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AUMENTO DE POTÊNCIA DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS EM VOTAÇÃO NA CÂMARA

O cidadão deve votar para garantir a melhoria dos serviços comunitários de comunicação

A Câmara dos Deputados começa a discutir o PL. 10.637/18 que trata do aumento de potência dos transmissores de Rádio Comunitária para 150 watts e 2 canais por municípios – luta antiga da ABRAÇO  (Associação das Rádios Comunitárias). Esse Projeto de Lei  já  foi aprovado pelo plenário  do senado por unanimidade. Agora está na Câmara e precisa da sua participação. A proposta será discutida nas Comissões de Ciência Tecnologia e Informática e depois na Comissão de Constituição e Justiça.

Valdeci Borges, dirigente da ABRAÇO, diz que o cidadão e cidadã, pode começar a dar sua opinião sobre o assunto na Câmara dos Deputado: “Na verdade esse projeto em sendo aprovado fará justiça com as quase 5 mil rádios comunitárias no Brasil que que se mantém com muita dificuldade e é na grande  maioria das cidades brasileiras a única emissora de rádio,  único meio e comunicação”, diz Valdeci Borges.

ACESSE E VOTE:

https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2182042

O movimento de Rádios Comunitárias no Brasil, defende o aumento da potência das emissoras, para que possam ter cobertura do sinal na totalidade dos municípios onde prestam serviços. Valdeci Borges, diz ainda que, hoje: “ As emissoras comunitárias operam  com apenas 25 Watts de potência,  chega a ser uma aberração pois essa potência na maioria dos municípios não dá para fazer com que a rádio não seja ouvida por parte  dos moradores da cidade.

CONTRAF BRASIL avalia Censo Agropecuário 2017 e vê risco de colapso na segurança alimentar do país

Na atual conjuntura é indispensável políticas que promovam a ruptura do atual modelo de produção de alimentos forjadopela indústria

Para a CONTRAF BRASIL, os dados do Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados no último dia 26 de julho, demonstram o colapso da segurança alimentar e nutricional do país.

Com os dados, verificou-se a redução de 1,5 milhão no número de pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecuários, o que indica a falta de políticas para a sucessão rural no campo; em 2017, 1.681.001 produtores utilizaram agrotóxicos, ou seja, aumentou o uso 20,4% em relação a 2016; cerca de 15,5% dos produtores disseram nunca ter frequentado escola e 79% não foram além do nível fundamental; aumentou de 45% para 47% de 2006 para 2017 os estabelecimentos que se enquadram como grande latifúndio.

Estes dados prévios apontam maior concentração fundiária, a volta do êxodo rural, o desemprego, aumento no uso de agrotóxicos, aumento do analfabetismo no campo e o crescimento da desigualdade social.

Ainda, outro fator preocupante é que apenas 18,7% das mulheres aparecem como produtoras rurais. O número cresceu em relação a sua participação do último censo que constatou 12,7% em 2006. No entanto, a invisibilidade do papel da mulher como protagonista neste cenário ainda é um problema, considerando que 45% de toda produção são plantados e colhidos pelas mãos femininas, número também divulgado pelo Censo. Logo, é um grande desafio para as mulheres a questão da equidade no campo.

Neste sentido, os desafios conjunturais e estruturais para que a Agricultura Familiar se concretize como modelo dominante são cada vez maiores, tanto nos processos de disputa com o agronegócio, como à diversidade crescente de demandas da agricultura familiar.

A CONTRAF BRASIL entende que uma agricultura familiar sustentável não se alcança por meio de ações fragmentadas, isoladas e setorizadas, nem políticas sociais compensatórias. Ao contrário, deve ser percebida como parte estrutural de um novo projeto de desenvolvimento nacional e por isso depende, significativamente, de uma mudança radical das estruturas institucionais.

Se há o objetivo da nação em garantir uma alimentação saudável para a população conectados com sustentabilidade e conservação dos recursos naturais é indispensável políticas que promovam a ruptura do atual modelo de produção de alimentos forjado pela indústria, baseada no capital e no agronegócio, para dar lugar a construção de um novo projeto de desenvolvimento para o Brasil Rural.

Está mais do que provado que a Agricultura Familiar é o modelo de produção em conformidade ao objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU: “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”.

Portanto, fortalecer o setor é uma condição fundamental para reverter os números do Censo Agropecuário e a possibilidade de uma futura agricultura compatível ao desenvolvimento sustentável e agroecológica.

Coordenação Nacional da CONTRAF BRASIL

FONTE: ASCOM/CONTRAF BRASIL

Cursos oferecidos pelo Progredir estão com inscrições abertas

As capacitações são gratuitas e há vagas disponíveis em todo o país

Os beneficiários do Bolsa Família e as pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal que buscam qualificação profissional têm novas oportunidades. Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos oferecidos por meio do Plano Progredir.

No Rio de Janeiro, são ofertadas capacitações na área da Construção Civil, por exemplo. Já para beneficiários de todo o Brasil, há oportunidades nos setores de Saúde, Administração e Comunicação. Os cursos são on-line ou presenciais e os alunos recebem certificados de participação.

“Estão com inscrições abertas cursos para capacitação empreendedora, além daqueles que podem desenvolver habilidades socioemocionais e técnicas relacionadas ao trabalho. As aulas são em todo o Brasil”, explica o secretário de Inclusão Social e Produtiva do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Vinícius Botelho.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, o Progredir é um plano de ações voltado às famílias de baixa renda para acesso ao empreendedorismo, à qualificação profissional e ao mercado de trabalho.

As inscrições podem ser feitas no endereço mds.gov.br/progredir.
Confira a lista de cursos com inscrições abertas.

 

FONTE: ASCOM – Ministério do Desenvolvimento Social