Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

Recadastramento anual obrigatório para servidores(as) ativos(as)

Começa em janeiro de 2019, o Recadastramento Anual Obrigatório dos(as) servidores(as) públicos(as) ativos(as). Os procedimentos estão na Portaria nº 543, de 4 de dezembro de 2018, que explica o passo a passo para isso. Confira aqui a Portaria 543/18.

Com a portaria, o Governo do Distrito Federal (GDF) institui também o regramento e o calendário do recadastramento a ser efetuado pelo Sistema Único de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH).

A diretoria colegiada do Sinpro-DF orienta a todos e todas que leiam com atenção a portaria e não deixem para se recadastrar na última hora. “O recadastramento é obrigatório para todos(as) os(as) servidores(as) e deverá ser efetuado no mês de aniversário natalício do(a) servidor(a) a partir de janeiro de 2019”.

Servidores(as) que estiverem de licença médica ou afastados e não conseguirem se recadastrar pelo sistema, deverão procurar a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão do DF (Seplag) quando retornar da licença ou do afastamento. “O servidor que não se recadastrar poderá, até mesmo, ter o salário suspenso”, avisa Gilza Camilo Ricardo, diretora do Sinpro-DF.

Importante observar que os(as) pensionistas e servidores(as) aposentados(as) também deverão fazer o recadastramento e a prova de vida, anual e obrigatoriamente, no Banco de Brasília (BRB) no horário de expediente bancário. O regulamento dos(as) aposentados(as) e pensionistas está definido na Portaria nº 199/2018.

“Em vários estados já é assim. Em Brasília, o modelo foi regulamentado pelo Decreto nº 39.276, de 6 de agosto 2018, do GDF e será implantado a partir de janeiro de 2019″, informa Gilza. Confira o decreto aqui.

FONTE: SINPRO/DF

GDF entrega presente de grego no Dia do Orientador Educacional

O governo Rodrigo Rollemberg (PSB) fecha o ano com um presente de grego para o magistério público. Nesta terça-feira (4), Dia do Orientador Educacional, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) nomeou apenas um único orientador educacional dos 310 prometidos que estão no processo de nomeação em curso e aguardam apenas uma assinatura do Governo do Distrito Federal (GDF) para tomarem posse.

“O problema é que o processo parou em 22 de julho deste ano porque o GDF usou a verba da nomeação dos orientadores(as) educacionais para nomear professores(as)”, denuncia Katiane Carvalho Lima, integrante da Comissão dos(as) Orientadores(as) Educacionais Aprovados no Concurso.

Luciano Matos de Souza, diretor de Organização e Informática do Sinpro-DF, também critica a atitude do GDF: “Na reta final de um governo fraco, inábil e repleto de injustiças com o funcionalismo público, notadamente, com os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, e consequentemente com a população, que paga impostos elevados, bem como com os(as) estudantes que precisam do ensino público, gratuito e de qualidade, ele fecha o ano com este acinte, e, mais do que uma afronta: uma atitude desrespeitosa”.

Meg Guimarães, vice-presidenta da CUT Brasília e diretora de Formação Sindical do Sinpro-DF, informa que mais de mil orientadores(as) com o concurso homologado e não nomeados(as) e demais orientadores(as) que atuam na rede pública estão indignados(as) com a atitude do GDF e da SEEDF. “E com razão porque, desses mais de mil com concurso homologado, foram nomeados apenas 45 e, agora, com esta única nomeação, aumentou para somente 46 o número de nomeados”.

E completa:“É inadmissível que nesta data, quando se comemora o Dia do Orientador Educacional, o GDF não cumpra a promessa de nomear os 310 e anuncie apenas uma nomeação, quando, na verdade, temos uma carência de mais de quinhentos(as) orientadores(as) na rede e mais de mil concursados(as) aguardando a nomeação. Por que ele fez isso justamente hoje, data em que se comemora, nacionalmente, o Dia do Orientador Educacional? Isso é simbólico”, afirma a dirigente da CUT e do Sinpro-DF.

Na opinião da diretoria colegiada do sindicato, esse gesto de descaso com a educação pública e de desrespeito sem precedentes com este segmento da carreira do magistério público não é novidade no governo Rollemberg.

FONTE: SINPRO/DF