Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

Inscrições abertas para a 7ª Edição do Prêmio Luiz de Castro Faria

Estão abertas até 5 de agosto as inscrições para o Prêmio Luiz de Castro Faria 2019, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cidadania. Podem participar pesquisadores e estudantes, brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil, que tenham projetos de valorização ao Patrimônio Arqueológico Brasileiro. Os trabalhos concorrerão a prêmios de RS 5 mil, R$ 10 mil, R$ 15 mil e R$ 20 mil. Acesse o edital e a ficha de inscrição.

Os projetos poderão ser inscritos nas seguintes categorias:
Categoria I – Monografia de Graduação: visa a apresentação de monografia final desenvolvida no âmbito de Cursos de Graduação em Arqueologia (ou com habilitação em Arqueologia reconhecido pelo Ministério da Educação/MEC) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 10 mil.

Categoria II – Dissertação de Mestrado: visa a apresentação de dissertação de mestrado desenvolvida no âmbito de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arqueologia (ou com área de concentração em Arqueologia reconhecida pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior/Capes) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 15 mil.

Categoria III – Tese de Doutorado: visa a apresentação de tese de doutorado desenvolvida no âmbito de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arqueologia (ou com área de concentração em Arqueologia reconhecida pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior/Capes) e que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Premiação: R$ 20 mil.

Categoria IV – Artigo Científico: visa a apresentação de artigo científico inédito que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Nesta categoria, serão contemplados dois trabalhos e poderão concorrer estudantes de Arqueologia e áreas afins, profissionais de arqueologia e áreas afins. Premiação: R$ 5 mil para cada artigo vencedor.

Desde 2013, o Centro Nacional de Arqueologia (CNA/Iphan) promove o Prêmio Luiz de Castro Faria, em reconhecimento à pesquisa acadêmica que verse sobre o patrimônio arqueológico brasileiro, que, devido à sua originalidade, vulto ou caráter exemplar, mereçam registro, divulgação e reconhecimento público. O resultado da edição deste ano será divulgado em 26 de setembro.

Luiz de Castro Faria

Nascido em Niterói (RJ) em julho de 1913, o antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo Luiz de Castro Faria foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Antropologia. Foi responsável pela formação de uma geração inteira de antropólogos brasileiros nas universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fluminense (UFF), onde recebeu o título de Professor Emérito.

Designado pelo governo brasileiro, foi responsável por participar, guiar e fiscalizar grandes expedições etnográficas do século XX. A última foi a Expedição à Serra do Norte, chefiada por Claude Lévi-Strauss, em 1938. Luiz de Castro Faria morreu aos 91 anos, no dia 12 de agosto de 2004.

Serviço
7ª Edição do Prêmio Luiz de Castro Faria
Inscrições: 5 de agosto de 2019
Edital ficha de inscrição

Informações sobre a premiação:
Centro Nacional de Arqueologia (CNA/Iphan)
(61) 2024-6300 – premio.cna@iphan.gov.br
Quadra SEPS, 713/913 Bloco D – 3º andar Asa Sul Brasília – DF

FONTE: ASCOM/Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – Ministério da Cidadania

Acadêmico e poeta Antonio Cícero fala na ABL sobre Homero, na terceira palestra do ciclo ‘Poesia cantada: melodia e verso’

O Acadêmico, poeta e compositor Antonio Cícero faz na Academia Brasileira de Letras, a terceira palestra do ciclo de conferências “Poesia cantada: melodia e verso”, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Zuenir Ventura. O evento está programado para dia 16 de maio, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro) Entrada franca.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora-geral dos ciclos de conferências de 2019.

Acadêmico Zuenir Ventura convida para o ciclo “Poesia cantada: melodia e verso”

“Poesia cantada: melodia e verso” terá mais duas palestras no mês de maio, às quintas-feiras, no mesmo local e horário: “O Rio inventou a marchinha”, com Rosa Maria Araújo, no dia 23; e “Vinicius de Moraes: a canção como destino”, Eucanaã Ferraz, 30.

O CONFERENCISTA

Antonio Cicero formou-se em Filosofia pelo University College London, da Universidade de Londres, em 1972. É autor, entre outras trabalhos, dos livros de poemas “Guardar”, “A cidade e os livros”, “Porventura” e, em parceria com o artista plástico Luciano Figueiredo, de “O livro de sombras”; além dos de ensaios filosóficos: “O mundo desde o fim”, “Finalidades sem fim” e “Poesia e filosofia”. Muitas de suas entrevistas foram reunidas no livro, organizado por Arthur Nogueira, “Encontros: Antonio Cicero”.

Foi o responsável pela organização do livro de ensaios “Forma e sentido contemporâneo: poesia”; e, em parceria com Waly Salomão, o volume de ensaios “O relativismo enquanto visão do mundo”. Em parceria com Eucanaã Ferraz, também organizou a “Nova antologia poética de Vinícius de Moraes”.

Em 1993, concebeu o projeto intitulado “Banco Nacional de Idéias”, através do qual, nesse ano e nos dois subsequentes, promoveu, em colaboração com o poeta Waly Salomão e com o patrocínio do Banco Nacional, ciclos de conferências e discussões de artistas e intelectuais de importância mundial, como João Cabral de Melo Neto, Richard Rorty, Tzvetan Todorov, Hans Magnus Enzensberger, Peter Sloterdijk, Bento Prado Jr. e Darcy Ribeiro, entre outros. É também autor de inúmeras letras de canções, tendo como parceiros compositores como Marina Lima, Adriana Calcanhotto e João Bosco.

Em 2012, Antonio Cicero foi agraciado com o “Prêmio Alceu Amoroso Lima – Poesia e Liberdade”, concedido pela Universidade Candido Mendes e pelo Centro Alceu Amoroso Lima pela Liberdade.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Cinemateca exibe filmes baseados em obras de Stephen King

Programação, que vai de 9 a 12 de maio, conta com oito longas-metragens. A entrada é franca, com distribuição de ingressos uma hora antes da sessão

A Cinemateca Brasileira, em São Paulo, vai promover, de 9 (quinta-feira) a 12 de maio (domingo), uma mostra com filmes baseados na obra do escritor norte-americano Stephen King, conhecido por livros de terror, ficção científica, suspense e fantasia. Serão exibidos oito longas-metragens, entre eles Carrie, a estranha (1976), de Brian de Palma, O Nevoeiro (2007), de Frank Darabont, Louca obsessão (1990), de Rob Reiner, que rendeu o Oscar de melhor atriz para Kathy Bates, bem como a versão original de Cemitério maldito (1983), de Mary Lambert, no qual King assina também o roteiro do filme.

Além dos trabalhos como escritor de terror, King também é autor de dramas impactantes, que foram amplamente reconhecidos na década de 1990, quando datam as adaptações de Um sonho de liberdade (1994) e À espera de um milagre (1999), ambas dirigidas por Frank Darabont, e Eclipse total (1995), de Taylor Hackford.

A Mostra tem entrada gratuita e os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão, sujeito à lotação da sala.

PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira | 09/05
19h – Cemitério maldito (1989)
21h – O nevoeiro

Sexta-feira | 10/05
18h – Carrie, a estranha
20h – O iluminado

Sábado | 11/05
17h – Louca obsessão
19h – Cemitério maldito (1989)
21h – Eclipse total

Domingo | 12/05
17h – À espera de um milagre
20h – Um sonho de liberdade

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

ARTES CÊNICAS II Bienal da Escola Nacional de Circo começa nesta quinta-feira (9)

Programação, com espetáculos gratuitos para o público, marca a formatura da segunda turma do Curso Técnico em Artes Circenses e comemora também os 37 anos da instituição

Jovens artistas formados pela Escola Nacional de Circo (ENC), da Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministério da Cidadania, se apresentam ao público a partir da próxima quinta-feira (9), durante a II Bienal da ENC. Na programação, quatro espetáculos que marcam a formatura da segunda turma do Curso Técnico em Artes Circenses. Reconhecido pelo Ministério da Educação, o curso é resultado da parceria entre a ENC e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). A programação se estende até o domingo (19), com entrada gratuita, nas dependências da Escola, na Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio.

Os 49 alunos do Curso Técnico em Artes Circenses apresentam quatro espetáculos: A travessia (dias 9 e 18 de maio, às 20h); Tomorrow Land (dias 10 e 17 de maio, às 20h); Pluma (dias 11 e 16 de maio, às 20h) e O bom café (dias 12 e 19 de maio, às 19h). As montagens complementam o processo criativo desenvolvido por quatro meses sob a direção geral de Roberto Magro, com direção de arte de Pedro Paulo Arruda, direção musical de Simon Thierrée e coreografia de Ileana Ortega.

Na segunda-feira (13), uma cerimônia e um espetáculo especial comemoram os 37 anos da instituição, que ao longo de sua história promove e difunde as artes circenses em suas mais variadas formas.

Durante a II Bienal da Escola Nacional de Circo, haverá também uma exposição fotográfica de Micael Bergamaschi e o lançamento do livro Variações, 8 Espetáculos de um Circo em Movimento, sobre processos criativos desenvolvidos na ENC. A Bienal é uma realização da Funarte, com apoio do Institut Français do Brasil, do Consulado Geral da França no Rio de Janeiro e do Pôle National des Arts du Cirque Méditerranée – Archaos.

Ao longo de sua trajetória, a ENC contou com a colaboração de várias instituições internacionais, que contribuíram de diferentes maneiras para a construção deste processo de formação, entre as quais: Institut Français, Pôle National des Arts du Cirque /CREAC/Archaos (França), Pôle National Cirque et Arts de la Rue Cirque d’Amiens/ École du Cirque Jules Verne (França), Centre des Arts du Cirque de Toulouse/Le Lido (França), Institut National des Arts du Music-Hall (França), Académie Fratellini (França), La Grainerie (França), National Centre for Circus Arts (Inglaterra), École Supérieure des Arts du Cirque/ESAC (Bélgica), Swissnex Brazil (Suiça), Haute École de Musique Lausanne HEMU (Suiça), Cirque du Soleil (Canadá), École Nationale de Cirque (Canadá), Instituto Nacional de Artes do Circo (Portugal), Escola de Circo do Chapitô (Portugal), Escuela de Circo Carampa (Espanha), Central Del Circ (Espanha), Istituto Italiano di Cultura, Sarabanda Associazione (Itália), Scuola Di Circo Vertigo (Itália), FLIC Scuola Di Circo Torino (Itália), Universidad Nacional de San Martin (Argentina), Escuela Municipal de Artes Urbanas Rosario (Argentina), El Circo Del Mundo (Chile) e Circo Social Quito (Equador).

Sobre o Curso Técnico em Artes Circenses

O Curso Técnico em Artes Circenses da Escola Nacional de Circo foi reconhecido pelo Ministério da Educação, por meio da Resolução nº 11, de 2 de abril de 2015, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, em virtude de um convênio firmado entre essa instituição e a Funarte. O curso é oferecido na modalidade presencial e integral, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, nas dependências da ENC, incluindo serviço gratuito de alimentação e bolsa de estudos para todos os alunos. Nesse sentido, a Bienal também cumpre um importante papel: durante o evento, a Escola Nacional de Circo/Funarte poderá mostrar à comunidade circense e à sociedade o resultado do investimento público e o cumprimento de sua missão institucional na formação de artistas de circo.

Serviço

II Bienal da Escola Nacional de Circo
De 9 a 19 de maio de 2019 
Produção Executiva: Carlos Vianna (Coordenador da Escola Nacional de Circo)
Direção Geral: Roberto Magro
Direção de Arte, Cenografia e Figurinos: Pedro Paulo Arruda
Direção Musical: Simon Thierrée
Direção Técnica: Paulo Henrique Pereira
Coreografia: Ileana Ortega Estrada
Assistente de Direção: Alice Tibery Rende

Programação

Espetáculo A travessia
Dias 9 de maio (quinta-feira) e 18 de maio (sábado), às 20h 
Sinopse: A viagem de um jovem recém-chegado a um mundo aparentemente frio e imóvel. Conseguirá o novato superar as provas que o aguardam, integrando-se plenamente a esse seu novo mundo? Uma fábula moderna para reencontrar uma das tantas iniciações com as quais somos confrontados ao longo de nossa vida. 
Elenco: Alify Batista, Clovis H.A.S., Davi Ferreira, Freddy Caro, Giovana Yoshino, Iago Richard, Luan Vieira, Lucas Ayres, Maiander Chagas, Mell Farias, Raphael Silva, Ravana Alexandrino e Thiago Souza

Espetáculo Tomorrow Land
Dias 10 de maio (sexta-feira) e 17 de maio (sexta-feira), às 20 h 
Sinopse: A um grupo de jovens foi proposto um experimento: fazer uma festa infinita, buscando nunca parar de se divertir até morrer. Uma festa eterna para esquecer a extrema solidão na qual estamos nos afundando cada vez mais.
Elenco: Alexander Cabeza, Antônio Silva, Bástian Arrieta, Caroline Gomes, Cecilia Figueiredo, Denise Torres, Eliel Dias Soares Junior, Erickson Almeida, Thaylane Fortuna, Linda De Berardinis, Mellina Fioretti, Pedro Elias e Tamara Figueiredo

Espetáculo Pluma
Dias 11 de maio (sábado) e 16 de maio (quinta-feira), às 20 h
Sinopse: Há uma força que existe, ainda que invisível. É uma atração que liga todos os seres e objetos do universo. É a gravidade que se estende de cada corpo em todas as direções do espaço, até uma distância infinita. Um grupo de jovens se encontra para estudar seus efeitos sobre a condição humana. 
Elenco: Agostina Roggero, Camila Basterra, Gabrielle Evangelista, Illyusha Montezuma, João Lucas Cavalcanti, João Paulo de Paiva Sales, Jonathan Nogueira, Juliete Schultz Silva, Rafael Mendonça, Roberto Willcock, Vitor Lima e Vitor Barros

Espetáculo O bom café
Dias 12 de maio (domingo) e 19 de maio (domingo), às 19h
Sinopse: A história de uma cafeteria que não recebe nenhum cliente há muito tempo. Que ingrato o destino de se preparar a cada dia para receber alguém que no final não chegará mais! Seria este o destino de quem continua a amar as velhas maneiras e um velho e bom café?
Elenco: Adriani Carneiro, Lukas Edson, Grace Wanke, Holly Sev, Luísa Bonadia, Luísa Rodrigues, Rachid Dragon, Samuel Conti, Vanessa Calado e Vinicius Marques (Participação Especial: Alisson Almeida)

Espetáculo de Aniversário de 37 anos da Escola Nacional de Circo
13 de maio (segunda-feira), às 20h
Escola Nacional de Circo
Rua Elpídio Boamorte s/nº – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro (RJ)
Tel: (21) 2504-5320
Entrada gratuita

FONTE: ASCOM/Fundação Nacional de Artes (Funarte) – Ministério da Cidadania


Sarau As Mina Tudo reúne mulheres para apresentação de músicas e poesia

De um grupo de WhatsApp que virou uma rede de troca de informações, um círculo de amigos e um projeto de trabalho. Foi assim com a turma do “As Mina Tudo”, que, entre muitas coisas, virou um sarau encabeçado pelas musicistas paulistas Andressa Brandão, 26 anos, e Rhaissa Bittar, 29. A iniciativa acontece desde maio de 2018 em São Paulo, mas com edições especiais e itinerantes, a iniciativa foi da baixista da banda Supercombo, Carol Navarro e hoje reúne mais de 200 artistas.

 A ideia vai muito além de reunir mulheres e revezar o microfone. É sobre troca, união e fortalecimento em todas as áreas da música. “Juntamos pessoas que são técnicas de som, produtoras, cantoras e compositoras que se ajudam além do sarau. Nas rodas de conversa e no compartilhamento de experiências, elas falam sobre os casos de machismo que passam e encontram formas de se posicionar de outra forma e ganhar voz”, conta Dessa, como é chamada pela turma.

Como funciona? Cada artista apresenta uma música ou um poema (ou etc). São dois blocos de apresentações: o primeiro é com as artistas confirmadas previamente; o segundo é microfone aberto com inscrições feitas na hora.

Entre as artistas confirmadas da capital que estarão acompanhando Andressa Brandão e Rhaissa Bittar, estarão Moara Ribeiro, Beatriz Águida, Natália Carreira, (foto), Haynna Jacyara, Georgia W. Alô, Maísa Arantes de Amorim, Daniela Firme, Laura Gomes Machado e Thais Rodeiro.

Sarau “As Mina Tudo” em Brasília
Shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul)
Domingo, 5 de maio, a partir das 18h30
Entrada gratuita

Pianista Linda Bustani e Quarteto de cordas da UFF abrem as atividades de 2019 da série ‘Música de Câmara na ABL’

A série “Música de Câmara na ABL” de 2019 apresenta a pianista Linda Bustani e o Quarteto de cordas da UFF (Tomaz Soares, 1º violino; Ubiratã Rodrigues, 2° violino; David Chew, violoncelo; e Jessé Pereira, violista convidado). O concerto está programado para o dia 7 de maio, terça-feira, às 12h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson, 203, 1° andar, Castelo, Rio de Janeiro. O Presidente da Academia, Marco Lucchesi, fará a abertura do espetáculo. Entrada franca.

Saiba mais

De acordo com os integrantes do grupo, a Universidade Federal Fluminense é a única instituição educacional pública no Brasil a ter em seu quadro funcional um quarteto de cordas com mais de 30 anos de existência, cuja finalidade é difundir obras de repertório universal e brasileiro para esta formação.

O quarteto da UFF foi criado em 1984 e, desde então, a partir de suas várias formações, buscou divulgar, de acordo com seus integrantes, a música de concerto, e realizar um trabalho de pesquisa acerca dos repertórios para formação de público, integrando projetos na própria UFF, como o Festival Conexões Musicais, realizando workshops e master class em outras universidades públicas e se apresentando em espaços culturais, salas de concerto e teatros de Niterói e do estado do Rio de Janeiro.

Linda Bustani é reconhecida como uma das mais importantes pianistas brasileiras. Em 2003, conquistou o Prêmio Carlos Gomes, a maior premiação da música clássica brasileira, na categoria Melhor Pianista. Tem atuado como concertista e solista na Europa, Ásia e Américas, em importantes salas de concerto como o Wigmore Hall, em Londres, e o Concertgebouw, em Amsterdã.

Apresentou-se em duas edições do Festival Al Bustan, em recital solo e a dois pianos com seu irmão, José Maurício Bustani. Também colaborou com prestigiosas orquestras como a New Philharmonia, Bournemouth Symphony, City of Birmingham Symphony, Royal Liverpool Philharmonic, BBC Welsh, BBC Scottish, Hallé, Sinfônica Bratislava, Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).

O jornal “Pravda”, em primeira página – a propósito de sua interpretação de Schumann – opinava que Linda Bustani “toca com as cordas do coração”.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Jornalista e pesquisador João Máximo fala na ABL sobre Noel Rosa e abre o ciclo de conferências ‘Poesia cantada: melodia e verso’

Jornalista, escritor e pesquisador João Máximo abre na Academia Brasileira de Letras o ciclo de conferências “Poesia cantada: melodia e verso”, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Zuenir Ventura. O evento está programado para o dia 2 de maio, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro), com o tema Noel Rosa, a cidade e o morro.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2019.

Acadêmico Zuenir Ventura convida para o ciclo “Poesia cantada: melodia e verso”

O ciclo terá mais quatro conferências no mês de maio, sempre às quintas-feiras, no mesmo local e horário: Memórias de Caetano Veloso, com o jornalista Nelson Motta, no dia 9; Poesia e música a partir de Homero, Acadêmico Antonio Cicero, 16; O Rio inventou a marchinha, Rosa Maria Araújo, 23; e Vinicius de Moraes: a canção como destino, Eucanaã Ferraz, 30.

O CONFERENCISTA

João Máximo Ferreira Chaves, jornalista, escritor e pesquisador, nasceu em Nova Friburgo, RJ, em 29 de maio de 1935. Formou-se em Odontologia na antiga Faculdade Nacional, atual UFRJ. Em 1960, completou a faculdade de Jornalismo. Ainda trabalhava como dentista quando, em 1958, examinou os jogadores da seleção, levados por Mário Trigo de Loureiro. Naquele ano, o Brasil foi o campeão da Copa do Mundo, disputada na Suécia. Em 1961, incentivado pelo primo Zuenir Ventura, procurou a redação da Tribuna da Imprensa, onde ingressou como estagiário. Foi quando se apaixonou pelo jornalismo e passou a ver o futebol de maneira profissional. Em 1962, abandonou definitivamente a odontologia.

Entre 1961 e 1963, trabalhou em três veículos de comunicação ao mesmo tempo: Tribuna da ImprensaJornal dos Sports e Rádio Continental. Depois, passou por vários outros órgãos de imprensa: Jornal do Brasil (1963-1969), Correio da Manhã (1969-1971), grupo Manchete/Bloch (1971-1976), novamente Jornal do Brasil (1976-1992), O Globo (1992-1993), Folha de S. Paulo (1993-1994) e novamente O Globo, para onde retornou após a Copa do Mundo de 1994 e onde está até hoje.

Foi editor de esportes do Correio da Manhã e do Jornal do Brasil, tendo participado, como jornalista, da cobertura de cinco Copas do Mundo (como torcedor, assistiu a várias). Sua atuação no jornalismo esportivo rendeu dois Prêmios Esso, em 1963 e 1967.

A música, sua outra grande paixão, o levou a produzir textos sobre o tema para o Caderno B do Jornal do Brasil. Como escritor, tem cinco livros voltados para esse assunto: Noel Rosa: uma biografia (com Carlos Didier, 1990) – até hoje considerada uma das melhores biografias escritas por um autor nacional –, Paulinho da Viola: sambista e chorão (2002), A música do cinema: os 100 primeiros anos (2 volumes, 2003), O morro e o asfalto no Rio de Noel Rosa (2010, ano do centenário do Poeta da Vila) e Sinfonia do Rio de Janeiro: 60 anos de história musical da cidade (2015).

Escreveu, ainda, livros que, de uma maneira ou de outra, estão relacionados à sua atuação de mais de meio século como repórter e cronista: Cinelândia – Breve história de um sonho (1997), Retratos de outono (1999) e Uma história em cada novo amanhecer: 70 anos na Clínica São Vicente (2003).

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Adiado o lançamento do Dicionário de Favelas Marielle Franco

A direção do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) informa que está adiado o Lançamento do Dicionário de Favelas Marielle Franco, que seria realizado nesta quarta-feira (10/4), em virtude dos transtornos causados pelas fortes chuvas que atingem o Rio de Janeiro desde segunda-feira, 8/4. Manifestamos nossa solidariedade às vítimas e pessoas prejudicadas pela situação de calamidade pública.

Informamos que, assim que for possível, divulgaremos a nova data e horário do evento de lançamento da plataforma, que marca o aniversário de 33 anos do Icict. Acompanhe nossas redes sociais e o site do Icict para atualizações.

Programa Justiça Itinerante será interrompido nesta quarta-feira (10/04)

Por decisão da desembargadora Cristina Tereza Gaulia, coordenadora do Programa Justiça Itinerante no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, as atividades desta quinta-feira (10/04) estão suspensas no campus da Fiocruz, em Manguinhos, em função da previsão de novos temporais na cidade. No dia 17 de abril os serviços deverão ser normalizados.

FONTE: ASCOM/FIOCRUZ

Secretaria Especial da Cultura oferece cursos gratuitos on-line sobre economia criativa

“Museus e patrimônio” e “Design criativo” são os dois dos seis cursos elaborados em parceria com a UFRGS e já disponíveis na plataforma da universidade

A Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), oferece dois cursos on-line gratuitos – Museus e Patrimônio e Design Criativo, que podem ser acessados pela plataforma Lúmina. Com investimento federal de cerca de R$ 186,8 mil, a iniciativa visa apresentar pontos básicos sobre diferentes setores culturais e criativos no Brasil. No total, serão lançados seis cursos livres de capacitação. Aulas sobre Artes Cênicas, Mercado Editorial (cadeia produtiva do livro), Moda e Música estarão disponíveis na plataforma até o fim do ano.

“Os cursos on-line não formam especialistas, mas dão uma boa qualificação para pessoas interessadas em ingressar nesses setores criativos”, destaca o coordenador de Formação Técnica, Gestão e Produção da Secretaria Especial da Cultura, Jorge Edson Garcia. “Fizemos questão de usar uma linguagem acessível e incentivar os profissionais dessas áreas a se profissionalizarem cada vez mais”, completa.

Cada curso tem dois módulos, com um total de 20 horas de duração. Cada um deles está dividido em três eixos: Introdutório, Estruturante e Estratégico. Ao final de cada módulo, é necessário fazer uma avaliação também on-line para verificar o entendimento do conteúdo repassado.

É possível fazer mais de um curso ao mesmo tempo e não há prazo determinado para conclusão. Os interessados devem ter apenas acesso à internet, uma vez que precisarão carregar textos e vídeos que fazem parte do material de apoio.

A inscrição nesses cursos on-line não significa estar ligado a qualquer curso de graduação ou pós-graduação da UFRGS, tampouco usufruir de direitos de alunos regularmente matriculados na instituição. Professores da universidade devem ser contatados para saber se esses cursos darão direito a créditos complementares ou se fazem parte de atividades de ensino, pesquisa e/ou extensão.

O conteúdo dos cursos foi elaborado por empresas especializadas do setor, contratadas via edital pelo antigo Ministério da Cultura, hoje Secretaria Especial da Cultura. A formatação do conteúdo para o modelo de curso a distância foi realizada pela equipe técnica da UFRGS.

Jogos eletrônicos

Três cursos on-line sobre o mercado de jogos eletrônicos também estão disponíveis na mesma plataforma desde o ano passado. Com duração de 30 horas cada, os cursos trazem os seguintes temas: a) O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades; b) O setor de games no Brasil: dicas e desafios para empreendedores e c) Internacionalização no Setor de Games.

Esses cursos foram lançados em parceria com a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e a UFRGS, com investimento de cerca de R$ 96,8 mil. O conteúdo dos cursos é voltado à capacitação de futuros ou atuais profissionais do mercado de jogos eletrônicos e foi gerado a partir dos debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival), o maior festival de jogos independentes da América Latina.

FONTE: ASCOM/Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania

Dicionário de Favelas Marielle Franco será lançado na Fiocruz

Pense em um projeto inovador “que deveria, necessariamente, reunir pesquisadores que são moradores de favelas e têm os seus centros de pesquisa ali dentro e também reunir instituições que têm uma larga tradição nessa área de pesquisa sobre favelas” – pensou? Pois ele existe, é o Dicionário de Favelas Marielle Franco, nas palavras de sua coordenadora Sônia Fleury. E ele será lançado oficialmente na quarta-feira, 10 de abril, em comemoração aos 33 anos do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, na Fiocruz.

Para o Icict, celebrar seus 33 anos com o lançamento do Dicionário de Favelas Marielle Franco é um marco, como afirma Rodrigo Murtinho, diretor do Instituto. “O lançamento do Dicionário de Favelas Marielle Franco fortalece ainda mais as iniciativas do Icict e da Fiocruz na defesa dos direitos humanos. O projeto está sendo construído de forma participativa, alicerçado nos valores de livre expressão e da pluralidade de vozes, dialogando com a diversidade cultural e com as lutas cotidianas dos moradores das favelas.”

Resgate da memória

A ideia do dicionário surgiu quando Sônia Fleury começou a trabalhar com política pública – UPP e UPP Social. Ela percebeu as dificuldades de agregar as informações dispersas sobre favelas, que se espalhavam por diferentes plataformas acadêmicas (antropologia, sociologia, políticas públicas, urbanismo e etc.) e pensou em reunir esse conhecimento. Ao mesmo tempo, a pesquisadora notou que havia uma demanda dos movimentos sociais das favelas pela necessidade de se dar voz aos próprios moradores. Assim, ela reuniu representantes de iniciativas já estabelecidas como o Grupo Eco, da favela Santa Marta, do CPDOC do Grupo Raízes em Movimento, do Morro do Alemão, ou do Centro de Estudos e Ações Culturais e de Cidadania – CEACC, da Cidade de Deus e trouxe também pesquisadores como Luiz Antonio Machado da Silva, um dos pioneiros da área, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos – IESP, da UERJ. “Fizemos um bonde, convidamos essas pessoas – intelectuais de dentro da favela e intelectuais que estudam a favela para nos associarmos e criar essa ideia do Dicionário”, explica Sônia Fleury.

Espírito vivo

O grande desafio era transformar o dicionário em algo que todos pudessem construir juntos. Marcelo Fornazin, professor do Instituto de Computação da UFF, foi quem deu o formato ideal com o uso da plataforma Wiki. “A Wiki é um meio de mobilizar as pessoas a falarem de suas realidades, de se trabalhar com isso”, explica Fornazin. E assim nasce a WikiFavelas, a plataforma que é a base do Dicionário. “Quando a plataforma Wiki se descola de um dicionário, de um livro físico em papel e vai para um ambiente virtual, o processo de edição desse conteúdo fica mais aberto, várias pessoas podem colaborar. O dicionário passa a ter um ‘espírito vivo’ que está sempre se atualizando, sempre se modificando”, afirma Fornazin. Na WikiFavelas, as pessoas podem construir seus verbetes, aprimorá-los, acrescentar conteúdo, editar. São mais de 150 pessoas contribuindo para os verbetes, gente de várias favelas no Rio de Janeiro e a tendência é de crescimento.

Os verbetes são os mais variados Por exemplo, é possível saber um pouco da história dos bailes funk, no verbete ‘baile funk’, ou saber o significado das AEIS – ‘Área Especia lde Interesse Social’, ou ‘Carnaval de rua na Maré’, ou ‘Guerra ao crime organizado? Favelas e intervenção militar’, ‘Projeto Vamos Desenrolar: Produção de Conhecimento e Memórias’, só para citar alguns exemplos.

Marielle vive

A iniciativa pioneira do dicionário teve o apoio e a participação de Marielle Franco, que não só foi uma entusiasta da obra, como, a convite de Sônia Fleury, escreveu uma ementa e uma proposta de verbete sobre a sua monografia UPP – A redução da favela a três letras: uma análise da Política de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, que consta no dicionário. Segundo a coordenadora da publicação, ela estava realmente muito envolvida e entusiasmada. Com o seu assassinato, decidimos colocar o seu nome no dicionário, que passou de Dicionário Carioca de Favelas para Dicionário de Favelas Marielle Franco

Não foi apenas uma decisão, como explica Fleury. “Ela é um símbolo da mulher, da favela, dos grupos negros e de minorias de gênero, e com essa homenagem, estaríamos assumindo, com o mesmo rigor e clareza, esses compromissos que ela teve em sua curta vida, mas que foi tão brilhante na defesa de seus ideais, da democracia, dos direitos de cidadania da população de favela. Então, é uma homenagem, mas é também um compromisso político nosso”. 

A alteração implicou também em uma mudança no perfil do dicionário, que deixou de ser local, para ser nacional. “Ele muda de dimensão, com isto abriremos para todo o Brasil”, explica a coordenadora. Atualmente, estão cadastrados 272 verbetes e o dicionário já conta com 71 colaboradores, gente de várias favelas no Rio de Janeiro e a tendência é o aumento do número de colaboradores.

Além de Luiz Antonio Machado da Silva, outros pesquisadores também se uniram a proposta do WikiFavelas, em seu Conselho Editorial, como Orlando Silva, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR, da UFRJ e Marcia Marcia Leite, da UERJ. Dos movimentos das favelas participam também Cleonice Dias –  da Cidade de Deus, Itamar Silva – do Morro Santa Marta e Allan Brum – do Morro do Alemão, que representam grupos de pesquisadores de favelas.

Além do Conselho Editorial, o WikiFavelas é composto por um Grupo de Estudos, formado pelos pesquisadores Marcelo Fornazin, da UFF; Gabriel Nunes, graduando de Serviço Social da UFRJ; Palloma Menezes, socióloga e professora da UFF, e Clara Polycarpo, socióloga e doutoranda do IESP/UERJ. O site do Icict ‘bateu um lero’ (ou ‘deu um papo’) com os integrantes do Grupo de Estudos – leia aqui.

Para a coordenadora Sônia Fleury, o dicionário é um instrumento que permite o resgate de memória, de difusão de informação e de empoderamento da comunidade para poder falar com a sua própria voz sobre o que ela quer falar de si mesma. “Mas não é apenas a preservação da memória da favela, é muito mais do que isso, é um resgate da memória da cidade do Rio de Janeiro que desconhece a realidade das favelas”, conclui. 

Apoio e parceria

Uma das características do dicionário de Favelas Marielle Franco é conseguir reunir instituições parceiras que têm muito a contribuir para a sua manutenção e desenvolvimento. Segundo Sonia Fluery, vale destacar o apoio incondicional dado pela presidente Nísia Trindade para que o dicionário se estabelecesse na Fiocruz.  

Esse apoio veio na forma do envolvimento de duas unidades, o Icict e Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), como explica a coordenadora do dicionário. “O potencial que se descortina com nossa inserção no Icict, já que há muita demanda dos grupos de pesquisadoras das favelas para apoio na preservação, catalogação e divulgação de seus acervos, é imenso”. Fleury explica que originalmente o dicionário não pensava nessa linha de trabalho, até por falta de expertise. “Consideramos da maior importância apoiar grupos que colecionam fotos, documentos, entrevistas com os primeiros moradores, manifestações culturais, etc., que representam a memória de uma favela. A nossa inserção na Fiocruz, que tem as duas maiores coleções com fotos sobre favelas na COC, e no Icict, que detém o conhecimento sobre tratamento da informação, é fundamental para que possamos dar resposta a essa demanda mais do que oportuna”.

Sobre o lançamento

O lançamento contará com a presença da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, do diretor do Icict, Rodrigo Murtinho, da coordenadora do Dicionário de Favelas, Sônia Fleury, da deputada estadual do Rio de Janeiro, Mônica Francisco, do presidente da Federação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro – Faferj, Rossino Diniz, e da representante do Conselho Editorial do Dicionário, Cleonice Dias. 

FONTE: ASCOM/ICICT – Fiocruz