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Sinpro-DF promove ato cultural em defesa da democracia nas escolas

Com o objetivo de promover a democracia nas escolas e denunciar a intervenção militar nas unidades escolares do Distrito Federal, o Sinpro promove às 16h do dia 6 de setembro, na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, um Ato Cultural aberto a toda a comunidade. Durante a atividade os microfones estarão abertos para aqueles(as) que desejarem cantar ou fazer qualquer tipo de apresentação cultural.

A crescente militarização das escolas públicas é inconstitucional por diversas perspectivas e, além disso, viola os tratados internacionais assinados pelo Brasil. Na perspectiva do direito à educação, viola frontalmente os princípios da “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”, do “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” e da gestão democrática do ensino público, na forma da lei (incisos II, III e VI do art. 206, respectivamente).

É diante de tudo isto que o Sinpro vem denunciando a tentativa do GDF em militarizar as escolas públicas de forma impositória e antidemocrática. A solução para a educação pública é o investimento, não a implantação de um projeto comprovadamente antidemocrático e que não forma o cidadão como um todo.

FONTE: SINPRO-DF

Programação cultural do Ministério apresenta três novas exposições

Museu da Abolição, da República e Funarte recebem mostras inéditas com esculturas, vestuário e pinturas

Dois museus e a Funarte de São Paulo apresentam novidades em suas exposições. O Museu da Abolição, no Recife (PE), lançou a mostra “Culturas Africanas – arte, mitos e tradições”, com máscaras, escudos, vestuário, objetos rituais de uso lúdico e utilitário da África. No Rio de Janeiro, o Museu da República destaca as esculturas em metal do norte-americano Melvin Edwards. E na Funarte SP, a exposição ‘Pequenos Vestígios de Melancolia’, com trabalho de seis artistas visuais. Confira a programação completa abaixo:

FUNDAÇÃO PALMARES

31 Anos de Promoção da Cultura Afro-brasileira Até 29/8Endereço: Teatro Sílvio Barbato – Setor Comercial Sul, Quadra 02, Edifício Presidente Dutra – Brasília (DF)A Fundação Cultural Palmares (FCP) celebra neste mês de agosto o seu 31º aniversário. A data formal de instituição da entidade é o dia 22, mas a programação comemorativa preencherá todo o mês com possibilidades culturais afro-brasileiras abertas ao público. Em Brasília, onde está situada a sede da FCP, as atividades serão realizadas em parceria com o Sesc. Também está aberta a exposição Herança Viva, de Januário Garcia, que em 50 peças traça a trajetória do negro brasileiro como participante na construção da sociedade brasileira, retratando aspectos do seu cotidiano, das suas festas tradicionais e da religiosidade de matriz africana. A exposição permanecerá aberta à visitação até 13 de setembro quando será encerrado, também, o Sonora Brasil 2019.
Até o dia 29 de agosto, a FCP e o Sesc passarão filmes com temática negra. Entre eles, o documentário My Name is Now, de Elizabete Martins Campos (2018) que concorre ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria documentário, e, o documentário SIMONAL – Ninguém Sabe o Duro que Dei, de Cláudio Manuel, Micael Langer e Calvito Leal (2009). Os filmes trazem respectivamente as histórias pessoais dos artistas Elza Soares e Wilson Simonal, ícones negros da música brasileira. Os demais filmes serão: Besouro (2009), dirigido por João Daniel Tikhomiroff, Estamira (2005) dirigido por Marcos Prado, Menino 23 (2016) dirigido por Belisario Franca, e, Pitanga (2017) com direção de Beto Brant e Camila Pitanga. As sessões acontecerão todas as segundas e terças-feiras a partir das 12h, no Teatro Sílvio Barbato.
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CASA DE RUI BARBOSA

Exposição ‘Raimundo Santa Helena’Até 29/9Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Rio de Janeiro (RJ)Até o final de setembro estará em exposição no hall da Fundação Casa de Rui Barbosa a exposição Raimundo Santa Helena. O acervo do cordelista paraibano foi doado no dia 30 de agosto, em uma cerimônia que reuniu amigos, admiradores e familiares do autor. O material doado conta com mais de 100 folhetos de cordel e parte dele pode ser conferido na mostra assinada por Sylvia Nemer. 
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Espetáculo ‘Renato Russo – O Musical’De 15/8 a 2/9, às 19h (quinta a domingo)Endereço: Teatro Dulcina, Rua Alcindo Guanabara, 17 – Rio de Janeiro (RJ)Na trama, a história de Renato Russo é retratada desde a juventude punk, em Brasília, quando fundou a banda Aborto Elétrico, tendo ficado por dois anos em uma cadeira de rodas, até o sucesso da Legião Urbana. O quebra-quebra num show, em Brasília, e os problemas com drogas estão na encenação. Depoimentos, reportagens, entrevistas, livros e imagens de shows serviram como base para a concepção da obra biográfica. Renato Russo – O Musical combina grandes sucessos do ícone do rock nacional com a dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho. A direção é de Mauro Mendonça Filho, iluminação de Wagner Pinto e cenário de Bel Lobo e de Bob Neri. A banda Arte Profana (teclado, guitarra, baixo e bateria) reforça, ao vivo, a trilha sonora do espetáculo, composta por 22 canções do artista.
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Espetáculo ‘O Aniversário de Jean Lucca’De 17/8 a 8/9Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)Escrita e dirigida por Dan Nakagawa, a peça é considerada por seu autor um ‘quase musical’, com forte influência do Teatro do Absurdo. Questões problemáticas da sociedade e do sujeito contemporâneos, como a apatia social e a indiferença, são abordadas pelo texto. No enredo, estão em foco os preparativos da festa organizada por uma babá para o menino Jean Lucca, filho único de um casal que vive em um condomínio de luxo em São Paulo. Toda a ação se passa durante esses preparativos antes da festa, de modo que a babá e os convidados vão se revelando como ameaças à bolha de conforto e acomodação em que vive o casal. Os estranhos invadem os muros físicos ou subjetivos que o protegem, gerando incômodos que se manifestam como apatia ou paranoia.
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Exposição ‘Pequenos Vestígios de Melancolia’De 17/8 a 29/9Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)Os artistas Andrey Zignatto, Daniel Jablonski, Kitty Paranaguá, Jordi Burch, Paulo Ferreti e Renata Pelegrini têm trabalhos expostos sob a curadoria de Cadu Gonçalves, também artista visual, pesquisador, educador e produtor. Segundo o curador, em linhas gerais, o espectador da exposição encontrará imagens de espaços esvaziados, que convidam ao seu preenchimento ou pelo menos o sugerem. Podem ser espaços físicos, imaginários, representações do tempo ou manifestações do espírito; provocam sempre uma impressão de vazio. Cadu Gonçalves explica, ainda, que a mobilização do espectador pelas obras cria uma relação que jamais se consuma na ação efetiva, apenas na contemplação e na espreita. Daí a ideia de melancolia, presente em todos os trabalhos: marca da constatação de uma falta, sem qualquer perspectiva da plenitude.
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Espetáculo ‘Pulsão’22/8, às 19h (quinta a domingo)Endereço: Teatro Dulcina, Rua Alcindo Guanabara, 17 – Rio de Janeiro (RJ)Músico, videomaker, publicitário, jornalista, cantor e poeta, Roberto Pontes sobe ao palco do Teatro Dulcina, no centro do Rio de Janeiro, para apresentar ao público o seu mais recente trabalho. Pulsão é um monólogo musical autoral e inédito que mistura voz, violão, poesia, cena e movimento. O espetáculo conta com as participações especiais da cantora, pianista e bailarina Joyce Cândido; do músico e poeta Línox; da poeta e escritora Shala Andirá; do ator, artista plástico e circense Diogo Monteiro e da poeta, cantora e astrônoma Roberta Dittz. As diversificadas características do artista – ele é cantor, compositor, poeta, músico, jornalista, publicitário e videomaker –  fazem da obra uma experiência única: reflexiva, estética e sensorial. O espetáculo é dirigido por Luis Igreja, com produção musical de Rodrigo Campello e direção musical e preparação vocal de Joyce Cândido.
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Espetáculo ‘O Hétero’Até 28/8, às 19h (segundas a quartas)Endereço: Teatro Dulcina, Rua Alcindo Guanabara, 17 – Rio de Janeiro (RJ)Em O Hétero, o personagem Fulano de Tal carrega, além de seus questionamentos e observações, uma potente bagagem cultural, que engloba a pluralidade da cultura popular brasileira e as influências midiáticas da televisão, com suas telenovelas e programas de auditório da década de 90 até os dias de hoje. Segundo a produção, a viabilidade da peça se deu através de um financiamento coletivo e on-line. Em alguns momentos, o texto do espetáculo faz referência à literatura de cordel e, paralelamente, se vale da linguagem pop e de uma pequena dose de existencialismo filosófico.
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Festival ‘Hilda Hilst’Até 1/9Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)Até 1º de setembro, o Teatro de Arena Eugênio Kusnet recebe o festival Hilda Hilst, realizado pela Companhia Barco, com a participação de artistas e grupos convidados. O projeto, que tem apoio institucional do Instituto Hilda Hilst, conta com apresentações teatrais, shows, cortejo, oficinas e rodas de conversa. Todas as atividades têm entrada na modalidade “contribuição consciente”. O show com o grupo vocal As Joanas abre a temporada, no dia 3 de agosto, às 17h. No repertório, há composições criadas a partir de poemas de Hilda Hilst. Logo em seguida, às 20h, a Companhia Barco apresenta ao público, pela primeira vez, o espetáculo em construção Ensaio da Fantasia, livremente inspirado no texto Matamoros (da fantasia). A peça fica em cartaz até o dia 1º de setembro, aos sábados, às 20h, e domingos, às 19h. Criada em 2018 a partir do encontro de artistas formados pelo Instituto de Arte e Ciência (INDAC), a Companhia Barco tem como alicerces de seu fazer teatral a pesquisa, a presença do público e o intercâmbio entre artistas como agentes provocadores do processo criativo, buscando a intersecção entre o teatro e outras formas de artes da cena.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Pau, corda, cores e (re)invenções: instrumentos e artesanatos do Carimbó’Até 8/9Endereço: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, Rua do Catete, 179 – Rio de Janeiro (RJ)A mostra traz referências sobre a forma de expressão que envolve múltiplas linguagens, como a dança, a indumentária, o canto, o ritmo, a culinária e produção artesanal, que fica disponível para visitação gratuita até o dia 08 de setembro na Sala do Artista Popular (SAP). Há mais de dois séculos, o Carimbó mantém sua tradição em quase todas as regiões do Pará e tem se reinventado constantemente. Seus instrumentos, sua dança e música são resultados da fusão das influências culturais indígena, negra e ibérica; e a memória coletiva dos mestres e seus descendentes tem mantido vivo estes aspectos.
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Exposição ‘Arqueologia e Habitantes da Pré-História’Até 10/9Endereço: Museu de Geociências da Universidade de Brasília (UnB) – Campus Darcy Ribeiro – ICC – Ala Centro – Sala AT 276/18 – Brasília (DF)A mostra sobre a diversidade cultural na pré-história está estruturada em dois módulos temáticos. O primeiro aborda elementos do patrimônio arqueológico do Distrito Federal (DF) que evidenciam a ocupação milenar do território. Apresenta artefatos de pedra dos caçadores e coletores da tradição Itaparica, fabricados há mais de 8,4 mil anos e usados na caça de animais. O material também resgata parte da história de sociedades de agricultores ceramistas que chegaram ao território da capital por volta do século X. As peças cerâmicas foram coletadas em pesquisas arqueológicas realizadas na região entre 1992 e 1995 pelos arqueólogos Eurico T. Miller e Paulo Jobim e os artefatos líticos (pedras) pelo arqueólogo Edilson Teixeira, em 2016. Já o segundo módulo traz peças arqueológicas coletadas em Santa Catarina pelo arqueólogo e padre João Alfredo Rohr. Entre elas, estão objetos de antigos habitantes da costa e do interior, os sambaquieiros e os caçadores e coletores da Tradição Umbu. O material inclui artefatos de pedra, osso e cerâmicas, utilizados para pescar, caçar, fazer outros instrumentos, preparar alimentos e corantes, além de adornos utilizados para enfeitar as pessoas. As peças em exposição formam parte da Coleção Padre João Alfredo Rohr, tombada pelo estado de Santa Catarina em 1984. Dois anos depois, foi a vez do Iphan reconhecer esse material, com a inscrição no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
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BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘Euclides da Cunha. Os sertões, testemunho e apocalipse’Até 5/10Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México s/n – Rio de Janeiro (RJ)Dividida em quatro módulos – Os Sertões, Canudos, A República imaginada e a vida carioca e Canudos 2017 – uma exposição fotográfica sob o olhar de Joaquim Marçal e Celso Brandão, a exposição percorre uma linha do tempo que começa em 1830, com o nascimento de Antônio Conselheiro, vai a 1866, quando nasce Euclides da Cunha; lembra 1888, quando o escritor tenta quebrar sua espada do Exército à frente do ministro da Guerra e depois desliga-se da corporação e começa a carreira de jornalista, como defensor da república no jornal A República de São Paulo, hoje O Estado de S. Paulo; vai até a posse de Prudente de Morais, primeiro presidente civil, e chega à Guerra de Canudos, em 1896/1897: o primeiro enfrentamento dos seguidores de Antônio Conselheiro com as tropas do governo da Bahia; os ataques do Exército brasileiro contra o Arraial de Canudos, que passou a ser considerado foco monarquista; o cerco final, a morte de Antonio Conselheiro e a rendição final de Canudos, arrasado e incendiado, em 1897. Estarão expostas 130 peças do acervo da Biblioteca Nacional, cinco desenhos a carvão de Adir Botelho (pertencentes ao Museu Nacional de Belas Artes) e 14 imagens de Flavio de Barros, cedidas pelo Museu da República.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Exposição ‘Fotografia&Poesia Vila Rica – centenário da publicação do poema de Olavo Bilac’Até 25/8Endereço: Museu da Inconfidência – Praça Tiradentes, 139 – Ouro Preto (MG)A mostra é realizada pelo grupo Coletivo Olho de Vidro, criado em 2007 pelos fotógrafos Alexandre Martins, Antônio Laia, Eduardo Tropia e Heber Bezerra e pelo poeta Guilherme Mansu. Comprometido com a cidade de Ouro Preto, o grupo se caracteriza por apresentar anualmente uma exposição coletiva de fotografias e de poesia. O objetivo é estabelecer um espaço de reflexão, criação e experimentação. Cada um dos integrantes tem liberdade de interpretação sobre o tema proposto pelo poeta e discutido pelo grupo.
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Exposição ‘Chica da Silva recebe Joana D’Arc: memórias que se cruzam no Caminho de Saint-Hilaire’Até 25/8Endereço: Museu Regional Casa dos Ottoni – Praça Cristiano Ottoni, 72 – Serro (MG)O Museu Regional Casa dos Ottoni/Ibram recebe, entre os dias 2 de julho a 25 de agosto, a exposição temporária “Chica da Silva recebe Joana D’Arc: memórias que se cruzam no Caminho de Saint-Hilaire”. Segundo Flávia Amaral, professora de história medieval da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e curadora da exposição, a mostra dos registros das viagens pelo Brasil do botânico francês Auguste de Saint Hilaire pretende unir as cidades de Diamantina, Serro e Conceição do Mato Dentro, no Brasil, e a cidade de Orléans, na França.
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Exposição ‘Brincos da Rainha’Até 8/9Endereço: Museu Regional de Caeté – Rua Dr. Israel Pinheiro, 176 – Caeté (MG)Em comemoração à padroeira da cidade de Caeté (MG), Nossa Senhora do Bom Sucesso e São Caetano, o Museu Regional de Caeté/Ibram promove a exposição “Brincos da Rainha”. Na mostra, serão apresentados os brincos doados por famílias e artesãos da cidade de Caeté para a imagem da padroeira. A imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso, de origem portuguesa do século XVIII, tem o estilo barroco, ornamentos em sua policromia e atributos de prata. Os brincos que ornam a padroeira da cidade, considerada Rainha de Caeté, trazem, segundo os fiéis, nobreza e graciosidade para a imagem.
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Exposição ‘A Casa da Porta Verde’Até 10/9Endereço: Museu Victor Meirelles – Rua Rafael Bandeira – Florianópolis (SC)A exposição A Casa da Porta Verde celebra o retorno do museu à sua sede histórica, na Rua Victor Meirelles, depois de a edificação ter passado por obras de restauração e ampliação que duraram três anos. Iniciando com a trajetória do pintor, seus estudos e retratos, e também com os trabalhos de seus mestres, a sequência da mostra chega às pinturas históricas, buscando propor uma ligação destas com a própria Casa enquanto patrimônio histórico nacional tombado pelo Iphan em 1950.
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Exposição ‘Festival de Esculturas do Rio’Até 22/9Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)O Festival, idealizado pelo produtor e curador Paulo Branquinho, tem o propósito de promover o intercâmbio entre artistas de diversas gerações, origens e linguagens, além de oferecer ao público sensações visuais, táteis e sonoras, proporcionadas pelas esculturas e instalações apresentadas. Para a elaboração das esculturas, foram utilizadas como matérias-primas madeira, plástico, aço, cerâmica e alumínio. Nas mãos dos artistas Ângelo Venosa (RJ), Boris Romero (Uruguai), Cris Cabus (RJ), Dudu Garcia (RJ), Frida Baranek (RJ), Hans Hoge (Alemanha), Jesper Neergaard (Dinamarca), Lorena Olivares (Chile), Marcos Cardoso (RJ) e Susana Anágua (Portugal), as esculturas dão forma a abordagens sociais, inspirações da natureza, sentimentos e sensações.
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Exposição ‘Nas asas da Panair’Até 29/9Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Mal. Âncora s/n – Rio de Janeiro (RJ)Sob curadoria da historiadora Mariza Soares, a mostra apresenta itens da coleção criada em 2017 como resultado de uma parceria entre a empresa Panair do Brasil e a Família Panair, uma associação que reúne antigos funcionários da companhia. Ao longo de um ano, foram coletados quase 700 peças, entre objetos e material de divulgação impresso. Quase todos contribuíram com folhetos, medalhas comemorativas, uniformes, adereços, louça, maletas de mão, brindes, fotografias, fitas e CDs com entrevistas, outros tipos de documentos e pequenos luxos – como protetor de caneta tinteiro, guardanapo de linho e talher de prata dos “tempos da Panair”. Alguns objetos foram adquiridos nos leilões de liquidação da empresa.
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Exposição ‘Diário de Cheiros: Affectio’Até 29/9Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)A instalação Affectio é construída por seis mesas de aço corten com ânforas olfativas feitas em vidro soprado, técnica que a artista Josely Carvalho abraçou desde 2016 e que continua a desenvolver nos estúdios do Urban Glass, em Nova York. Cada ânfora recebe o nome do cheiro criado pela artista com o apoio da Givaudan do Brasil e da empresa Ananse. São eles: “Pimenta”, “Lacrimæ”, “Barricada”, “Anoxia”, “Poeira” e “Dama da Noite”. Este último, contudo, ganha uma sala especial no MNBA, na cor tonalidade carmim, que, segundo a artista, remete à sensibilidade, à potência e à força feminina, entendidas aqui como possível opção de mediação de conflitos. A mostra é um desdobramento de Teto de Vidro: Resiliência, que foi exibida no ano passado no Museu de Arte Contemporânea – MAC USP e concorre, junto de outros cinco projetos, ao The Art and Olfaction Awards 2019, premiação internacional que celebra e premia artistas e perfumistas experimentais e independentes.
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Exposição ‘Melvin Edwards’Até 27/10Endereço: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro (RJ)Nascido nos Estados Unidos em 1937, Melvin Edwards se tornou célebre por suas esculturas abstratas de metal em aço. Em suas obras, ainda que abstratas, as ferramentas agrícolas como memória de sua infância no Sul dos Estados Unidos estão presentes, além de correntes que podem remeter, segundo o artista, aos elos de conexão entre as pessoas. Nesse sentido, a exposição tem como objetivo explorar diferentes vertentes do trabalho do escultor, criando um leque de raciocínios desenvolvido pelo artista ao longo dos anos de pesquisa. Reconhecido como pioneiro na arte contemporânea afro-americana, Melvin Edwards funde engajamento político com abstração, produzindo objetos densos, fortes e carregados de significados. Sua obra procura conciliar o interesse na abstração com a satisfação por contar a história da cultura negra, buscando o diálogo com as lutas históricas e contemporâneas. A exposição inclui obras de aço, como “Boa sorte, primeiro dia”, típicas do estilo do artista, mas também aquarelas que dialogam com o peso do metal.
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Exposição ‘Culturas Africanas – arte, mitos e tradições’Até 9/11Endereço: Museu da Abolição – Rua Benfica, 1150 – Recife (PE)Em forma de releitura de máscaras, escudos, objetos rituais de uso lúdico e utilitário da África, a exposição apresenta, também, algumas peças originais de vestuário da nobreza tradicional africana. A mostra é resultado dos trabalhos realizados por 16 pesquisadores do CAC sobre modelagem em argila. O projeto tem a direção da professora Suely Cisneiros Muniz, da UFPE, e orientação e curadoria do professor Paulo Lemos de Carvalho, pesquisador em antropologia da arte tradicional africana, além dos 16 pesquisadores do CAC.
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Exposição ‘Contextos Afro Digitais’Até março de 2020Endereço: Museu da Abolição – Rua Benfica, 1150 – Recife (PE)A exposição Contextos Afro Digitais tem como mote mostrar como o afro-brasileiro está inserido e, sobretudo, se expressa no universo da internet e dos meios digitais. A mostra apresenta as interações virtuais que permeiam o universo negro dentro da sociedade brasileira e faz parte do ‘Projeto Selos 2019’. O Projeto Selos tem por objetivo disseminar a missão do MAB de preservar, pesquisar, divulgar, valorizar e difundir a memória, os valores históricos, artísticos e culturais, o patrimônio material e imaterial dos afrodescendentes, por meio de estímulo à reflexão e ao pensamento crítico, sobretudo quanto ao tema abolição, contribuindo para o fortalecimento da identidade e cidadania do povo brasileiro.
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FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania




Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A determinação está na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Até o dia 16 de setembro deste ano, os exibidores precisam ter atingido a meta de 35% das salas dos grandes complexos e 30% das salas dos grupos menores.

Segundo o secretário-executivo da Ancine, João Pinho, o dia 16 de junho foi o primeiro prazo para o cumprimento das metas, com a exigência de 15% das salas de grandes complexos oferecendo os recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras) para quem solicitar.

“Agora a gente entrou efetivamente na segunda fase, que é monitoramento do cumprimento em si. Ainda tem um pouco de orientação, mas já começa com a fiscalização pelos complexos. Estamos acompanhando semanalmente pelos sistemas internos da agência e de acordo com o plano de fiscalização, que envolve visitas técnicas quando necessário. Estamos divulgando a lista dos cinemas que se declaram acessíveis”.

Segundo o último levantamento feito pela agência, divulgado no fim de junho, a meta de 15% havia sido cumprida. A lista das salas com os recursos pode ser consultada na internet e o próximo levantamento deve ser divulgado no início de setembro.

Pinho explica que as exigências de acessibilidade para o setor de cinema no Brasil começaram em 2014, com a obrigatoriedade de todos os filmes produzidos com recursos públicos oferecerem os recursos para audiência de cegos e surdos. E desde 16 de junho todos os filmes, inclusive estrangeiros, já estavam adaptados.

“Se a gente colocasse a obrigatoriedade logo, o exibidor não ia ter conteúdo acessível para oferecer ao público alvo. Isso era para criar um estoque de filmes e também de séries, porque vamos começar isso depois para a TV. Então a gente já teve 100% dos filmes nacionais, agora 100% dos filmes de qualquer nacionalidade e em 1º de janeiro 100% dos cinemas”.

O secretário explica que não há dados sobre a utilização dos recursos de acessibilidade nas salas, mas para o ano que vem o sistema da Ancine que contabiliza a bilheteria dos cinemas do país vai trazer essa informação. Além disso, ele destaca que duas câmaras técnicas montadas dentro da agência, uma sobre acessibilidade e outra com os exibidores, acompanha a implementação das medidas para avaliar a eficácia e qualidade dos serviços oferecidos.

“Tem as duas câmaras técnicas para dar o feedback, como melhorar o equipamento, aumentar o número de equipamentos disponíveis se tiver muita demanda, legenda em libras malfeita, por exemplo. Daí teremos que fazer campanhas para melhorar essas coisas”.

Segundo Pinho, o Brasil é pioneiro na área, sendo o único país que exige exibição cinematográfica com língua de sinais. “Temos recebidos feedbacks qualitativos, muito emocionantes, de pessoas com deficiência que nunca tinham ido ao cinema na vida, pessoas que nunca viram ou asistiam filme sem entender. A gente vê que está impactando positivamente a vida dessas pessoas”, explicou.

FONTE: Agência Brasil

Nicolas Behr ministrará mini oficina de poesia no dia 31 de agosto

Se você gosta de poesia e quer explorar essa linguagem, mostrar seus textos, discutir esse processo criativo, melhorar sua escrita e dialogar com um poeta experiente e reconhecido, corra para se inscrever na “Oficina de Poesia com Nicolas Behr” e leve de brinde um livro autografado pelo autor!

Durante a programação, Nicolas pretende analisar vários aspectos da produção criativa, visando à ampliação do universo poético dos  participantes e o incentivo à produção literária própria. A oficina se propõe também debater o conceito de poesia, a partir do estímulo à criatividade em extrair o “poético” dos acontecimentos cotidianos.

Na oficina, o participante poderá melhorar sua autoconfiança na escrita. “Quero instigar, inquietar e compartilhar minha experiência com os escritores que estão iniciando sua trilha na poesia. Iremos ler e comentar as produções e também sugerir onde está a poesia, como ela pode surgir”, esclarece Behr.

A oficina será no sábado, dia 31 de agosto e terá duração de 6h (09h às 12h e 14h às 17h). A inscrição está com valor promocional até o dia 23/8 por R$300 e pode ser feita pelo site https://www.escolacasa.com.br/product-page/mini-oficina-de-poesia .

São apenas 15 vagas. Corre pra garantir a sua!

FONTE: A Casa

Diplomata e professor Gelson Fonseca faz na ABL a palestra de encerramento do ciclo sobre o Barão do Rio Branco

O diplomata e professor Gelson Fonseca faz na Academia Brasileira de Letras a terceira e última palestra do ciclo de conferências Legado de Rio Branco: interpretações e atualidade, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Merval Pereira. O evento está programado para o dia 25 de julho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro), com o tema Rio Branco: a persistência de um novo paradigma para a política externa. Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Acadêmico Merval Pereira convida para o ciclo “Legado de Rio Branco: interpretações e atualidade”

Serão fornecidos certificados de frequência.

O CONFERENCISTA

Gelson Fonseca, diplomata e professor, é graduado em Ciências Jurídicas (1969) pela Universidade do Estado da Guanabara (RJ), mestre em Assuntos Latino-Americanos pela Georgetown University (EUA) e doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Em 1995, foi Presidente da Fundação Alexandre de Gusmão (encarregada de pesquisa, seminários e publicações do Itamaraty). Professor do Instituto Rio Branco e da Pós-Graduação em Relações Internacionais da UERJ e membro do Conselho Editorial da Revista Política Externa (Editora Paz e Terra). Gelson Fonseca é autor de diversos livros e artigos sobre Teoria das Relações Internacionais e Política Externa Brasileira, com ênfase na atuação multilateral do Brasil.

Em 1999, foi nomeado Embaixador do Brasil na ONU; Em 2002, Chefe de Delegação da 9ª Sessão da Comissão Preparatória para o Tribunal Penal Internacional em Nova York; Em 2003, Embaixador do Brasil em Santiago; Em 2006, Cônsul-Geral do Brasil em Madri; De 2009 a 2013, Inspetor Geral do Serviço Exterior no Ministério das Relações Exteriores; De 2013 a 2016, Cônsul-Geral do Brasil no Porto, Portugal; Atualmente é diretor do Centro de História e Documentação Diplomática da Fundação Alexandre de Gusmão, no Rio de Janeiro

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Instituto Reciclando Sons inaugura cozinha industrial para atender comunidade carente com cursos e capacitações no DF

“Quando minha filha conheceu o Instituto Reciclando Sons estava sofrendo bullying na escola. Não tinha amigos e vivia isolada. Um dia, passando em frente ao instituto, viu que estavam abertas inscrições para o curso de violino e me pediu para matriculá-la. Após quatro meses, tudo mudou na vida dela: fez amizades, aumentou a autoestima e descobriu a paixão pela música. Como o instituto havia feito a diferença na vida da minha filha, eu decidi vir aqui e oferecer meu trabalho como voluntária. Fiquei por muitos anos trabalhando com artesanato, ministrando aulas de reforço para as crianças e há quatro anos fui convidada pela Rejane para ser funcionária da entidade. O instituto mudou a vida da minha família”. Essa é a história de Islam do Nascimento Lourenço, de 45 anos, moradora da Cidade Estrutural e atual diretora de logística do Instituto Reciclando Sons (IRS). Islam também é uma das participantes do curso de panificação, do projeto Sabor & Som, promovido pela entidade.

Há 18 anos o IRS se dedica à inclusão social de crianças, adolescentes e jovens carentes da Cidade Estrutural, por meio da música. Pensando na capacitação de profissionais para o mercado de trabalho, com conhecimento prático e teórico em atividades de panificação e confeitaria, a instituição inaugurou nesta sexta-feira (5), uma cozinha industrial.

O novo empreendimento é fruto do projeto Sabor & Som, uma parceria da organização não-governamental com a Fundação Banco do Brasil. A iniciativa é uma ampliação das atividades socioeducacionais, resultado de reivindicação de educandos, educadores, gestores e da Associação de Pais e Mestres do Programa Educacional IRS. Principalmente é um pedido do núcleo de mulheres que são chefes de família e que se encontram em situação de maior vulnerabilidade financeira.

O IRS fica em uma das regiões mais carentes do Distrito Federal, erguida sobre o maior depósito de lixo da América Latina: o lixão da Estrutural, desativado em 2018. A cozinha fica dentro do galpão de tecnologia social, onde está localizada a sede do instituto. O projeto recebeu investimento social da Fundação BB no valor de R$ 112 mil para estruturar o espaço e a atender cerca de 60 jovens e mulheres, prioritariamente, com idade a partir de 16 anos, para capacitação profissional em panificação e confeitaria. Os cursos foram ministrados em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

Na oportunidade, 26 alunos receberam certificados referentes aos cursos de técnicas de produção de tortas doces e salgadas; produção de salgados, biscoitos diversos, pães caseiros e artesanais. Os produtos confeccionados durante as capacitações são usados na alimentação dos alunos atendidos na entidade e comercializados, colaborando com a sustentabilidade do projeto.

“Emoção a flor da pele, do corpo e da consciência. É muita emoção. Este projeto só aconteceu porque muita gente acreditou na causa, que é possível transformar e inovar. Desejo que este projeto seja autossustentável e atenda as mulheres que sofrem violência doméstica, e que alimente não só o corpo, mas a alma de todos que participam”, declarou a maestrina e idealizadora do projeto, Rejane Pacheco.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares conta que a demanda dos pais dos alunos o comoveu ” Quando a Rejane me procurou para mostrar o projeto, ela já tinha pensado em tudo para atender o pedido da comunidade. E hoje, nesta inauguração, ver que a gente ajudou nesta empreitada me deixa muito feliz. Mas, o mais importante é ver vocês capacitados. Vocês se declarando felizes, com entusiasmo, percebo que é de coração. Que é algo verdadeiro. Este projeto está permitindo que vocês trabalhem e gerem renda e cumpre também o propósito da Fundação BB que é valorizar vidas, para transformar realidades”.

Enfoque na música

As oficinas socioeducativas oferecidas à população pelo Instituto Reciclando Sons têm sido um diferencial na região e já revelou ser extremamente eficiente no combate à violência e à desigualdade social. Na lista estão: canto coral; orquestra; teoria musical; musicalização infantil; instrumentos como ferramenta para educação, geração de renda e democratização da cultura. A metodologia de educação musical modular, usada pela entidade foi uma das vencedoras no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2013, na categoria Juventude.

Em 2018, a entidade inaugurou o galpão de tecnologia social na Cidade Estrutural, onde fica a sede, com o apoio de diversas entidades voltadas para o financiamento social e da sociedade civil, um espaço para a inclusão, protagonismo social e desenvolvimento de alternativas socioeducacionais que contribuam para a superação da vulnerabilidade social dos atendidos. A entidade vem participando dos editais públicos da Fundação BB e desde 2014 recebeu mais de R$ 300 mil em investimento social. O grupo de Cônjuges dos Chefes de Missão também é parceiro do projeto Sabor & Som.

FONTE: ASCOM/Fundação BB

Teste vai selecionar atrizes negras cis e trans para nova peça do Museu da Vida

O Museu da Vida, departamento da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), convoca atrizes negras cis e trans a participarem de teste para seu novo espetáculo teatral, cujo tema central é meninas e mulheres na ciência. Podem participar do teste atrizes negras cis e trans de todas as faixas etárias, a partir de 18 anos até idosas, mas é preciso ter disponibilidade para início imediato dos ensaios, que acontecerão de 3/7 a 15/8, das 9h30 às 16h. 

As interessadas devem enviar currículo para leticia.guimaraes@fiocruz.br até o dia 29 de junho de 2019. As candidatas que tiverem seu currículo selecionado serão chamadas para o teste, a ser realizado no dia 2/7, das 9h30 às 16h, no Museu da Vida. Todas as candidatas chamadas a comparecer no dia 2/7 receberão cachê teste no valor de R$ 30. No dia do teste, também será oferecido café da manhã e lanche reforçado. Há mais de 20 anos, o Museu da Vida produz espetáculos teatrais profissionais, sempre com entrada gratuita para seus visitantes.

FONTE: ASCOM/COC – Fiocruz

Diplomata e historiador Luís Cláudio Villafañe abre na ABL o ciclo de conferências sobre o Barão do Rio Branco

O diplomata e historiador Luís Cláudio Villafañe abre na Academia Brasileira de Letras o ciclo de conferências Legado de Rio Branco: interpretações e atualidade, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Merval Pereira. O evento está programado para o dia 4 de julho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro), com o tema Procedo neste caso como teria procedido Barão: O legado de Rio Branco como fonte de legitimidade. Entrada franca. 

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Serão fornecidos certificados de frequência.

O ciclo terá mais duas conferências no mês de julho, sempre às quintas-feiras, no mesmo local e horário: Rio Branco hoje: os desafios do ofício, com o diplomata Marcos Azambuja, no dia 11; e Rio Branco: a persistência de um novo paradigma para a política externa, diplomata e professor Gelson Fonseca, dia 25.

O CONFERENCISTA

Luís Cláudio Villafañe Gomes Santos, diplomata e historiador, nasceu no Rio de Janeiro em 18 de setembro de 1960. Bacharel em Geografia pela Universidade de Brasília e bacharel em Diplomacia pelo Instituto Rio Branco, possui pós-graduação em Ciência Política pela New York University e mestrado e doutorado em História pela Universidade de Brasília.

Nomeado Embaixador do Brasil na República da Nicarágua por Decreto de 16 de fevereiro de 2017.

Como diplomata serviu no Escritório Financeiro do Itamaraty em Nova York, nas Embaixadas do Brasil na Cidade do México, Washington, Montevidéu e Quito, e na Missão do Brasil junto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa.

Villafañe é autor de diversos livros sobre a história das relações exteriores do Brasil, entre os quais, O Evangelho do Barão (Unesp, 2012) e O dia em que adiaram o carnaval (Unesp, 2010). Foi curador da mostra oficial sobre o centenário da morte do patrono da diplomacia brasileira “Rio Branco: 100 anos de memória”, exibida em Brasília e no Rio de Janeiro em 2012.

Publicou artigos em revistas especializadas e participou em obras coletivas no Brasil, Estados Unidos, Europa e América Latina, dentre as quais a coleção Historia General de América Latina, publicada pela Unesco.

Ademais de sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (Rio de Janeiro) e da Academia de Geografía e Historia de Nicaragua (Manágua), é pesquisador associado ao Observatório das Nacionalidades (Fortaleza).

Vencedor do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), melhor livro do ano (2018) na categoria Biografia/Autobiografia/Memória, com Juca Paranhos, o barão do Rio Branco.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

9ª Mostra Audiovisual Joaquim Venâncio começa dia 26/6

A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) promove, nos dias 26 e 27 de junho, a 9ª Mostra Audiovisual Joaquim Venâncio. O evento reúne curtas-metragens produzidos por estudantes de diversos estados do Brasil e de outros países. No ano passado, alunos do quarto ano do ensino médio, da habilitação de Análises Clínicas, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) tiveram reconhecimento nacional e internacional com o filme Contracorrente. O curta-metragem, que conta a história de um menino incrédulo que recebe mensagens anônimas pelo celular que mudam o curso de sua vida, foi exibido pela primeira vez na edição de 2018, e, além de ser selecionado para exibição em festivais de cinema, mais recentemente, o filme foi exibido no Programa Curta Mostra Geração, da TV Escola.

Na edição de 2019, a mostra promete mais sucessos cinematográficos. Dos 50 vídeos inscritos, 27 foram selecionados para a exibição, incluindo produções dos estados do Rio de Janeiro, Tocantins e Rio Grande do Norte e também da Argentina. Entre as temáticas que perpassam os filmes estão o feminismo, o preconceito racial e o bullying. Criada em 2011, a Mostra já recebeu mais de 300 filmes e exibiu cerca de 200 vídeos de diversas partes do Brasil e de outros países como Itália, Espanha e Portugal.

Segundo o professor-pesquisador da EPSJV, Gregório Albuquerque, que coordena a atividade, a mostra se configura, principalmente, como uma proposta de incentivo, buscando aproximar alunos de escolas públicas – “historicamente distantes de processos de utilização de tecnologias associadas à estética” – do exercício da investigação e do pensamento. “Tudo isso indo além do tecnicismo e da preocupação exclusiva com o produto final, provocando a discussão acerca das produções audiovisuais e de sua homogeneização”, destaca.

A grande novidade da 9ª edição ficou por conta de três concursos lançados no início do ano. Em um deles, os alunos poderiam contribuir na construção de uma vinheta coletiva, postando em uma rede social um vídeo mostrando transformações ocorridas em um espaço de tempo de nove minutos, nove horas, nove dias, nove semanas, nove meses ou nove anos. 

Outro concurso foi o Retros 90, uma campanha para reunir fotos de brinquedos, de objetos e trailers de filmes da década de 90. “Vamos construir um mural de memórias com as fotos enviadas pelos alunos”, adianta Gregório, que anuncia outra atração do evento: “Na tarde do primeiro dia acontece ainda uma apresentação de cosplay, concurso com as inscrições abertas para qualquer aluno se apresentar vestido de algum personagem e realizar uma cena de algum filme, clipe ou comercial. A melhor caracterização ganhará um troféu”.

Programação

A manhã dos dois dias será dedicada à exibição dos curtas-metragens. Um deles é de alunos do Colégio Pedro II, do campus Centro, do Rio de Janeiro. O “Todos em uma” faz uma homenagem a mulheres brasileiras e estrangeiras que contribuíram de alguma forma, seja na área da cultura, das artes, da literatura ou da educação, através de imagens e falas que expressam o protagonismo da mulher na sociedade. Já a Fundação Educandário Princesa Isabel, de Petrópolis (RJ), traz o curta “Cabelo ruim?”, que discute a relação que os jovens têm com o seu cabelo. O Núcleo de Educação da Infância, de Natal (RN), irá apresentar “Limbo (ou de quem sofre bullying)”, que mostra como atos violentos, intencionais e repetitivos atingem as crianças.

Na tarde do dia 27 serão exibidos os curtas “Volta que deu errado”, produzido pelos alunos do ensino médio da EPSJB, na disciplina de Audiovisual, e “Nada Além da Noite” e “Adé de Erê”, dos ex-alunos da Escola Politécnica, Leonardo Maciel e Thais Ayomide, respectivamente. Os curtas serão seguidos de uma roda de conversa, mediada pelo coletivo de Negrxs do Politécnico, com a participação da atriz Léa Garcia.  “Vamos falar sobre a representação das pessoas pretas na mídia. É importante fazer com que essa população seja vista”, afirma Joyce Rodrigues, aluna 3º do ensino médio, da habilitação de Análises Clínicas, da EPSJV/Fiocruz, e coordenadora do coletivo de Negrxs.

Audiovisual e Educação

A partir da necessidade de criação de um espaço dedicado a trocas de experiências pedagógicas entre os professores da educação básica sobre o tema, a EPSJV/Fiocruz criou, em 2018, o Seminário de Audiovisual e Educação. Nesta segunda edição, que será realizada no dia 28 de junho, o seminário traz uma palestra sobre cinema e ciência, com o antropólogo e professor da Universidade Federal de Goiás, José Ribeiro.

Durante a tarde, serão apresentados 19 trabalhos de professores de seis estados do país – Paraná, Maranhão, Goiás, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. “Com a apresentação e debate desses trabalhos científicos sobre audiovisual, pretendemos promover a circulação e o fortalecimento de diferentes propostas teórico-metodológicas, a ampliação de referências teóricas e sua apropriação de acordo com sua realidade educacional”, afirma Gregório.

Conheça a programação.

FONTE: ASCOM/FIOCRUZ

Inscrições prorrogadas para colaborações com a Revista Mercosul Audiovisual

Novo prazo para envio de textos para a publicação é 31 de julho. Tema da revista será “Educação, Infância e Audiovisual”

Foram prorrogadas até 31 de julho as inscrições para envio de artigos e resenhas para a segunda edição da Revista Mercosul Audiovisual, produzida pela Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul (Recam). Coordenada pela Secretaria do Audiovisual da Secretaria Especial da Cultura, a publicação terá como tema Educação, Infância e Audiovisual.

Podem participar do concurso artigos escritos por autores dos países integrantes e associados do Mercosul. Serão admitidos trabalhos em português e em espanhol, que deverão ser enviados por e-mail para o endereço revista@recam.org. Para saber mais sobre o concurso, confira aqui o regulamento.

A Revista faz parte do plano de trabalho da Recam como uma conexão entre o setor público e a Academia, buscando facilitar a divulgação, reflexão e debate sobre as questões relacionadas à integração audiovisual do Mercosul. A primeira edição da revista, com o tema Patrimônio Audiovisual, está disponível em espanhol, português e inglês neste link. As apresentações audiovisuais dos trabalhos também estão disponíveis.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania