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“Repensar o Progresso para o Brasil de 2050” é o tema da palestra de abertura do Ciclo de Conferências “O Brasil em 2050”, com a participação da socióloga política Elisa Reis

A Academia Brasileira de Letras abre seu Ciclo de Conferências do mês de outubro, intitulado O Brasil de 2050, com palestra da socióloga política Elisa Reis. O tema escolhido é Repensar o progresso para o Brasil de 2050. A coordenação é do Acadêmico e escritor José Murilo de Carvalho. O evento será realizado quinta-feira, dia 3 de outubro, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., (Avenida Presidente Wilson 203 – Castelo, Rio de Janeiro). Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora-geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Os Ciclos de Conferência, com transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, têm o patrocínio da Light.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A intitulação O Brasil em 2050, segundo o Acadêmico José Murilo de Carvalho, refere-se às consequências que acontecerão no Brasil nos próximos 30 anos. Uma mudança que está relacionada aos aspectos sociais, ambientais, econômicos e políticos, e à literatura brasileira.

Acadêmico José Murilo de Carvalho convida para o ciclo “O Brasil em 2050”

O Ciclo O Brasil em 2050 terá mais quatro palestras, às quintas-feiras, no mesmo local e horário, nos seguintes dias, com os conferencistas e temas, respectivamente: dia 10, Mario Moscatelli, Rio de Janeiro, um futuro socioambiental inviável? Diagnose e perspectivas; dia 17, Cláudio Frishtak, A economia brasileira na era da incertezadia 24, Sergio Abranches, A grande transição do Século XXI e o futuro do Brasile dia 31, Rodrigo Lacerda, Horizontes da literatura brasileira: cenários para 2050.

A Conferencista

Elisa Reis é graduada em Sociologia e Política pela UFMG (1967), Mestre em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisa (1972) e Ph.D em Ciência Política pelo Massachusetts Institute of Technology (1980). Realizou estágio de pós-doutorado, em 1985, na Universitá degli Studi di Firenzi.

É professora titular de sociologia política da UFRJ e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Desigualdade. Foi professora visitante na University of California at San Diego, Columbia University, MIT, e na Ludwig Maximiliem Universitat em Munich, além de ter colaborado com pesquisadores em diversos centros de pesquisa nos Estados Unidos e na Europa. Autora de diversos trabalhos publicados em periódicos no Brasil e no exterior, é também membro do corpo editorial de periódicos da China, França, Portugal, Espanha, Estados Unidos e Brasil.

É vice-presidente do International Science Council, membro titular da Academia Brasileira de Ciência e da World Academy of Sciences for the Advancement of Science in the Developing Countries (TWAS)

Recebeu em 2000 a Grã-Cruz da Ordem Nacional Mérito Científico do Ministério da Ciência e Tecnologia, e em 2017 o Prêmio Florestan Fernandes da Sociedade Brasileira de Sociologia.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Seminário discute fomento para projetos de desenvolvimento sustentável no Sudeste

Realizado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e pelo WWF-Brasil, com apoio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o 2º Ciclo de Seminários Regionais – edição Sudeste acontece dia 11 de outubro, em Belo Horizonte (MG).

O objetivo do evento é discutir sobre o papel das instituições de fomento e encontrar de soluções para transformar o Brasil em uma nação comprometida com a causa ambiental e com o desenvolvimento econômico e social.

“A iniciativa da ABDE em parceria com o WWF-Brasil é de extrema importância para entender as necessidades econômicas e ambientais de cada localidade e como as instituições financeiras de desenvolvimento podem auxiliar no incentivo a projetos que buscam o futuro sustentável”, ressalta o presidente da ABDE, Perpétuo Cajazeiras.

Durante a abertura estarão presentes o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, o presidente do BDMG, Sérgio Gusmão, a diretora de Engajamento da Sociedade do WWF Brasil, Gabriela Yamaguchi, e o presidente da ABDE, Perpétuo Cajazeiras. Voltado para vários segmentos e especialistas no tema, o evento acontecerá das 8h30 até 17h30, na sede do BDMG, em Belo Horizonte. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da ABDE.

A programação também conta com especialistas que farão palestras sobre temas como os desafios globais do desenvolvimento sustentável, oportunidades de desenvolvimento no Sudeste, o papel da região no desenvolvimento sustentável e os desafios e potencialidades para a região. O Seminário será dividido em quatro painéis, o primeiro discutirá os desafios do desenvolvimento sustentável, o segundo o papel dos atores locais, o terceiro sobre recursos hídricos e saneamento e o último sobre cidades e sustentabilidade.

SERVIÇO
2º Ciclo Seminários Regionais – edição Sudeste
Data: 11 de outubro de 2019
Horário: 8h30 até 17h30
Local: r. da Bahia, 1600, Lourdes, Belo Horizonte/MG 
Inscrições:http://abde.org.br/inscricoes-abertas/

FONTE: ASCOM/WWF-BRASIL

CCJ aprova punição para quem adulterar substância destinada a reduzir poluição

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (25), proposta que torna crime adulterar, produzir, guardar, comercializar, transportar, adquirir ou instalar tecnologia, equipamento, acessório ou substância que possa tornar ineficiente ou inoperante os sistemas de controle de emissões de poluentes. A pena prevista é detenção de dois a quatro anos e multa.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator na comissão, deputado Nicoletti (PSL-RR), ao Projeto de Lei 6057/16, do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). A proposta acrescenta um artigo à Lei dos Crimes Ambientais.

Um dos objetivos do projeto é evitar fraudes no uso do aditivo Arla 32, responsável pela redução das emissões de óxido de nitrogênio em veículos a diesel classificados como comerciais pesados, semipesados e ônibus fabricados após janeiro de 2012. O aditivo transforma o óxido de nitrogênio, que é agressivo ao meio ambiente, em nitrogênio e água, como lembrou Nicoletti.

“Conforme divulgado pela imprensa, motoristas, transportadoras e oficinas mecânicas, com o objetivo de reduzir os custos com o Arla 32, vêm burlando as exigências legais através de diversas maneiras, o que coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde de um número indeterminado de pessoas”, observou o relator.

Texto ampliado
O substitutivo amplia o projeto original para englobar diversas condutas, além da adulteração de tecnologia ou substância destinada a reduzir a poluição ambiental.A pena também foi alterada no substitutivo. Originalmente, previa-se reclusão de um a quatro anos e multa para quem praticasse o crime.

O texto aprovado prevê a mesma pena de detenção de dois a quatro anos e multa para quem fraudar a leitura dos índices de emissões durante os procedimentos de homologação, inspeção ou fiscalização e ainda suprimir qualquer componente do sistema de controle de emissão de poluentes.

Já o agente que fizer uso de tecnologia, equipamento, acessório ou substância sem incorrer nas outras condutas descritas no projeto será punido com detenção de seis meses a um ano e multa.

Tramitação
O projeto ainda será analisado pelo Plenário. Anteriormente, o texto foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

FONTE: Agência Câmara Notícias