Endereço: CRS 505, Bloco A Entrada 11 Sala 105 - CEP: 70.350-510 - Asa Sul - Brasília/DF | Fone: (61) 3256-0803 | 3256-0802 | 9 9558-5735

Projeto “Igualando oportunidades – Trabalho e Cidadania” oferece cursos para alunos universitários Negros

O Espaço Multiplicidade Escritório Colaborativo em parceria com a Organização Internacional do Trabalho vai oferecer cursos contendo noções de Cidadania, Democracia, Estado Democrático de Direito, Gestão e Empreendedorismo, para alunos Universitários Negros no projeto “Igualando oportunidades – Trabalho e Cidadania”.

Serão realizados 6 cursos iguais nos meses de dezembro de 2018 e fevereiro, abril, junho, agosto e outubro de 2019. O projeto tem o objetivo de ajudar no encaminhamento de trabalho e empregabilidade dos jovens negros universitários, através do Pacto da Igualdade Racial.

O lançamento oficial será no dia 04/12/2018 às 18h30 no Auditório da Procuradoria Regional do Trabalho com a palestra da Patrícia Santos, consultora de RH do EmpregueAfro.

A primeira turma será nos dias 13 e 14 a noite e 15 de dezembro o dia todo, com 40 vagas. Os alunos receberão passagem de ida e volta e no último dia será disponibilizado também o almoço.

Temas:

  1. Cidadania e Democracia com o Prof. Mariano Paganini Lauria.
  2. Inteligência Emocional com base em técnicas teatrais com a Profa. Tuka Villa Lobos
  3. Business Model You – Modelo de negócios pessoal com a Profa. Cristiane Pereira
  4. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes com o Prof. Cristiano Heckert
  5. Business Model Canvas – Modelo de Negócios para empresa ou projeto com o Prof. Alexandre Nasiasene.

Este projeto é uma iniciativa do Ministério Público do Trabalho no DF, da Organização Internacional do Trabalho – OIT e execução do Espaço Multiplicidade Escritório Colaborativo.

Interessados em participar devem enviar e-mail para atendimento@espacomultiplicidade.com.br

Bienal de Pequim abre inscrições para seleções de obras de arte

A Bienal Internacional de Arte de Pequim (BIAB) iniciou o processo de seleção de obras para sua próxima edição, que será realizada entre agosto e setembro de 2019. Artistas de todo o mundo podem participar da convocatória. As inscrições podem ser feitas até 25 de dezembro, por meio do link http://www.bjbiennale.com.cn/en/ParticipationWay/.
O tema da oitava edição da Bienal é “Um mundo colorido e um futuro compartilhado”. Os organizadores querem que os artistas contribuam com diferentes perspectivas culturais e que trabalhem questões compartilhadas, como a deterioração ambiental, o terrorismo, a pobreza e a inteligência artificial, entre outras.
Com edições em 2003, 2005, 2008, 2010, 2012, 2015 e 2017, a Bienal de Pequim tem se firmado como um dos principais eventos do circuito internacional das artes visuais. Desde sua primeira edição, a Bienal já contou com mais de um milhão de visitantes e com a participação de cerca de quatro mil artistas de mais de 100 países.
A Bienal de Pequim é organizada pelo Governo Municipal de Pequim e pela Associação de Artistas da China. Diferentemente de outras mostras internacionais, que priorizam instalações, a BIAB ainda mantém a escultura como sua principal forma de expressão artística. De acordo com a organização da mostra, mesmo que coexistam várias abordagens para a expressão artística e formas inesgotáveis de inovação, as artes clássicas seguem como uma fonte de referência e esclarecimento para as artes contemporâneas. A BIAB objetiva, deste modo, dar sua própria contribuição no processo das artes contemporâneas, por meio da construção de uma plataforma internacional para promover os intercâmbios culturais e artísticos entre diferentes países e salvaguardar a diversidade e a abundância das artes globais.
FONTE: ASCOM/Ministério da Cultura

Greve na limpeza e merenda escolar no DF se amplia nesta terça (20)

Passando por sérias dificuldades financeiras com os constantes atrasos no recebimento dos salários e tíquete alimentação, cerca de 4.100 mil trabalhadores terceirizados na rede pública de ensino no Distrito Federal (DF) entraram em greve a partir dessa segunda-feira (19). Segundo a direção do Sindiserviços-DF, sindicato que representa a categoria, 2.300 mil empregados da Empresa Juiz de Fora, juntamente com 300 da Empresa Servegel nos serviços de limpeza e conservação, mais 1.500 cozinheiras (os) da Empresa G & E Serviços decidiram que só retornarão aos postos de trabalho da Secretaria de Estado da Educação (SEE/DF) quando receberem seus vencimentos do mês de outubro, o que já deveria ter sido pago pelas empresas desde o ultimo dia 7 de novembro, 5º dia útil do mês.
Nas escolas das regionais de ensino de Sobradinho, Planaltina, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Recanto das Emas, Paranoá e Plano Piloto, os serviços foram prestados somente por 30% dos trabalhadores, conforme determina a lei, explicou o sindicato.
Os sindicalistas também informaram que a Empresa G & E Serviços comunicou que depositará ainda hoje o tíquete alimentação, e até sábado o salário atrasado. Até o fechamento dessa matérias as demais empresas e a Secretaria de Educação não tinha passado novas informações sobre a quitação da divida com os terceirizados.
Enquanto isso, as contas da auxiliar de serviços gerais Maria de Jesus – nome fictício por medo de represália, estão todas atrasadas e recentemente, explica, foi despejada por falta do pagamento do aluguel e está morando de favor na casa de parentes.
Na semana passada os diretores do Sindiserviços-DF participaram de audiência pública no Ministério Público do Trabalho (MPT), ocasião em que os representantes da Empresa Juiz de Fora condicionaram à quitação da divida com seus empregados somente quando receberem as parcelas contratuais atrasadas da SEE/DF.
A direção do sindicato externou a indignação da categoria, destacando que a partir desta terça-feira (20) o movimento paredista nas escolas deverá receber ainda mais adesões.

FONTE: SINPRO/DF

Conselho de Comunicação do Congresso Nacional pede rejeição de projetos sobre rádios comunitárias

Sugestões do conselho serão encaminhadas à Mesa do Congresso Nacional

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional decidiu, no último dia 5, recomendar a rejeição de três projetos de lei que tratam de rádios comunitárias. Um dos projetos (PL 10637/18), já aprovado pelo Senado e em análise na Câmara dos Deputados, aumenta o limite de potência de transmissão e a quantidade de canais de radiodifusão comunitária.

Outra proposta (PLS 410/17), que está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, dispensa as rádios comunitárias da cobrança de direitos autorais relacionados à veiculação de músicas e obras literomusicais. E a terceira proposta (PLS 55/16), que aguarda votação na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, permite às rádios comunitárias a venda de publicidade e a veiculação de propaganda comercial e de interesse público.

Segundo o projeto, os anúncios deverão ser restritos a estabelecimentos na área da comunidade atendida, e a receita obtida deve ser integralmente reinvestida na própria rádio. No caso da publicidade de interesse público, o texto permite que as rádios firmem contratos com qualquer ente federado.

A coordenadora do grupo que avaliou as propostas, a conselheira Tereza Mondino afirmou que os textos podem prejudicar as emissoras comerciais. “A análise conjunta dos três projetos de lei em tramitação nos permite perceber a clara intenção de promover alterações substantivas à organização constitucional dos serviços de radiodifusão, em afronta ao princípio da complementaridade dos serviços, que é o fundamento basilar para orientação das normas e dos regulamentos do setor de radiodifusão”, afirmou.

“Com os três projetos, haveria um aumento de cobertura, uma publicidade liberada dentro da área de serviço maior e isenção do Ecad [entidade responsável pela arrecadação de direitos autorais]. A pergunta que fica: quem vai querer fazer radiodifusão comercial em cidades de pequeno e médio porte?”, questionou a conselheira.

Texto alternativo

O conselheiro Davi Emerich apresentou um outro texto, em que recomendava alterações nos projetos, no lugar da rejeição total. No caso da veiculação de publicidade, ele propôs um acordo compensatório em que as rádios comunitárias pudessem, por exemplo, fazer anúncio da empresa de energia elétrica em troca do valor gasto em energia. “Se pudéssemos incluir isso no aspecto legal, fugindo da questão da publicidade, estaríamos dando uma grande contribuição às rádios comunitárias”, afirmou.

O Conselho de Comunicação optou, no entanto, em recomendar a rejeição das propostas. O conselho, que tem caráter consultivo, enviará as duas sugestões à Mesa do Congresso Nacional (tanto a aprovada pelos conselheiros quanto a sugestão alternativa). O Conselho de Comunicação Social tem como atribuição a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional a respeito do tema da comunicação social no Brasil.

O colegiado é formado por membros da sociedade civil, representantes das empresas de rádio, televisão e imprensa escrita, engenheiros com conhecimento na área de comunicação social e representantes das categorias profissionais dos jornalistas, radialistas, artistas e profissionais de cinema e vídeo.

Com informações da Agência Câmara