento em Teatro, da Escola Livre de Artes – Projeto Arena Cultural. Segundo os autores, a peça tem como base o desejo dos formandos de estimular a esperança em dias melhores, apesar das dificuldades e do sentimento de fracasso, enraizados na sociedade atual. A entrada é gratuita. O texto foi elaborado, gradativamente, a partir de discussões, reflexões e histórias inspiradas pelo Livro dos Abraços, de Eduardo Galeano; O Grande Mentecapto, de Fernando Sabino e O Futuro da Humanidade: a emocionante história de um médico e um mendigo em busca de um mundo melhor, de Augusto Cury.
Até 16/12 – 19h (sextas e sábados), 19h30 (domingos)
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
O espetáculo conta – por meio da música, do canto e da dança – a trajetória do movimento Tropicália, criado por artistas como Torquato Neto, Hélio Oiticica, Caetano Veloso e Gilberto Gil, entre outros. Ciro Barcelos assina o texto e o roteiro de canções. O elenco é formado por quatorze atores, que procuram reviver o momento cultural transgressor. Já a direção musical e a execução ao vivo das canções são da Banda Xabá, que também integra o elenco.
Até 16/12 – Sexta a domingo, às 19h
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Eu Elas, solo de Juliana Moraes, usa gestos e posturas socialmente aceitos como femininos no ocidente, especialmente a partir dos anos 1950 (com a expansão da televisão, do cinema, da propaganda e agora das redes sociais), para desconstruir e questionar os comportamentos aprendidos. Movendo-se intensamente, porém mantendo-se sentada durante longos minutos, a artista elabora uma coreografia alicerçada na acumulação de gestos em diferentes partes do corpo, criando complexas combinações. A aceleração gera uma alteração no estado físico-psíquico da artista, a partir da qual ela compõe a cena em tempo real.
Também um trabalho solo, Estudo para epifania questiona a sobrevivência e busca uma afirmação que torne o artista visível em uma sociedade que o inventa vazio de seus valores. Mártir de si mesmo, guerreiro de seus princípios, o homem, particularmente o nordestino, encontra força para sobreviver entre o caos, a seca, a guerra, a fome, a fé. O corpo é visto como o sertão, que está dentro de cada um de nós: “ser tão forte”, “ser tão corajoso”.
Até 16/12 – Quinta a sábado, às 20h, e domingos, às 18h
Endereço: Teatro Cacilda Becker. Rua do Catete, 338 – Rio de Janeiro (RJ)
A Focus Cia de Dança está de volta ao palco do Teatro Cacilda Becker, na Zona Sul do Rio, a partir desta quinta-feira, dia 29 de novembro, com o espetáculo Still Reich, agora incluindo a nova peça Wood Steps. A montagem reúne, em um programa único, peças compostas a partir de músicas do compositor contemporâneo americano, Steve Reich. Neste novo espetáculo, serão apresentadas quatro de suas obras: Pathways (2008), Trilhas (2010) e Keta(2018) – já exibidas na montagem anterior – e Wood Steps, em sua estreia nacional.
Até 16/12 – Quinta a domingo, às 20h
Endereço: Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
Eia é construída a partir de histórias aparentemente desconexas, mas permeadas de pensamento crítico e metáforas sobre a realidade. A personagem central é representada por uma andarilha que percorre cenas fragmentadas e descreve vidas marcadas pela fome, pelo racismo, machismo e alienação. Corpos subjugados que revelam um ser humano em busca de novas reflexões para velhos caminhos. Como um sonho, o espetáculo de formatura do Teatro Universitário da UFMG revela momentos atemporais e sobrepostos da realidade humana.
Até 16/12 – Sextas e sábados, às 20h30, domingos, às 19h
Endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
O espetáculo é baseado nas tradições do corpo em ritos profanos e instiga o público a se relacionar com a montagem por meio dos sentidos. Uma cozinha funciona durante toda a apresentação, provocando relações sensoriais que interagem com a dança e a música. No enredo criado, Jasão é um orixá recebido pelo corpo de um cozinheiro; Medeia tem a força de Iansã; e Glauce, a beleza de Oxum. Creonte, senhor daquele terreiro, exige o seu direito à propriedade, enquanto crianças ‘erês’ cegas decidem o futuro da mãe.
Criado em 1995 na cidade de Suzano, região metropolitana de São Paulo, o grupo Contadores de Mentira resiste ao pensamento corrente segundo o qual apenas os grandes centros são produtores de cultura. Seu teatro é voltado ao trabalho coletivo, à pesquisa de linguagens e de ritos populares e à construção de identidades. Na concepção artística da companhia, os trabalhos não se isolam um do outro, perfazendo na realidade uma única obra. Quase todas as criações têm como ponto de partida elementos históricos, e a deliberada recusa a vê-las como espetáculos encerrados em si mesmos faz com que o conjunto do trabalho do grupo se mantenha como algo vivo, inserido na história e em permanente transformação.
Até 10/2 – 10h às 18h (terças a sextas), 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
A mostra reúne trabalhos de oito artistas que frequentaram durante cerca de um ano o ateliê de artes visuais da instituição, apresentando os resultados desse período de convivência e aprendizado conjunto. A entrada é gratuita. Participam da exposição os artistas Auni (Débora Seiva), Carlos Algot, Cláudio Antônio Ferreira dos Reis, Credo (Eduardo Marinho), Felipe Borges, Geovanna Gelan, Hiram Schincariol e Lumumba. O trabalho curatorial tem como ponto de partida a convivência já experimentada por eles num espaço público que, ao recebê-los, torna-se um campo para o efetivo exercício da liberdade de pensamento e de criação.
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura (MinC)

Poeta Vicente Sá lança seu primeiro livro de crônicas

Poeta e letrista, Vicente Sá, agora navega nas águas da crônica e lança, nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro, no Beirute da Asa Sul, seu livro ´Crônicas S/A´.

O mais novo título da SEMIM Edições traz histórias leves e fantásticas contadas poeticamente por um andarilho e conhecedor da Asa Norte. “A crônica é uma forma de contar histórias de outro jeito”, explica Vicente Sá. Só lendo para crer.

Serviço

Crônicas S/A – De Vicente Sá

Local: Beirute 109 Sul

Hora: a partir das 18h

Preço: 35 reais

Contatos:

Sóter – 99964 8439

Vicente – 98210 4474

SEMIM Edições – 132 páginas – Capa de Zé Nobre – Ilustrações LF Vitelli

 

 

Política cultural e literatura são foco de eventos na FCRB

Um conjunto de atividades gratuitas e abertas para a comunidade, com foco em questões como produção literária e direitos e políticas culturais, vão ocupar os espaços da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), na primeira quinzena deste mês. Com áreas reservadas ao trabalho intelectual, à consulta de livros e documentos e à preservação da memória nacional, a fundação habitualmente desenvolve atividades de formação, além da conservação e difusão de acervos bibliográficos, documentais e arquitetônicos.
Nesta quarta-feira (5), será realizado, a partir das 16h, o II Seminário Internacional da Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão. Sob a organização dos servidores Lia Calabre, Alexandre Domingues e Adélia Zimbrão, o enfoque desta edição é a discussão de novas abordagens metodológicas aplicadas ao estudo das políticas culturais. Foram convidados especialistas que vão abordar, por exemplo, as possibilidades de pesquisa relacionadas ao processo de extração e análise de dados. Não é necessário realizar inscrição prévia para participar do evento.
Já a Conferência “Direitos Culturais como Direitos Humanos” está marcada para a próxima segunda-feira (10), às 10h, na sala de cursos. Ministrada pelo cientista político Julio Aurelio, membro da Cátedra UNESCO em Política Cultural e Gestão da FCRB, a conferência levantará reflexões sobre os direitos culturais na cidadania moderna. O evento faz alusão à comemoração dos 70 anos da Declaração Universal de Direitos Humanos.
No mesmo dia 10, no período da tarde, a fundação promove a palestra “Editar Clarice”, com o historiador, fotógrafo, curador e professor Pedro Vasquez. Ele apresentará o processo de preparação da coletânea “Todas as crônicas”, lançado na Bienal do Livro de São Paulo, em agosto deste ano. Ainda serão abordadas a obra “Todos os contos” (organizado por Benjamin Moser) e as demais edições especiais da obra de Clarice publicadas pela Editora Rocco nos últimos 15 anos, todas sob sua responsabilidade. A palestra ocorre às 15h, no porão do museu da FCRB.
Lançado em 2011 pelo Instituto Moreira Salles, o evento “Hora de Clarice” ocorre todos os anos nessa mesma data para homenagear a escritora Clarice Lispector, nascida em 10 de dezembro de 1920.

Curso de Verão: Imigração e Refúgio

De 10 a 14 de dezembro, das 9 às 18h, a Casa de Rui Barbosa oferece o “IV Curso de Verão – O refúgio em uma perspectiva global“. Organizado pelo Centro de Estudos de Direito e Política de Imigração e Refúgio (CEDPIR) da fundação, o curso tem carga horária de 40 horas e é composto por apresentações, debates e estudos de caso sobre a temática do refúgio. O público-alvo é formado por pesquisadores e pós-graduandos ou pessoas que trabalhem direta ou indiretamente com o assunto no setor público ou privado. É recomendado que os participantes possuam conhecimento intermediário da língua inglesa. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail cedpir.casarui@gmail.com. O CEDPIR foi criado em 2013 com a proposta de fomentar o desenvolvimento de pesquisas na área de direito e política migratória internacional.

Serviço

II Seminário Internacional da Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão
Data: 5/12
Horário: 16h
Local: sala de cursos da Fundação Casa de Rui Barbosa
Endereço: Rua São Clemente 134, Botafogo – Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
Conferência “Direitos Culturais como Direitos Humanos” 
Data: 10/12
Horário: 10h
Local: sala de cursos da Fundação Casa de Rui Barbosa
Endereço: Rua São Clemente 134, Botafogo – Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
Palestra “Editar Clarice”
Data: 10/12
Horário: 15h
Local: porão do museu
Endereço: Rua São Clemente 134, Botafogo – Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
IV Curso de Verão – O refúgio em uma perspectiva global
Data: 10 a 14/12
Horário: das 9 às 18h
Endereço: Rua São Clemente 134, Botafogo – Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

ABL homenageia Afonso Arinos, Alcindo Guanabara e Inglês de Sousa no ciclo Memória reverenciada I

A Academia Brasileira de Letras abre seu ciclo de conferências do mês de dezembro de 2018, intitulado Memória reverenciada I, com palestras dos Acadêmicos Antônio Torres, Cícero Sandroni e Domício Proença Filho, que homenagearão, respectivamente, os Acadêmicos Afonso Arinos (1905/1990), Alcindo Guanabara (1865/1918) e Inglês de Sousa (1835/1918). O evento está programado para o dia 6 de dezembro, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Memória reverenciada II, na semana seguinte, dia 11, terça-feira, no mesmo local e horário, prestará homenagem a mais três Acadêmicos: Olavo Bilac (1865/1918), Graça Aranha (1865/1931) e Padre Fernando Bastos de Ávila (1918/2010). Os palestrantes, respectivamente, serão o Presidente da ABL, Marco Lucchesi; a escritora e autora da biografia de Graça Aranha, Maria Helena Castro Azevedo; e o Acadêmico Alberto Venancio Filho.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2018.

OS HOMENAGEADOS

Segundo ocupante da Cadeira 40, eleito em 31 de dezembro de 1901, na sucessão de Eduardo Prado e recebido em 18 de setembro de 1903 pelo Acadêmico Olavo Bilac, Afonso Arinos, advogado, contista, romancista, nasceu em Paracatu, MG, a 1º de maio de 1868, e faleceu em Barcelona, Espanha, a 19 de fevereiro de 1916.

Alcindo Guanabara, jornalista e político, nasceu em Magé, RJ, em 19 de julho de 1865, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de agosto de 1918. Convidado para a última sessão preparatória da Academia Brasileira de Letras, fundou a cadeira nº 19, que tem como patrono Joaquim Caetano. Em 1886, fundou seu primeiro jornal, a Fanfarra, órgão acadêmico. Entre os colaboradores estava Olavo Bilac.

Inglês de Sousa (Herculano Marcos Inglês de Sousa), advogado, professor, jornalista, contista e romancista, nasceu em Óbidos, PA, em 28 de dezembro de 1853, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 6 de setembro de 1918. Compareceu às sessões preparatórias da criação da Academia Brasileira de Letras, onde fundou a cadeira nº 28, que tem como patrono Manuel Antônio de Almeida. Na sessão de 28 de janeiro de 1897 foi nomeado tesoureiro da recém-criada Academia de Letras.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

MIL MULHERES NEGRAS REÚNEM-SE EM GOIÂNIA EM ENCONTRO NACIONAL

Programação do evento discute violência, bem viver e estratégias de enfrentamento ao racismo

Mulheres negras de todo o Brasil se encontram de 6 a 9 de dezembro, em Goiânia (GO), em evento marca os 30 anos do primeiro encontro, 1988, em que mulheres do movimento negro se uniram para discutir formas de enfrentar a violência e a opressão que cerca a vida das mulheres.

Saiba mais:
Programação do Encontro Nacional de Mulheres Negras 2018
Ângela Davis participa de Encontro Nacional de Mulheres Negras em Goiânia (Jornal Opção, 03/12/2018)

Eliane Dias, da Rede Afro LGBT e da Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais, conta que a realização desse encontro é necessária para fortalecer as organizações de mulheres negras no neste período após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL).

“Vai ser a primeira grande mobilização popular pós período eleitoral. Apesar de não ter tido ainda a chegada do novo governo, a gente já sente na pele os efeitos. As mulheres pretas, principalmente, já vivem em ambientes hostis, de ameaça, de perigo, mas de muita resistência. Além disso, a partir do encontro, vamos ter um norte para algumas décadas de luta, vamos sair de lá com estratégias de enfrentamento”, explica.

No estado de Minas Gerais, as mulheres negras se preparam desde o início do ano para participar do evento. São 80 delegadas, entre LBTs (lésbicas, bissexuais e transexuais), quilombolas, religiosas de matriz africana, atingidas por barragem, pesquisadoras e trabalhadoras de políticas públicas. “O grande desejo das nossas mulheres negras mineiras é de que suas questões sejam debatidas, de que ações efetivas se deem no campo das políticas públicas”, Cris Ribeiro, que também é integrante da Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais.

A programação conta com feiras, apresentações culturais, oficinas, palestras e rodas de conversa com temas diversos, como saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa e desafios e perspectivas do movimento de mulheres. A filósofa e escritora Sueli Carneiro, a escritora Conceição Evaristo e filósofa e militante estadunidense Angela Davis têm presenças confirmadas.

FONTE: Agência Patrícia Galvão

Funarte abre inscrições para programa de capacitação técnica

O Rio de Janeiro (RJ) recebe, entre os dias 11 e 14 de dezembro, a última etapa do Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018. Serão oferecidas ao público doze oficinas gratuitas nas áreas das artes cênicas, música e artes visuais. Os cursos têm duração de 20 horas cada e são ministrados por profissionais reconhecidos no mercado. Confira aqui a programação completa.

Para participar das oficinas, os interessados devem preencher, até o dia 5 de dezembro, o formulário on-line nos links disponibilizados no portal da Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). As inscrições serão confirmadas no primeiro dia do curso e, se houver desistências, o número de vagas poderá ser ampliado. A lista preliminar de inscritos será divulgada no dia 7 de dezembro.

Na capital fluminense, serão ministradas as seguintes oficinas: Aprimoramento Vocal do Ator, com Angela de Castro; Composição Coreográfica, com Alex Neoral; Direção Cênica, com Eduardo Wotzik; O Corpo na Cena, com Marluce Medeiros; Produção e Administração Teatral, com Cacau Gondomar; Lutheria, com Orlando Ramos; Gestão Cultural, com Paula Brandão; História da Música Brasileira, com Luís Pimentel; Trilha Sonora, com Rodrigo Marsillac; O Educador-Artista: Performatividade e Práticas da Liberdade, com Bianca Bernardo; Performance negra nas artes visuais: corpo, tempo, espaço e política, com Tiago Sant’Ana; e Elaboração e Gestão de Projetos em Artes Visuais, com Ana Paula Santos.

O Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018 teve início em julho deste ano e já passou por seis cidades brasileiras: Goiânia (GO), Londrina (PR), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Belém (PA) e Fortaleza (CE). A última etapa é no Rio de Janeiro (RJ). No total, cerca de três mil pessoas serão capacitadas pelo programa, que pretende valorizar o processo criativo, contribuindo para o aperfeiçoamento técnico e artístico dos participantes e para a geração de emprego e renda.

FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

‘Educação: a grande prioridade’ é o tema do mês de dezembro do Seminário ‘Brasil, brasis’, da Academia Brasileira de Letras

 A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

 O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ – 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras