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Os frutos do Cerrado, ao alcance dos paulistanos

A partir de agora, farinha de mandioca, gergelim, pimenta de macaco, farinha de coco indaiá e duas variedades de arroz de pilão passam a fazer parte do conjunto de produtos oferecidos regularmente no box dos biomas, do Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo. Eles se unem à castanha de baru, ao açafrão, à farinha de jatobá, o mel, à geleia de jabuticaba e ao pequi, além de outras delícias do Cerrado também disponíveis para venda na capital paulista.

As novidades acabam de ser lançadas pelas famílias Kalunga (maior território Quilombola do Brasil, localizado em Goiás), o Instituto Atá e a Central do Cerrado, com o apoio do WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Todos os novos produtos são fruto do cultivo e do agroextrativismo no Cerrado e fazem parte da cultura gastronômica dos povos tradicionais quilombolas.  

Os produtos são comercializados pela Central do Cerrado, uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida por 35 organizações comunitárias de sete estados brasileiros (MA, TO, PA, MG, MS, MT e GO) que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do bioma.

Além de promover a divulgação e inserção dos produtos de uso sustentável nos mercados locais, regionais e internacionais a Central do Cerrado é também um centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão.

O WWF-Brasil apoia a Central do Cerrado desde 2018 com ações focadas no extrativismo vegetal sustentável dos frutos do bioma e na estruturação e no fortalecimento das cadeias produtivas dos frutos nativos. Esse projeto conta com o suporte do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Humanize.

O CEPF atua desde 2000 para assegurar a participação e contribuição da sociedade civil na conservação de ecossistemas ricos e ameaçados para promover a conservação em áreas biológicas de alta prioridade com abordagem regional. O Instituto Humanize (IH) trabalha para estimular o desenvolvimento sustentável e a geração de renda por meio do apoio à atuação estratégica de entidades que desenvolvam ações voltadas para a educação de qualidade, a gestão pública, o empreendedorismo e negócios de impacto social, a conservação e o uso sustentável do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida no Brasil.  

Serviço
Quem quiser se surpreender com as delícias do Cerrado, deve visitar o box biomas:
Rua Pedro Cristi, 89
Mercado Municipal de Pinheiros
Box dos biomas (BOX 28)
Segunda à sábado, das 8h às 18h

FONTE: ASCOM/WWS-BRASIL

Projeto Mãos Empenhadas Contra a Violência, do TJMS, será aplicado em SP

Iniciativa tem como objetivo capacitação de profissionais de beleza na identificação da violência doméstica

O projeto Mãos EmPENHAdas contra a Violência, uma iniciativa da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, será implementado também no estado de São Paulo. No último dia 11 de abril, o Tribunal de Justiça de São Paulo, representado pelo juiz Mário Rubens Assumpção Filho, da Vara da Região Leste 3 de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Fórum Regional de Itaquera/SP, e a promotora de Justiça Maria Gabriela Prado Manssur, do Ministério Público do Estado de São Paulo, estiveram no Salão Jacques Janine Morumbi para o primeiro encontro com profissionais paulistas.

Esteve também presente no encontro a embaixadora do projeto em São Paulo, a modelo Jessica Aronis, que denunciou o ex-marido por violência doméstica.

Sobre o projeto Mãos EmPENHAdas

Lançado em 2017, o projeto tem como objetivo a capacitação de profissionais de beleza e estética para identificar sinais de violência contra as mulheres entre suas clientes e também conscientizar mulheres sobre diversos tipos de violência, desde as mais fáceis de serem identificadas, como a violência física e sexual, até as mais sutis, como violência psicológica, humilhação, controle financeiro e manifestações de machismo.

Orientados por especialistas em questões de gênero e violência, como psicólogas e assistentes sociais, os profissionais recebem instruções sobre como identificar possíveis vítimas e também aprendem sobre a Lei Maria da Penha, procedimentos para a denúncia e quais caminhos seguir para que a mulher rompa o ciclo de violência.

O projeto Mãos EmPENHAdas foi idealizado pela juíza Jaqueline Machado, titular da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJMS, e desde seu lançamento já teve 9 edições, com 239 profissionais capacitados e cerca de 3.590 pessoas impactadas pela ação em Campo Grande/MS. Além de São Paulo, o projeto está também sendo replicado nas cidades de Teresina/PI e Santarém/PA.

FONTE: Agência Patrícia Galvão