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Publicado edital para abertura de processo seletivo para a contratação de professor temporário

Nesta segunda-feira (3) foi publicado no Diário Oficial do DF o edital n°40/2018 da Secretaria de Educação que anuncia a seleção simplificada para a contratação de professores (as) temporários (as) da rede pública para o ano de 2019 (que também pode ser prolongado para 2020).

No edital consta a relação das disciplinas que irão compor o cadastro reserva para a contratação temporária. O período de inscrição é de 14/09 a 04/10 e o Instituto Quadrix é quem vai organizar o certame, com provas objetivas e exame médico apenas para os candidatos que se declararam com necessidades especiais. A prova está prevista para o dia 14 de outubro.

Para atuar no ensino especial e unidades especializadas, o candidato poderá apresentar certificação comprobatória de aptidão no ato da contratação (para os aprovados), seguindo o mesmo modelo que foi exigido em 2018 e 2017.

A contratação temporária é utilizada para substituições provisórias e usada na substituição de professor (a) para eventos provisórios, como substituir diretores (as), coordenadores (as) pedagógicos (as) ou professores (as) afastados por algum tipo de licença. Nestas ocasiões, as vagas não podem ser disponibilizadas para professores (as) concursados (as). Estas vagas só podem ser preenchidas pelos (as) temporários (as).

As vagas de pessoas que se aposentam ou de escolas novas são substituídas por concursados (as) e o Sinpro continua cobrando a Secretaria de Educação para que hajam mais nomeações referentes ao concurso público de 2016 dos (as) professores (as) e de 2014 do concurso dos (as) orientadores (as) educacionais.

Para ver o EDITAL Nº 40, DE 31 DE AGOSTO DE 2018, clique aqui

FONTE: SINPRO/DF

Campanha contra pólio e sarampo é prorrogada até dia 14 de setembro

Dados preliminares indicam que a média nacional de vacinação contra pólio e sarampo está em 88%. Sete estados atingiram a meta do Ministério da Saúde de vacinar, pelo menos, 95% do público-alvo

Estados e municípios que ainda estão abaixo da meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a menores de cinco anos contra pólio e sarampo, terão mais 15 dias para ofertar as duas vacinas na rede pública de saúde. O Ministério da Saúde prorrogou até dia 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação. Até o momento, mais de 1,3 milhão de crianças não recebeu o reforço dessas vacinas. A recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que o público-alvo da campanha seja vacinado. Até esta segunda-feira (3/9), 88% das crianças receberam as vacinas contra a pólio e o sarampo em todo o país.

Segundo informado no sistema, Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão atingiram a meta de vacinação do Ministério da Saúde. Mas, doze estados ainda estão abaixo da média nacional de 88% das crianças vacinadas contra as duas doenças. O Rio de Janeiro continua com o menor índice de vacinação, seguido por Roraima, Pará, Piauí, Distrito Federal, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas. Em todo o país, foram aplicadas mais de 19,7 milhões de doses das vacinas (cerca de 9,8 milhões de cada). A Campanha deste ano é indiscriminada, por isso, todas as crianças nessa faixa etária devem se vacinar, independente da situação vacinal.

“Estamos dando mais uma oportunidade para que essas crianças sejam vacinadas contra a pólio e o sarampo. Vinte estados ainda não atingiram a meta da campanha. É preciso que os gestores de saúde, bem como pais e responsáveis, se conscientizem da importância da vacinação contra essas doenças. Para estarmos protegidos contra a pólio e sarampo é preciso atingir a meta de 95% nacionalmente”, convoca o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

Os dados de algumas capitais mostram que o esforço dos vacinadores e da população nessa reta final tem apresentado bons resultados. No fim de semana passado, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo e Amapá promoveram mais um dia de mobilização para vacinação. As capitais Recife (PE), Macapá (AP), Porto Velho (RO) e Vitória (ES) superaram a meta da campanha. Já Manaus, que iniciou a vacinação antes devido o surto de sarampo na região, já atingiu a meta de vacinação para a doença (103%).

CAMPANHA CONTRA PÓLIO E SARAMPO

Para a poliomielite, as crianças que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina na vida serão vacinadas com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). As crianças que já tiverem tomado uma ou mais doses receberão a gotinha (Vacina Oral Poliomielite – VOP). Em relação ao sarampo, todas as crianças devem receber uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal. A exceção é para as que tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias, que não necessitam de uma nova dose.

O Ministério da Saúde oferta todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ao todo, são 19 para combater mais de 20 doenças, em todas as faixas etárias. Por ano, são cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos distribuídos em todo o país.

CASOS DE SARAMPO

Até o dia 28 de agosto, foram confirmados 1.553 casos e 6.975 permanecem em investigação. Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas que já computa 1.211 casos e 6.905 em investigação, e em Roraima, com o registro de 300 casos da doença, sendo que 70 continuam em investigação. Entre os confirmados em Roraima, 9 casos foram atendidos no Brasil e estão recebendo tratamento, mas residem na Venezuela.

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017.  Alguns casos isolados e relacionados à importação foram identificados nos estados de São Paulo (2), Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (16); Rondônia (2), Pernambuco (2) e Pará (2). O Ministério da Saúde permanece acompanhando a situação e prestando o apoio necessário aos Estados.

Até o momento, no Brasil, foram confirmados 7 óbitos por sarampo, sendo 4 óbitos no estado de Roraima (3 em estrangeiros e 1 em brasileiro) e 3 óbitos no estado do Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 do município de Manaus e 1 do município de Autazes).

SARAMPO NO MUNDO

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de sarampo chegaram a um número recorde na Europa. Os dados, divulgados pela organização nesta segunda-feira (20/08), apontam que mais de 41 mil crianças e adultos na Região Europeia foram infectados com sarampo nos primeiros seis meses de 2018. O número total de casos para esse período excede os 12 meses reportados em todos os outros anos desta década.

Desde 2010, o ano de 2017 foi o que teve o maior número de casos: 23.927. Em 2016, registrou-se a menor quantidade: 5.273. Além disso, pelo menos 37 pessoas morreram devido à doença neste ano. Sete países da região tiveram mais de uns mil casos neste ano (França, Geórgia, Grécia, Itália, Rússia, Sérvia e Ucrânia). A Ucrânia foi a mais atingida com mais de 23 mil pessoas afetas, o que representa mais da metade da população do país.

Para mais informações, acesse a página especializada sobre vacinação no portal do Ministério da Saúde.

FONTE: ASCOM/Ministério da Saúde

PL que garante prioridade no pagamento da pecúnia a aposentados com doenças graves é enviado à CLDF

A diretoria colegiada do Sinpro informa que o Governo do Distrito Federal enviou um novo projeto de lei para a Câmara Legislativa do DF, que dá prioridade ao recebimento da pecúnia da licença-prêmio para servidores(as) aposentados(as) com doenças reconhecidas por lei. O projeto já está na CLDF e a Comissão de Negociação do sindicato já fez contato com alguns deputados distritais pedindo agilidade na votação.

Na próxima segunda-feira (3) a diretoria do Sinpro irá à CLDF conversar com os líderes dos partidos, reforçando a urgência na votação desse projeto de lei. Uma lei com a mesma preocupação foi sancionada em dezembro de 2017, mas devido a amplitude e pela forma como foi aprovada, não atendeu a demanda. Desde então o sindicato tem insistido com o governo na correção e no envio de um novo projeto de lei para a apreciação da Câmara Legislativa, e como não foi possível a aplicação dessa lei na prática, o executivo elaborou um novo projeto.

O Sinpro vem lutando para o pagamento da pecúnia há muitos anos e entende que o recebimento desse benefício é um direito de todos, mas não pode desconsiderar a necessidade de professores aposentados com doenças graves. “A prioridade no pagamento da pecúnia para aposentados com doenças graves não comprometerá em nada no cronograma estabelecido para que o benefício acumulado desde 2016 seja pago. É importante que todos saibam que esse projeto não causará prejuízo para o pagamento da fila de pecúnias, como vem ocorrendo mensalmente”, ressalta a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.

FONTE: SINPRO/DF

Inscrições abertas para o seminário “Por uma educação antirrascista e sem LGBTfobia”

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que as inscrições para o seminário “Por uma educação antirrascista e sem LGBTfobia” estão abertas e convida os(as) professores(as) em horário de coordenação e orientadores(as) educacionais para participarem. As inscrições podem ser feitas no site do sindicato pelo link http://www.sinprodf.org.br/seminario-por-uma-educacao-antirracista-e-sem-lgbtfobia. Maiores esclarecimentos pelo telefone 3343-4209.

Esta é a terceira edição do seminário, que será realizado no Auditório Paulo Freire, na sedo do Sinpro-DF, no Setor Gráfico, nos dias 26 e 27 de setembro. Além da importância do debate sobre as fobias sociais que incrementam a violência na escola e na sociedade, o seminário reforça o processo de formação continuada da categoria docente. O sindicato concederá certificação a quem participar.

A ideia é discutir o combate ao racismo entre professores e estudantes e outros tipos de fobias, como a LGBTfobia. “Para combater o racismo é preciso desconstruir a ideia de que não há racismo no Brasil porque ele se manifesta, em algumas situações, de maneira sutil e, em outras, de forma mais brutal, com todo tipo de violências físicas e psicológicas torturantes e assassinatos com requintes de crueldade”, explica a coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, Élbia Pires de Almeida.

Ela afirma que a última edição do Mapa da Violência indica um crescimento de 10% no número de assassinatos de pessoas negras. “Isso não é por acaso. A gente precisa discutir o racismo porque isso não é uma questão superada na sociedade brasileira e, neste momento de recrudescimento das relações sociais que estamos vivendo no Brasil, as pessoas têm se manifestado de forma mais clara, grosseira e preconceituosa”, disse.

Nesta edição, a diretoria colegiada pretende discutir o agravamento dessas violências de forma a assegurar o combate ao racismo por meio da implantação da Lei nº 10.639/2003 e da Lei nº 11.645/2008, bem como elaborar parâmetros pedagógicos que viabilizem e estabeleçam uma educação transformadora, antirracista e sem LGBTfobia, na qual os seres humanos tenham a liberdade de ser e de vivenciar sua orientação sexual e identidade de gênero de forma livre, sem correrem riscos de ser agredidos, criminalizados, marginalizados, discriminados, excluídos e até mortos por isso.

“É importante a participação da categoria porque esse tipo de violência também ocorre dentro da escola. Além disso, a gente precisa trabalhar o processo de formação do(a) professor(a) e discutir uma educação que contribua para nossos(as) estudantes criarem a cultura de paz, uma cultura que enseja a consciência de que todos os seres humanos precisam e merecem ser respeitados e terem acesso aos mesmos direitos” afirma.

FONTE: SINPRO/DF

Convocação: 20,6 milhões de adolescentes devem se vacinar contra o HPV

Ministério da Saúde lança campanha publicitária para vacinar meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos contra o HPV. A cobertura com a segunda dose está em 41,8% para meninas e 13% para meninos. A proteção é completa quando aplicada as duas doses da vacina

Mais de 20 milhões de adolescentes brasileiros devem buscar os postos de saúde para receber a vacina HPV. A convocação é do Ministério da Saúde, que lança nesta terça-feira (4/9) uma Campanha Publicitária de Mobilização e Comunicação para a Vacinação do Adolescente contra a doença. A expectativa é de vacinar 9,7 milhões de meninas de 9 a 14 anos e 10,8 milhões de meninos de 11 a 14 anos. Para garantir a vacinação deste público, o Ministério da Saúde investiu R$ 567 milhões na aquisição de 14 milhões de vacinas. A vacina HPV é eficaz e protege contra vários tipos de cânceres em mulheres e homens.

Desde a incorporação da vacina HPV no Calendário Nacional de Vacinação, 4 milhões de meninas de 9 a 14 anos procuraram as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para completar o esquema com a segunda dose, totalizando 41,8% das crianças a serem vacinadas. Com a primeira dose, foram imunizadas 4 milhões de meninas nesta mesma faixa, o que corresponde a 63,4%. “É importante alertar que cobertura vacinal só está completa com as duas doses, por isso quem tomou a primeira dose deve voltar aos postos após seis meses”, explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

Entre os meninos, que foram incluídos na vacinação contra HPV no ano passado, 2,6 milhões foram vacinados com a primeira dose, o que representa 35,7% do público alvo. Em relação à segunda dose, foram aplicadas 911 mil vacinas em meninos de 11 a 14 anos, completando, desta forma, o esquema de vacinação.

CAMPANHA HPV 

Com o slogan “Não perca a nova temporada de Vacinação contra o HPV”, a campanha publicitária envolve várias peças e será veiculada no período de 4 a 28 de setembro. O filme mistura imagens reais e animação e traz dois jovens, um menino e uma menina, fugindo de um vírus em um cenário com inspiração nos seriados famosos que são de identificação do público jovem e dos pais. A fuga termina no momento em que os jovens entram em uma unidade de saúde e se vacinam.

Trata-se de uma campanha publicitária para mobilizar a população. A vacina contra o HPV faz parte do calendário de rotina disponível nas unidades do SUS, lembra Carla Domingues. “A campanha é importante para lembrar as pessoas sobre a necessidade da vacinação, esclarecendo o que é mito e boato, e informações verdadeiras, baseadas em estudos científicos”, observou a coordenadora.

HPV NO BRASIL

Segundo estudo realizado pelo projeto POP-Brasil em 2017, a prevalência estimada do HPV no Brasil é de 54,3 %. O estudo entrevistou 7.586 pessoas nas capitais do país. Os dados da pesquisa mostram que 37,6 % dos participantes apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

O estudo indica ainda que 16,1% dos jovens tem uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para HIV ou sífilis. Os dados finais deste projeto serão disponibilizados no relatório a ser apresentado ao Ministério da Saúde até o final do ano.

O projeto POP-Brasil é uma parceria do Ministério da Saúde, o Hospital Moinhos de Vento (RS), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade de São Paulo (Faculdade de Medicina (FMUSP) – Centro de Investigação Translacional em Oncologia), Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Secretarias Municipais de Saúde das capitais brasileiras e Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.

Estudos internacionais também apontam o impacto da vacinação na redução do HPV. Nos EUA, dados mostram uma diminuição de 88% nas taxas de infeção oral por HPV. Na Austrália, redução da prevalência de HPV de 22.7% (2005) para 1.5% (2015) entre mulheres de 18–24 anos. Outro estudo internacional mostra que nos EUA, México e Brasil entre homens de 18 a 70 anos: brasileiros (72%) têm mais infecção por HPV que os mexicanos (62%) e norte-americanos (61%).

CÂNCER

A vacina HPV previne vários tipos de cânceres contribuindo com a redução da incidência de cânceres nas mulheres e homens. No mundo, dos 2,2 milhões de tumores provocados por vírus e outros agentes infecciosos, 640 mil são causados pelo HPV. A vacina utilizada no país previne 70% cânceres do colo útero, 90% câncer anal, 63% do câncer de pênis, 70% dos cânceres de vagina, 72% dos cânceres de orofaringe e 90% das verrugas genitais. Além disso, as vacinas HPV protegem contra o pré-câncer cervical em mulheres de 15 a 26 anos, associadas ao HPV16 /18.  As vacinas é segura e não aumenta o risco de eventos adversos graves, aborto ou interrupção da gravidez.

VACINAÇÃO NAS ESCOLAS

O Ministério da Saúde enviou ao Ministério da Educação material informativo sobre as doenças. A ideia é estimular os professores a conversem com os alunos e familiares sobre o tema. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. “A participação das escolas é imprescindível para reforçar a adesão dos jovens à vacinação e, consequentemente atingir o objetivo de redução futura do câncer de colo de útero, terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres e a quarta causa de óbito por câncer no país”, completou Carla Domingues.

Para mais informações, acesse a página especializada sobre HPV no portal do Ministério da Saúde.

FONTE: ASCOM/Ministério da Saúde