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Isenção na conta de luz pode ser ampliada

As famílias de baixa renda do Programa Tarifa Social, poderão ficar mais dois meses sem precisar pagar a conta de luz. Isso porque a medida provisória 950 de 2020 pode ser prorrogada.
A medida beneficiou os cadastradas no tarifa social com a isenção do pagamento das contas de luz nos meses de abril, maio e junho, por conta de reflexos da pandemia de covid-19 na renda das famílias.
A proposta de extensão da medida provisória 950 de 2020 por mais dois meses deve, o quanto antes, entrar na pauta da câmara dos deputados.

FONTE: BR MAIS NEWS

INSS promete ligar para quem aguarda benefício

O INSS informou que vai notificar segurados que precisam cumprir exigências e entregar documentações pendentes para a concessão de benefícios. A notificação será por meio do aplicativo de celular meu INSS. Além disso, a previdência vai ligar e enviar mensagens de sms para informar o cidadão sobre as pendências. Os segurados que receberem o aviso deverão enviar os documentos solicitados pelo site do INSS ou pelo aplicativo de celular. O INSS disponibilizou na no próprio site, o www.inss.gov.br, um vídeo que ensina como enviar documentos pela internet.
O segurado também pode ligar no telefone 135 para saber das pendências. As agências do INSS continuarão fechadas até agosto. O governo autorizou a antecipação de um salário mínimo para quem está na fila do auxílio-doença e de 600 reais, por mês, para quem aguarda o BPC, o Benefício de Prestação Continuada. O aplicativo meu INSS para celular é de graça e pode ser instalado em qualquer tipo de aparelho

FONTE: BR MAIS NEWS

Aneel eleva tarifa de transmissão de energia

O ajuste pode gerar, em média, um aumento de quase 4% nas contas de energia de todo o país

A aneel,  agencia nacional de energia elétrica, decidiu aumentar o valor da tarifa de transmissão de energia do ciclo 2020-2021 em 26,6 %, na prática, o ajuste pode gerar, em média, um aumento de quase 4% nas contas de energia de todo o país.

A tarifa de transmissão é repassada às concessionárias de energia. Ao todo, para o período 2020-2021, o previsto é que cerca de 35 milhões de reais sejam pagos às distribuidoras.

A abertura de novas linhas de transmissão pelo país está entre os motivadores do reajuste. De acordo com a aneel, o impacto previsto para a tarifa não vai ser repassado de uma vez, ele será diluído ao longo de cinco anos.

FONTE: Mais News

Analfabetismo cai, mas Brasil ainda tem 11 milhões sem ler e escrever

É o que mostram dados da Pnad Contínua Educação

A taxa de analfabetismo no Brasil passou de 6,8%, em 2018, para 6,6%, em 2019, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação. Apesar da queda, que representa cerca de 200 mil pessoas, o Brasil tem ainda 11 milhões de analfabetos. São pessoas de 15 anos ou mais que, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não são capazes de ler e escrever nem ao menos um bilhete simples. 

“É uma taxa que vem baixando ao longo do tempo”, diz a analista da pesquisa Adriana Beringuy. Em 2016, era 7,2%. “O analfabetismo está mais concentrado entre as pessoas mais velhas, uma vez que os jovens são mais escolarizados e, portanto, vão registrar indicador menor”, acrescenta.

Apesar de ter registrado queda, os dados mostram que 18% daqueles com 60 anos ou mais são analfabetos. Em 2018, eram 18,6% e, em 2016, 20,4%. 

Reduzir a taxa de analfabetismo no Brasil está entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014, que estabelece o que deve ser feito para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil, até a pós-graduação. Pela lei, em 2015, o Brasil deveria ter atingido a marca de 6,5% de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais. Em 2024, essa taxa deverá chegar a zero.

“A gente percebe que chegou em 2019 com a taxa nacional próxima à meta de 2015, é como se estivéssemos quatro anos atrasados nesse atendimento”, diz Adriana. 

Desigualdades 

Além das diferenças entre as idades, o levantamento mostra que existem desigualdades raciais e regionais na alfabetização no Brasil. Em relação aos brancos, a taxa de analfabetismo é 3,6% entre aqueles com 15 anos ou mais. No que se refere à população preta e parda, segundo os critérios do IBGE, essa taxa é 8,9%. A diferença aumenta entre aqueles com 60 anos ou mais. Enquanto 9,5% dos brancos não sabem ler ou escrever, entre os pretos e pardos, esse percentual é cerca de três vezes maior: 27,1%. 

As regiões Sul e Sudeste têm as menores taxa de analfabetismo, 3,3% entre os que têm 15 anos ou mais. Na Região Centro-Oeste a taxa é 4,9% e na Região Norte, 7,6%. O Nordeste tem o maior percentual de analfabetos, 13,9%.

Entre os que têm 60 anos ou mais, as taxas são 9,5% na Região Sul; 9,7% no Sudeste; 16,6% no Centro-Oeste; 25,5% no Norte; e 37,2% no Nordeste. 

A Região Nordeste foi a única a apresentar leve aumento da taxa de analfabetismo entre 2018 e 2019. Entre os mais jovens, a taxa praticamente se manteve, variando 0,03 ponto percentual. Entre os mais velhos, a variação foi de 0,33 ponto percentual. 

Segundo o IBGE, a maior parte do total de analfabetos com 15 anos ou mais, 56,2% – o que corresponde a 6,2 milhões de pessoas – vive na Região Nordeste e 21,7%, o equivalente a 2,4 milhões de pessoas, no Sudeste.

Anos de estudo 

A Pnad Contínua Educação mostra que, em média, o brasileiro estuda 9,4 anos. O dado é coletado entre as pessoas com 25 anos ou mais. Esse número aumentou em relação a 2018, quando, em média, o tempo de estudo no Brasil era de 9,3 anos. Em 2016, de 8,9. 

Com relação à cor ou raça, segundo o IBGE, “a diferença foi considerável”, mostra o estudo. As pessoas brancas estudam, em média, 10,4 anos, enquanto as pessoas pretas e pardas estudam, em média, 8,6 anos, ou seja, uma diferença de quase dois anos entre esses grupos, que se mantém desde 2016.

As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste têm médias de anos de estudo acima da nacional, com 10,1; 9,7; e 9,8 anos respectivamente. As regiões Nordeste e Norte ficaram abaixo da média do país, com 8,1 anos e 8,9 anos, respectivamente. 

A proporção daqueles com 25 anos ou mais que concluíram o ensino médio passou de 47,4% em 2018 para 48,8% em 2019. Entre os brancos, esse índice é maior, 57%. Entre os pretos e pardos, 41,8%. De 2016 para 2019, essa diferença, de acordo com o IBGE,  caiu um pouco, “porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos”.

O IBGE pondera que, apesar dos avanços, mais da metade, o equivalente a 51,2%, da população de 25 anos ou mais no Brasil não completaram a educação escolar básica.

Os dados da Pnad Contínua Educação do IBGE são referentes ao segundo  trimestre  de  2019.

FONTE: Agência Brasil