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Acadêmico Celso Lafer lança em Brasília o livro ‘Relações internacionais, política externa e diplomacia brasileira’

O Acadêmico, diplomata e ex-Ministro das Relações Exteriores Celso Lafer lança, no dia 19 de dezembro, quarta-feira, seu mais novo livro, intitulado Relações internacionais, política externa e diplomacia brasileira. Em tarde e noite de autógrafo, o autor receberá seus convidados para o evento em dois endereços, no mesmo dia.

Quinto ocupante da cadeira 14 da ABL, eleito em 21 de julho de 2006, na sucessão de Miguel Reale, e recebido em 1º de dezembro de 2006 pelo Acadêmico Alberto Venancio Filho, Celso Lafer exerce atualmente a função de professor titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP, onde leciona desde 1971.

Foi Ministro das Relações Exteriores, em 1992, e Vice-Presidente, ex-officio, da Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente e Desenvolvimento, na Rio-92. Em 1999, foi Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e, de 1995 a 1998, embaixador na Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio, em Genebra.

Entre suas publicações, estão: O Sistema Político Brasileiro, Estrutura e ProcessoO Convênio do Café de 1976: da Reciprocidade no Direito Internacional EconômicoGil Vicente e CamõesHannah Arendt: Pensamento, persuasão e poderO Direito e o Estado ModernoPolítica Externa Brasileira: três momentosA Internacionalização dos Direitos Humanos – Constituição,Racismo e Relações Internacionais.

FONTE: ASCOM/Academia Brasileira de Letras

Senado debate diretrizes nacionais para os planos de carreira dos profissionais da educação

A Comissão de Educação do Senado Federal iniciou a discussão do PLC 88/2018 (oriundo do PL 1.287/11, da Câmara dos Deputados), que estabelece diretrizes para a valorização dos profissionais da educação básica pública de todo país.

O projeto de autoria da Professora Dorinha (DEM-TO) foi debatido e aprovado no primeiro semestre na Câmara dos Deputados e tramita de forma terminativa no Senado. Mas, caso ocorra alteração de mérito na proposta, a matéria retornará a Câmara para mais uma rodada de discussão.

A CNTE considera o PLC 88 muito importante para avançar a luta pela valorização dos/as trabalhadores/as em educação (professores, especialistas e funcionários). Contudo, há duas questões que necessitam ser corrigidas no projeto condizentes à regulamentação do piso salarial profissional nacional previsto no art. 206, VIII da Constituição Federal.

Ainda que o referido piso seja matéria de outra proposição legislativa – pendente de encaminhamento pelo Executivo Federal –, é de extrema importância que o projeto que trata da valorização dos profissionais da educação indique a amplitude da política remuneratória dos/as trabalhadores/as das escolas públicas.

Neste sentido, a CNTE requereu, através da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a apresentação de duas emendas para sanar lacunas e interpretações dúbias da futura lei. A primeira diz respeito à denominação e alcance do piso, devendo o mesmo se manter atrelado aos “vencimentos iniciais das carreiras”, a exemplo do que ocorre com a Lei 11.738, restrita ao magistério. A segunda se refere à fixação do piso nacional como remuneração mínima para todos os profissionais vinculados às redes públicas de ensino (temporários e/ou terceirizados), e não apenas aos estatutários.

Embora a CNTE lute por concurso público para a totalidade dos cargos de professores, funcionários e especialistas da educação, sabemos que, na prática, os governos têm tornado regra a medida de exceção constitucional que permite contratos sem concurso público nas escolas das redes públicas. E com a reforma trabalhista e as leis das OSs e da terceirização ilimitada, a prática de contratação sem concurso público tenderá a aumentar! Razão pela qual não podemos abrir mão de assegurar o piso salarial nacional aos trabalhadores contratados a qualquer título pelas redes públicas, sendo esta uma medida de valorização da força de trabalho dos/as educadores/as, bem como garantia mínima para a qualidade da educação pública.

Pressão sobre os senadores da Comissão de Educação

O relator do PLC 88/18, senador Pedro Chaves (PRB-MS), posicionou-se contrário às emendas da CNTE, sob duas argumentações: uma de que as mudanças atrasariam a tramitação da matéria, pois fariam o projeto retornar à Câmara dos Deputados; e outra porque considera que trabalhadores temporários ou terceirizados devam perceber menos que estatutários, sem, no entanto, ter rebatido os argumentos de outros senadores que demonstraram grande receio com a interferência desta medida na qualidade da educação!

A Comissão de Educação voltará a debater o projeto na próxima semana, e precisamos até lá convencer os senadores da CE-Senado a acatarem as nossas emendas. Depois da Comissão de Educação a matéria seguirá para a CCJ, podendo ser terminativa. Há, ainda, possibilidade de votação em plenário, caso seja aprovado requerimento para tanto. Concluída a votação no Senado, o projeto segue para sanção presidencial.

A CNTE é favorável à maior parte do PLC 88/18, porém considera imprescindível a sua adequação nos termos destacados anteriormente. Para tanto, a Entidade disponibiliza sua carta aos senadores da Comissão de Educação e solicita aos sindicatos filiados que procurem os/as senadores/as de seus estados a fim de convencê-los a votar em prol dos/as trabalhadores/as e da qualidade da educação. Importante também reforçar a importância do comparecimento dos/as senadores/as favoráveis à nossa proposta na próxima sessão da Comissão (terça-feira, dia 18/12).

Contamos com o apoio de todos/as!

Fonte: CNTE

Sóter ano 40: poeta lança caixa comemorativa dos seus 40 anos de poesia

Box faz parte do projeto de resgate da poesia da Geração Mimeógrafo

No dia 17 de dezembro, a partir das 18h, o Beirute 109 Sul recebe o lançamento da caixa comemorativa dos 40 anos de poesia de Sóter. O box contém a reedição dos livros ‘Início e Fim’, ‘Início e Fim 1’ e ‘Poemas Soterrados’, todos originalmente lançados em 1978.

Box Sóter Ano 40

O lançamento faz parte do projeto de resgate da poesia da Geração Mimeógrafo que teve início em 1977 com o Nicolas Behr e seu livreto ‘Iogurte com Farinha’, seguido pelo Paulo Tovar e o livro ‘A Feira’ e o Sóter com ‘Início e Fim’.

Ja foram lançados as caixinhas de Paulo Tovar, do Nicolas Behr, do músico e poeta Climério Ferreira, e agora chega a vez do Sóter ano 40.

Nascido em Catalão, interior do Goiás, o professor aposentado veio para a capital buscar oportunidade de vida e encontrou a poesia. Escolheu a data de seu aniversário para lançar o livreto comemorativo. “Há 65 nasceu o menino José Luiz em Catalão. E há 40, nasceu Sóter o poeta em Brasília.”

Apostando na literatura infantil, Sóter vai aproveitar a oportunidade para lançar seu primeiro livro de conto, o ‘Como surgiu a W3’. “Minhas filhas quando eram pequenas adoravam essa histórinha. Por isso resolvi compartilhar ela com outras crianças”, explica o poeta.

Livro “Como Surgiu a W3”

 

Serviço

Data: 17 de dezembro, segunda-feira

Local: Bar Beirute, 109 sul

Horário: a partir das 18 horas

Preço:

Caixinha – R$35

Infantil – R$20

 

Informações:

Sóter – 99964 8439