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Auxílio emergencial de R$ 600: prazo para se cadastrar termina no dia 2 de julho

O governo já está pagando a terceira parcela do auxílio emergencial para os beneficiários do Bolsa Família que foram aprovados no primeiro lote de inscritos.

Entretanto, se você ainda não se cadastrou para receber o benefício de R$ 600, ainda dá tempo, mas só restam alguns dias até que as inscrições se encerrem.

Qual é a data limite para solicitar o auxílio emergencial?

Os trabalhadores que ainda não solicitaram o auxílio emergencial, têm até o dia 2 de julho para se cadastrar pelo aplicativo ou site da Caixa e receber o benefício, conforme informou o Ministério da Cidadania.

Mesmo aqueles que só se inscreverem até a data limite da solicitação do auxílio e forem aprovados nesse último lote, vão receber as três parcelas de R$ 600 ou R$ 1.200, no caso de mulheres chefes de família.

Para os trabalhadores que já estavam inscritos no Cadastro Único até o dia 2 de abril, o direito ao auxílio já foi verificado automaticamente. Já para quem se cadastrou depois dessa data, deve solicitar o auxílio emergencial por meio do app ou site da Caixa e também têm até o dia 2 de julho para fazer a inscrição.

Segundo o Ministério, os novos beneficiários do Bolsa Família também serão contemplados com o auxílio emergencial até a folha de pagamentos de julho, desde que o auxílio seja mais vantajoso para a família.

FONTE: VIX

Plano Safra 2020/21 disponibiliza R$ 236 bilhões e reduz taxa e juros em todas as linhas

Lançado pelo Governo Federal na quarta-feira (17), o Plano Safra 2020/2021 atende a demandas do agronegócio, com redução da taxa de juros e ampliação dos recursos disponibilizados, somando R$ 236,3 bilhões. Condições que contribuem para que o agronegócio continue crescendo, segundo o secretário Jaime Verruck, titular da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

A principal notícia do aguardado Plano Safra, é a expansão em 6% dos recursos, que ganhou incremento de R$ 13,5 bilhões, saindo dos R$ 222,74 bilhões em 2019/20. São 5,7% a mais no Pronaf que passa a ter R$ 33 bilhões e aumento de 25% nos recursos do Pronamp, atualmente com R$ 33,20 bilhões. Demais produtores e cooperativas terão R$ 170 bilhões.

“Nós, secretário de agricultura e pecuária o país, tivemos uma reunião importante com a ministra Tereza Cristina sobre a necessidade de redução da taxa de juros e recebemos boas notícias com o Plano Safra, que é aguardado todo ano porque sinaliza para o sistema de crédito do agronegócio brasileiro como será a próxima safra”, explica o secretário Jaime Verruck.

Dessa forma, houve queda na taxa de juros de todos os segmentos. Nas linhas de custeio, o Pronaf caiu de 3% e 4,6% para 2,75% e 4% ao ano. No Pronamp o juros caiu de 6% para 5% e para os demais produtores a taxa que era e 8% ao ano, agora é de 6% ao ano. Nas linhas de investimento também houve queda na taxa de juros.

De acordo com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o Plano Safra continua focado nos pequenos e médios produtores. “Semear, plantar, cuidar, esperar florescer e enfim colher os frutos da terra é e sempre será algo essencial e belo. Uma atividade totalmente ligada à natureza só pode ter como caminho a busca da sustentabilidade”.

Para o titular da Semagro, o Plano Safra traz excelentes notícias para Mato Grosso do Sul que tem expectativa de ampliação de área de 200 a 300 mil hectares na safra de soja 2020/21. “O agronegócio manteve a atividade econômica neste momento de crise e o Plano vai contribuir para que o setor contribua ativamente na retomada da economia, crescimento do PIB e safra recorde”, afirma Verruck.

O Plano Safra 2020/2021 está disponível para contratação a partir de 1º de julho de 2020.

Detalhamento

Sustentabilidade da agricultura. O Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), que é a principal linha para financiamento de técnicas sustentáveis, terá R$ 2,5 bilhões em recursos com taxa de juros de 6% ao ano, uma ampliação de R$ 400 milhões.

Na safra 2020-2021, os produtores terão acesso à linha ABC Ambiental, com recursos para restauração florestal, voltada para contribuir com a adequação das propriedades rurais ao Código Florestal. A taxa de juros é de 4,5% ao ano. “Mato Grosso do Sul foi um dos primeiros a emitir os certificados de cota de reserva legal e agora a linha permite o financiamento, o que é um avanço em termos ambientais muito importante”, destaca Jaime Verruck.

O Plano Safra avanço no Projeto Inova Agro, que intensifica o uso da inovação e tecnologia na produção. Os pecuaristas poderão financiar a aquisição de equipamentos e serviços de pecuária de precisão. Também há incentivos à adoção de tecnologias relacionadas aos bioinsumos dentro das propriedades rurais e pelas cooperativas. Os produtores podem acessar pelas modalidades de custeio, para aquisição de bioinsumos, ou investimento, na montagem de biofábricas dentro das propriedades (onfarm). Outra novidade é o Pronaf-Bio, voltado para apoiar as cadeias produtivas da bioeconomia.

Outro setor beneficiado será o da pesca comercial, que terá apoio para acessar o crédito rural. Desta forma, a atividade poderá financiar a compra de equipamentos e infraestrutura para processamento, armazenamento e transporte de pescado.

Para o setor sucroenergético houve o lançamento de uma linha de financiamento de estoques de açúcar e etanol para as empresas, importante para manter os empregos no momento de baixa demanda.

A subvenção ao Prêmio do Seguro Rural teve um acréscimo de 30% no valor, chegando a R$ 1,3 bilhão, o maior montante desde a criação do seguro rural. O valor deve possibilitar a contratação de 298 mil apólices, num montante segurado da ordem de R$ 52 bilhões e cobertura de 21 milhões de hectares.

Para incentivar a construção de armazéns nas propriedades, serão destinados R$ 2,2 bilhões. Para o financiamento de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades, a taxa de juros é de 5% ao ano.

FONTE: Priscilla Peres – Comunicação Semagro