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Livro sobre desenvolvimento infantil na América Latina destaca o Criança Feliz

Durante um ano, jornalistas com experiência em primeira infância acompanharam as visitas às famílias beneficiárias do programa em 22 municípios brasileiros

Histórias de quem vive o Criança Feliz no dia a dia, com relatos de visitadores e pais que comprovam que investir na primeira infância é o melhor caminho para transformar o futuro. Essas e outras experiências bem-sucedidas estão reunidas no livro “Da ciência à prática. Os programas de apoio ao desenvolvimento infantil na América Latina”.

A publicação contou com entrevistas de mais de 300 especialistas do Brasil e exterior. Durante um ano, 20 jornalistas com experiência na primeira infância percorreram 22 municípios, onde colheram depoimentos de pais e visitadores sobre as transformações que o programa acarreta na vida das famílias. “Presenciamos histórias fantásticas e de mães que desconheciam por completo a importância de promover o desenvolvimento correto dos seus filhos. O programa ajuda a consolidar e fortalecer a importância de cuidar das nossas crianças, porque a primeira infância não pode esperar”, assegurou a jornalista e coordenadora do livro, Andréia Peres, da Cross Content, empresa de comunicação especializada em projetos editoriais ligados a temas sociais.

O livro está dividido em cinco capítulos que apresentam as evidências científicas e os benefícios de se investir nos primeiros anos de vida – um deles é dedicado ao Programa Criança Feliz, que atende mais de 422 mil crianças e gestantes em 2.678 municípios de todo o país. “A primeira infância tem um senso de urgência e a obra mostra que são ações simples, como carinho e dedicação, que constroem um novo futuro. O Criança Feliz é uma conquista da sociedade brasileira”, ressaltou Andréia.

Boas práticas – Parceira do Criança Feliz, a Fundação Bernard van Leer apoiou financeiramente o lançamento do livro e está pro trás de diversas iniciativas para o desenvolvimento infantil em todo o mundo. A representante da instituição no Brasil, Fernanda Vidigal, explica que a publicação destaca boas práticas no setor que devem servir de exemplo em todo o mundo, como o Criança Feliz. “Nossa intenção é mostrar para as lideranças mundiais que o tema da primeira infância está em pauta e que uma das principais ferramentas de mudança na sociedade é investir no começa da vida. O livro tenta trazer um pouco dessas ações, mostrar quais os desafios e como se preparar com sucesso.”

A publicação impressa será distribuída gratuitamente a gestores, especialistas e organismos nacionais e internacionais. Uma versão on-line está disponível para download em  https://bernardvanleer.org/pt-br/.

FONTE: ASCOM/Ministério do Desenvolvimento Social

Votação da Lei da Mordaça é adiada para a próxima semana

Mais uma tentativa de votação do relatório do deputado Flavinho (PSC-SP) fracassou na tarde desta quarta (5), durante a reunião deliberativa da comissão especial responsável por analisar a proposta da Lei da Mordaça (PL 7180/14). A forte pressão popular e a enérgica ação dos parlamentares que se opõem à medida conseguiram, mais uma vez, conter o andamento dessa grave ameaça à educação no país. Uma nova reunião deliberativa foi agendada para a próxima terça-feira (11), às 9h.

Segundo o presidente da comissão, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), a intenção é que o PL seja avaliado até o final do ano legislativo e garante que continuará pautando a proposta. “Há um processo de obstrução sistemático, que faz parte do processo legislativo. Mas é papel do presidente da comissão conduzir os trabalhos com vista ao encerramento, com aprovação ou rejeição do texto”, declarou.

Para a deputada Erika Kokay, além das atrocidades contidas na Lei da Mordaça, as reuniões para a apreciação do relatório do projeto são um festival de irregularidades. “O presidente da comissão quer silenciar a oposição a todo custo e, para isso, está desrespeitando o regimento da Casa”, denuncia a parlamentar.

O PL 7180/14, que é amplamente rechaçado pela comunidade acadêmica, conta com a resistência de centenas de entidades, como associações científicas, de profissionais da educação, sindicatos, instituições de ensino superior e institutos e grupos de pesquisas, que acusam a medida de negar o direito dos alunos e das alunas do Brasil a uma educação democrática, comprometida com uma sociedade justa e igualitária.

Fonte: CUT Brasília

Espetáculo aborda promulgação do AI 5 no Brasil

O Sinpro promove o espetáculo Quem fez 68 não faz 69, que investiga os significados dos fatos que marcaram o ano de 1968, época que ficou marcada pela promulgação do Ato Institucional nº 5 no Brasil. Nessa data, marcada pela ditadura militar, foi instituído no país um golpe dentro do golpe. O espetáculo será realizado na sede do Sinpro, às 19h30, no dia 13 de dezembro.

O texto de Ricardo Guilherme tem uma dramaturgia dinâmica, bem humorada, construída por depoimentos de personagens militantes do período em que foi instaurado o famigerado AI 5 em nosso país, durante a Ditadura Militar. Faz uma revisão da história brasileira das últimas décadas, a partir dos anos 60, dando oportunidade para que os protagonistas de 1968 expressem autocrítica e análises comparativas entre os ideais emblemáticos daquele ano e ideias representativas do pensamento contemporâneo.

Mais informações pelos telefones 99154-7383 (Ruth Guimarães) e 98467-1498 (Sérgio Vianna).

FONTE: SINPRO/DF