Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

MIL MULHERES NEGRAS REÚNEM-SE EM GOIÂNIA EM ENCONTRO NACIONAL

Programação do evento discute violência, bem viver e estratégias de enfrentamento ao racismo

Mulheres negras de todo o Brasil se encontram de 6 a 9 de dezembro, em Goiânia (GO), em evento marca os 30 anos do primeiro encontro, 1988, em que mulheres do movimento negro se uniram para discutir formas de enfrentar a violência e a opressão que cerca a vida das mulheres.

Saiba mais:
Programação do Encontro Nacional de Mulheres Negras 2018
Ângela Davis participa de Encontro Nacional de Mulheres Negras em Goiânia (Jornal Opção, 03/12/2018)

Eliane Dias, da Rede Afro LGBT e da Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais, conta que a realização desse encontro é necessária para fortalecer as organizações de mulheres negras no neste período após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL).

“Vai ser a primeira grande mobilização popular pós período eleitoral. Apesar de não ter tido ainda a chegada do novo governo, a gente já sente na pele os efeitos. As mulheres pretas, principalmente, já vivem em ambientes hostis, de ameaça, de perigo, mas de muita resistência. Além disso, a partir do encontro, vamos ter um norte para algumas décadas de luta, vamos sair de lá com estratégias de enfrentamento”, explica.

No estado de Minas Gerais, as mulheres negras se preparam desde o início do ano para participar do evento. São 80 delegadas, entre LBTs (lésbicas, bissexuais e transexuais), quilombolas, religiosas de matriz africana, atingidas por barragem, pesquisadoras e trabalhadoras de políticas públicas. “O grande desejo das nossas mulheres negras mineiras é de que suas questões sejam debatidas, de que ações efetivas se deem no campo das políticas públicas”, Cris Ribeiro, que também é integrante da Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais.

A programação conta com feiras, apresentações culturais, oficinas, palestras e rodas de conversa com temas diversos, como saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa e desafios e perspectivas do movimento de mulheres. A filósofa e escritora Sueli Carneiro, a escritora Conceição Evaristo e filósofa e militante estadunidense Angela Davis têm presenças confirmadas.

FONTE: Agência Patrícia Galvão

Funarte abre inscrições para programa de capacitação técnica

O Rio de Janeiro (RJ) recebe, entre os dias 11 e 14 de dezembro, a última etapa do Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018. Serão oferecidas ao público doze oficinas gratuitas nas áreas das artes cênicas, música e artes visuais. Os cursos têm duração de 20 horas cada e são ministrados por profissionais reconhecidos no mercado. Confira aqui a programação completa.

Para participar das oficinas, os interessados devem preencher, até o dia 5 de dezembro, o formulário on-line nos links disponibilizados no portal da Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). As inscrições serão confirmadas no primeiro dia do curso e, se houver desistências, o número de vagas poderá ser ampliado. A lista preliminar de inscritos será divulgada no dia 7 de dezembro.

Na capital fluminense, serão ministradas as seguintes oficinas: Aprimoramento Vocal do Ator, com Angela de Castro; Composição Coreográfica, com Alex Neoral; Direção Cênica, com Eduardo Wotzik; O Corpo na Cena, com Marluce Medeiros; Produção e Administração Teatral, com Cacau Gondomar; Lutheria, com Orlando Ramos; Gestão Cultural, com Paula Brandão; História da Música Brasileira, com Luís Pimentel; Trilha Sonora, com Rodrigo Marsillac; O Educador-Artista: Performatividade e Práticas da Liberdade, com Bianca Bernardo; Performance negra nas artes visuais: corpo, tempo, espaço e política, com Tiago Sant’Ana; e Elaboração e Gestão de Projetos em Artes Visuais, com Ana Paula Santos.

O Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018 teve início em julho deste ano e já passou por seis cidades brasileiras: Goiânia (GO), Londrina (PR), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Belém (PA) e Fortaleza (CE). A última etapa é no Rio de Janeiro (RJ). No total, cerca de três mil pessoas serão capacitadas pelo programa, que pretende valorizar o processo criativo, contribuindo para o aperfeiçoamento técnico e artístico dos participantes e para a geração de emprego e renda.

FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

‘Educação: a grande prioridade’ é o tema do mês de dezembro do Seminário ‘Brasil, brasis’, da Academia Brasileira de Letras

 A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

 O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ – 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

NICOLAS BEHR LANÇA EDIÇÃO FAC-SÍMILE DOS SEUS LIVROS MIMEOGRAFADOS

Acondicionados em uma pequena caixa de papel, os cinco primeiros livrinhos do poeta Nicolas Behr, impressos em mimeógrafo entre 1977 e 1979, serão relançados no Bar Beirute no próximo dia 5 de dezembro. A publicação inclui os títulos Iogurte com Farinha, Grande Circular, Caroço de Goiaba, Chá com Porrada e Bagaço e tem tiragem limitada.

Com esta reedição, a SEMIM Edições homenageia Behr, comemorando 41 anos do lançamento de Iogurte com Farinha. Iniciativa do poeta Sóter, o projeto visa resgatar a memória literária de Brasília, com foco na produção das décadas de 1970 e 1980. Já tiveram suas primeiras edições contempladas os poetas Paulo Tovar e Climério.

“A autoedição dos livrinhos era uma verdadeira febre entre os poetas, principalmente os mais jovens”, relembra Behr. Os autores faziam parte da chamada poesia marginal e ficaram conhecidos como geração mimeógrafo, graças à técnica utilizada na produção dos livros. “A gente mesmo imprimia os livrinhos e os vendia de mão em mão nos bares, filas de cinema, teatros e escolas”. Para Behr, essa foi a uma fase “heróica” da poesia brasileira.

“A chamada ‘poesia marginal’ teve sua importância no cenário dos anos 1970, pois desafiou a censura, o regime militar e o sistema editorial, dando voz a muitos poetas. Foi uma ruptura sim”, destaca Behr.

Por conta dos livros mimeografados, agora reeditados pela SEMIM, Nicolas Behr foi preso pelo DOPS em agosto de 1978.  Processado por “porte de material pornográfico”, o poeta foi absolvido no ano seguinte. A edição fac-símile da obra é uma oportunidade para o leitor se aprofundar tanto na poesia de Behr quanto na geração mimeógrafo.

Serviço

Data: 5 de dezembro, quarta feira

Local: Bar Beirute, 109 sul

Horário: a partir das 18 horas

Preço: R$ 35,00

Informações:

Nicolas Behr – 99982 0418

Sóter – 99964 8439

João Carlos Martins leva o Orquestrando o Brasil para a Paraíba

O maestro e pianista se reúne com regentes e coordenadores culturais do estado, no próximo sábado, dia 1º de dezembro, em João Pessoa, para divulgar o projeto e integrar novas orquestras e bandas à iniciativa

Idealizado pelo maestro João Carlos Martins e desenvolvido em parceria com a Fundação Banco do Brasil, SESI/SP e FIESP, o Orquestrando o Brasil é uma plataforma digital que visa disseminar conteúdos, oferecer capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento,

construindo uma relação permanente e online de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local. Um canal de comunicação, informação e interação, que tem o objetivo de unir os músicos do país.

Mais do que uma plataforma, o Orquestrando o Brasil é um projeto de mobilização social através da música, melhorando a interlocução dos regentes e coordenadores com os poderes públicos e a sociedade, apresentando novas oportunidades de atuação e unindo os músicos em prol de uma causa única.

O projeto que já agrega 150 grupos, reunindo aproximadamente 5 mil músicos, chega à Paraíba. No próximo sábado, o maestro se reunirá com regentes e coordenadores culturais para explicar como funciona o projeto e conhecer um pouco do trabalho realizado na região. O encontro será realizado no Teatro Santa Roza, em João Pessoa.

Além do encontro com regentes, de 28 a 30 de novembro, o maestro aproveitará também para conhecer alguns projetos sociais, voltados para a área de música, nas cidades de João Pessoa e Santa Rita. Os projetos são: CEFEC-PB, em Marcos Moura, Santa Rita, que atende cerca de 600 crianças e jovens de baixa renda; a unidade do PRIMA, também em Marcos Moura, projeto do Governo do Estado da Paraíba que atende mais de mil crianças e jovens, em 15 polos espalhados pelo estado; dois polos do projeto Ação Social pela Música, apoiado pela Prefeitura de João Pessoa, em Mangabeira e Alto do Mateus; o projeto Uma Nota Musical que Salva, que desde 2011 atua em Mandacaru, na terceira comunidade mais violenta de toda região nordeste do Brasil; além da Banda Marcial Padre Nicola Mazza e o Projeto Ciranda, em Alto do Mateus.

Serviço:

Encontro com Maestros e Coordenadores Culturais

Sábado, 1º de dezembro

das 10h30 às 11h30

Teatro Santa Roza (Praça Pedro Américo, s/n – Centro)

Necessário confirmação de presença através do email: orquestrandobrasil@gmail.com

FONTE: ASCOM/Orquestrando o Brasil

Morre, aos 63 anos, o artista plástico Zé Nobre

O artista plástico brasiliense Zé Nobre faleceu na noite de sábado (24/11) no Hospital Santa Helena vitima de problemas cardíacos. O sepultamento está marcada para hoje (26) no Cemitério Campo da Esperança, às 11h.

Zé Nobre, nascido José de Almeida Nobre Faria, chegou cedo a Brasília, em 1956, vindo de Salvador junto com a família. Muito antes de se tornar bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, Zé Nobre investiu nos estudos em parte como aluno da 308 Sul, aprofundando o interesse artístico pela frequência com que ia para espetáculos da Escola Parque.

Zé Nobre gostava de ser da primeira geração de Brasília, tendo a cidade declarada como “musa e inspiração”. Uma das séries pelas quais teve o trabalho muito valorizado se encerra em cartazes feitos para muitas edições da Feira de Troca de Olhos D´Água (foto abaixo) Com ampla motivação pela defesa da arte popular nordestina, Zé Nobre teve intensa atividade como agente cultural integrado ao Concerto Cabeças, ao lado de figuras como Renato Matos e Jaime Ernest Dias. Produziu cartazes para o evento, além de ter investido na criação de capas de discos.

Era autor de gravuras, desenhos e pinturas, tendo se tornado videasta, a fim de gravar shows musicais de amigos. Entre os parceiros estavam Sóter, Beirão e Sérgio Duboc. Além de catálogos, o arrojado artista gráfico respondeu pela fundação da Editora Da Anta Casa e ainda dirigiu a facção artística de obras de cinema e de palco, especialmente shows de música. No teatro, para o mímico Miquéias Paz, Zé Nobre concebeu cenários.

No Facebook, no Twitter, no WhatsApp, os artistas de Brasília, amigos, parentes, todos lamentam a morte prematura do artista.

Nota de pesar

A Secretaria de Cultura do Distrito Federal distribuiu nota de pesar. Segundo o secretário Guilherme Reis, Zé Nobre contribuiu “desafiar a pecha negativa da capital como uma cidade “sem esquinas” ou que “não tem vida cultural”. Segundo o próprio artista: “Tudo que ouvíamos a respeito da cidade eram opiniões de pessoas que não a conheciam ou não a vivenciavam plenamente. Fomos os primeiros a comentar poeticamente a cidade onde crescemos. Para nós, Brasília era musa, inspiração e assunto”.

FONTE: Brasiliarios

Projeto VEPOP-SUS distribui gratuitamente livros pelos correios

O Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP-SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS tem como missão apoiar a formação estudantil universitária no campo da Educação Popular, colaborando com a qualificação e o aprimoramento das ações e trabalhos de extensão universitária e também subsidiando práticas de cuidado integral e humanizado em saúde.
 
Para tanto, uma de suas principais ações consiste na distribuição gratuita de livros na área da Extensão Universitária e da Educação Popular em Saúde, através do envio via correios!
Assim, livros impressos com apoio de nossos Projeto chegarão em sua residência, com vistas a potencializar os espaços pedagógicos e as experiências extensionistas de formação profissional em saúde orientadas pela abordagem da Educação Popular.
 
Confira nosso formulário de distribuição, onde apresentamos os caminhos de solicitação e os livros disponíveis!
 
Lembramos que os livros são cedidos gratuitamente, mas solicitamos que as pessoas interessadas custeiem as despesas de envio via correios, conforme estabelecido no formulário. 
 
Para quem deseja fazer a retirada presencial dos livros, apenas na cidade de João Pessoa-PB, estamos aguardando sua visita, de segunda a sexta-feira, das 8h ás 12h, no Departamento de Promoção da Saúde, no Centro de Ciências Médicas (CCM) do Campus I da UFPB.
 

 

Livros atualmente disponíveis para distribuição: 
 
Educação Popular na Universidade – Volume 2
 
Educação Popular e Atenção à Saúde da Família
 
Espiritualidade no Trabalho em Saúde
 
Educação Popular e Nutrição Social
 
Caderno de Extensão Popular – textos de referência para a Extensão Universitária
 
Extensão, Saúde e Formação Médica
 
Extensão Popular, caminhos em construção
 
Extensão Popular, educação e pesquisa
 
Vivência em Comunidade, outra forma de ensino – 2ª edição
 
Educação Popular em Saúde: desafios atuais
 
Educação Popular no Sistema Único de Saúde
 
Caminhos de aprendizagem na Extensão Universitária
 
Vivências de Extensão em Educação Popular e Saúde no SUS – volume 1 
 
A Saúde nas Palavras e nos Gestos
 
Finalmente, lembramos a todas e a todos que os livros cuja publicação, editoração e/ou reimpressão tiveram apoio do VEPOP-SUS encotram-se disponíveis em versões digitalizadas – completas e acessíveis para download – no site: www.ccm.ufpb.br/vepopsus
O VEPOP-SUS constitui ação da Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS) através de apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde e de equipe executiva na Universidade Federal da Paraíba. 
FONTE: Projeto de Pesquisa e Extensão VEPOP – SUS – Vivências de Extensão em Educação Popular no SUS

Haynna e os Verdes lançam primeiro disco falando sobre emoções humanas

Noite de lançamento também terá shows de Dillo e Lídia Dallet

Emoções humanas são a fonte de inspiração principal do primeiro disco da banda brasiliense com um pé no Piauí, Haynna e Os Verdes. O álbum passa por sentimentos particulares, conflitos pessoais, amores empoderados e às vezes resilientes. Nascido em 2013, o grupo apresenta o álbum pela primeira vez no dia 23 de novembro, a partir das 20h, no Sallon Red Rock, casa em Samambaia Norte (QI 16, Conj. 2, Lote 1). A entrada é gratuita. No mesmo dia, também se apresentam os artistas Dillo, mostrando seu recente lançamento, o disco Guitarráfrika e a rapper Lídia Dallet.  O show de lançamento integra o projeto Blues, and rock, on jazz, idealizado pela Haynna e Os Verdes e busca valorizar a música autoral do Distrito Federal.

O primeiro disco homônimo do Haynna e os Verdes apresenta canções como “No Canto”, que flerta com o blues, “Retrato Falado”, que tem um pé no brega, suga um pouco do suco da psicodelia do grupo Led Zepellin em “Mistério” e músicas que dão uma boa ideia do que é a mistura de ritmos que a banda escolheu para ser sua marca.

“Nossas influências são inúmeras e diversificadas. Passam também pela Jovem Guarda, o blues brasileiro de Cazuza, Tim Maia, Sandra de Sá, Elza Soares, Elis Regina, Rita Lee, Cássia Eller, Erasmo Carlos, Johnny Hooker, O Terno, Letrux, Ava Rocha. Muita brasilidade, mas também Sister Rosetta Tharpe, Rolling Stones, Jimmy Hendrix, Robert Johnson. Diversidade de pessoas, gêneros, naturalidades, fazendo um som, com uma gama de influências”, comenta a vocalista, Haynna.

O trabalho passeia pelas emoções humanas, mas trata também de resistência, catarse e superação explorando sempre um olhar feminino.  Em “Mistério”, por exemplo, a artista canta sobre uma união de duas pessoas em que o feminismo e a igualdade de papeis gritam juntos: “Faça a sua parte/ Eu já tenho a minha parte/ Sou completa e venho para somar”. Já na letra de “Você” grita a plenos pulmões o sentimento que impregna: “Por mais que eu corra, que eu morra, que eu tente mentir/ O seu amor ficou colado em mim”.

“As músicas contam histórias. Tratam dessas relações. Algumas que não deram certo, tem um romantismo brega brasileiro, com tom melancólico nas canções, mas também tratam com lucidez dessa capacidade que temos de algumas vezes sofrer por amor, pela existência e transcender, como por exemplo em ‘Pão de Lú/Insônia’. Essa abordagem busca o alinhamento com as canções sentimentais populares, que tratam das desilusões amorosas, confissões e tormentas mesmo e dessa capacidade de sucumbir e de se reerguer”, explica Haynna.

Nas parcerias há também diversidade, mas antes é preciso explicar que Haynna é uma piauiense radicada em Brasília, que deixou seu estado anos atrás para se mudar para a capital federal por convite de seu ex-companheiro, o compositor Carlão Rocha. Por mais que não estejam juntos, os dois cultivam uma boa relação, a ponto de terem parcerias neste álbum, como é o caso de “Retrato Falado”, primeiro single lançado pela banda.

A cantora e compositora piauiense recebeu recentemente o Prêmio Equidade de Gêneros, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal (Secult/DF), por ter prestado relevante contribuição ao desenvolvimento artístico e cultural do DF. Além da consagração, o valor do prêmio possibilitou a gravação do disco.

Haynna e Os Verdes também tem parcerias com cantor e compositor de Parnaíba (PI), Teófilo Lima, grande ícone em seu estado de origem, responsável por “No Canto” e “Beijos e Cacos”; o compositor brasiliense Lucas Soledade é responsável por “Pão de Lú/Insônia” e as outras canções são de autoria de Haynna e o companheiro de banda Betinho Matuszewski.

O trabalho foi produzido por Alan Pinho (Refinaria Estúdios) e co-produzido por Haynna e Betinho Matuszewski.

Haynna e o Verdes é formada por Haynna Jacyara Mendes (vocal), Daniela Vieira (teclado), Betinho Matuszewski (guitarra), Rian Sodré (baixista) e Jhonata Morais (baterista). Um formato enxuto de uma boa banda de rock.

Mais sobre Haynna e os Verdes

Formada em 2013 após o encontro de Haynna Jacyra e Betinho Matuszewski, o grupo Haynna e os Verdes é uma mistura de rock, blues, brega e brasilidades. O grupo de Samambaia vem tocando pelas noites do Distrito Federal e mostra seu primeiro disco em 2018. Das canções já conhecidas pelo público estão as músicas “Love Song” e “Retrato Falado”. Esses dois singles foram selecionados entre as 50 músicas do consagrado Festival da Nacional FM. Em 2017, o grupo gravou um registro audiovisual “Haynna e os Verdes – Ao Vivo no Teatro da Praça”, previsto para sair em breve. O show inédito teve produção musical de Haynna e Betinho.

Serviço:

Lançamento do disco Haynna e os Verdes. Abertura Dillo e Lídia Dallet

Data: 23/11/2018

Horário: 20h

Local: Sallon Red Rock (QI 16, Conj. 2, Lote 1 – Samambaia Norte)

Entrada gratuita

Não recomendado para menores de 18 anos.

*Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF.

1° Encontro de Mulheres na Roda de Samba

Com muito orgulho o Projeto Mulheres de Samba, que reúne as sambistas de Brasília, se une ao Encontro Nacional!

No dia 24 de novembro de 2018, sábado, mulheres sambistas de todo o país irão protagonizar o “Primeiro Encontro Nacional de Mulheres na Roda de Samba”, que reunirá musicistas, cantoras, compositoras e produtoras.

Visando a aumentar a visibilidade e divulgar para um público mais amplo a força feminina no samba, o projeto idealizado por Dorina Samba tem como estratégias: – a mobilização de mulheres do mundo do samba; a ampliação de suas redes de contato; e a união de suas forças.

O Encontro Nacional vai acontecer simultaneamente em diversas cidades brasileiras como #BeloHorizonte, #Brasília, #Curitiba, #Fortaleza, #JuizdeFora, #Londrina, #Maceió, #Recife, #RiodeJaneiro, #SãoPaulo e #Vitória. E na vizinha #LaPlata também! A abertura oficial acontecerá às 17h, com transmissão simultânea ao vivo de todos os Estados.

Ingressos

Até 18h

  • R$ 10,00

Após 18h

  • R$ 20,00

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

Pontos de Venda

  •  Na hora e no Local

Hora: 17h ás 22h
Local: Outro Calaf – Setor Bancário Sul, Quadra 02, Bloco Q

Bienal de Pequim abre inscrições para seleções de obras de arte

A Bienal Internacional de Arte de Pequim (BIAB) iniciou o processo de seleção de obras para sua próxima edição, que será realizada entre agosto e setembro de 2019. Artistas de todo o mundo podem participar da convocatória. As inscrições podem ser feitas até 25 de dezembro, por meio do link http://www.bjbiennale.com.cn/en/ParticipationWay/.
O tema da oitava edição da Bienal é “Um mundo colorido e um futuro compartilhado”. Os organizadores querem que os artistas contribuam com diferentes perspectivas culturais e que trabalhem questões compartilhadas, como a deterioração ambiental, o terrorismo, a pobreza e a inteligência artificial, entre outras.
Com edições em 2003, 2005, 2008, 2010, 2012, 2015 e 2017, a Bienal de Pequim tem se firmado como um dos principais eventos do circuito internacional das artes visuais. Desde sua primeira edição, a Bienal já contou com mais de um milhão de visitantes e com a participação de cerca de quatro mil artistas de mais de 100 países.
A Bienal de Pequim é organizada pelo Governo Municipal de Pequim e pela Associação de Artistas da China. Diferentemente de outras mostras internacionais, que priorizam instalações, a BIAB ainda mantém a escultura como sua principal forma de expressão artística. De acordo com a organização da mostra, mesmo que coexistam várias abordagens para a expressão artística e formas inesgotáveis de inovação, as artes clássicas seguem como uma fonte de referência e esclarecimento para as artes contemporâneas. A BIAB objetiva, deste modo, dar sua própria contribuição no processo das artes contemporâneas, por meio da construção de uma plataforma internacional para promover os intercâmbios culturais e artísticos entre diferentes países e salvaguardar a diversidade e a abundância das artes globais.
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura